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Texto bíblico: ISAÍAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/4
As mensagens de julgamento tornam-se palavras de esperança. A esperança é poderosa. Isso nos permite dar o próximo passo. Isso nos encoraja a persistir. Sem esperança, não há nada que nos motive a seguir em frente. A esperança é a pequena luz no fim do túnel. É a centelha que fornece a energia para dar mais um passo.
As mensagens proféticas messiânicas fazem exatamente isso! Elas pintam uma imagem do amor e cuidado de Deus pelos Seus filhos perdidos, mostrando que Ele irá a todos os extremos para trazê-los de volta para casa e viver eternamente com Ele. É também uma imagem da sua proteção que nos lembra o êxodo do Egito – a nuvem durante o dia e a coluna de fogo à noite.
A última linha de “Pegadas na Areia” (leia o poema completo) revela esse amor, cuidado, proteção e esperança que o cumprimento das profecias messiânicas em Jesus nos proporciona. Ao que Ele respondeu:
“Meu filho, Eu te amo e nunca te abandonei.
Os dias em que viste só um par de pegadas na areia
são precisamente aqueles
em que Eu te levei nos meus braços.” (Margaret Fishback Powers)
Wayne A. Wasiczko
Educador aposentado e auditor de conferências, Selah, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1100 palavras
1. Sete mulheres. Por causa da grande quantidade de homens mortos na guerra, o número de mulheres excederia em muito o de homens. Bíblia de Andrews.
“Naquele dia” – o dia da guerra (ver com. de Is 3:24-26) – os jovens hebreus cairiam diante dos exércitos da Síria ou seriam levados cativos. Haveria várias mulheres para cada homem. As mulheres apelariam aos poucos homens restantes para se casarem com elas. Muitas delas, que viviam no luxo e conforto, orgulhosas de seu esplendor, se aproximariam de um homem para lhe pedir a proteção e o conforto que o casamento lhes proporcionaria. Elas declarariam sua disposição para trabalhar por seu alimento, roupa, o que é responsabilidade dos homens em Israel (Êx 21:10). Numa época em que a poligamia já era comum, tal situação a aumentaria ainda mais. … A mensagem de Isaías 3:16 a 4:1 foi originalmente dirigida ao povo de Jerusalém que vivia na época do profeta … como torna evidente o contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3.
Naquele dia. Isto é, o dia descrito em Isaías 3:24 a 26. Não há quebra na linha de pensamento entre os cap. 3 e 4. A divisão do tema neste ponto tende a obscurecer o significado do cap. 4, que deve ser considerado uma continuação do 3 … Isaías 4 descreve o clímax do castigo divino sobre as degeneradas filhas de Sião. CBASD, vol.3.
Tira o nosso opróbrio. Para as mulheres hebreias era vergonha não ter filhos, e até um castigo por pecado (Gn 30:23; 1Sm 1:6; Lc 1:25). As mulheres de Judá desejariam ser mães e apelariam aos homens que restassem para que se tornassem seus maridos. CBASD, vol.3.
2-6 A mensagem de juízo se transforma em palavras de esperança: uma profecia messiânica e uma imagem de proteção nos lembram do êxodo do Egito (por exemplo, a nuvem de dia e o fogo de noite, v. 5). Bíblia de Andrews.
2 Naquele dia. Ao mesmo tempo que o dia do Senhor trará destruição aos ímpios, trará salvação para os justos (ver Mt 16:27; Rm 2:6-10; Ap 22:12). Os v. 2 a 6 apresentam a figura de Cristo, “o Renovo” (ver com. de Is 11:1), como redentor e libertador, e a obra gloriosa que fará por Seu povo. Originalmente essa previsão teria sido cumprida pelo Israel literal, mas por causa de sua queda como nação, ela será cumprida pelo Israel espiritual … , na segunda vinda de Jesus. CBASD, vol.3.
O Renovo. Nas profecias messiânicas, Cristo é chamado de “o Renovo”(Is 11:1; Jr 23:5, 6; 33:15; Zc 3:8; 6:12; ver também PR, 592). A nação de Israel seria desolada, como se fosse uma árvore murcha (ver Is 5:7), mas um renovo brotaria da semente de Davi e produziria frutos de justiça. O Israel literal pereceria como nação, mas Jesus, finalmente faria com que a terra florescesse com justiça. CBASD, vol.3.
Neste versículo, Isaías usa pela primeira vez a palavra “renovo”. O mesmo termo é usado em Jr 23:5, 6; 33-15, 16; Zc 3:8; 6:9-13 com relação ao futuro líder de Israel. A profecia sobre esse futuro líder revela que se trata do Messias divino (Jr 23:5, 6). Outra importante ocorrência da palavra renovo em Isaías está em 11:1. O NT começa (Mt 1:1) com uma referência a Jesus como “filho de Davi”, sinalizando que ele era o Messias aguardado, da linhagem do rei Davi, o Rei supremo (ver também o título dado a ele em Ap 19:16: “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”). Bíblia de Andrews.
O fruto da terra. A terra prometida era originalmente uma terra fértil (Êx 3:8; 33:3; Nm 13:27; Dt 8:7-10). Ela produziria seus frutos em abundância se o povo de Deus fosse fiel (Dt 28:1-12). Mas, se fosse infiel, haveria seca, desolação e morte (Lv 26:14-39; Dt 28:15-48; Os 2:1-13). CBASD, vol.3.
Para os de Israel que forem salvos. Isto é, o remanescente que sobreviver. … Isaías deixa claro que os que permanecessem fiéis ao Senhor, e pelos quais Deus abençoaria a terra, escapariam da devastação causada pela guerra descrita em Isaías 3:25 e 26 (ver Is 10:20-22; 37:31, 32). Na época das invasões por Senaqueribe, toda a terra de Judá, com exceção da cidade de Jerusalém, caiu temporariamente nas mãos dos invasores assírios. Só em Jerusalém ficou um pequeno remanescente. Não fosse esse remanescente, a destruição de Judá teria sido completa como a de Sodoma e Gomorra (Is 1:9). Para esse pequeno remanescente, Isaías transmitiu a promessa: “O que escapou da casa de Judá e ficou de resto tornará a lançar raízes para baixo e dará fruto por cima; porque de Jerusalém sairá o restante, e do monte Sião, o que escapou. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto”(Is 37:31, 32). Assim como haveria um remanescente naqueles dias que não cairia nas mãos do inimigo, nestes últimos dias também haverá um remanescente que o Senhor preservará e que não cairá nas mãos do inimigo (ver p. 35-36 [CBASD vol. 3], com de Dt 18:15; GC, 37; PR, 592; PP, 283-288). CBASD, vol.3.
3-6 A presença do Deus santo só pode se materializar em meio a um povo santo; por isso apresenta-se a necessidade de o povo se lavar e eliminar qualquer coisa contrária à santidade do Senhor. Bíblia de Andrews.
3 Serão chamados santos. O grande tema da mensagem de Isaías é a santidade. Ele viu o Senhor sentado do Seu trono e ficou profundamente impressionado com o caráter santo de Deus (Is 6:3). O título que ele aplica constantemente a Deus é “o Santo de Israel”(Is 1:4; 5:19, 24; 10:20; 12:6; 17:7; 29:19; 30:11, 12, 15; 31:1; 37:23; 41:14, 16, 20; 43:3, 14; 45:11; 47:4; 48:17; 49:7; 54:5; 55:5; 60:9, 14). … O objetivo constante de Isaías era que Israel abandonasse seus pecados e se tornasse um povo santo. CBASD, vol.3.
Todos os que estão inscritos. Deus mantém um registro de cada indivíduo na terra. O nome de alguns estão registrados no livro da vida (ver Êx 32:32; Sl 69:28; Ez 13:9; Dn 12:1; Ml 3:16; Fp 4:3; Ap 3:5; 13:8; 21:27). Todos cujos nomes não forem riscados do livro da vida entrarão no reino de Deus como povo santo. CBASD, vol.3.
4 Imundícia. Todo aquele que desejar abandonar seus pecados será limpo de sua imundícia pelo sangue de Cristo. “O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo 1:7). “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9; cf. Sl 51:2, 10, 11). CBASD, vol.3.
Purificador. Do heb. ba’er, literalmente, “fogo”, mas, no sentido figurado, “ódio” ou “fúria”… A “nuvem de dia e fumaça” e “resplendor de fogo chamejante de noite” (v.5) se referem à manifestação visível da presença de Deus que acompanhou Seu povo na jornada do Egito a Canaã (Êx 13:21; Nm 9:15; 10:34; 14:14). Assim como Jesus esteve com Seus filhos para guiar, proteger e abençoar, Ele também, está com eles hoje na caminhada para a Canaã celestial (ver Zc 2:5). CBASD, vol.3.
5 … Sobre toda a glória. Como um pavilhão, a presença divina proverá direção, segurança, certeza e paz. CBASD, vol.3.
6 Refúgio. O pavilhão que Deus prometeu a Seu povo os protegerá de dificuldades e perigos que possam ameaçá-lo (ver Sl 27:5; 91:1; Is 26:3, 4). CBASD, vol.3.
Compilação e digitação: Jeferson e Gisele Quimelli.
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“Naquele dia, o Renovo do Senhor será de beleza e de glória; e o fruto da terra, orgulho e adorno para os de Israel que forem salvos” (v.2).
Continuando a última sessão do capítulo anterior, o texto de hoje inicia com o resultado do vil comportamento das mulheres de Jerusalém, uma grande proporção de mulheres que ficariam sozinhas em vista da morte e da captura da maior parte dos homens de Jerusalém. O desespero seria tão grande que elas estariam dispostas a buscar o seu próprio sustento, visto que cabia ao homem a provisão do lar. Naquela época era considerada uma grande desgraça uma mulher sem marido e sem filhos, o que explica a expressão: “[…] tira o nosso opróbrio” (v.1).
Trazendo para um contexto atual, ponderemos sobre a aplicação deste texto na situação da comunidade cristã contemporânea. Todas as igrejas cristãs, “sete mulheres”, dizem servir a Cristo, “um homem”, mas a grande maioria se recusa a “comer” do pão oferecido por Ele, buscando por si mesmas o próprio sustento espiritual, querendo apenas ser “chamadas pelo [Seu] nome”. Apesar de ser uma interpretação particular, isto não tem sido uma realidade?
O termo “cristianismo” foi banalizado a tal ponto que muitos, mesmo acreditando em Jesus Cristo, têm criado certa aversão às igrejas que professam segui-Lo. Seus cultos se resumem a apelos emocionais e extorsão de dinheiro, distorcendo o verdadeiro “culto racional” (Rm.12:1) e a verdade sobre os dízimos e as ofertas conforme a Palavra de Deus. O problema é que a Bíblia tem sido trocada por palavras de homens e a oração sincera por discursos apelativos.
Contudo, esta realidade não precisa ser a minha e nem a sua. Jesus nos chama para fazer parte dos “restantes de Sião”, os que “serão chamados santos” (v.3). Fomos chamados “para a vida” sendo guiados pelo “Espírito de justiça” e transformados, de glória em glória, pelo “Espírito purificador” (v.4). Quando o Espírito Santo tem liberdade de trabalhar no coração, o resultado é um reavivamento das intenções e uma reforma das atitudes.
Da mesma forma que Deus guiou e protegeu o Seu povo Israel no deserto (Êx.13:21-22), Ele prometeu nos guiar e proteger nestes últimos dias (v.6). Atentem às palavras seguintes: “Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça. Ele é não somente o Autor mas também o Consumador de nossa fé. É Cristo primeiro, por último e sempre. Ele deve estar conosco, não só ao princípio e ao fim de nossa carreira, mas a cada passo do caminho” (EGW, Caminho a Cristo, CPB, p.69).
Estude a Bíblia. Faça como os bereanos (At.17:11). Examine-a. Veja se, de fato, é o “assim diz o Senhor” que rege a sua vida. Permita que o Espírito Santo lhe conduza a toda a verdade (Jo.16:13). Como reforça a seguinte citação: “O conhecimento experimental de Deus e de Jesus Cristo […] faz de seu possuidor filho de Deus e herdeiro do Céu. Leva-o à comunhão com a mente do Infinito e lhe abre os ricos segredos do Universo. Esse é o conhecimento obtido pelo estudo da Palavra de Deus” (EGW, Parábolas de Jesus, CPB, p.114). Persevere neste propósito, pois todo aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).
Querido Pai Celestial, queremos ser Teus verdadeiros adoradores. Não queremos apenas ter o nome de Cristo, mas queremos que Ele habite em nós. Que a Tua graça nos motive cada vez mais a viver segundo a Tua Palavra. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, restantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías04 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 4 – Este capítulo inicia com uma expressão profética “naquele dia”; equivale ao tempo anunciado de que as mulheres que esbanjavam sensualidade enfrentariam escassez de homens, devido ao julgamento que viria sobre Israel.
A ideia é que as mulheres dividiriam um homem sem pedir recursos financeiros, para não ficarem desprovidas de relações sexuais. O número 7 indica situação extrema (Isaías 4:1).
Apesar da independência financeira, elas reconhecem a necessidade de um relacionamento. Elas almejam ser chamadas pelo nome de um homem, indicando a importância do reconhecimento social e proteção. O desejo de ser chamada pelo nome de alguém (sobrenome) reflete uma busca por identidade e pertencimento.
• Em meio a julgamentos ou situações difíceis, as pessoas podem buscar soluções próprias para satisfazerem seus desejos; mas, afinal, precisam reconhecer que necessitam mesmo é da intervenção divina.
• Não temos habilidades suficientes para resolver nossos dilemas, nossas necessidades e carências. Contudo, toda tentativa de solução à parte de Deus não passa de paliativos que não resolvem de fato nossos problemas.
• Somente o “Renovo do Senhor” traz alegria, satisfação e solução para a culpa e vergonha da situação crítica “naquele dia” (Isaías 4:2).
Além do Renovo que representa o Messias trazendo renovação espiritual e restauração ao povo de Deus, Jesus é descrito como “uma nuvem de dia e um clarão de fogo de noite” (Isaías 4:5); essa imagem refere-se à presença divina que guiou o povo de Israel no deserto após o Êxodo, sugerindo a necessidade da presença constante e orientação divina em tempos difíceis, não paliativos humanos.
O julgamento divino visava a purificação dos pecados do povo de Deus na época de Isaías (Isaías 4:2-4). Isso deve levar-nos a refletir sobre a nossa busca por satisfação em meio às aflições e angústia de nosso coração diante das consequências dos nossos pecados. Nestas situações…
• Precisamos considerar a Deus, reconhecer nossa real necessidade de purificação e arrependimento.
• Precisamos do Renovo do Senhor renovando nossa vida!
No tempo escatológico [final dos tempos], a purificação do santuário aponta para a purificação do povo de Deus (Daniel 8:13-15). Nos eventos que antecedem a segunda vinda de Cristo, haverá tribulações e desafios (Apocalipse 7:1-17; 13:1-18); porém, temos a promessa de que Deus guiará e protegerá Seu povo (Isaías 4:6; Daniel 12:1). É disso que precisamos!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.