Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Uma das primeiras coisas que lembro a meu respeito é que eu era capaz de ser egoísta e violenta. Eu tinha vários irmãos. Ao mesmo tempo em que os amava (naquela época e agora também), lembro-me de, em alguns momentos, não gostar deles e até mesmo desejar fazer-lhes mal. Isto acontecia a despeito de sermos uma família amorosa e de eu nunca ter observado nada que não fosse amor incondicional e perdão da parte dos meus pais. Então, no fundo do meu coração, eu tenho que concordar com esse Salmo: “não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer” (v. 3, NVI)
Nenhum de nós pode considerar-se justo por natureza. Apesar disso, temos a maravilhosa promessa de que Deus nos ama, nos perdoa e restaura a nossa sorte. Ao compreendermos a bondade de Deus para conosco conseguimos até mesmo participar, como este Salmo descreve, dos atos dos justos.
É Deus quem nos capacita a buscá-Lo, a fazer o bem aos pobres, a procurarmos fazer boas ações. Concordamos inteiramente com as duas partes deste Salmo — reconhecemos a nossa maldade interior natural e louvamos a Deus por nos perdoar e restaurar a nossa sorte.
Lisa Clark Diller
Diretora Depto História e Ciências Políticas
Southern Adventist University – EUA
Também disponível em: blog Conferência Geral e no Facebook
Texto original: blog Conferência Geral
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/08/20/
Tradução: Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas
1 Comentário so far
Deixe um comentário
Verdade, até um pensamento mal mostra quem somos por natureza. Isso mostra, que eu não sou justo.
Comentário por Elias Rodrigues 14 de novembro de 2016 @ 23:13