Reavivados por Sua Palavra


SALMO 48 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 48 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 48 – BLOG MUNDIAL

SALMO 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 48 by Luís Uehara
23 de junho de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/48

“No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal.” Sl 48:9

O Salmo 48 nos dá uma janela para a realidade do céu e da nova terra. “Deus a (Sua cidade) estabelece para sempre.” (Sl 48:8), “lembramo-nos, ó Deus, da tua benignidade no meio do teu templo.” Sl 48:9. Esta é a nossa realidade futura. Jerusalém, a cidade de Deus, não foi estabelecida para sempre. Foi destruída. Mais de uma vez. Mas a Nova Jerusalém será estabelecida para sempre.

Para sempre é muito tempo. Mais do que nossas mentes humanas podem compreender. Mas talvez esteja tudo bem. Como nossas mentes podem compreender a plenitude do amor inabalável de Deus? Será que essa contemplação também durará uma eternidade? Talvez seja uma empreitada que nunca terá fim.

A ideia de “amor constante” é uma daquelas palavras em hebraico que é tão rica que os estudiosos precisam de páginas e páginas para explicá-la, e por mais que tentem, sempre há mais a dizer. Assim como com Deus. Seu amor é tão profundo que podemos realmente passar uma eternidade refletindo sobre ele. Conhecendo-o melhor. E pensa só quem estará conosco nessa jornada? O próprio Deus.

“Ele será nosso guia para sempre.” Salmo 48:14

Thomas Rasmussen
Pastor, igrejas adventistas do sétimo dia de Odense e Lille Nørlund, Dinamarca

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/48
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli



SALMO 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2023, 0:50
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884 palavras

Como os salmos 46 e 47, o 48 é um cântico de livramento, e talvez tenha sido escrito para ser cantado no serviço de adoração no templo. Ele celebra o cuidado de Yahweh para com Jerusalém e o livramento de Seu povo das mãos do inimigo. Este salmo é um dos poemas mais alegres de Davi (ver PR, 203). Os exércitos de Josafá o cantaram depois de uma notável vitória (ver PR, 201-203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 841.

Grande é o SENHOR. Davi começa louvando a Yahweh por ter livrado Seu povo de grande perigo (v. 4-8). CBASD, vol 3 p. 841.

na cidade. Jerusalém (ver Sl 46:4; 48:8). CBASD, vol 3 p. 841.

Seu santo monte. O monte Sião (ver Sl 2:6; 68:16; ver com. de 48:2). CBASD, vol 3 p. 841.

sobranceiro. “Alto”. A elevação de Jerusalém acima do território circundante seja talvez o aspecto mais marcante de sua topografia. A cidade está situada em uma  das maiores elevações do país. É provável que esta característica tenha amedrontado os inimigos e feito com que desistissem de atacá-la (v. 4, 5). CBASD, vol 3 p. 841.

lados do Norte. O significado exato desta expressão não está totalmente claro, embora a seguinte explicação pareça razoável. Originalmente, monte Sião se referia apenas à parte da cidade conquistada dos jebusitas (2Cr 5:2; cf 2Sm 5:7). O monte Moriá ficava ao norte do monte Sião e foi nesse local que, mais tarde, o templo e o palácio de Salomão foram construídos (2Cr 3:1; cf1Rs 8:1). Geograficamente, Sião e Moriá constituem uma única elevação. Depois da construção do templo, todo o monte se tornou conhecido como “Sião” (ver Is 8:18; Jl 3:17). Devido à presença do santuário e do palácio na parte norte da colina desde a época de Salomão, a parte norte se tornou a parte mais importante da cidade. Sendo assim, com a expressão “lados do Norte”, o salmista pode ter tentado representar de modo figurado a sede do governo civil e religioso e, especificamente, a morada de Deus, conforme indica o contexto do salmo. Essa interpretação também esclarece Isaías 14:13, em que se diz que Lúcifer anelava sentar-se “nas extremidades do Norte”. Assumir tal posição significava participar nos conselhos de Deus e nos propósitos divinos. Essa era exatamente a ambição de Lúcifer (ver PP, 37). CBASD, vol 3 p. 841.

a cidade do grande Rei. Jesus cita esta frase como come de Jerusalém (Mt 5:35). CBASD, vol 3 p. 841.

os reis se coligaram. Os v. 4 a 6 apresentam uma destruição repentina provocada por um exército inimigo.  CBASD, vol 3 p. 841.

fugiram apressados. Os inimigos olharam a cidade inatingível, perceberam que não podiam conquistá-la, viram que sua própria segurança estava em risco e fugiram apressados. CBASD, vol 3 p. 842.

dores como de parturiente. Esta comparação, indicando dr extrema, é frequente no AT (ver Jr 4:31; Mq 4:9, 10). CBASD, vol 3 p. 842.

destruíste as naus de Társis. Esta segunda comparação descreve o poder de Deus revelado na confusão e dispersão dos inimigos. Társis é identificada com Tartessos, no sul da Espanha, ao norte de Cádiz, embora possa indicar outros lugares. “Naus de Társis” era uma expressão empregada para indicar navios capazes de viajar até Tartessos. … Assim como uma tempestade derrubou essas naus, Deus destruiu os inimigos. CBASD, vol 3 p. 842.

Como temos ouvido dizer. Nossos pais nos contaram dos maravilhosos livramentos do passado. Agora os temos visto com nossos próprios olhos. CBASD, vol 3 p. 842.

SENHOR dos Exércitos. Um título militar que identifica Deus como aquele que lidera Seu exército celeste em batalha, visando a proteção de Seu povo. Bíblia de Genebra.

Deus a estabelece para sempre. O livramento presente é promessa de vitória futura. CBASD, vol 3 p. 842.

misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” (ver com. de Sl 36:7). CBASD, vol 3 p. 842.

Teu templo. Ver com. do Sl 5:7. Ao adentrar à casa de Deus, os pensamentos se dirigem a Ele. CBASD, vol 3 p. 842.

11 exultam as filhas de Judá. Talvez um emprego figurado, indicando as cidades de Judá (ver Js 15:45). CBASD, vol 3 p. 842.

12 rodeai-a toda. Com o propósito de contemplar e examinar a cidade que Deus preservou do inimigo por meio de uma maravilhosa demonstração de poder. CBASD, vol 3 p. 842.

Depois que um exército inimigo assediava Jerusalém sem sucesso, era importante que o povo rodeasse a cidade, inspecionando suas defesas e louvando a Deus pelas proteções que elas tinham oferecido. Em tempos de grande alegria ou depois de Deus nos ter conduzido através de alguma grande provação, devemos inspecionar nossas defesas para garantir que os fundamentos – fé em Deus, conhecimento de sua palavra e comunhão e orações do corpo dos crentes – permaneçam fortes (Efésios 2:20-22). Então devemos louvar a Deus por Sua proteção! Life Application Study Bible Kingsway.

14 Ele será nosso guia até à morte. Deus nos guiará por toda a vida. Ele nos acompanhará até o fim. O cristão tem essa certeza, ele não precisa temer. O Pastor conduzirá Seu rebanho até a eternidade (ver Sl 23:6). … Questiona-se se “até á morte” é uma tradução adequada para ‘al-muth. … A LXX traz “para sempre”  CBASD, vol 3 p. 842.

Frequentemente oramos pela orientação de Deus enquanto lutamos com as decisões. O que precisamos é tanto de orientação como de um guia – um mapa que nos forneça pontos de referência e orientações e um companheiro constante que tenha um conhecimento íntimo do caminho e garanta que interpretemos o mapa corretamente. A Bíblia será este mapa, e o Espírito Santo será o companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida, use o mapa e o seu Guia. Life Application Study Bible Kingsway.



Salmo 48 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de junho de 2023, 0:45
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“Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus” (v.1).

Jerusalém era considerada por Israel como “a cidade de Deus”, a morada do Altíssimo. Seus limites eram sagrados e inabaláveis, e o povo começou a inverter valores elevando Jerusalém a um patamar ilusório. Lá não era uma fortaleza indestrutível, mas um lugar de onde deveria sair a mais forte e poderosa mensagem. Só que não foi isso o que aconteceu e a cidade tão preeminente e tão querida, foi tantas vezes subjugada devido ao orgulho da nação.

Existem muitos lugares em que gosto de ir e que me sinto bem, contudo, por melhores que sejam, nenhum deles se compara à minha casa. É lá que eu posso ficar à vontade, estar com minha família, me alimentar melhor, descansar, enfim, é o meu cantinho. Creio que a maioria gosta dessa sensação de chegar em casa, quer seja ela uma mansão ou um casebre. Na verdade, sentir prazer em estar em casa é definido não pelo que ela oferece de material, mas pela atmosfera que ali predomina. Como escreveu Ellen White: “Corações gratos e fisionomias de bondade são mais valiosos que riqueza e luxo; e o contentamento com coisas simples torna feliz o lar se nele há amor” (CPB, O Lar Adventista, p.156).

Por mais que Jerusalém fosse a cidade da nação eleita, por mais que tivesse sido escolhida como capital de Israel, não deveria ali ser depositada a sensação de completa satisfação. Porque é muito bom estar em casa. É muito bom estar em família. É muito bom saber que ali está a bênção de Deus. Mas, nem o espaço geográfico de Jerusalém, nem tampouco o espaço físico de nossa casa é a nossa real morada. O Grande Senhor não conhece limites geográficos e não escolhe uma casa terrena para morar. Ele está em todo lugar, sondando cada coração e, através de Seu Espírito, por meio de “gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), Ele nos diz: “Vocês ainda não estão em casa!”.

Deus estabelecerá um lugar onde a alegria reinará; onde palácios trarão as digitais de um Criador que não desampara os Seus filhos. “Na cidade do Senhor dos Exércitos” (v.8) não haverá mais choro, nem dor, nem morte (Ap.21:4). Ali, pensaremos na misericórdia e no amor de Deus enquanto O adoramos (v.9) e nossa mente, restaurada à perfeição edênica, romperá em um cântico que ecoará por todo o Universo, pois o Senhor manifestou a Sua perfeita justiça.

Amados, o nosso lar não é aqui. Precisamos, a cada dia, sentir saudades do lugar que nunca fomos, mas que pela fé, aguardamos (Hb.11:1). Se Deus habita em sua vida, você pode dar a volta ao mundo, não importa onde estiver, você será a morada do Altíssimo (1Co.6:19).

Lembre-se de que apenas desejar a casa dos sonhos não a torna uma realidade. Todo aquele que almeja o Céu, procura vivê-lo aqui na Terra olhando firmemente para Jesus, que já o adquiriu para nós. Ele mesmo nos deixou a mais preciosa promessa: “Pois vou preparar-vos lugar” e “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:2, 3).

Enquanto enfrentamos esses dias tão difíceis e milhares clamam por um lar em frente a fronteiras fechadas, narremos “às gerações vindouras” (v.13): “que este é Deus, o nosso Deus para todo o sempre” (v.14) e Ele em breve voltará para nos levar à Sua santa cidade cujas “portas nunca mais se fecharão” (Ap.21:25). Jesus está vindo para nos levar para Casa! Aleluia! Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, futuros cidadãos da pátria celestial!

Rosana Garcia Barros

#Salmos48 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2023, 0:40
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SALMO 48 – O templo pode ser um local de fortalecimento da fé quando frequentamos para, juntos com outros fieis, meditarmos na bondade e expansão do amor de Deus.

O templo deve ser um espaço especial para a meditação e reflexão sobre a grandiosidade de Deus e Sua compaixão com Suas pequeninas criaturas humanas.

O templo deve ser um lugar de busca por paz e segurança através da reflexão na divina presença protetora, necessária neste mundo perigoso.

O templo, de certa forma, pode ser um ambiente de transformação de perspectiva, onde a meditação e reflexão nos permitem ver a generosidade de Deus e a missão global de Sua obra.

O Salmo 48 tem muito mais a nos oferecer sobre a importância de reflexionar sobre Deus e Suas ações: “No Teu Templo, ó Deus, meditamos em Teu amor leal” (verso 9).

O Salmo 48 é um hino de adoração e louvor exaltando a grandeza e a majestade de Deus. Sua mensagem revela-nos a nobreza do Seu caráter. Ao considerar a bondade de Deus, somos convidados a refletir nas promessas feitas por Ele e Seu cumprimento no decorrer da história. Sua maior promessa é quanto ao Messias; a qual foi cumprida em Jesus, que veio ao mundo para revelar o amor de Deus (João 3:16).

O evangelho, que são as boas novas de salvação a um mundo em condenação, reflete a mais extraordinária ação divina. Essa verdade precisa alcançar “os confins da Terra” (Salmo 48:10). Jesus enfrentou o Império da Morte e o mais poderoso e cruel imperador para tornar-se nosso Salvador (Hebreus 2:14-15; Apocalipse 1:5-6, 18). Esse evangelho precisa ser proclamado “em todo o mundo”, “aos que habitam na Terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Mateus 24:14; Apocalipse 14:6).

O Salmo 48, também trata da grandeza e proteção divina em Sião, a cidade de Deus. No texto sagrado, Sião está relacionada a um lugar de refúgio e salvação – essa ideia aponta aos 144.000 seguros – diante da ceifa da terra, que será atirada “no grande lagar da ira de Deus” (Apocalipse 14:1, 14-20).

Nessa ocasião, o Salmo 48 alcançará o auge de sua expressão de esperança, e o cumprimento pleno de Suas promessas. Aguardemos pelo grandioso agir de Deus na Segunda Vinda de Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí