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Texto bíblico: SALMO 114 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 114 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/114
A mensagem deste Salmo é vital, e jamais devemos permitir que o seu significado se perca. “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e Seu ensino em nossa história passada” (Mensagens Escolhidas, vol 3, p. 162).
Está você vacilando em sua fé e caminhada com Deus? Relembre, então, aqueles momentos especiais em que Ele se revelou a você, em que Ele o libertou, em que Ele revelou a você o Seu caráter e você nunca mais foi o mesmo. Relembre aqueles momentos com gratidão! E peça a Deus, em oração, que lhe conceda, hoje, a experiência transformadora do reavivamento e da reforma!
Se você assim proceder, o Deus que converteu a rocha em uma fonte a jorrar (verso 8, NVI), proporcionará rios de água viva para você. E se você continuar a beber dessa água, você nunca mais terá sede do que os “poços deste mundo” tem a oferecer, porque essa água se tornará em você uma fonte para refrescar você e aqueles que estiverem cansados e com sede ao seu redor.
Jan Harry Cabungcal
Neurocientista
Europe for Jesus, Suíça
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/113114
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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401 palavras
Introdução. O Salmo 114 é notável por sua perfeição na forma e vivacidade dramática. Este poema consiste em quatro estrofes com dois versos. Em cada estrofe [de dois versos] o tom dominante é apresentado em linguagem concisa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 992.
É uma das canções mais primorosamente redigidas do Saltério inteiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Judá. Neste verso, a referência é à terra de Judá, como demonstrado pela forma feminina do verbo hebraico. … Não há intenção de contraste entre as palavras “Judá”e “Israel”. CBASD, vol. 3, p. 992.
3 O mar viu isso. Neste verso, o Mar Vermelho é personificado e representado como apressado para preparar o caminho para que os filhos de Israel marchassem por terra seca. CBASD, vol. 3, p. 992.
O Jordão tornou atrás. As providências miraculosas foram vistas no início e no fim da jornada de Israel no Egito a Canaã. Pode-se encorajar no fato de que o mesmo Deus que tira o cativeiro egípcio do pecado conduzirá em segurança através das tempestuosas ondas do Jordão para a terra da promessa, na outra margem. CBASD, vol. 3, p. 992, 993.
4 Os montes saltaram. Evidentemente uma descrição poética do terremoto que acompanhou a entrega da lei no Sinai (ver Êx 19:18). Entre as duas maravilhas (o êxodo do Egito e a entrada na terra santa) está a grande revelação de Deus quando, com grande solenidade, Ele entrega Sua santa lei no Sinai. CBASD, vol. 3, p. 992.
5 que tens … ? O poeta pede que a natureza esclareça seu estranho comportamento, para explicar o fato de que ela parece ter saído de seu curso natural. CBASD, vol. 3, p. 993.
7 Estremece. Esta é a resposta às perguntas feitas nos versos anteriores. A presença de Deus mudou o curso das leis da natureza. CBASD, vol. 3, p. 993.
Ao observar o poder de uma onda oceânica ou a majestade de um pico de montanha, pense na grandeza e glória de Deus, que são muito mais impressionantes do que as maravilhas naturais que você pode ver. Tremer diante da presença de Deus significa reconhecer o poder e a autoridade completos de Deus e nossa fragilidade em comparação. Life Application Study Bivle Kingsway.
8 Converteu a rocha. O Deus que fez a água fluir da rocha em Refidim e em Cades (ver Êx 17:6; Nm 20:8-11) fornece correntes de água viva aos Seus servos fiéis (ver Jo 4:14). Quem continua a beber desta água se tornará nele uma fonte inesgotável tanto para si quanto para o exausto companheiro de viagem ao longo do caminho para o lar celestial. CBASD, vol. 3, p. 993.
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“Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7).
Através de extraordinários feitos, o Senhor libertou o Seu povo do Egito e o fez passar “pelo meio do mar em seco” (Êx.14:16). Sob a liderança de Moisés, os filhos de Israel iniciaram uma santa peregrinação. Ainda que no deserto, o Senhor lhes proveu pão do Céu e água da rocha; deu-lhes o frescor de Sua sombra de dia, e os aqueceu à noite. Diante dos inimigos pelo caminho, fez de simples escravos, guerreiros poderosos, erguendo no meio do Seu povo a Bandeira da vitória (Êx.17:15). Desceu sobre o monte Sinai, de modo que “todo o monte tremia grandemente” (Êx.19:18), e deu a Israel os mandamentos da aliança do Senhor com o Seu povo.
Olhemos, agora, para o relato de tão sublime livramento e cuidado como uma ilustração da providência divina nos últimos dias. Bem à nossa frente está o tempo determinado por Deus para o derramamento das sete últimas pragas; tempo em que Ele livrará “a todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8). Desde 1844, não há mais profecia de períodos ou tempos específicos, senão aquele que Cristo afirmou que “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt.24:36). E diante do risco de Seus discípulos perderem o foco no que realmente importa que busquemos, Ele também nos deixou a áurea advertência: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At.1:7-8).
A preparação para que estejamos prontos para receber o nosso Senhor e Salvador deve ser diária e constante. Foi por sua rebeldia e falta de consagração que os filhos de Israel acrescentaram quarenta anos à sua jornada no deserto. Não era propósito de Deus que fosse assim. Canaã estava às portas daquela geração, mas não souberam aproveitar o “tempo da oportunidade” (2Co.6:2). E tudo o que puderam ver da terra prometida foram alguns frutos como prova da promessa divina (Nm.13:23). Oxalá não façamos parte de uma geração de cristãos incrédulos que retardam a vinda do Senhor. Mas que, “guiados pelo Espírito de Deus” (Rm.8:14), como Josué e Calebe, lideremos a geração que está pronta para a concretização da gloriosa promessa.
É tempo, amados, de abandonarmos a síndrome de um Pedro não convertido olhando para a agitação do mar deste mundo (Mt.14:30), e declararmos e vivermos como um Pedro convertido: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). É tempo de perguntarmos a nós mesmos: “Estou eu suficientemente ativo, testificando de Cristo, de modo que Deus me possa usar em breve durante as maravilhosas manifestações dos milagres pentecostais dos dias finais, e na iluminação da Terra inteira com a última e gloriosa mensagem de admoestação?” (Fernando Chaij, A Vitória da Igreja na Crise Final, CPB, p.17).
“Estremece, ó Terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó” (v.7). “Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1).
Santo Deus, ajuda-nos a estarmos prontos para o Teu retorno hoje, hoje e hoje! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, atalaias do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Salmos114 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 114 – A reflexão espiritual precisa piamente pautar-se na correta compreensão de Deus e em Seu real e verdadeiro caráter. Qualquer perversão implica em deterioração e corrupção de Seu ser. Precisamos tomar muito cuidado para não criar um deus que não existe – seja materialmente, ou mentalmente.
• O Salmo 114 está dentro de uma estrutura teológica sólida, ampla e profunda. Perdemos muito em nossa compreensão de sua mensagem sem considerar seu contexto.
Paul House sintetiza auxiliando-nos em sua compreensão, ao afirmar que “as obras de Deus (Sl 111) e Sua bênção sobre os justos e sábios (Sl 112) merecem louvor, da mesma forma como o merecem a incomparabilidade de Yahweh (Sl 113) e o livramento de Israel do Egito (Sl 114). Em outras palavras, esse Deus é vivo, real. Por outro lado, ídolos não passam de imagens, sem qualquer capacidade de ver, ouvir, andar ou pensar. Todos os que os adoram são tolos (Sl 115:3-7). Os adoradores do Senhor possuem um Deus que sabe (115:12), ouve (116:1) e ama (117:2). Possuem um Deus que, de uma forma que imita o êxodo, é capaz de restaurá-los à sua pátria (118:10-14). Mais uma vez a singularidade de Yahweh torna os deuses tão comuns, sem nada de especial, que eles claramente não existem”.
A mensagem dos Salmos nesse contexto é relevante para nós tanto quanto foi para Jesus. A Bíblia Andrews relata que os Salmos 113-118 são uma “antologia de salmos conhecida como Hallel, usada na adoração judaica por ocasião das grandes festas anuais (Lv 23; Nm 10:10) e cantada na noite de Páscoa, durante o culto. Os Salmos 113 e 114 eram recitados antes da celebração da refeição pascoal. Já os Salmos 115 e 118 eram cantados após a refeição. É muito provável que Jesus Cristo tenha cantado esses Salmos após comer o cordeiro pascoal e celebrar a Última Ceia (Mt 26:20-30)”.
• O Salmo 114 ensina que Deus controla a natureza, provê libertação da escravidão, Se faz presente entre Seu povo; por tudo isso, Ele merece nossa reverência e total devoção.
A maior libertação, tirando-nos das garras do pecado e do diabo, foi paga por Cristo ao entregar-nos Sua vida na cruz. Por conta disto, podemos aguardar o maior êxodo – retirados deste mundo para o Céu. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.