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“Só gritos vazios Deus não ouvirá, nem atentará para eles o Todo-Poderoso” (v. 13).
Viaje comigo nesta história:
Era uma vez um homem íntegro, reto, temente a Deus e que se desviava do mal, diante de Deus e diante dos homens.
Ele era fiel em todos os aspectos de sua vida, inclusive familiar, inculcando na mente de seus filhos o temor do SENHOR. Além de ser considerado maioral entre os príncipes da terra.
Em um escuro dia, ele perde todos os seus bens, e todos os seus filhos morrem tragicamente. E o seu pesadelo se prolonga quando sua esposa entra em um alto grau de depressão e os amigos que pensava que tinha o acusam constantemente. Seu corpo é tomado por feridas malignas que fazem a sua pele cair e a dor é tão grande que seus gritos podem ser ouvidos de longe.
E aí? Conseguiram ir até o cenário? Imaginaram a desesperadora situação? O que você sentiu? Eliú e os amigos de Jó estiveram frente a frente com aquele terrível cenário humano. Foram testemunhas oculares do sofrimento de Jó, e o máximo que sentiram se resume nesta gélida frase de Eliú, parafraseando:
— Deus não ouvirá os seus gritos vazios!
Oh, meus irmãos, não podemos permitir que esta frieza atinja os nossos corações, de forma alguma! Pois este é um dos sinais que antecederão o retorno do nosso Salvador: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). Em nome de Jesus, que não façamos parte do grupo “quase todos”, mas daquele que, por colocar em prática o AMOR, ouvirá muito em breve da boca de Cristo: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25:34).
Que possamos cumprir a missão que Jesus nos confiou: AMAR.
Bom dia, amados de Cristo!
Desafio do dia: Leiam Isaías 1:10-17 e descubram o que Deus não ouve e qual é o chamado dEle para os Seus.
*Leiam #Jó35
Rosana Garcia Barros
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