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Texto bíblico: JÓ 14 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JÓ 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/14
Ondas de sentimento de futilidade invadiram Jó. A vida é limitada, transbordante de problemas. Ele não sente nada além da dor do próprio corpo e chora apenas por si mesmo. Como a água que desgasta pedras, Deus destruiu sua esperança.
Se sabiamente experimentado, o sofrimento pode curar a alma. Mas também pode ser corrosivo para o coração. Múltiplas perdas e sofrimento a longo prazo muitas vezes cegam as pessoas e estas não vêem a realidade além do próprio inferno de sofrimento. Uma pessoa pode se tornar amargamente míope quando a vida é focada apenas na sobrevivência.
Essa tendência de estreitamento de visão do mundo pode ser especialmente perigosa para quem mora sozinho e está em casa, subsistindo com o peso da invalidez, em cada dia uma luta pela sobrevivência física, financeira e emocional. Quando a energia é consumida, tentando encontrar maneiras de lidar com a dor física, é fácil esquecer a vida dos outros, o que leva à desconexão emocional. Consumidos pelo estresse e pelo sofrimento, os pacientes podem esquecer de investir na vida de outras pessoas, mesmo que apenas por telefone ou carta.
Não importa a variedade de sofrimento que esmaga almas, é vital que os sofredores encontrem maneiras de investir em realidades fora de suas dores. Focar no coração dos outros ajuda a manter o próprio sofrimento em perspectiva.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/14
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336 palavras
No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2). Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/
O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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“O homem, porém, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?” (v.10).
Entre existir e não existir há uma linha tênue chamada morte. Mas por que nunca nos acostumamos à ideia de que tudo o que é vivo um dia morre? Simplesmente porque não fomos criados para morrer. Fomos criados para a eternidade (Leia Ec.3:11). Cada célula do nosso corpo, cada neurônio, cada gota de sangue que corre por nossas veias, representa vida e amor de um Criador que planejou a nossa existência eterna. Jó sabia disso e, ao revelar o seu argumento sobre a brevidade da vida não negou a sua fé na ressurreição, nem tampouco defendeu ter o homem uma alma imortal (Leia 1Tm.6:15-16).
Jó afirmou o que toda a Escritura declara, de que a vida neste mundo é passageira, ela não tem uma continuidade em uma “alma” fora do corpo, mas, como já vimos antes, nós somos uma “alma vivente” (Gn.2:7), e a morte é um estado de sono (Ec.9:5-6), o que é confirmado pelo próprio Jó no verso doze, que diz: “não acordará, nem será despertado do seu sono”. Antes de ressuscitar a Lázaro, Jesus declarou: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11). E não compreendendo os discípulos de que Ele se referia à morte de Seu amigo, o Senhor concluiu: “Lázaro morreu” (Jo.11:14).
A esperança que movia o coração de Jó deve ser a nossa hoje. Observe que ele sabia que a morte do justo tem prazo de validade: “e me pusesses um prazo e depois Te lembrasses de mim!” (v.13). Muito em breve, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Não mais uma ressurreição passageira. A substituição de que Jó almejava acontecerá (v.14). Todo filho e toda filha de Deus terá esse corpo maltratado pelo pecado mudado em um corpo perfeito e glorificado.
O Senhor tem saudades daqueles que criou para a vida abundante, e breve virá para chamar pelo nome a todos os que O amam. Quer você estar entre essas pessoas que a Bíblia chama de “restantes” (Ap.12:17)? Como Jó, abra o seu coração a Deus, busque-O através de Sua Palavra como quem procura um tesouro, e confie de que ainda que a morte chegue, nem ela poderá nos separar “do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Prepara-te para te encontrares com o teu Deus! O Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, restantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Jó14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 14 – Nossa vida é efêmera, não eterna; nossa certeza durante a vida é que em algum dia desconhecido deixaremos de viver.
Além desta perspectiva sombria da transitoriedade e a fragilidade da existência humana, pior ainda quando enfrentamos grandes períodos sombrios causados por intensas aflições.
É disso que Jó trata neste seu capítulo mais tenebroso do livro. Ele está além do fim do túnel, no fundo do poço do sofrimento. Suas perspectivas são perturbadoras, suas palavras são assombrosas. Note:
• Uma parábola impressionante descrevendo a triste brevidade da existência (Jó 14:1-2).
• Descrição da natureza fugaz da vida comparando o ciclo da natureza com a existência humana, almejando alguma renovação pós-morte (Jó 14:3-9).
• Reconhecimento da realidade inevitável da morte, e clamor por lembrança após morrer (Jó 14:10-17).
• Lamento encerrando um longo desabafo (Jó 14:18-22).
No encerramento de seu longo discurso iniciado no capítulo 12, o fiel “Jó voltou a reclamar diante de Deus, e reassumiu o estado depressivo, falando da morte como sendo inevitável (vs. 18-20) e causadora de separação (v. 21). Ele sentia-se dolorosamente triste ao pensar nessas coisas (v. 22)”, observa John MacArthur.
O sofrimento nos acompanha por milênios, desde a queda de Adão resultando na desgraça do pecado no mundo. Desta maneira, Jó 14 aborda temas complexos e profundos que têm sido objeto de milenares reflexões filosóficas e religiosas; tais como:
• A brevidade e transitoriedade da existência.
• A infeliz inevitabilidade da morte.
• A esperança de renovação e redenção.
• A atuação de Deus no mundo e o sofrimento humano.
• A confiança em Deus apesar das tribulações no mundo.
Brevidade da vida, inevitabilidade da morte, e expectativa de renovação… são grandes temas de interesse mundial que, profundamente analisados, devem conduzir-nos à profunda reflexão espiritual. Por isso, a importância de compartilhar a mensagem de Jó!
Note que o livro de Jó é um poema “amplamente reconhecido, mesmo em círculos seculares, como um dos mais magníficos poemas dramáticos da literatura. A sublimidade do tema, a majestade das ideias, a grandeza do alcance literário não encontram páreo em nenhuma peça da literatura mundial”, afirmou categoricamente Merrill Unger.
Alcançando níveis profundos do sofrimento e escrevendo com maestria literária, Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, deixou o primeiro livro divino para a humanidade sofredora, carente de sua mensagem!
Portanto, estudemo-lo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí