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Texto bíblico: SALMO 75 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 75 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/75
Enquanto esperava numa fila, comecei a conversar com um desconhecido. Trocamos algumas palavras e então ele começou a se gabar de sua incrível inteligência – em linguagem, ciência, teologia, filosofia e quase todos os assuntos concebíveis. Ele tinha uma resposta para a maioria das perguntas que confundem os especialistas e ele ficou magoado com a falta de respeito que recebeu, dadas suas propensões geniais. Logo ficou claro que ele se sentia melhor do que eu em quase todos os aspectos que se possa imaginar. Como você deve ter adivinhado, não me senti triste quando a fila terminou e de despedi da conversa.
Poucos de nós gostam de ouvir um esnobe. Então, por que fazemos isso nós mesmos? Mais importante, por que fazemos isso com Deus? Por que achamos tão fácil confundir erroneamente as coisas que Deus faz por nosso intermédio como coisas pelas quais merecemos crédito? Por que expressamos a altivez por toda parte sem uma palavra sobre o Deus que nos deu todos os dons? Ainda assim, dar honra a Deus é um de nossos chamados na vida.
Vamos fazer um plano para dar crédito onde o crédito é devido.
Damos graças a Ti, ó Deus, damos graças!
Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/75
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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396 palavras
O Salmo 75 é um hino que celebra a libertação das mãos do inimigo. … Como os Salmos 46 e 47, aos quais de certa forma este se assemelha, o poema é vividamente dramático, em especial, na apresentação de Deus como o justo juiz. O salmo afirma que Deus faz tudo no tempo devido e reprova a impaciência humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 908.
1 Graças Te rendemos. O emprego da primeira pessoa do plural sugere que o salmo foi escrito para adoração pública. A repetição da frase confere ênfase litúrgica. CBASD, vol. 3, p. 908.
2 Tempo determinado. Do heb. mo’ed, “determinar o tempo”, “assembleia”, “lugar de reunião”. Deus é apresentado como o orador. Ele escolhe o tempo oportuno, o momento exato, mais apropriado para seus propósitos. A impaciência humana pretende ir adiante de Deus (vr Hc 2:3). CBASD, vol. 3, p. 908.
Retamente. Quando Deus julga, a justiça é feita a todos (ver 2Sm 23:3; Sl 58:1). CBASD, vol. 3, p. 908.
3 Vacilem. Quando o país parece estar prestes a se dissolver diante do invasor, Deus intervém para sustentar-lo. Sem Deus, tudo se arruinaria. CBASD, vol. 3, p. 908.
Colunas. A terra é comparada a um forte edifício sustentado por colunas. CBASD, vol. 3, p. 908.
6 Auxílio. Literalmente, “levantar”. O êxito não advém de vantagens geográficas naturais ou de nações que habitam as regiões das quatro direções, mas da conformidade do ser humano com o plano eterno de Deus (ver CBV, 476, 477). A resposta final vem de Deus (ver v. 7). CBASD, vol. 3, p. 908.
7 Abate. Isto acontece tanto com pessoas quanto com nações (ver 1Sm 2:7, 8; Sl 147:6; Dn 2:21; 4:17). CBASD, vol. 3, p. 909.
8 Cálice. Representa-se a Deus segurando um cálice para que a humanidade o beba (ver com. de Sl 60:3; cf. Is 51:17, 22; Ap 14:9, 10). CBASD, vol. 3, p. 909.
Cheio de mistura. O vinho é misturado com especiarias, para torná-lo anda mais forte e aumentar o seu poder intoxicante (ver Pv 9:2; 23:30; Is 5:22). CBASD, vol. 3, p. 909.
Escórias. Os ímpios devem esvaziar o cálice, bebendo todo o seu conteúdo. ate quadro impressionante do juízo justo d Deus tem o propósito de provocar temor ao pecado. CBASD, vol. 3, p. 909.
9 Abaterei. O sujeito deste verso pode ser Deus. A linguagem hebraica utiliza bastante o recurso de trocar de forma repentina o pronome pessoal. O salmista talvez fale por Deus, ou pelo povo, mas com a certeza de que Deus os ajudará a derrotar o ímpio. O salmo termina com uma declaração universal do governo just ode Deus. CBASD, vol. 3, p. 909.
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“Pois disseste: Hei de aproveitar o tempo determinado; hei de julgar retamente” (v.2).
Já ouviram essa frase: “Deus é amor, mas também é justiça”? Na verdade, ela não faz jus ao que a Bíblia nos ensina. O correto, seria dizer: “Deus é amor e também é justiça”. Esses dois atributos divinos não podem separar-se, mas ligados um ao outro revelam a natureza do caráter de Deus. Foi na força deste dueto indivisível que Jesus viveu nesta Terra e deu à humanidade prova suficiente de Seu amor leal e justiça salvífica.
O amor de Deus tem sido banalizado por ensinamentos com fundamento arenoso. Baseados em suas próprias convicções e visando seus próprios interesses, muitos ministros do engano têm arrebanhado multidões ao apresentar ao mundo um Deus que é somente amor, omitindo o fato de que “Deus é o juiz” (v.7). Desconsiderando a exortação e a repreensão, suas mensagens visam dizer o que as pessoas querem ouvir, e não o que elas precisam ouvir. Há, porém, nesses lugares, muitos fiéis que hão de obedecer ao último chamado de Deus.
Quando estudamos o amor de Deus revelado em Jesus Cristo é como se em nossa cegueira fôssemos recuperando a visão aos poucos, à medida que prosseguimos em conhecê-Lo. O mistério da piedade, até então oculto, foi revelado na cruz, onde o amor prevaleceu, e no túmulo vazio, onde a justiça teve o seu triunfo. “Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo.3:17). E porque o Seu amor foi o perfeito cumprimento da Lei, que Ele voltará para “julgar vivos e mortos” (2Tm.4:1).
O mesmo Deus que ama o pecador e deseja justificá-lo, é Aquele que lhe diz: “vai e não peques mais” (Jo.8:11). Jesus veio como o nosso modelo de fidelidade e obediência. Sua vida estava em completa harmonia com as Escrituras. As acusações dos escribas e fariseus não passavam de uma reação ao conflito que tinham de enfrentar consigo mesmos todas as vezes que se deparavam com o “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). Pois “foi do agrado do Senhor, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is.42:21), a “lei da liberdade”, pela qual haveremos de ser julgados (Tg.2:12).
Também é por amor da Sua própria justiça, que Jesus virá segunda vez. Não mais para beber do cálice que, com rogos, clamou para não beber (Mt.26:39), mas para buscar aqueles pelos quais suportou tamanho mal. Contudo, aos que rejeitaram os apelos divinos e a validade de Sua Lei, beberão “do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10).
Este mundo de pecado está quase chegando ao seu “tempo determinado” (v.2), e os ímpios terão de sofrer os resultados de suas más escolhas, “mas a força do justo será exaltada” (v.10). Que, pela graça de Deus, possamos declarar a cada dia até aquele Grande Dia: “Quanto a mim, exultarei para sempre; salmodiarei louvores ao Deus de Jacó” (v.9).
“Graças Te rendemos, ó Deus, graças Te rendemos, e invocamos o Teu nome, e declaramos as Tuas maravilhas”. Pleiteia a nossa causa, Senhor, e imprime em nós o caráter justo e amoroso de Jesus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela amorosa graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos75 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 75 – A teologia expressa neste Salmo é simples, porém profunda e impactante.
Reflita a seguir nos seguintes pontos:
• Deus tem o poder de julgar: Como Juiz do Supremo Tribunal Celestial Deus possui capacidade e autoridade para exaltar e humilhar a quem quer que seja, conforme Sua Soberana vontade (Salmo 75:7). No momento adequado conforme Sua presciência, o julgamento ocorrerá perfeitamente (Salmo 75:2).
• Deus controla o tempo e os eventos históricos: Ele detém um cálice do juízo para cada situação injusta e ímpia que os indivíduos promoverem. Deus tem o controle completo sobre o curso da história e sabe quem deverá beber do cálice amargo da Sua justiça até a última gota (Salmo 75:8). Mesmo que pareça que tudo esteja desmoronando, Deus está mantendo as coisas firmes e estáveis (Salmo 75:3).
• Deus julga os ímpios e os justos: O Deus que um dia julgará no futuro, intervém no presente na história humana para quebrar as forças cruéis dos ímpios e para exaltar aos justos (Salmo 75:9-10). Nestes versículos, vemos um reconhecimento da grandeza de Deus e o compromisso de proclamar Sua soberania e justiça de geração em geração (Salmo 75:1).
Devido a estas sublimes e elevadas verdades reveladas, os arrogantes e os ímpios são advertidos nos versículos 4 e 5; neles, o salmista repreende a atitude orgulhosa e a postura insolente; chamando aos prepotentes à humildade diante da autoridade do Deus verdadeiro. Note o texto sapiencial de Provérbios 6:16-19:
“Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que Ele detesta: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.
Deus é intolerante aos arrogantes e aos soberbos, mas quer salvá-los. Eles são instruídos a não se exaltarem nem a desafiar a Deus com insolência. O Salmo exige respeito e reverência diante da majestade e soberania do Juiz Celestial.
No Apocalipse 16, descreve-se sete taças da ira de Deus as quais contêm julgamentos divinos a serem derramados sobre a Terra como juízo final. Tanto o cálice mencionado em Salmo 75:8 quanto as taças do Apocalipse representam o poder e o controle de Deus sobre a história. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.