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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 18 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/18
“Há amigo mais chegado que um irmão.” Provérbios 18:24, ARA
“Saber que temos um amigo que nunca falha, ao qual podemos confiar todos os segredos do coração é um privilégio que jamais as palavras podem expressar”. Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 502.
Jesus é o melhor conselheiro com um ouvido solidário. Eu realmente não conhecia esse amigo até começar a passar tempo com Ele. É assim com qualquer amizade. Nosso relacionamento cresce à medida que enfrentamos juntos os desafios da vida. A melhor parte é que Jesus é totalmente confiável. Ele nunca compartilhará meus segredos ou falhas abjetas com outro ser humano. Ele dá os melhores conselhos porque conhece o futuro e sabe como me guiar dia após dia. Ele ama me abençoar, mas também sabe como ajudar para que meu caráter a cresça por toda a vida em Sua presença. Ele é uma fortaleza para onde posso correr a qualquer momento. Ele me chama de menina dos Seus olhos em Zacarias 2:8. Esta doce frase me diz que Ele me ama. Jesus provou Seu amor absoluto por mim morrendo para que eu pudesse ter vida.
Não é essa a descrição de um amigo por excelência?
Cheri Holmes
Enfermeira registrada em pronto-socorro, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/18
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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621 palavras
2 Externar o seu interior. Ou seja, o insensato fala o que passa em sua mente e o que acredita ser a sabedoria (ver Pv 12:23; 13:36; 15:2; 17:28). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1137.
4 Águas profundas. São sujas, obscuras (comparar com 20:5). Bíblia de Estudo Andrews.
5 Ser parcial com o perverso. Comparar com Lv 19:15; Dt 1:17; Pv 24:23-25; 28:21. CBASD, vol. 3, p. 1137.
Qualquer tipo de favoritismo era condenado na lei (v. Lv 19.15; Dt 1.17; 16.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Por açoites brada a sua boca. Convida o castigo (comparar co 17:10; Dt 25:2). Bíblia de Estudo Andrews.
O insensato entra em confusão por causa de suas palavras imprudentes. CBASD, vol. 3, p. 1137.
7 Sua própria destruição. Quando expressa seus pensamentos, o insensato revela sua loucura e seu caráter pecador. Portanto, é pela boca que traz punição sobre si. CBASD, vol. 3, p. 1137.
8 Mais interior do ventre. Parece indicar algo agradável, divertido. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Negligente. O preguiçoso não consegue produzir sua parte, por isso fica no mesmo nível da pessoa desperdiçadora e destruidora. CBASD, vol. 3, p. 1137.
10 Torre forte. O nome do Senhor representa tudo que Deus é para Seu povo. … Somente a graça divina dá esperança de salvação ao pecador. Coberto por essa graça, o pecador é como uma fortaleza invencível a Satanás e suas tentações (ver DTN, 324; TM, 16, 18; MDC, 119). CBASD, vol. 3, p. 1137.
11 Imagina. É somente em aparência que o rico forma uma “alta muralha”. Alguma mudança no mercado, uma série de infortúnios e a proteção se esvai. A defesa que Deus oferece é real e indestrutível (ver Pv 10:15; 18:10). CBASD, vol. 3, p. 1137.
12 Diante da honra. José, Moisés e Daniel passaram pela disciplina do cativeiro ou do exílio antes dos momentos de grande honra (ver Pv 15:33; 16:18; T5, 50). CBASD, vol. 3, p. 1137.
14 Sustém. O espírito corajoso de muitos homens e mulheres que sofreram acidentes ou doenças incapacitantes testemunha da verdade da primeira oração. CBASD, vol. 3, p. 1137.
16 Presente. A palavra para “presente” neste versículo é diferente da traduzida por “suborno” em Provérbios 17:8. Todos amam quem dá presentes (ver cap. 19:6), e o doador logo ganha acesso a círculos distintos como um amigo bem-vindo. CBASD, vol. 3, p. 1137.
17 O que começa. Ou seja, o primeiro a defender sua causa. CBASD, vol. 3, p. 1137.
Parece justo. Uma visita a um tribunal demonstrará esta verdade. CBASD, vol. 3, p. 1137.
21 O que bem a utiliza. Ou, “aquele que a ama” (ARC). A língua pode manchar uma reputação e levar o indivíduo à pobreza ou à morte. Mesmo sendo tão pequena, consegue causar danos enormes. Quando usada em harmonia com a vontade de Deus, para alegrar ou proclamar o evangelho, é capaz de fazer muito bem. Quem ama a língua, mimando-a e dando a ela livre domínio, causará muitos prejuízos, os quais retornarão sobre si mesmo (ver Mt 12:36; Tg 3; Ed, 235; T5, 57). CBASD, vol. 3, p. 1138.
22 O bem. Obviamente Salomão estava falando da esposa ideal, uma mulher prudente e virtuosa, que é leal em apoiar o marido nos esforços de servir ao Senhor (Pv, 12:4; 19:14; 31:10; cf. CBV, 359). Aquele que se une a uma esposa como essa recebe, de fato, um favor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1138.
23 O pobre. O rico pode responder como quiser, e as pessoas não se ofendem abertamente, pois desejam sua amizade. Já o pobre precisa medir suas palavras para não ofender aqueles de quem depende sua sobrevivência (ver Pv 14:21; 17:5). CBASD, vol. 3, p. 1138.
24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo. Há muitos amigos que não são verdadeiros, os quais esgotam nossos recursos e não permanecem ao nosso lado no momento de calamidade. CBASD, vol. 3, p. 1138.
Mas há amigo mais chegado do que um irmão. O sentido principal desta afirmação sem dúvida é que os amigos, às vezes, vão embora (ver Pv 17:17). A linguagem da expressão pode ser aplicada a Cristo, o amigo fiel e verdadeiro, que nunca falaha (ver T2, 271). CBASD, vol. 3, p. 1138.
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“O solitário busca o seu próprio interesse […] mas há amigo mais chegado do que um irmão” (v.1 e 24).
O capítulo de hoje inicia com a solidão egoísta e termina com o firme fundamento de uma verdadeira amizade. A irmandade tão aclamada na Bíblia é uma relação que envolve os aspectos físico, mental e espiritual. Físico, pelo prazer da companhia. É maravilhoso estar perto de quem gostamos, principalmente se somos correspondidos. Mental, porque envolve sentimentos e emoções. Com nossos amigos compartilhamos momentos alegres e tristes, e dividimos confissões e vitórias. E, por fim, espiritual, porque a nossa comunhão com Deus ou a negligência dela, terá uma grande influência no crescimento ou no declínio de nossas amizades.
Diante desta introdução, pergunto: Quantos amigos você tem? Ou seria melhor perguntar: Quantos amigos de verdade você tem? O que a Bíblia nos diz hoje é que é melhor ter um amigo verdadeiro do que um milhão de seguidores no Instagram. Uma amizade genuína não pode ser comparada a um milhar de colegas. Mas, e se não temos em quem confiar? E se as pessoas que mais amamos nos decepcionam? “Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro” (v.10).
Amigos são atraídos uns pelos outros por afinidades, certo? Eu diria que, nem sempre. Muitos têm ido por este caminho e se decepcionado quando percebem que os gostos podem ser parecidos, mas não são eles que unem pessoas. Eu tenho uma amiga que considero como uma irmã. A nossa amizade vem desde a infância e, sinceramente, se fôssemos depender de gostos parecidos para sermos amigas, na infância mesmo nossa amizade teria acabado. Sempre fomos muito diferentes e nossos projetos de vida até nos separaram por algum tempo, mas a amizade nunca esmoreceu. Nem a distância nos separa uma da outra. Sabem porquê? Porque fomos unidas não por gostos e preferências iguais, mas porque decidimos nos acolher na mesma Torre Forte (v.10).
Sobre isto, escreveu Ellen White: “Se vocês desejam ter visão ampla, pensamentos e aspirações nobres, escolham amigos que fortaleçam os princípios corretos” (Só para jovens, CPB, p.110). Não há exemplo mais precioso do que o do nosso Salvador. Ele andava com todos e procurava ajudar a todos, mas escolheu para o Seu convívio particular doze homens bem diferentes uns dos outros. E, dentre os doze, havia três que Lhe foram uma especial companhia e refrigério nos momentos mais difíceis e marcantes de Seu ministério terrestre.
“Os lábios do insensato” (v.6) e “as palavras do maldizente” (v.8) devem ser evitados. E “se eles afirmam ser cristãos”, diz Ellen White, “devem ser mais temidos ainda” (Só para jovens, CPB, p.110). Dê mais valor a um amigo que lhe diz uma verdade do que vários que lhe enchem de elogios. Não pense que você é forte o suficiente para sentar “na roda dos escarnecedores” (Sl.1:1) e sair dali ileso. Não seja “negligente na sua obra” (v.9) de procurar o saber (v.15). Não permita que a transformação do seu caráter seja maculada por companhias que não lhe edificam.
Você não deve fazer acepção de pessoas para ajudar ou amar, mas precisa ser sábio no quesito confiança e relacionamento íntimo. Se ainda não tem forças o suficiente para agir diferente do insensato, não junte-se a ele ou acabará tendo o mesmo destino. Que o Senhor seja a sua Torre Forte, pois somente de lá surgem amizades que edificam!
Senhor, Tu és a nossa Torre Forte onde estamos sempre seguros! Ajuda-nos a estabelecermos laços de amizade que nos edifiquem e nos aproximem mais de Ti! Toca em nossos lábios com a brasa viva do Teu altar e purifica a nossa língua! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, amigos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 18 – Neste capítulo, nossas palavras continuam precisando ser avaliadas, a fim de que nossa língua seja reavivada e reformada.
• Como está a tua comunicação?
• Precisa melhorar?
Então vamos continuar juntos refletindo na Palavra Sagrada com objetivo de sermos miraculosamente transformados:
Lendo Provérbios 18:4-8, 13, 19-21 somos desafiados a cair de joelhos e clamar por uma forte intervenção divina em nossa terrível língua. “Salomão tinha muito a dizer a respeito do que dizemos. Na verdade, língua, boca, lábios e palavras aparecem aproximadamente 150 vezes no livro de Provérbios. Em média, uma referência à fala aparece cinco vezes em cada um dos trinta e um capítulos”, observa Charles Swindoll.
Comentando sobre Provérbios 10:8, 19 e 17:27-28, Swindoll afirma: “A verborragia é o costume de falar demais, dizendo pouco. As pessoas que são verborrágicas normalmente se sentem impelidas a comentar sobre toda e qualquer coisa, seja porque temem o silêncio ou porque creem, sinceramente, que uma conversa sem sentido é melhor que nenhuma. Assim, essas pessoas enchem o abençoado silêncio com conversas vazias. Irrompem sem hesitação. Falam primeiro e pensam depois… se é que pensam! E, com tudo o que falam, não ouvem”.
• Como precisamos de transformação em nossa comunicação! Graças a Provérbios, podemos obter essa percepção: “A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto” (Provérbios 18:21).
Além de nossas palavras, nosso trabalho e salário precisam ser influenciados pelos princípios celestiais o tempo todo; do contrário, vivemos como os incrédulos que não temem a Deus:
1. “Quem relaxa em seu trabalho é irmão do que o destrói” (Provérbios 18:9). A preguiça empobrece, a diligência enriquece (Provérbios 10:4; 12:24). Por isso, Paulo foi taxativo: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (II Tessalonicenses 3:10). O trabalho afasta de nós três grandes males: Tédio, vício e necessidade.
2. “O pobre implora misericórdia, mas o rico responde com aspereza (Provérbios 18:23). A disparidade social e econômica não é motivo para desprezo ou mesmo exploração, tanto o pobre quanto o rico precisa alinhar sua vida aos princípios divinos!
Enfim, em tudo na vida precisamos permitir que Deus nos molde. Nas palavras, no trabalho, no salário, na sociedade, na família… (Provérbios 18:1-5, 11-12, 15-18, 22-24). Portanto, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.