Reavivados por Sua Palavra


PROVÉRBIOS 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de outubro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 23 – Primeiro leia a Bíblia

PROVÉRBIOS 23 – BLOG MUNDIAL

PROVÉRBIOS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



PROVÉRBIOS 23 by Luís Uehara
26 de outubro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/23

Parte da prática da humildade prescrita neste capítulo é escolher não guardar rancor. Alguns de nós amamos um bom rancor. Nós o valorizamos como uma bela pedra preciosa, falamos sobre ela com outras pessoas e a trazemos de vez em quando para “admirá-la” por todos os ângulos. Mas guardar rancor não é apenas anticristão, mas também impõe um preço terrível a nós nesta vida e na vida futura.

Guardar rancor ou ressentimento em relação a alguém que percebemos que nos prejudicou pode causar danos espirituais, emocionais e físicos significativos. Guardar rancor é essencialmente dizer que somos mais importantes que Deus, que nos exorta a perdoar (Mateus 6:14,15). A amargura e o ressentimento criam raízes em nosso coração e substituem a paz e a alegria que Deus deseja dar.

Guardar rancor pode causar estresse, ansiedade e depressão. Estas condições podem ter um impacto negativo na nossa saúde física, levando a problemas como hipertensão, doenças cardíacas e úlceras.

Felizmente, não precisamos abandonar o rancor com nossas próprias forças. Deus está mais do que disposto a nos dar o dom do perdão, libertando-nos da raiva e da amargura que podem ter consumido nossas vidas (Ezequiel 36:26).

Cindy Tutsch
Editora do Blog Believe His Prophets

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/23
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



PROVÉRBIOS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de outubro de 2023, 0:50
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1033 palavras

1 Aquele que está diante de ti. Este é um bom conselho para quem não está acostumado com a rica variedade da mesa de um governante. Tentada a condescender com o apetite, a pessoa pode cair na glutonaria ou perder o controle da língua e estragar a oportunidade de serviços futuros . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1155.

4 Não te fatigues. Na prática, quem permite que o amor ao dinheiro seja sua principal força motivadora costuma ser incapaz de relaxar, até mesmo quando consegue acumular aquilo que, em primeiro lugar, pensava ser uma grande soma. CBASD, vol. 3, p. 1155.

6 Invejoso. É o que tem olhos incapazes de ver as coisas do outro sem sentir cobiça ou ódio invejoso. A advertência para não aceitar a hospitalidade destas pessoas se baseia, sem dúvida, no fato de que elas procuram retorno a tudo aquilo que dão (ver Dt 15:9). CBASD, vol. 3, p. 1155, 1156.

7 Como imagina. A aplicação específica desta declaração é ao invejoso que finge entreter de forma amistosa e ser um anfitrião simpático, interessado no bem-estar do convidado, quando, na verdade, sua mente está procurando uma forma de fraudá-lo. … o indivíduo é o que pensa. CBASD, vol. 3, p. 1156.

8 Perderás as tuas suaves palavras. Há um toque de ironia nesta afirmação. O contexto sugere que se deve ao anfitrião palavras agradáveis de agradecimento, embora não se tenha recebido nenhum benefício real e ainda que ele não haja oferecido hospitalidade genuína. Portanto, suas palavras amistosas serão perdidas, ao serem dirigidas ao anfitrião cobiçoso. CBASD, vol. 3, p. 1156.

9 Não fales. Sua cabeça dura está tão concentrada nos caminhos estultos que as palavras são perdidas (ver Pv 1:22). É provável que a única coisa que se ganhe seja o ressentimento dele. CBASD, vol. 3, p. 1156.

11 Vingador. Do heb. go’el. É a única ocorrência em Provérbios. Go’el, às vezes, designa o parente resgatador,que tem a responsabilidade de vingar o sangue derramado e cuidar do bem-estar dos familiares que passam por necessidades (Lv 25:25, 47-49). … Nesta passagem, Deus se apresenta como o go’el dos necessitados. Ele defende a causa dos oprimidos e vingará os inocentes (Pv 22:23). CBASD, vol. 3, p. 1156.

12 Aplica o coração. Esta declaração marca o início de uma nova série de provérbios. Alguns consideram o v. 11 como o fim da seção de conselhos enviados para alguém distante, que se iniciou em Provérbios 22:17 (ver com. de 22:17, 21). CBASD, vol. 3, p. 1156.

13 Não retires da criança a disciplina. Uma das fraquezas humanas é a tendência de adiar a correção dos maus hábitos da criança até que se transformem em traços de caráter. Em suas etapas iniciais, essas formas de comportamento costumam ser alvos de risadas e comentários na frente da criança. Assim, passa o tempo em que elas poderiam ser corrigidas com facilidade, e se forma o esboço principal de um caráter disforme (ver Pv 13:24; 19:18). CBASD, vol. 3, p. 1156.

14 Livrarás a sua alma. Salvará a vida dela inculcando os bons hábitos de obediência que levam à longevidade (Êx 20:12). O “inferno”, do heb. she’ol, representa a morte, no caso. CBASD, vol. 3, p. 1156.

15 Alegrar-se-á. Há uma rica recompensa ao ver o resultado bem-sucedido na forma de adultos sábios e bondosos. CBASD, vol. 3, p. 1156.

18 Bom futuro. Por mais que o perverso prospere nesta vida e por mais que o justo sofra, o futuro corrigirá a situação. A esperança do pecador neste mundo falhará, e a esperança do justo certamente se tornará realidade. CBASD, vol. 3, p. 1156.

19 Guia retamente no caminho o teu coração. Dever indiscutível de controlar as emoções e os desejos que surgem na mente (Rm 12:3). Os pensamentos certos levam a ações corretas (ver Pv 23:7). CBASD, vol. 3, p. 1157.

21 Caem em pobreza. Há pelo menos duas razões para isso. A bebedeira e a glutonaria são vícios dispendiosos, que não se deixam controlar pela falta de dinheiro. Elas também incapacitam a pessoa para o trabalho e limitam seus rendimentos (ver Pv 24:33, 34). CBASD, vol. 3, p. 1157.

23 Compra a verdade. A verdade é um tesouro que se deve ganhar a qualquer custo e nunca pode ser negligenciada, por maior que seja a tentação … Poucos reconhecem como são perigosos os pequenos enganos a que se permitem e o preço mesquinho pelo qual vendem a verdade e a vida eterna. CBASD, vol. 3, p. 1157.

26 Dá-me, filho meu, o teu coração. Parece que a própria Sabedoria começa a falar quando Salomão volta à admoestação contra a falta de castidade, repetida tantas vezes (v. 27; cap. 5:3; 6:24; 7:5). CBASD, vol. 3, p. 1157.

29 Para quem são os ais? As primeiras duas exclamações poderiam ser traduzidas, literalmente: “Quem tem ‘Oh!’? Quem tem ‘Ah!’? Então começa o cântico com os gemidos do bêbado que acordou com os gemidos do bêbado que acordou com jma reação dolorosa depois de uma noite desregrada. CBASD, vol. 3, p. 1157.

Rixas. É comum surgirem contendas quando as pessoas já estão muito bêbadas. Melhores amigos brigam entre si. Embora as capacidades sejam diminuídas pelo álcool, muitos ainda conseguem infligir dano físico bem como prejuízo psicológico incalculável sobre os inocentes e desamparados membros da família, quando voltam para casa depois da bebedeira. CBASD, vol. 3, p. 1157.

Queixas. Do heb. siach, “preocupação”, “desespero”; termo usado também em Jó 7:13; 9:27; e 20:1. Siach pode se referir ao remorso que a maioria das vítimas do alcoolismo sente quando se dá conta de seu comportamento. CBASD, vol. 3, p. 1157, 1158.

Feridas sem causa. Ou seja, são completamente desnecessárias. Delas sofrem tanto os beberrões quanto seus familiares. CBASD, vol. 3, p. 1158.

Olhos vermelhos. Os olhos vermelhos enxergando o mundo embaçado fazem parte da etapa de recuperação. CBASD, vol. 3, p. 1158.

30 Buscando bebida misturada. Acredita-se que essa expressão não se refira à bebida leve preparada a partir da mistura de vinho com água, mas, sim, do vinho com especiarias e drogas, feito com o objetivo de aumentar o poder de embriaguez. CBASD, vol. 3, p. 1158.

31 Escoa suavemente. Literalmente, “vai reto”, o que alguns interpretam como “desce suavemente”. CBASD, vol. 3, p. 1158.

35 Não doeu. O embriagado pode estar falando para si mesmo, ou respondendo à repreensão de um amigo. Ele admite as brigas, mas afirma que não se machucou. Não está consciente dos males que sofreu quando suas faculdades estavam prejudicadas, mas anseia pelo momento em que estará recuperado do torpor irresistível para poder começar o processo todo de novo. Sem dúvida, essa pessoa é escrava do mestre que escolheu (ver Rm 6:16), mas Deus é capaz de libertá-la de toda servidão (ver Rm 6:18; 7:23-25). CBASD, vol. 3, p. 1158.



Provérbios 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de outubro de 2023, 0:45
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Guerras, fome, terremotos, enchentes, são causadores de muitas mortes. Mas há outra causa que a todas aquelas supera: o apetite descontrolado. Gula não se trata apenas de comer muito, mas de comer mal. Milhares morrem todos os dias devido as consequências causadas pela má alimentação aliada ao estilo de vida abusivo e sedentário. Além dos efeitos nocivos à saúde física, o mau uso da alimentação também tem total influência sobre os aspectos mental e espiritual. Um estômago pesado por causa de uma refeição desregrada ou uma corrente sanguínea tomada pelo álcool são torpor para a mente, e, consequentemente, um bloqueio à voz de Deus (v.19).

É engano pensar que o Senhor não se importa com o que nós comemos ou bebemos. O apóstolo Paulo confirmou a sabedoria destes provérbios quando, inspirado por Deus, declarou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Além de nos ter deixado regras acerca dos alimentos limpos e imundos (Lev.11), Deus foi além. A nossa comida e a nossa bebida devem glorificá-Lo. Não como um meio de salvação, mas como resultado dela.

Eu não conseguia compreender esta mensagem até que o meu corpo começou a apresentar as consequências de minha indisciplina: pedras nos rins, endometriose e vesícula comprometida. A má administração do “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19, 20) me trouxe marcas que poderiam ter sido evitadas se eu tão somente tivesse dado ouvidos à sabedoria de Deus (v.19) e aos meus pais que tanto haviam me orientado no sentido correto (v.22). Quantas doenças e mazelas não poderiam ser evitadas se o homem entregasse a Deus a única coisa que Ele nos pede: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (v.26). Precisamos primeiro educar nossos olhos, então, nosso paladar. Foi quando Eva olhou para onde não devia, que acabou comendo o fruto da morte (Gn.3:6).

A descrição feita dos versos 29 ao 35 nos dá uma visão exata da degradação de uma pessoa entorpecida pelo álcool, que, aliado à gula, completa o quadro da tragédia humana. O que bebemos e o que comemos têm grande influência sobre o que pensamos e fazemos. E famílias inteiras têm sido destruídas como resultado da desobediência quanto ao apetite, tornando a intemperança um fator decisivo para as práticas nocivas que prejudicam a comunicação do Espírito Santo com a mente humana. Fator este que fará diferença nesses últimos dias, como nos advertiu Jesus: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam […], até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:38, 39).

Amados, o apelo do Senhor para nós é que, a partir de hoje, possamos tomar a irrevogável decisão de Daniel: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn.1:8). E o resultado da firme decisão de Daniel e de seus três amigos, comparado aos que comiam das iguarias do rei, foi: melhor aparência e maior força (Dn.1:15), discernimento espiritual (Dn.1:17) e uma inteligência dez vezes superior à dos sábios de Babilônia (Dn.1:20). Querem prova maior do que essa de que a comida e a bebida que o Criador nos deixou compõe a fonte da saúde e da inteligência?

Não sejamos insensatos desprezando a sabedoria das palavras do Senhor (v.9)! Mas que possamos aplicar o nosso “coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento” (v.12). Não é uma caminhada fácil, amados, mas com Deus, a vitória é garantida. “Ouve, filho Meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração” (v.19). Lembre-se de que a mensagem de saúde é, antes de qualquer coisa, uma mensagem de esperança, e não de cobrança. Portanto, seja um vigia da sua própria vida e um sábio médico missionário para a vida dos seus semelhantes.

Senhor, Eva caiu pelo apetite, Sansão foi dominado pelo apetite, Esaú trocou sua bênção para satisfazer seu apetite. Mas Jesus venceu no deserto e nos convida a sermos vencedores com Ele. Não é fácil, Pai. Mas Contigo é possível. Ajuda-nos a glorificá-Lo também com o que comemos e bebemos, sendo Tuas testemunhas e não acusadores de nossos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Provérbios23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



PROVÉRBIOS 23 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
26 de outubro de 2023, 0:40
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PROVÉRBIOS 23 – A sabedoria prática promove a ética. A prática da sabedoria eleva a moral neste mundo em declínio. A essência da ética está na Lei de Deus, expandida nas páginas de Sua Palavra.

Os Dez Mandamentos (Êxodo 20:3-17) são o alicerce para uma vida honrosa, nobre e valiosa, ecoados nos ensinamentos de Provérbios 23:1-31. Na verdade, Provérbios amplia a mensagem do Decálogo. “O justo teme a Deus, obedece aos pais (20:30), domina as paixões como a raiva (16:32) e o desejo sexual (18:22; 19:14), mantém o discurso verdadeiro (12:19, 22) e é bondoso com os pobres (14:31). De modo contrário, os tolos amam as prostitutas (23:27-28), bebem excessivamente (23:29-35), são preguiçosos (24:30-34) e se ocupam de maledicências (18:8). Sem o devido temor do Senhor, sem a confiança no plano divino para a vida e sua aceitação, as tolices se tornam num estilo de vida, e a sabedoria se torna impossível” (Paul House).

A ponte entre Provérbios 23:1-31 e Êxodo 20:3-17 chama-nos a perceber a necessidade contínua de cultivar a sabedoria divina, a praticar a moderação e a ética em nosso cotidiano, independentemente da cultura e das mudanças no mundo ao nosso redor.

• A honra a pai e mãe do quinto mandamento ecoa em Provérbios 23:12-16, 22-26.
• A proibição à perversão sexual do sétimo mandamento ecoa em Provérbios 23:27-28.
• O pecado do furto declarado no oitavo mandamento, ecoa em Provérbios 23:10-11.
• A questão da cobiça refreada no décimo mandamento está presente em Provérbios 23:1-8, 17-18.

Além desses princípios morais, os sábios apresentam um vício de alta periculosidade: Bebidas alcoólicas. Elas destroem tudo, inclusive a moral humana, degradando a alma e corrompendo o caráter (Provérbios 23:19-21, 29-35).

Na sociedade atual, onde somos frequentemente bombardeados por mensagens de consumo, materialismo e individualismo, os conselhos divinos em Provérbios 23 nos lembram da importância da moderação, da humildade e do respeito pelos outros. Os princípios contidos neste capítulo alertam-nos sobre os diversos perigos da busca implacável por prazer e riqueza, que geralmente levam à degradação moral.

• Deus não nos quer destruídos, arruinados e deformados, mas libertos, restaurados e transformados. Devemos desejar o que Deus almeja para nós!
• Esses ensinamentos atuam como guias valiosos, ajudando-nos a navegar pelos desafios e tentações da vida moderna com integridade e compaixão.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.