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Texto bíblico: SALMO 89 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 89 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/89
O Salmo 89 inclui muitas profecias que predisseram o que Jesus experimentaria e o que Ele alcançaria. As tarefas que Jesus realizaria são:
• Jesus acalmaria as ondas do mar. Verso 9
• Jesus confirmaria a aliança de Deus com a humanidade. Versículo 28
As experiências que Jesus experimentaria incluem:
• Jesus seria discriminado e rejeitado. Versículo 38
• Jesus experimentaria toda a ira dos judeus. Versículo 38
• Jesus se tornaria uma reprovação. Versículo 41
• Jesus seria ungido. Versículo 20
• Os judeus rejeitariam a aliança que Jesus trouxe. Versículo 39
• Os judeus exaltaram os inimigos de Jesus, então eles se alegraram. Versículo 41
• Os judeus encurtaram os dias da juventude de Jesus. Versículo 45
• Os judeus cobriram Jesus de vergonha. Versículo 45
Misturadas com essas profecias de sofrimento estão as profecias de Seu sucesso, como:
• Deus estabelecerá Seus descendentes e Seu trono para sempre. Versículo 29
• Deus fortalecerá e estabelecerá Jesus. Versículo 21
• Deus esmagaria os adversários de Jesus diante Dele para que Ele pudesse cumprir Sua missão. Versículo 23
• Os inimigos de Jesus não O enganarão. Versículo 22
• O trono de Jesus se tornaria como o sol. Versículo 36
• Satanás não faria Jesus pecar. Versículo 22
Laura Hamilton
Engenheira química aposentada, Colorado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/89
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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993 palavras
O Salmo 89 tem sido chamado de salmo da aliança. Ele recorda a promessa de que o trono de Davi seria estabelecido eternamente e então expressa preocupação sobre o fato de que Deus aparentemente quebrou a aliança. O salmo se inclina naturalmente em duas partes contrastantes, em que uma mudança abrupta, marcada peça adversativa “mas” (v. 38, ARC [“porém”, na ARA]), separa os v. 1 a 37 dos v.38 a 52. Nas duas grandes divisões ocorrem as seguintes ideias: (1) a tônica de louvor (v. 1-4) e exaltação a Deus por Sua grandeza e suas promessas (v. 15-37); (2) queixa em vista da aparente falha das promessas de Deus (v. 38-45), súplica pelo cumprimento das promessas e restauração do favor de Deus (v. 46-51), doxologia e duplo amém (v. 52). CBASD, vol. 3, p. 940.
2 Fundada. O salmista parece certo de que, apesar das aparências, a promessa feita a Davi seria, por fim, realizada. Como um palácio bem construído, ela permaneceria para sempre. CBASD, vol. 3, p. 940.
4 Tua posteridade. Os descendentes literais de Davi falharam, mas as gloriosas promessas feitas a Davi e sua casa se cumpririam em Cristo. CBASD, vol. 3, p. 940.
5 Os céus. Neste verso, de modo ilustrativo, uma indicação dos habitantes celestiais. CBASD, vol. 3, p. 940.
9 A fúria do mar. É impressionante o poder de Deus sobre a fúria do mar (ver Jó 38:8011; Sl 65:7; 107:23-30; Mt 8:26, 27). Impressionante também é Seu poder sobre as ondas de dificuldades e aflições que nos sobrevêm. ele as tranquiliza para que nenhuma onda de pesar perturbe a paz da alma. CBASD, vol. 3, p. 940.
10 Raabe. Nome usado simbolicamente beste verso para representar o Egito (ver com. de Sl 87:4). CBASD, vol. 3, p. 940.
12 Tabor. Uma montanha com cerca de 561 m de altitude, 19,2 km a oeste do ponto onde o rio Jordão sai do mar da Galileia (ver com. de Jz 4:6). CBASD, vol. 3, p. 941.
Hermom. Montanha ao norte da Palestina, com elevação de 2.813 m. CBASD, vol. 3, p. 941.
17 és a glória de sua força [do Seu povo] .Um símbolo d força. CBASD, vol. 3, p. 941.
19 Outrora. Evidente se referindo aos eventos registrados em 2 Samuel 7:8 a 17. CBASD, vol. 3, p. 941.
Aos Teus santos. Possivelmente a Natã, a quem foi feita uma revelação (ver 2Sm 7:4, 17). CBASD, vol. 3, p. 941.
Concedi o poder de socorrer. Deus capacitou a Davi para as tarefas para as quais fora chamado. As ordens de Deus são “promessas habilitadoras” (PJ, 333). CBASD, vol. 3, p. 941.
Do meio do povo. Ver 1Sm 16:1-13. Deus escolheu a Davi dentre o povo comum, não da nobreza. Destaque-se que seu poder provinha de Deus (ver 2Sm 7:8; Sl 78:70-72). CBASD, vol. 3, p. 941.
25 Os rios. A promessa de Deusa Abraão é estendida nas palavras deste verso (ver Gn 15:18; ver com. de Êx 23:31). CBASD, vol. 3, p. 941.
26 Meu pai. O relacionamento entre Davi e Deus é descrito carinhosamente neste verso. CBASD, vol. 3, p. 941.
27 Meu primogênito. Davi foi o primeiro de uma linhagem de descendentes reais [que] se estendeu até o Messias (ver Êx 4:22; Jr 31:9). CBASD, vol. 3, p. 941.
28 Minha aliança. Ver Is 55:3; cf Sl 89:33-37. Os descendentes literais de Davi quebraram a aliança, mas as promessas seriam cumpridas em Cristo (ver com. de 2Sm 7:14-16; 23:5). CBASD, vol. 3, p. 941.
29 Farei durarpara sempre. Se a linhagem de Davi tivesse permanecido leal a Deus, esta promessa teria sido cumprida literalmente. Ela terã cumprimento no Israel espiritual e em Cristo, a semente de Davi. CBASD, vol. 3, p. 941.
30 Desprezaram a Minha lei. Salomão, o filho de Davi, começou a abandonar a lei de Deus (ver 1Rs 11:1-8). Muitos dos reis que o seguiram “fizeram o que era mau perante o SENHOR”. CBASD, vol. 3, p. 942.
32 Punirei. Esta punição é parte necessária do pai a seus filhos (ver Hb 12:6-11). As punições de Deus são salutares e têm o objetivo de restaurar o pecador. CBASD, vol. 3, p. 942.
33 nem jamais desmentirei a minha fidelidade. Deus não pode ser falso consigo mesmo. CBASD, vol. 3, p. 942
34 Nem modificarei. O caráter de Deus não muda (ver Tg 1:17; Ml 3:6; cf Sl 111:5, 9). CBASD, vol. 3, p. 942.
38 Tu, porém. A partir daqui há uma mudança abrupta do louvor e regozijo para a queixa e lamento. Apesar das promessas de Deus e de Sua fidelidade, parecia que a aliança fora quebrada e que nenhum bem sobrevinha a Israel e ao ungido do Senhor, somente o mal. O salmista pergunta: Como é isto? Qual será o resultado? A fidelidade de Deus está falhando? … O salmista apresenta os fatos evidentes, mas pela fé triunfa sobre as aparências. CBASD, vol. 3, p. 942.
40 Seus muros todos. Todos os muros e fortificações do rei foram destruídos (ver 2Cr 11:5-10; Sl 80:12; cf Is 5:5, 6). CBASD, vol. 3, p. 942.
43 Viraste o fio. Isto é, virou o fio da espada para que, ao golpe dela, o objeto em questão não fosse cortado. Israel não foi bem-sucedido na batalha. CBASD, vol. 3, p. 942.
45 Abreviaste. O vigor da juventude foi interrompido. O período de prosperidade do rei foi reduzido. CBASD, vol. 3, p. 942.
Ignomínia. A linhagem real caiu em desgraça. Tudo que se relacionava à aparência e circunstâncias do rei parecia indicar o desagrado de Deus. CBASD, vol. 3, p. 942.
46 Até quando, SENHOR? A reclamação do salmista dá lugar à súplica. Ele pede ao Senhor o fim de seus problemas. Esta transição é a chave para entender o clamor do salmista. Neste verso, o frágil espírito humano, sentindo o inadequado estado das coisas, apela a Deus para que as endireite. CBASD, vol. 3, p. 942.
47 Minha existência. Do heb. cheled, “duração da vida”. O salmista suplica que, se Deus for intervir, deve agir rápido, porque o salmista está prestes a morrer. CBASD, vol. 3, p. 943.
49 Tuas benignidades de outrora. Isto é, das várias provas do cumprimento da promessa do passado. CBASD, vol. 3, p. 943.
50 No peito. O salmista parece levar no coração as reprovações de todo o Israel. Como Moisés (ver Nm 11:11-15), o salmista sentia que os fardos de todo o povo repousavam sobre ele, tanto que á não conseguia mais suportar o peso. CBASD, vol. 3, p. 943.
52 Bendito. A doxologia e duplo amém (não são partes essenciais do salmo) marcam o final do Livro Três dos Salmos (ver p. 705 [CBASD]; ver com. de Sl 41;13; 72:18; 106:48; 150). Sem dúvida, a mensagem deste verso é muito apropriada, apesar de tudo. “Bendito seja o SENHOR”. CBASD, vol. 3, p. 943.
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“Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó Senhor, na luz da Tua presença” (v.15).
A aliança proclamada desde o Éden (Gn.3:15), era aguardada com ardente expectativa pelos sinceros pesquisadores das palavras do Senhor. Desde então, à cada geração era dada a advertência quanto a chegada do Messias e Sua obra de salvação. De Abraão foi levantado um povo peculiar com a missão de revelar a bendita esperança do Libertador prometido. E em Davi, confirmada a promessa de um reino que duraria “para sempre” (v.28 e 29).
O Criador do universo (v.11-12), “com a [Sua] fidelidade ao redor de [Si]” (v.8), está em Seu trono, “e, ao redor do trono, há um arco-íris” (Ap.4:3), símbolo da aliança feita ao mundo através de Noé (Gn.9:13). Cabalmente, o Senhor tem cumprido cada uma de Suas promessas. E, no tempo determinado, como revelado ao profeta Daniel, Aquele que é “tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles” (Hb.1:4), revelou ao mundo o mistério da piedade. José e Maria, a profetisa Ana, o ancião Simeão, Isabel, os pastores no campo e os magos do Oriente foram os únicos que conheceram “os vivas de júbilo” (v.15) do cumprimento da profecia.
Como nosso sacerdote, Jesus iniciou o Seu ministério terrestre exatamente na idade da admissão sacerdotal: trinta anos de idade. E sob o olhar atento de todo simples entendedor das Escrituras, e até mesmo pelos mais desconsiderados da Terra, era reconhecido e aclamado como “Filho de Davi” (Mt.15:22), o santo Descendente. Todos os que O viram e ouviram foram impactados pela força do poder do alto. O “Santo de Israel, o nosso rei” (v.18) manifestou o Seu “poder de socorrer” (v.19) os necessitados e aflitos da Terra. E ainda que desprezado por muitos, não violou a Sua aliança, nem modificou o que os Seus lábios proferiram (v.34).
Aquele que dividiu os tempos em antes e depois de Cristo, “a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da Terra”, Aquele “que nos ama, e, pelo Seu sangue, nos libertou dos nossos pecados” (Ap.1:5), eis que “Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. E todas as tribos da Terra se lamentarão sobre Ele. Certamente. Amém!” (Ap.1:7). E o clamor erguido pela geração composta do mais erudito ao mais simples investigador das Escrituras é elevada aos Céus como o aroma agradável de um povo que aguarda a Jesus com ardente expectativa: “Até quando, Senhor?” (v.46).
Não sabemos o dia nem a hora do retorno do Senhor à Terra, mas “como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). Assim como houve uma mensagem de advertência, um tempo de misericórdia e sinais que apontavam para o evento do dilúvio, assim também os sinais do tempo do fim se avolumam apontando para o fiel cumprimento da derradeira promessa. Jesus prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Há mais de duas mil e quinhentas referências na Bíblia acerca do retorno do Senhor. Portanto, “prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12).
Bendito seja o Senhor para sempre! Amém e amém! (v.52). Vigiemos e oremos!
Bom dia, bem-aventurados!
Rosana Garcia Barros
#Salmos89 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 89 – Os Salmos 88 e 89 compartilham o tema do sofrimento humano em sua intensidade, buscam respostas de Deus em meio à angústia e, revelam aparente tensão entre as promessas divinas e a realidade das circunstâncias difíceis.
Hemã sentiu-se abandonado por Deus, assim como os questionamentos levantados por Etã no Salmo 89 em relação às promessas a Davi revelam sentimentos parecidos.
• Ambos os Salmos fornecem expressões brutas e honestas referentes ao sofrimento e ao lamento do crente fiel.
• Ambos os Salmos abordam aspectos fundamentais, importantes e relevantes da experiência humana diante da fé e da relação com Deus.
Os escritores dos dois Salmos clamam a Deus, mas não encontram consolo ou respostas imediatas. No Salmo 89, o autor lembra aos leitores do Servo Sofredor ampliado em Isaías 52:13-53:12, tema também relevante no contexto do Salmo 88, onde o salmista compartilha do sofrimento do servo de Deus, identificando-se com ele em meio às suas tribulações.
• A 1ª estrofe oferece uma introdução do diálogo e expressão da inquietação (Salmo 89:1-4).
• A 2ª estrofe contém questões diretas a Deus sobre as dificuldades enfrentadas (Salmo 89:5-37).
• A 3ª estrofe apresenta súplicas por intervenção divina e respostas claras (Salmo 89:38-45).
• A 4ª estrofe questiona o silêncio de Deus (Salmo 89:46-48).
• A 5ª estrofe conclui refletindo na busca incessante por respostas visando maior compreensão (Salmo 89:49-52).
No Salmo 89, o escritor lida com a perplexidade sobre a aparente falha das promessas divinas em meio ao desaparecimento da linhagem de Davi no poder. Jesus é o cumprimento dessas promessas questionadas; todavia, antes Ele é identificado como Servo Sofredor, que experimentou intensa aflição e angústia profunda, reveladas no Salmo 88.
O Salmo 89 menciona que o sofrimento é parte da glória da aliança davídica. No Salmo 88, o sofrimento do salmista pode ser visto como parte da experiência pessoal do Servo Sofredor, o Messias que, em diversas ocasiões, enfrentou desolação e dificuldades.
Em Marcos 15:33-34 Jesus não pediu a Deus “que O livrasse da cruz, não Lhe pediu alívio, queria apenas a Sua presença. O mundo escureceu. Seu sofrimento chegou ao limite do insuportável”; em Sua aflição “ofertava na cruz a energia de cada uma de Suas células em favor de cada ser humano”, destaca Augusto Cury.
Portanto, reavivemo-nos em Cristo! – Heber Toth Armí.