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Texto bíblico: SALMO 36 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/36
O Salmo 36, ao mesmo tempo que contrasta o caráter dos malfeitores com o caráter de Deus, também descreve Deus como a fonte da vida. Fluindo dessa fonte eterna há um rio de delícias, prazeres que saciam a sede mais profunda do coração, que satisfazem a busca da alma por segurança e significado eternos, que satisfazem o anseio da mente pela reta justiça.
Quais são essas delícias que vivificam? Amor, fidelidade, retidão, justiça e proteção.
O amor de Deus é infalível, estendendo-se além dos limites do espaço e do tempo, culminando na Cruz. É o Amor que você tem procurado por toda a sua vida, um amor que irá curar suas feridas, transformando cicatrizes em estrelas.
Sua fidelidade é tão vasta que alcança os céus. Ele nunca vai abandonar ou trair você. Sempre fiel, Ele sempre estará com você. . . e em seu coração.
A justiça de Deus é mais elevada que o Monte Everest. Deus sempre faz a coisa certa, mesmo quando você não consegue entender. Como J.B. Phillips disse: “Se Deus fosse pequeno o suficiente para eu descobrir, Ele não seria grande o suficiente para eu adorar”.
Sua justiça é tão profunda quanto o oceano. Não importa o quanto você tenha sido abusado ou maltratado, um dia Deus trará alívio aos cantos mais profundos do seu frágil coração. A justiça divina prevalecerá! O rio de delícias de Deus – amor, fidelidade, retidão e justiça – flui livremente para todos.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/36
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli
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662 palavras
No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.
1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.
Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.
2 a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”). CBASD, vol. 3, p. 808.
3 abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.
4 não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.
5 A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.
aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.
6 os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”). O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.
preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.
7 a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.
8 Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.
torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.
das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.
9 o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.
na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.
10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.
11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.
12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.
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“Continua a Tua benignidade aos que Te conhecem, e a Tua justiça, aos retos de coração” (v.10).
Amigos, parentes, cônjuges, filhos, geralmente são aqueles que podemos dizer que conhecemos. Alguns, de forma superficial, outros, mais intimamente, como aqueles com quem convivemos mais de perto. De certa forma, porém, o nosso conhecimento se limita ao que podemos ver e ouvir. E, muitas vezes, a depender da situação, alguém que julgamos conhecer revela atitudes que jamais poderíamos imaginar. Daí surgem as decepções e até mesmo a ruptura de relacionamentos.
Está escrito que o pecado fez separação entre nós e Deus (Is.59:2). Houve um rompimento no relacionamento entre o homem e o Criador, de forma que passamos a necessitar de uma escada de ligação com o Céu. Jesus Cristo é essa escada. Os sacrifícios da antiga aliança apontavam para esta verdade. A Jacó foi dada esta revelação através de um sonho (Gn.28:12) e o próprio Jesus a confirmou apontando para a Sua segunda vinda: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (Jo.1:51).
Em nosso coração há um grande conflito que se intensifica a cada instante. Quando rejeitamos Aquele que veio para restaurar o nosso relacionamento com o alto, somos dominados pelo engano e pela corrupção inerente à nossa natureza carnal (Jr.17:9). A descrição feita por Davi acerca da malícia humana em contraste com a bondade divina revela a nossa constante necessidade de Deus e da atuação de Seu Espírito em nossa vida. Como “trapo da imundícia” (Is.64:6) são nossas ações sem Deus, ainda que aparentem piedade. Mas é onde ninguém consegue conhecer e investigar que o Senhor nos vê e nos sonda (Sl.139:2).
O que temos permitido entrar em nosso coração? Ao deitar, são os nossos pensamentos perversos, ou, como Paulo, podemos afirmar: “Nós, porém, temos a mente de Cristo” (1Co.2:16)? Nunca houve um tempo onde houvesse tanta necessidade de o homem estabelecer um relacionamento tão íntimo com Deus como hoje, em que o virtual tomou o lugar do presencial. Conhecer a Deus e o Seu amor leal materializado em Cristo Jesus, mantendo uma comunhão pessoal e diária com Ele é o conhecimento que salva. Disse Jesus: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3).
Estamos às portas de contemplar o maior evento de todos os tempos: a gloriosa aparição de Cristo, a segunda vinda de nosso Senhor e Salvador. Antes, contudo, Satanás tentará imitar a derradeira promessa, aparecendo com seus anjos como ministros de luz. Só ficará em pé e não será enganado aquele que conhece a Deus, que guardou a Palavra do Senhor em seu íntimo. Logo veremos o cumprimento final do sonho de Jacó, mas também se cumprirá a profecia do salmista: “Tombaram os obreiros da iniquidade; estão derruídos e já não podem levantar-se” (v.12). Como também está escrito: “quando do céu Se manifestar o Senhor Jesus, com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus” (2Ts.1:8).
Meus irmãos e minhas irmãs, como diz o pastor Alejandro Bullón: “Conhecer Jesus é tudo!” NEle “está o manancial da vida” (v.9). Portanto, aceitemos, agora, o Seu benigno convite: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, “retos de coração” (v.10)!
Rosana Garcia Barros
#Salmos36 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontados com a realidade do contraste entre a misericórdia divina e a depravação humana. Quando esquecemos de adorar a Deus, caímos na armadilha de bajular o próprio ego, de onde surgem os pecados.
Spugeon salientou que, “aquele que faz pouco caso de Deus pensa muito em si mesmo. Aqueles que esquecem a adoração caem na adulação. Os olhos precisam ver algo e, se eles não admiram a Deus, bajulam seu próprio ego”; por isso, como ressalta Steven Lawson, “olham para o mundo a seu redor sem nenhum temor de Deus. Porque são irreverentes para com Deus, eles mergulham de cabeça no pecado”.
Através do Salmo 36, Davi revela que o ímpio não respeita a Deus; em vez disso, O considera como insignificante. Como aponta Lawson, “o resultado é que o descrente se engana quanto à sua verdadeira condição espiritual diante de Deus. Ele não consegue enxergar o seu pecado e não vê que suas más ações são uma ofensa ao Deus santo… Com sua consciência cada vez mais cauterizada, os não regenerados sentem cada vez menos restrição ao mal”.
O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia explica esta questão da impiedade e sua degradação em três estágios:
1. Pecado que se opõe à consciência;
2. Pecado que não é condenado pela consciência;
3. Pecado impulsionado por uma consciência que se tornou totalmente depravada.
E, depois acrescenta uma análise progressiva do pecado. O pecado…
1. …nasce no coração (Salmo 36:1);
2. …é expresso pela língua, na fala (Salmo 36:3); e,
3. …se materializa pela atitude (Salmo 36:4).
Contudo, não podemos desconsiderar a ênfase dada em Deus pelo salmista. Os pecadores depravados, mergulhados de cabeça no pecado, irreverentes para com Deus, podem conscientizar-se de sua condição espiritual e buscar a misericórdia do Deus que é santo.
Por conseguinte, enquanto Salmo 36:1-4 descrevem a pecaminosidade da humanidade, Salmo 36:5-9 expressam a beleza dos atributos da divindade; consequentemente, Salmo 36:10-12 constituem uma oração expressando a fé de que Deus revelará Sua bondade a todos os alinharem a vida com a vontade dEle.
Os atributos divinos neste Salmo ressaltam a natureza de Deus em relação à humanidade. Misericórdia, fidelidade, justiça, amor, bondade e luz são essenciais para prover redenção aos pecadores! Portanto, vamos reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí