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Texto bíblico: JÓ 24 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/24
Os amigos de Jó o acusaram, mas Jó não aceitou! Ele contou histórias de justos que sofreram e ímpios que prosperaram.
Por que as pessoas piedosas sofrem?
Se essa vida fosse tudo o que tivéssemos, seria um quadro sombrio. Mas quando percebemos que essa vida é apenas um pedacinho da eternidade, um lugar de preparação para uma vida futura, o quadro torna-se diferente.
Daniel, José, Ester e Moisés não teriam escolhido as dificuldades, mas porque permaneceram fiéis na adversidade, quantos outros foram levados a Deus por meio de seus exemplos?
No grande conflito entre Deus e Satanás, Jó não sabia que estava sendo observado por seres de todo o Universo. Também não sabemos em que palco estamos e quem está assistindo. Pode ser um vizinho, um amigo ou um estranho. Nossas mentes são muito pequenas para entender o que Deus entende.
O que sabemos é que Deus tem o melhor em mente, e Seu caminho leva à vida eterna onde não haverá mais lágrimas.
Jesus nos lembrou: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.– João 16:33.
Vamos renovar nosso compromisso de segui-Lo aonde quer que Ele nos guie.
Lisa Ward
Escriturária na IASD Country Life , Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/24
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707 palavras
2 os limites. Ou, “os marcos de divisa” (NTLH). […] Nos lugares onde propriedades vizinhas não eram divididas por cercas de qualquer tipo, como no antigo Oriente em geral, a única forma de distinguir entre a terra de um homem e de outro era por meio de pequenas pedras colocadas a intervalos da linha de divisa. Uma forma fácil de roubo era deslocar esses marcos, colocando-os mais para dentro da terra do vizinho (CBASD, vol. 3, p. 632).
3 órfão. Ver 1Sm 12:3. Deus deu regulamentos destinados a reprimir a tendência natural dos egoístas de não tratar com bondade os órfãos e as viúvas (ver Êx 22:22; Dt 24:17; 27:19; Sl 94:6; Is 1:23; 10:2; Jr 5:28; Zc 7:10). O jumento do órfão e o boi da viúva estavam entre as mais valiosas posses desses desafortunados (CBASD, vol. 3, p. 632, 633).
5 como asnos monteses no deserto. Oprimidos e necessitados que eram banidos da sociedade e obrigados a procurar substitstência precária como a do jumento selvagem no deserto (CBASD, vol. 3, p. 633).
6 rabiscam. Rebuscam as últimas uvas, apesar de a Lei exigir que os restos da vindima sejam deixados para os pobres (Bíblia Shedd).
9 orfãozinhos são arrancados. Esta é uma referência ao costume cruel de tomar crianças como escravas a fim de saldar a dívida do pai (ver Ne 5:5; cf 2Rs 4:7) (CBASD, vol. 3, p. 632).
Das viúvas roubam-se até as criancinhas para serem vendidas e entregues à escravidão e, como escravas, trabalham com os gêneros alimentícios dos opressores, sem, entretanto, ter o direito de prová-los, 10, 11 (Bíblia Shedd).
12 desde as cidades. O clamor dos oprimidos emerge não só dos desertos e das fazendas, mas também das cidades. O objeto de Jó era mostrar, em oposição à crença errônea de seus amigos, que Deus não pune imediatamente todo ato mau nem recompensa toda boa obra. Muitas vezes, há um longo tempo até que o vício seja punido e a virtude, recompensada. Portanto, o caráter de alguém não pode ser julgado por sua prosperidade ou adversidade. Aqui se encontrava a falha básica na filosofia dos supostos amigos de Jó (CBASD, vol. 3, p. 633).
13 inimigos da luz. Este versículo inicia uma nova seção, que abrange os v. 13 a 17 e trata de assassinos, adúlteros e ladrões. Esse tipo de iniquidade floresce na escuridão. Seus adeptos são “inimigos da luz” – não só a luz do dia, mas também a luz da razão, da consciência e da lei. Não possuem qualquer restrição moral (CBASD, vol. 3, p. 633).
16 minam as casas. Antigamente o roubo das casas era feito desta forma. As janelas eram poucas e ficavam muito altas na parede. As portas eram fortemente trancadas com ferrolhos e barras, mas as paredes, por serem feitas de barro, entulho ou tijolos secos ao sol, eram fracas e podiam ser facilmente rompidas (ver Ez 12:5, 12) (CBASD, vol. 3, p. 633).
17 sombra da morte. Ou, “profunda escuridão”. Quando a profunda escuridão da noite se inicia, essas pessoas começam seu trabalho. A chegada da noite é para elas o que o amanhecer é para outros (CBASD, vol. 3, p. 634).
18 maldita é a porção. Isto é, seu modo de vida, seu modo de ganhar a vida, é abominável (CBASD, vol. 3, p. 634).
Já não andam pelo caminho das vinhas. Suas vinhas não produzirão. Eles tem vivido da pilhagem e não merecem ganhar sua subsistência por meio das vinhas(CBASD, vol. 3, p. 634).
20 A estéril. A opressão de uma estéril indicava extrema crueldade. A mulher estéril era especialmente vítima indefesa da pressão porque não tinha filho para defender seus direitos. A esterilidade era considerada como resultado de algum pecado e do desprazer divino(CBASD, vol. 3, p. 634).
24 São exaltados por breve tempo. Esta é a conclusão de Jó com respeito à maneira como Deus trata os ímpios. Seus amigos afirmam que estes são punidos nesta vida por seus pecados e que grandes crimes logo atrairiam grandes calamidades. Jó nega isso e diz que o fato é que os perversos são exaltados. Contudo, ele sabe que chegará o tempo em que eles receberão a recompensa de seus maus atos. Jó afirma, porém, que a morte deles pode ser tranquila e fácil e que talvez nenhuma prova extraordinária do desprazer divino acompanhe sua partida (CBASD, vol. 3, p. 634).
25 Jó termina seu discurso apelando para seus amigos provarem o contrário daquilo que dissera; não está interessado em ganhar o debate; só quer descobrir a verdade sobre os problemas que o afligem (Bíblia Shedd).
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“Desde as cidades gemem os homens, e a alma dos feridos clama; e, contudo, Deus não tem isso por anormal” (v.12).
Em seu sofrimento, Jó acabou construindo um conceito sobre a sorte do justo e do ímpio. Sua inquietação por justiça era reforçada pelo descaso e maldade cometidos contra os pobres e necessitados e pela prosperidade de seus algozes: “Por que o Todo-Poderoso não designa tempos de julgamento? E por que os que O conhecem não veem tais dias?” (v.1). Há um clamor pela urgente necessidade de entender os propósitos de Deus e de ter uma resposta quanto às injustiças cometidas. Por mais que Jó confiasse no justo julgamento de Deus, ele o teve por demais demorado.
Esse questionamento não foi levantado apenas por Jó. O profeta Habacuque, por exemplo, diante da apostasia e corrupção nacional, julgou tardio o juízo divino: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e Tu não me escutarás? Gritar-Te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniquidade e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita […] porque o perverso cerca o justo, a justiça é torcida” (Hq.1:2-4). Apesar de serem homens e mulheres escolhidos por Deus para um ministério sagrado, os profetas eram os que mais sentiam e sofriam os resultados da injustiça.
A demora, em todos os aspectos da vida, é vista pela humanidade como um mal a ser evitado. O relógio nos mostra constantemente que há um horário a ser cumprido. E, a depender da situação, minutos de atraso podem resultar em perdas irreparáveis. Mas será que o Dono do tempo atrasa em Seus desígnios? Será que Deus demora em realizar a Sua justiça sobre a Terra? Estamos vivendo nos dias em que o apóstolo Pedro advertiu que surgiriam “escarnecedores com os seus escárnios […] e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda?” (2Pe.3:3 e 4). Mas a resposta dada pelo Espírito Santo ao apóstolo deve ser a nossa certeza de que Deus não atrasa, mas espera: “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).
Ainda que pareça tardio o cumprimento da derradeira promessa, ela “se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-O, porque, certamente, virá, não tardará” (Hq.2:3). Assim como Jó foi retribuído no tempo determinado, e Habacuque teve uma resposta à sua queixa, Deus tem designado o tempo perfeito para nos dar “a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg.1:12).
Diante das injustiças deste mundo hostil, confiemos nAquele a quem “pertence a vingança” (Rm.12:19). Que a nossa mente não fique a divagar em “tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo” (At.1:7-8), e seremos testemunhas de Jesus, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12).
É certo que “os sábios entenderão” (Dn.12:10) que estamos muito perto do retorno do nosso Salvador. Logo Ele virá nos buscar. Mas, que até lá, nossa vida esteja escondida com Cristo em Deus (Cl.3:3), a fim de vivermos “de modo digno do Senhor, para o Seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus” (Cl.1:10). Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Jó24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 24 – A vida é injusta. Uma análise criteriosa ao nosso redor, ou mesmo à nossa própria vida, não restará dúvidas quanto à injustiça existente no mundo.
Neste capítulo, Jó aborda de forma geral, pelo menos três premissas intrigantes:
• Pessoas más são abençoadas: Jó discursa sobre as bênçãos dos injustos; ele questiona por que Deus permite que os ímpios prosperem e desfrutem de uma vida de luxo e conforto, enquanto os justos sofrem e são oprimidos. Em sua análise, Jó destaca que os perversos plantam e colhem como donos da Terra, roubam e exploram os necessitados sem sofrer consequências; ainda vivem sem medo e sem culpa, como se fossem blindados.
• Os bons são afligidos: Jó argumenta que os justos são assaltados por inúmeras formas de injustiças; os órfãos são privados de seus direitos, as viúvas são maltratadas pelos poderosos, os famintos são deixados sem alimentos, os vulneráveis e os aflitos não têm a quem recorrer. O poder e a ganância tomam conta da sociedade, onde vale tudo para manter-se no poder. Deste modo, a injustiça é negada aos mais fracos e a impunidade domina entre os grandes.
• A injustiça sobressai em nossa sociedade: Esta constatação leva a questionamentos sobre Deus: Por que Ele permite que tais coisas acontecem? Por que Ele não interfere para proteger os justos e punir os ímpios? Não é injusto os ímpios terem vantagens sobre Seus servos fieis?
Em meio a uma sociedade opressiva e cercado pela injustiça social, Jó ensina em que esperança apegar-se:
• Jó 24:22 – Jó mostra que embora os ímpios pareçam blindados, o poder de Deus pode erradicá-los a qualquer momento. Aqui há esperança aos justos injustiçados pelas mãos dos perversos; a justiça divina julgará as injustiças humanas – nenhuma ficará impune!
• Jó 24:24 – Jó indica que a vida dos ímpios é passageira; independente do que façam com seu poder ou com suas riquezas, a morte os alcançará. Eles não têm a perspectiva da vida eterna; ainda que queiram, não a terão!
Conquanto este capítulo do discurso de Jó apresente uma visão realista das injustiças da existência neste mundo de pecado, ao mesmo tempo oferece uma mensagem de esperança para quem se apega a Deus e confia em Sua administração! Assim, é possível reavivar-se em meio ao sofrimento! – Heber Toth Armí.