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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 26 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/26
“Não responda a um insensato” ou “responda a um insensato” (vs. 4, 5). Qual devemos fazer?/Qual devemos seguir?/Qual é o correto?
“Não responda a um insensato com igual insensatez do contrário você se igualará a ele” … às vezes. Outras vezes, “responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio” (NVI).
Deus nos deu inteligência/raciocínio para descobrir qual versículo se aplica em cada circunstância. Aprendemos pela prática e pelo crescimento do coração sábio. Mesmo assim, não somos totalmente dependentes de nossos próprios recursos.
Se pela manhã reconhecemos nossa necessidade de força e sabedoria de Deus e pedimos ajuda, então ao longo do dia nosso próprio anjo da guarda estará ao nosso lado para influenciar nossas ações e escolher nossas palavras para nós quando corremos o risco de causar dor desnecessária, exercer influência incorreta ou deturpar Deus (ver Mensagens aos Jovens, p. 90).
É fácil se divertir com as farpas verbais emitidas por Jesus aos líderes religiosos de Seus dias. No entanto, ele “não suprimiu uma palavra da verdade, mas falou sempre com amor. Ele exerceu o maior tato e … nunca falou desnecessariamente uma palavra severa. “Lágrimas estavam em sua voz quando proferia suas repreensões ferozes.” Desejo de Todas as Nações, p. 352
Quando amamos os tolos como Jesus os amava, então estamos preparados para “responder ao insensato como a sua insensatez merece”.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/26
Tradução:Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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480 palavras
1 Ao insensato. Este versículo dá início a uma série de provérbios sobre o insensato. … Elevar uma pessoa sem entendimento a um lugar de honra equivale a lhe dar oportunidade de causar grandes males. Além disso, isso frustra quem verdadeiramente merece esse tipo de promoção (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1171.
2 Se causa. Ou, “sem merecer”. A maldição proferida por um inimigo difamador não deve incomodar os inocentes e justos, pois eles estão sob a proteção de Deus e não temem encantamentos. CBASD, vol. 3, p. 1171.
3 A vara. O insensato precisa de correção dura para não prejudicar a si mesmo e aos outros por meio de seus atos carentes de sabedoria (ver Pv 10:13; 19:29). CBASD, vol. 3, p. 1171.
4 Não respondas ao insensato. Entrar numa discussão com um insensato, nos termos de sua estultícia, é se rebaixar ao nível dele e aceitar que sua perspectiva de vida é digna de consideração. As pessoas que perguntaram a Cristo sobre o dinheiro de imposto tinham a intenção de constrangê-Lo num tema relativo ao egoísmo delas. Se Cristo tivesse respondido segundo a insensatez obstinada de seus inimigos, estes poderiam ter usado a resposta contra Ele. Jesus, porém, se recusou a aceitar a premissa de seus questionadores. Sua resposta partiu de um reino de sabedoria verdadeira, deixando-os envergonhados e em silêncio (Mt 22:12-22). CBASD, vol. 3, p. 1171.
5 Ao insensato responde. Neste caso, “segundo a”significa “conforme ele merece”(ver com. do v. 4). Responda ao insensato de uma forma que a tolice de sua ideia seja revelada. Desse modo, ele pode perceber que está longe de ser sábio e procurar alcançar a sabedoria. Em certo sentido, Cristo seguiu o conselho destes dois versículos aparentemente contraditórios (v. 4, 5) em Sua resposta aos fariseus e aos defensores de Herodes (ver Mt 22:15-22; ver com. de Pv 26:4). Sem tomar parte na estultícia do questionadores, Ele mostrou a tolice maligna deles. CBASD, vol. 3, p. 1171.
6 Corta. Aquele que depende de um insensato para realizar negócios importantes está se destituindo da esperança de cumprir sua missão. CBASD, vol. 3, p. 1171.
2 Pendem bambas. A repetição de parábolas era um dos passatempos preferidos na Palestina, e a sabedoria de uma pessoa costumava ser exibida em campeonatos de narração de histórias. O insensato teria a tendência de esquecer a moral da história ou de contá-la de forma tão desajeitada que o efeito se perderia. CBASD, vol. 3, p. 1171, 1172.
2 Como galhos de espinhos na mão. O ébrio com um galho de espinhos na mão está armado e é capaz de causar grande dano aos outros em sua raiva insensível. Desse modo, a parábola contada pelo insensato é, ao mesmo tempo, inútil e perigosa. CBASD, vol. 3, p. 1172.
10 Como um flecheiro que a todos fere. A lição do texto parece ser que empregar insensatos e incompetentes coloca em risco tanto o empregador quanto os funcionários, assim como a flecha envenenada põe em perigo quem a usa, bem como o indivíduo por ela atingido. CBASD, vol. 3, p. 1172.
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“Como vaso de barro coberto de escórias de prata, assim são os lábios amorosos e o coração maligno” (v.23).
De uma forma insistente e persuasiva, o Senhor dá o Seu recado sobre o perigo da insensatez. O mau uso da língua é veneno que mortifica tanto quem o destila quanto quem o recebe. E só para não restar dúvidas, até aquele que diz: “Fiz isso por brincadeira” (v.19), não é tido por inocente. Como cristãos, nossas palavras e atitudes devem corresponder ao chamado de Deus: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16). O mundo tem despertado para os malefícios do consumo da carne animal e uma das maiores motivações tem sido o amor pelos animais. Sem desmerecer um motivo tão nobre, e até bíblico (Pv.12:10), a abstinência do alimento cárneo não deve sobrepor a abstinência do falar injurioso. Não adianta ser vegano enquanto se “devora” os semelhantes. Pois “as palavras do maldizente são comida fina, que desce para o mais interior do ventre” (v.22).
Os pecados da língua são tão graves e tão malignos diante de Deus, que são comparados à insanidade. Quem, em sã consciência, pegaria um cachorro de rua pelas orelhas? Mas essa atitude é semelhante a “quem se mete em questão alheia” (v.17). Intromissões, fofocas e contendas são atos detestáveis diante de um Deus que é amor, paz e bondade. Todo aquele que deseja desfrutar da eternidade na Nova Terra enfrentará essas questões com a devida seriedade e discernimento espiritual, buscando preencher a mente com o que é lícito diante de Deus: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp.4:8).
Mas, e quando a malícia vem de forma sutil? E quando o insensato age dissimuladamente? Sobre isso, declarou Ellen White: “Intimamente ligada à bisbilhotice está a insinuação encoberta, esquiva, pela qual o coração impuro procura insinuar o mal que não ousa exprimir abertamente. Os jovens devem ser ensinados a evitar toda aproximação de tal prática como evitariam a lepra” (Educação, CPB, p.236). A triste realidade é que pais têm ensinado aos filhos que não há problema algum em “comentar” sobre a vida alheia e fazer disso o principal assunto nas refeições à mesa. Prejudicar a vida de outros com palavras, ainda que por “brincadeira”, é pecado, amados. E, um dia, teremos de responder por isso (Mt.12:37).
Não é fácil ficar em silêncio quando muitas vezes é a sua imagem que está em jogo. Em nosso desejo por justiça própria, abrimos nossos lábios para tentar resolver à própria maneira o que só Deus pode resolver. Então, o Senhor nos diz: “Não respondas ao insensato segundo a sua estultícia, para que não te faças semelhante a ele” (v.4). Ou seja, revidar não é uma opção. Palavras e atitudes más não devem resultar na mesma coisa. Deus nos chamou para sermos reparadores de brechas e não escavadores de covas (v.27).
Que Cristo em nós seja a água viva lançada sobre a fogueira do mal, e a contenda cessará. É claro que “a língua falsa aborrece a quem feriu” (v.28), mas, no devido tempo, “a sua malícia se descobrirá publicamente” (v.26). Se “a maldição sem causa não se cumpre” (v.2), devemos confiar na misericordiosa justiça divina e procurar viver um procedimento santo e digno do nosso chamado: “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (1Pe.2:15).
Senhor, nosso Deus, são tantos os desafios que enfrentamos no quesito relacionamento. E o inimigo bem sabe como nos atingir. Mas confiamos no Senhor e na força do Seu poder para nos capacitar a amar e perdoar. Ainda que perseguidos e injustiçados, ajuda-nos a confiar em Tua provisão. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 26 – Este livro em pauta concentra-se na busca da sabedoria e na forma como as pessoas devem viver conforme os princípios divinos – estudá-lo implica uma busca pela vontade de Deus em todas as áreas da vida, sem exceção!
Nas compilações dos servos de Ezequias alguns temas chamam nossa atenção:
• Vários versículos enfatizam a importância da sabedoria e da moderação nas palavras e ações. Um dos mais relevantes é: “A palavra proferida no tempo certo é como frutas de ouro incrustradas numa escultura de prata” (Provérbios 25:11). Por outro lado, “como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia” (Provérbios 26:17). A falta de sabedoria é evidente em situações de tolices e comportamentos imprudentes! O sábio sabe o quê, quando e a quem falar!
• É importante não vangloriar-se, aprender a ser paciente e controlar as emoções em situações sociais (Provérbios 25:6-7, 28). Por outro lado, é tolice deixar-se dominar pela preguiça, pela fofoca e pela maledicência (Provérbios 26:13-28). A sabedoria está em controlar-se, a insensatez está em deixar-se controlar. O fruto do Espírito contém domínio próprio e outros nutrientes mais (Gálatas 5:22-23).
• Nossas ações têm implicações, o que deve levar-nos a ter consciência da importância de agir com justiça, bondade e integridade (Provérbios 25:21-22, 28). Por outro lado, as consequências de nossas ações erradas nos colocam nos destinos indesejados. O destino dos tolos não são nada bons (Provérbios 26:3, 10-12, 16).
• A falsidade e a maledicência são práticas prejudiciais e ilusórias (Provérbios 25:9-10, 18-19); para piorar, o engano, a tolice e a calúnia são armadilhas da língua mentirosa, causam discórdias levando a pessoa a viver em conflito almejando a paz que ela mesma expulsa (Provérbios 26:18-28).
Os provérbios são importantes aos sábios, mas irrelevantes aos tolos. Muitos leem, estudam e de nada valem. A resposta está nestes dois provérbios:
1. “Como pendem inúteis as pernas do coxo, assim é o provérbio na boca do tolo” (Provérbios 26:6).
2. “Como ramo de espinhos nas mãos do bêbado, assim é o provérbio na boca do insensato” (Provérbios 26:9).
Estes versículos ilustram a irrelevância e a ineficácia dos provérbios quando usados pelos tolos e insensatos. Somos advertidos a não sermos esse tipo de gente! Para isso, é necessário reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.