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“A tua própria boca te condena, e não eu; os teus lábios testificam contra ti” (v. 6).
Acusações nunca tiveram o poder de corrigir. Elas simplesmente apontam situações negativas que podem ser verdade, ou não. Elifaz acusou a Jó de impiedade. E ele foi além, afirmando que Jó estava em iniquidade (v. 5), ou seja, em pecado, acusando-o de ser um transgressor da lei (Vide I João 3:4). Percebemos neste discurso a presença do orgulho (v. 9) e da presunção (v. 11), a ponto de chamar as suas palavras e de seus amigos de “consolações” e de “suaves palavras” (v. 11).
As palavras que proferimos só podem redundar em duas coisas: ou em bênção, ou em maldição. Está escrito que dos mesmos lábios que saem bênçãos, não pode haver maldição. Pois pode da mesma fonte jorrar água doce e água amarga? (Vide Tiago 3:10-11). Tampouco podemos sair falando o que não tem nada a ver com a sabedoria que vem do Alto, pois esta “é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (Tiago 3:17).
Jesus também nos deixou escrito que: “pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mateus 12:37).
O papel de Deus é o de amar para salvar. O papel de Satanás é o de acusar para destruir.
De que lado da batalha estamos hoje?
Não façamos como os amigos insensatos de Jó. Que de nossa boca não saiam palavras de acusação, e sim a atitude que eles deveriam ter praticado com Jó: “E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Tiago 5:15).
Escolher orar e ajudar antes de acusar, foi o exemplo que Jesus nos deixou. Sigamos as pegadas do Mestre, e nossas palavras e ações refletirão sempre verdadeiras consolações, para a nossa salvação e do nosso próximo.
Bom dia, sábios consoladores!
Desafio do dia: Separe um tempo do seu dia em que você possa clamar a Deus para que o torne a cada dia um consolador de seus semelhantes e ore em especial por alguém que esteja enfermo.
*Leiam #Jó15
Rosana Garcia Barros
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