Reavivados por Sua Palavra


SALMO 74 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de julho de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 74 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 74 – BLOG MUNDIAL

SALMO 74 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 74 by Luís Uehara
19 de julho de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/74

Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.

A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus haviam invadido os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.

Mas o ‘inimigo’ nem sempre está fora da igreja. Cada um de nós tem visões um pouco diferentes sobre como tratar o santuário de Deus. Devemos remover nossos sapatos? Devemos cobrir nossas cabeças? Esta não é uma questão fácil de resolver, porque o que ajuda uma pessoa na adoração pode atrapalhar outra.

O local de culto é um solo sagrado e deve ser mantido o mais limpo e arrumado possível. Qualquer negligência em manter a igreja no melhor estado de conservação é irreverência. Nenhuma cultura pode desculpar isso. No entanto, o uso de sapatos e cobertura para a cabeça é cultural. Em algumas culturas, a remoção ou uso seria irreverente. O objetivo é criar um ambiente de adoração o mais reverente possível.

Gordon Christo

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/74
Tradução: Jobson Santos, Jefferson e Gisele Quimelli, Luís Uehara



SALMO 74 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de julho de 2023, 0:50
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320 palavras

O Salmo 74 foi escrito possivelmente depois da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Ele descreve de forma vívida a desgraça dos judeus, com ênfase particular na destruição do templo. Este salmo deve ser comparado com o 79, que enfatiza a matança dos habitantes de Jerusalém. Este poema elegíaco [que expressa tristeza] consiste de sete estrofes irregulares… Diz-se que o Salmo 74 foi um dos hinos de batalha dos calvinistas escoceses e dos huguenotes franceses de Cevennes. Os exilados valentes, depois de uma jornada pavorosa pelos Alpes, cantaram o Salmo 74 ao chegarem a Genebra, sua “cidade de refúgio”, e as multidões que os receberam cantaram com eles este hino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 905, 906.

1 Por que nos rejeitas … ? Parecia que Deus tinha deserdado Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 906.

Por que se acende … ? A ira é com frequência comparada ao fogo (ver Dt 32:22; Sl 18:7, 8; cf. Lm 2:3). CBASD, vol. 3, p. 906

Dirige teus passos. O salmista implora a Deus que venha depressa ver as ruínas do monte Sião e intervenha. CBASD, vol. 3, p. 906

Perpétuas ruínas. Ruínas tão extensas que pareciam permanentes, como se jamais pudessem ser reconstruídas. CBASD, vol. 3, p. 906

Tem feito. Os babilônios levaram tudo que era valioso (ver 2Rs 25:13-17), e atearam fogo ao templo (ver Sl 74:7). Os v. 4 a 8 descrevem a profanação do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.

Símbolos. O lugar santo caiu sob o domínio estrangeiro (ver Nm 2:2). Estandartes pagãos se levantaram no templo, para vergonha dos judeus. CBASD, vol. 3, p. 906

5 Brandem machado. Os soldados inimigos são descritos destruindo as madeiras do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.

6 Lavores de entalhe. Ver 1Rs 6:29. Os ornamentos foram destruídos a fim de se retirar o ouro que os cobria (ver 1Rs 6:22, 32, 35). CBASD, vol. 3, p. 906.

Nao há profeta. Comparar com Lm 2:9; Ez 7:26. CBASD, vol. 3, p. 906.

Até quando. A taça da calamidade de Israel estava cheia. É o versículo mais triste do salmo. CBASD, vol. 3, p. 906.

11 No Teu seio. Por que Deus não estende Sua mão para livrar Israel? Ele parece er a mão dentro das dobras de Seu manto. O salmista pressa impaciência porque crê que Deus devia demonstrar Seu poder, destruindo os invasores. CBASD, vol. 3, p. 907.

12 Ora. O salmista ao contemplar o que Deus fez no passado em favor de Seu povo. Relembrar as bênçãos do passado dá conforto no presente e esperança para o futuro. CBASD, vol. 3, p. 907.

Meu Rei.  O poeta tem a certeza de que a despeito das aparências, Deus está no comando (Ver Sl 44:4). CBASD, vol. 3, p. 907.

14 As cabeças do crocodilo. Evidentemente outra alusão ao poderio egípcio. CBASD, vol. 3, p. 907.

15 Tu abriste fontes e ribeiros. A referência pode ser da ocasião em que Deus fez brotar água da rocha ao comando de Moisés (ver Êx 17:6; Nm 20:8; cf. Sl 78:15, 16). CBASD, vol. 3, p. 907.

Secaste rios caudalosos. Alusâo óbvia à travessia do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 907.

13 Monstros marinhos. Do heb. tanninim. Presume-se que esta expressão simbolize o poderio egípcio (ver Ez 29:3). A referência parece ser à destruição dos exércitos de faraó no Mar Vermelho (ver Êx 14:27-30; 15:4). CBASD, vol. 3, p. 907.

19 Rola. Os filhos de Deus são comparados a uma terna e mansa rolinha, amada por Deus. CBASD, vol. 3, p. 907.

22 Pleiteia. O salmista percebe que a causa é de Deus e que a honra dEle está em jogo. Tudo que se faz contra os filhos de Deus é como se fosse contra Ele. Os débeis deveriam reconhecer os propósitos finais de Deus e se tornarem um instrumento em Suas mãos para realizar a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 907.

23 Não Te esqueças. O poeta finaliza sua oração pedindo que os inimigos recebam uma justa retribuição (cf. 2Rs 19:28). CBASD, vol. 3, p. 907.

Gritaria. É evidente que a referência é aos inimigos que invadem Jerusalém com gritos de guerra. CBASD, vol. 3, p. 907.

Dos Teus inimigos. Aqueles que se opõem aos propósitos de Deus … se enganam ao crerem que Deus não leva em conta suas atitudes (ver Êx 16:8; 1Sm 8:7). CBASD, vol. 3, p. 907.



Salmo 74 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de julho de 2023, 0:45
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“Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa; lembra-Te de como o ímpio Te afronta todos os dias” (v.22).

Em tom de lamentação, este Salmo retrata a angústia do povo de Deus diante da invasão dos inimigos. O santuário havia sido destruído e o povo levado cativo. O período que retrata bem este Salmo é quando Babilônia conquistou Jerusalém, assim como havia predito o profeta Jeremias. Negando a mensagem profética, os judeus rejeitaram o chamado de Deus e a Sua aliança: “Viraram-Me as costas e não o rosto; ainda que Eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência” (Jr.32:33).

A reivindicação do salmista para com Deus foi, na verdade, um grito de misericórdia. O que vemos é o clamor de um homem que tinha fé no mesmo Deus que abriu o mar (v.12) e que secou os rios (v.15), guiando o Seu povo por caminhos seguros. Todavia, a desobediência às palavras do profeta de Deus fez com que o Senhor os entregasse à própria sorte: “Portanto, assim diz o Senhor: Eis que entrego esta cidade nas mãos dos caldeus, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e ele a tomará” (Jr.32:28).

A palavra profética nunca foi tão banalizada como atualmente. Milhares têm aberto a boca para declarar profecias falsas e aleatórias, quando a verdadeira profecia é negligenciada ou ignorada. Enquanto Jeremias clamava para que o povo desse ouvidos ao que Deus o havia revelado, mais obstinado o povo se tornava. Mas foi ali, em meio ao cativeiro babilônico, enquanto se dizia: “já não há profeta” (v.9), que Deus suscitou Daniel e lhe deu o dom profético e um livro que, em conjunto com o livro de Apocalipse, nos abre os olhos para o “até quando” (v.9). Na verdade, foi revelado aos filhos de Israel e de Judá até quando duraria aquele jugo: 70 anos (Jr.25:11).

Nós não sabemos quanto tempo mais durará o cativeiro do pecado neste mundo, contudo, de uma coisa podemos ter certeza, os sinais nos mostram que cada dia é o tempo que nos é concedido para estarmos prontos: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Se tão somente seguirmos as orientações proféticas, seremos bem-sucedidos: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

O Senhor nunca desconsiderou a aliança que havia feito com o Seu povo (v.20), mas o Seu povo que não Lhe deu ouvidos. Em sua dureza de coração, os judeus rejeitaram o profeta de Deus e trataram de eles mesmos profanarem a casa de Deus: “Antes, puseram as suas abominações na casa que se chama pelo Meu nome, para a profanarem” (Jr.32:34). Mas a aliança que o Senhor fez com os Seus filhos é eterna e jamais volta atrás: “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim” (Jr.32:40).

Se tem uma verdade que Satanás odeia é a verdade do santuário. As visões de João no Apocalipse revelam que há um santuário no Céu “que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Ali está traçado todo o plano de Deus para a salvação da humanidade. É claro que o inimigo faria de tudo para que essa verdade ficasse encoberta aos homens e o salmista bem soube reconhecer isso: “tudo quanto de mau tem feito o inimigo no santuário” (v.3). Só quando, pela fé, entramos no santuário, é que recebemos do Espírito Santo uma melhor compreensão do que Cristo fez, faz e fará por nós. Estude essa doutrina. Ela fará toda a diferença na edificação da sua fé.

O Senhor breve virá, amados! Perseveremos em estudar a Bíblia. Examinemos as Escrituras com diligência e humildade, cavando na mina sagrada a fim de encontrarmos os tesouros do caráter aprovado pelo Céu. Então, não teremos do que lamentar, mas veremos o Senhor pleitear a Sua própria causa (v.22) em favor do Seu povo: “Eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Jr.32:38). Logo Deus destruirá os que “[profanam] o santuário […], mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Dn.11:31 e 32).

“Lembra-Te da Tua congregação, [Pai]! […] Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará? Acaso, blasfemará o inimigo incessantemente o Teu nome? […] Considera a Tua aliança, pois os lugares tenebrosos da Terra estão cheios de violência […] Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa”! Queremos ir para casa, Pai! Levanta-Te, ó Deus! Vigiemos e oremos!

Bom dia, congregação do Senhor!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Salmos74 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 74 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de julho de 2023, 0:40
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SALMO 74 – Atribuído à família de Asafe, esse Salmo é caracterizado como de lamentação, pois expressa profunda tristeza e angústia diante da destruição do templo e da cidade de Jerusalém.

Este Salmo revela o contexto durante o período de grande crise e destruição, provavelmente após a invasão babilônica em Jerusalém no ano 586 a.C. que atingiu ao templo e à cidade; produzindo angústia diante da devastação e do exílio do povo de Deus.

A invasão babilônica trouxe grande sofrimento ao povo. Com a destruição da cidade e o templo incendiado, houveram mortes, exílio e perda da identidade nacional e religiosa. O Salmo reflete a dor e a perplexidade do salmista diante dessa situação.

Contudo, o salmista expressa sua tristeza; todavia, busca conforto e orientação de Deus em meio à aflição. É certo que a destruição do templo e da cidade trouxe uma crise de fé, que questiona por que Deus permitiu tal tragédia e implora por Sua intervenção. Acima de tudo, o Salmo 74 revela a confiança do crente na fidelidade e no poder de Deus para salvar e restaurar.

O Salmo 74, também reflete a teologia do Deus que ouve e responde orações de Seu povo, sendo capaz de realizar ações poderosas de salvação e restauração. O salmista lembra as obras divinas no passado, como a criação do mundo e a libertação do Egito, buscando fortalecer sua fé e confiança em Deus em meio às adversidades (Salmo 74:12-17). Assim, o salmo transmite a mensagem de que, mesmo em momentos de aparente abandono, Deus é o soberano sobre todas as coisas e Seu plano de redenção se cumprirá.

O Salmo reflete o período do reino de Judá, quando a nação estava sob o domínio estrangeiro da Babilônia. Assim, o salmista expressa sua lamentação diante da opressão política e anseia pela libertação e restauração da soberania nacional.

A invasão babilônica trouxe grande sofrimento econômico para Israel, a qual levou à perda de riquezas, propriedades e recursos. Consequentemente,, o Salmo reflete as experiências humanas universais de tristeza, perda, desespero e busca por consolo. Assim, este Salmo aborda questões como a existência do mal, da justiça divina e propósito da vida cuja esperança está unicamente em Deus (Salmo 74:18-32).

Em Deus, há abrangente possibilidade de restauração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí