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LEVÍTICO 27 – Foram vinte e sete dias estudando o livro bíblico de Levítico, um capítulo por dia. Escrito cerca do ano 1.400 a.C. Levítico continua sendo útil para os dias modernos. Sua ênfase é a santificação integral do ser humano. Se quisermos chegar ao Céu devemos galgar o caminho estreito da santificação.
Moisés não é o autor de sua mensagem, é o Senhor; Moisés é apenas o transmissor do que Deus espera de cada pecador (v. 34). Analisando o livro, Leslie Hardinge e Frank Holbrook diz que, em média, “o nome e a autoridade de Deus são mencionados uma em cada oito versículos, para salientar a origem divina” de suas instruções. Por isso, “o livro de Levítico provê um modelo teológico para compreendermos o plano de salvação”.
Além disso, Hardingen e Holbrook declaram que “o estudo da estrutura literária de Levítico revela que a primeira metade (capítulos 1 a 15) trata do assunto geral da ‘justificação’ (‘o sacerdote por ele fará expiação do seu pecado’, Lev. 5:10). A segunda metade (capítulos 17 a 27) concentra-se no assunto da ‘santificação’ (‘Santos sereis, porque Eu, o Senhor vosso Deus, sou santo’, Lev. 19:2). No centro está a ponte teológica entre as duas partes: O Dia da Expiação [capítulo 16]”.
Cristianismo não é a aceitação de uma filosofia de vida, é um compromisso sério com um Deus santíssimo. O último capítulo pode ser esboçado da seguinte forma:
• Votos relacionados a pessoas – consagração de pessoas (vs. 1-8);
• Votos referentes a animais – dedicação de animais (vs. 9-13);
• Votos sobre imóveis – doação/consagração de casas (vs. 14-14);
• Votos sobre terras – doação/consagração de terras (vs. 16-25).
O desfecho do capítulo apresenta duas coisas que não se devem consagrar porque inerentemente já são sagrados/santos:
1. O primogênito dos animais pertence a Deus, sejam limpos ou imundos (vs. 26-28);
2. O dízimo de tudo o que é lucro, 10% de todo o lucro é santo a Deus (vs. 30-33).
As coisas de Deus devem ser levadas bem a sério (v. 29). Não se deve brincar ou banalizar as coisas sagradas (v. 10, 28, 33).
Não merecemos nada de Deus, mas Deus merece o melhor de nós por nos abençoar sem que o mereçamos. Consagremos tudo o que temos e somos ao Senhor!
“Senhor, santifica-nos!” – Heber Toth Armí.
Após 27 dias conhecendo e meditando na mensagem de Deus no livro de Levítico, o que chamou mais tua atenção?
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1-34 O capítulo final das instruções divinas a Israel trata dos presentes prometidos a Deus por israelitas que, provavelmente em grandes dificuldades, tinham feito um voto. Bíblia de Genebra.
Algumas pessoas faziam votos apressados ou irrealistas [não cumpríveis]. Para levá-los a pensar antes, uma penalidade de 20 por cento era colocada em cada item resgatados através de dinheiro. Life Application Study Bible.
2 Quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, estas serão do SENHOR, segundo a sua avaliação (ARA; NVI: “Se alguém fizer um voto especial ao SENHOR, faça-o conforme o devido valor”).
voto. Sendo que nem toda pessoa que fazia votos teria a oportunidade de servir no Tabernáculo, os que não o podiam fazer pagariam seus votos através de grandes ofertas. Bíblia Shedd.
O voto era feito mediante a condição de que Deus cumpriria aquele desejo ou pedido. … O voto ideal brota de um coração transbordante de amor para com Deus e é dotado do desejo sincero de fazer algo por Ele, sem nenhuma busca por recompensa. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 885-886.
3 tua avaliação.O preço pelo qual uma pessoa podia ser resgatada era estipulado por Deus, por uma escala graduada de acordo com o sexo e a idade. … Deve-se observar que a diferença de preço baseava-se na idade e não na classe social. O sumo sacerdote não valia mais do que um trabalhador comum, se ambos tivessem a mesma idade. CBASD, vol. 1, p. 886.
cinquenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário (ARA; NVI: “seiscentos gramas de prata, com base no peso padrão do santuário”).
9 torna-se santo. O animal prometido em oferta não podia ser trocado por outro (v. 10). As pessoas nos dias de Malaquias escolhiam os piores animais depois de terem prometido por voto que ofereceriam os melhores (Ml 1.13, 14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 O sacerdote o avaliará, seja bom ou mau (ARA; NVI: “o avaliará por suas qualidades”).
16 semente necessária. Se um homem dedicasse um campo, a avaliação seria feita de acordo com a semente necessária para a semeadura. CBASD, vol. 1, p. 886.
Aqui vemos a ideia do alqueire, que é uma medida de semente. Hoje, avaliamos o terreno com alqueires vinculados a medidas métricas, o que é injusto, pois algumas áreas de pântano, rochas ou florestas, são impróprias para semente, e desvalorizadas. O valor real da terra é a ceifa que produz. Bíblia Shedd.
gômer pleno de cevada (ARA; NVI: “barril de semente de cevada”).
17 segundo a tua plena avaliação, ficará (ARA; NVI: “o valor será integral”).
20 nunca mais se resgatará (ARA; NVI: “não poderá mais ser resgatada”).
22 dedicar. O verbo em hebraico é hiqdish, “causar a ser qadosh, ou santo”. Não é exatamente “santificar” no sentido ético-religioso: é “separar para o serviço de Jeová” (que é uma parte integrante de ser santo). Esse campo não era livre para ser dado à obra de Deus, já que haveria de voltar para a família que o herdou; era apenas emprestado. Bíblia Shedd.
26 O que já havia sido divinamente decretado e que pertencia ao Senhor não podia ser votado a Ele. Seria um contra-senso oferecer em voto ao Senhor aquilo que já Lhe pertencia. Bíblia Shedd.
27 do Ano do Jubileu. Isto explica porque o [conteúdo do] cap. 27 deveria vir ao final de levítico. Para ser entendido, deveria ser colocado após a legislação do Jubileu no cap. 25, que é ligado ao cap. 26 como uma unidade com foco na aliança entre o povo de Deus e a terra. Andrews Study Bible.
28 dedicar irremissivelmente. Esta expressão é uma maneira de traduzir uma palavra mais forte do que dedicar. Em hebraico é haram, que é reservar irrevogavelmente para alguma finalidade. Bíblia Shedd.
Esse voto solene, era, provavelmente, proferido contra líderes nacionais, com frequência em tempos de guerra (Nm 21:2; 1Sm 15), ou contra aqueles que praticavam idolatria (Dt 13.16; 20.17). Bíblia de Genebra.
No contexto de guerra santa ou punção, o mesmo termo hebraico pode se referir a dedicar pessoas e coisas a Deus com o propósito de sua posterior destruição (ex: Êx 22:20; Nm 21:2-3; Dt 7:2; 20:16-17; Js 6:17; 7:12; Jz 21:10-11). Andrews Study Bible.
O pecado de Acã foi ainda mais grave porque furtou o que tinha sido devotado ao Senhor (Js 7.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Ninguém que dentre os homens for dedicado irremissivelmente ao SENHOR se poderá resgatar; será morto (ARA; NVI: “Nenhuma pessoa consagrada para a destruição poderá ser resgatada; terá de ser executada”). Saul pecou nesse assunto quando não destruiu totalmente os amalequitas. Bíblia de Estudo NVI Vida. [O que causou, em última análise, os problemas porque Ester passou, porque Hamã era amalequita].
30 O dízimo do grão podia ser resgatado [para ser usado como semente], mas o do gado não (v. 33). CBASD, vol. 1, p. 887.
32 tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR (AR; NVI: “um de cada dez animais que passem debaixo da vara do pastor será consagrado ao SENHOR”). As ovelhas eram contadas uma a uma conforme passassem debaixo do cajado do pastor. Bíblia Shedd.
Os escritores rabínicos explicam esse texto do seguinte modo: Quando um homem devia dar o dízimo de suas ovelhas ou gado, ele trancava todo o rebanho em um curral, no qual havia apenas uma porta estreita que deixava passar apenas um animal de cada vez. O homem, prestes a dar o dízimo ao Senhor, ficava na porta com um cajado na mão, cuja extremidade era tingida de vermelho ou ocre avermelhado. As mães das crias ficavam do lado de fora. Quando a porta era aberta, as crias corriam para as mães e, quando passavam, o dono tocava um animal em dez com o cajado, marcando-o com a cor. Se fosse forte ou fraco, perfeito ou defeituoso, seria dado como dízimo legítimo. CBASD, vol. 1, p. 887.
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Comentário devocional:
O plano divino de salvação foi provido na forma de uma aliança na qual, repetidamente, Deus disse: “Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” Contudo, isto dependia da resposta do homem. Se alguém aceitasse fazer de Deus o seu Senhor, Deus responderia derramando as bênçãos de Sua aliança. Se um homem não aceitasse a aliança, maldições cairiam sobre ele.
Deus, em Sua misericórdia, não planejara as maldições para serem retributivas, uma espécie de punição, mas foram concebidas para serem redentivas, exortando as pessoas a acordar e perceber a sua necessidade do Senhor. Embora Deus use sempre a mão mais suave possível, as maldições se tornaram cada vez mais pesadas. Por fim, o povo de Israel foi lançado ao exílio em um país estrangeiro. Mas quando eles se arrependeram, Deus os restaurou e os trouxe de volta para casa.
Que Deus maravilhoso e misericordioso nós temos! Ele procura nos salvar por todos os meios possíveis. Ele nos dá bênçãos de todos os tipos, e de bom grado nos daria mais do que poderíamos lidar. Se cairmos em pecado e O rejeitarmos, mas depois nos arrependermos, Ele sempre vai nos aceitar de volta graciosamente e restaurar as Suas bênçãos.
Dean Davis
Atlantic Union College
EUA
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/26 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/26/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 26
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.18
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LEVÍTICO 26 – Os pais anseiam obediência dos seus filhos, Deus também. Filhos têm facilidade para desobedecer, inclusive os filhos de Deus. Em ambos os casos, obediência tem recompensas e desobediência tem consequências.
Este capítulo trata da…
• Recompensa pela obediência aos santos princípios de Deus (vs. 1-13); e,
• Consequência da desobediência aos santos princípios de Deus (vs. 14-46).
O Deus que nos fez com competência intelectual e moral pedirá contas de nossas negligências e responsabilidades. Somos criaturas pensantes, atuantes e conscientes; consequentemente, seremos julgados.
Desobediência é um mal que todo inconsequente precisa saber que resultará em condenação e morte no final.
Obediência não é legalismo. Deus pede e reclama nossa obediência, não desobediência. Assim como um pai não quer nenhum filho rebelde, revoltado e indiferente, Deus também não quer. Obediência e santidade se equiparam na vida religiosa orientada por Deus na Bíblia. Analfabetos biblicamente são ignorantes desta verdade.
Deus revela que…
1. A obediência resulta em maravilhosas bênçãos:
• Chuvas e colheitas fartas (vs. 1-5);
• Paz (vs. 6-10);
• Presença de Deus (vs. 11-13).
2. A desobediência resulta em desastrosas maldições:
• Doenças, escassez e fracassos (vs. 14-17);
• Seca e colheitas magras (vs. 18-20);
• Presença de predadores (vs. 21-22);
• Sufoco pela pilhagem de pessoas cruéis (vs. 23-26);
• Despejo ou deportação (vs. 27-39).
Deus permite que o mal causado pelo pecado aflija às pessoas a fim de que se lembrem dos benefícios de Sua presença e se arrependam das atitudes que resultam em morte e separação eterna dEle (vs. 40-46).
Assim como um pai amoroso educa para corrigir, Deus corrige para salvar permitindo o castigo da dor do pecado.
Reconhecendo nossa situação desesperadora, Deus deu Jesus para executar uma obra redentora. Jesus não morreu na cruz para deixar-nos na lama da desobediência. Sua morte foi necessária para libertar-nos das correntes da desobediência. O resultado é a obediência.
Livrar-se da idolatria, guardar o sábado e conhecer o santuário é de suma importância espiritual!
“A observância do sábado e a frequência escrupulosa da adoração no santuário serão as melhores maneiras de prevenir as corrupções da religião canaanita”, analisa Roland Kenneth Harrison.
Milian Lauritz Andreasen observou que, “o conhecimento da verdade quanto ao santuário, é o único antídoto aos falsos reclamos da hierarquia romana”.
Entreguem-se ao Senhor que anseia nossa obediência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1 Não façam ídolos. Dinheiro, aparência, sucesso, reputação, segurança – estes são os ídolos de hoje. Quando você olha para estes falsos ídolos que prometem tudo o que você quer mas nada do que você precisa, você pode realmente responder que a idolatria foi removida de sua vida? Life Application Study Bible.
12 Andarei entre vós. Especialmente na nuvem de glória chamada Shekinah, que ficava entre os querubins, sobre o "trono de misericordia", ou seja, o propiciatório no Santo dos Santos. Bíblia Shedd.
13 quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar eretos (ARA; NVI: "quebrei as traves do jugo que os prendia e os fiz andar de cabeça erguida"). Quando escravos no Egito, suas costas tinham sido curvadas; como bois na canga tinham carregado e puxado vários fardos. Deus os libertou da escravidão do Egito, fazendo-os tornar a andar eretos. Bíblia Shedd.
18 Se … não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos. O propósito em disciplinar a nação era para levá-la a a se arrepender dos seus maus caminhos e voltar para seguir ao Senhor. O desejo de Jeová era perdoar e abençoar, mas isto dependia de Israel se arrepender do mal, para seguir e obedecer ao Senhor. Bíblia Shedd.
Se os israelitas desobedecessem, haveria paz na terra. Se desobedecessem, aconteceriam desastres. Deus usou as consequências do pecado para trazê-los ao arrependimento. .. Hoje em dia, as consequências do pecado não são tão aparentes. Quando as calamidades caem sobre nós, podemos não saber a razão. Pode ser como: 1) resultado de nossa própria desobediência, 2) resultado do pecado de outra pessoa, 3) resultado de desastre natural [resultante, em última análise, do pecado da humanidade]. Tendo em vista que não podemos saber a razão, devemos analisar nosso coração e estarmos certos de estar em paz com Deus. Seu Espírito, como uma gigante luz de busca, revelará aquelas áreas que precisamos tratar. Porque a calamidade nem sempre é resultado de algum mau ato, devemos nos guardar de atribuir culpa ou aceitá-la por toda tragédia por que passarmos. Culpa indevida é uma das armas favoritas do inimigo contra os crentes. Life Application Study Bible.
29 Isto aconteceu no cerco de Samaria (2 Rs 6.28), e também no … de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando o povo estava morrendo de fome. Flávio Josefo nos traz um relatório terrível sobre um soldado que descobriu uma mulher, chamada Maria, comendo a seu próprio filho, depois de havê-lo assado; cf Dt 28.53-57; Jr 19.9; Lm 2.20; 4.10; Ez 5.10; Mt 24.19; Lc 23.29. Bíblia Shedd.
30 altares de incenso Provavelmente colunas dedicadas ao deus sol. Nota textual NVI (Da Bíblia Evangelismo em Ação NVI).
34 O cumprimento destas palavras se vê no cativeiro babilônico. Do rei Saul ao cativeiro foram aproximadamente 490 anos, um período durante o qual 70 anos sabáticos tinham sido negligenciados pelos hebreus. Sendo que o cativeiro durou 70 anos, a terra recebeu o repouso prescrito pela lei de Deus. Bíblia Shedd.
40-45 Estes versos mostram o que Deus quis dizer quando falar que que Ele é tardio em irar-Se (Êx 34:6). Mesmo se os israelitas escolhessem desobedecer e fossem dispersos entre seus inimigos, Deus ainda lhes daria a oportunidade de arrependimento e retorno a Ele. Life Application Study Bible.
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Comentário devocional:
Deus tinha um plano financeiro para lembrar a Seu povo que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. Um ano sabático foi instituído a cada sete, onde a terra descansava e nada era plantado ou colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro.
Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, poderia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família e amigos. Mas o sétimo ano sabático era um ano jubilar e todos os escravos tinham de ser libertados.
Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus instituiu para Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não em dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.
Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas mesmo que seu valor caísse, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam um descanso sabático. Os planos de Deus são sempre os melhores.
Deus ainda espera que mostremos bondade e compaixão para os pobres e os ajudemos em momentos de necessidade.
Dean Davis
Atlantic Union College
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Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 25
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Reavivados por Sua Palavra
Publicado por Heber Toth Armí · 2 h · Editado ·
LEVÍTICO 25 – O nosso egoísmo deve ser substituído pelo altruísmo. Nosso amor próprio deve ser alterado para amor ao próximo. Nossa pecaminosidade precisa ser mudada para santidade. Negativismo, egocentrismo, materialismo e individualismo prejudicam a saúde física, mental, e, principalmente, espiritual.
O Ano Sabático e o Ano Jubileu revelam a preocupação de Deus mais pelos seres humanos do que pela terra, embora restaurando a terra auxiliará o pecador em sua restauração do ideal divino.
O capítulo oferece orientações do Criador do Universo quanto ao:
1. Ano Sabático, o qual ocorria a cada sétimo ano (vs. 1-7);
2. Ano Jubileu, o qual ocorria a cada quinquagésimo ano (vs. 8-55);
Sobre o Ano Jubileu Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, postou os seguintes ensinamentos nas páginas das Sagradas Escrituras:
1. Instruções referentes à aplicação do Ano Jubileu (vs. 8-22);
2. Vínculo entre restauração econômica e o Ano Jubileu (vs. 23-38);
3. Vínculo entre a libertação de escravos e o Ano Jubileu (vs. 39-55).
Sete vezes sete anos completa quarenta e nove anos; então, o próximo era o Ano Jubileu. Em vida, uma pessoa normalmente observava uma só vez a lei deste ano instituído por Deus. Na sequência do sétimo ano sabático vinha o quinquagésimo ano; assim, haveria dois anos de inatividade agrícola, descanso prolongado para o solo e para o agricultor. Que férias!
No quinquagésimo ano…
• A terra não deveria ser cultivada para plantio; ela repousaria, teria descanso, que resultaria em bênçãos nos anos futuros, produzindo muitos frutos.
• A terra voltaria a seu antigo proprietário; visava igualar a economia, destruir a ambição/ganância e impedir a propagação do materialismo no povo de Deus.
• Os escravos hebreus seriam colocados em liberdade; a finalidade era impedir que seres humanos tornassem objetos, ou meros instrumentos de trabalho, outros seres humanos.
Deus tem interesse nas pessoas carentes. Deus preocupa-Se com pessoas desprovidas de oportunidades. Deus cria estratégias para beneficiar a todos, especialmente aos mais fracos.
Deus Se interessa pelos pobres, preza por eles e atenta para ajudar-lhes. Mas, também quer salvar os abastados/ricos de egoísmo, materialismo, e todos os outros “ismos” que destroem física, psicológica e espiritualmente à raça humana.
Deus quer que os seres humanos sejam mais humanos aplicando constantemente os princípios divinos. Cada princípio revelado implica na restauração da humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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4 a terra terá um sábado. V. Êx 23.10, 11. Os israelitas não praticavam a rotação de culturas, mas o ano de repouso (quando não havia plantios) servia a um propósito um tanto semelhante. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8-55 O ano do jubileu. Em Ezequiel, este ano foi chamado “ano da liberdade”, Ez 46.17; parece que Isaías se refere ao jubileu quando profetiza sobre “o ano aceitável do Senhor”, Is 61.2. Se este se for o caso, então aprendemos de Lc 4.18-19 que tudo aquilo que for implícito no ano do jubileu achou seu cumprimento em Cristo, na Sua obra de desatar as cadeias do pecado humano para oferecer aos homens a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Bíblia Shedd.
16 O número de colheitas até o ano do jubileu determinava o calor corrente da propriedade. Bíblia Shedd.
… a venda das terras em Israel era um arrendamento até o Ano do Jubileu (ver 27.18, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A libertação das terras no jubileu não se aplica nas modernas sociedades ocidentais de hoje porque não temos possessão ancestral como a dos israelitas (ver Js 13-17). Contudo, dessa legislação podemos aprender princípios intemporais de justiça social e compaixão. Jesus vê Seu trabalho de pregação de boas novas e proclamação libertação e liberdade como um cumprimento dos princípios do Jubileu (Lc 4.18-19). Andrews Study Bible.
A maior evidência dessa observância é o fato de que Alexandre, o Grande, e mais tarde Júlio César isentaram os judeus de pagar impostos nos anos sabáticos, sobre os campos que não produziram naquela ano (Josefo, Antiguidades, xi.8.6; xiv.10.6). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 879.
17 Uma das causas do cativeiro foi a inobservância desse mandamento. Bíblia Shedd.
22 Era necessário ter fé para agir baseado nessas afirmações e, por isso, parece que poucos praticavam estas ordenanças de maneira completa. Bíblia Shedd.
23 a terra é Minha. Embora Deus tivesse dado a terra da Palestina para Seu povo, Ele ainda era o proprietário. Os israelitas eram mordomos e não donos. CBASD, vol. 1, p. 879.
Ele [Deus] queria que Seu povo não desenvolvessem a ganância e o materialismo.Se você desenvolver a atitude que está apenas tomando conta da propriedade de Deus, você fará aos outros o que estiver ao seu alcance. Isso é difícil de fazer se você tiver uma atitude de posse. Pense em você como um gerente de tudo que está sob seus cuidados, não como um proprietário. Life Application Study Bible.
25 Se teu irmão empobrecer. Se o plano original de Deus para a terra e para a servidão tivesse sido seguido, os extremos de pobreza e riqueza seriam desconhecidos. CBASD, vol. 1, p. 880.
29-31 As casas das aldeias [“que não tem muros”] eram consideradas como parte da herança das famílias que receberam aquelas terras de Deus, na ocasião da divisão da terra. Ficavam dentro da herança da família, ou perto dela, e eram essenciais para se poder atender de perto todos os misteres agriculturais das heranças. As casas dentro das cidades podiam ter sido adquiridas para propósitos comerciais, ou por motivo do enriquecimento particular das famílias. … O ideal dos israelitas sempre era que cada um possuísse suficiente terreno, com casa, horta, pomar e curral, para seu próprio sustento. Qualquer mão de obra perita, ou qualquer viagem de negócios, seria um esforço extra para os que queriam “progredir”. Bíblia Shedd.
35-37 Deus disse que negligenciar os pobres era pecado. A pobreza permanente não era permitida em Israel. Famílias estáveis financeiramente eram responsáveis de ajudar e hospedar aqueles em necessidade. Muitas vezes não fazemos nada, não porque nos falta compaixão, mas porque somos esmagados pelo problema e não sabemos por onde começar.Deus não espera que você remova a pobreza, nem espera que você negligencie sua família para prover a outros.Contudo, Ele espera que, quando você vir alguém em necessidade, você o alcance com qualquer auxílio você possa oferecer, incluindo hospitalidade. Life Application Study Bible.
36 A lei não era necessariamente proibir todos os juros, mas ajudar os pobres. A lei não era tanto para proibir os empréstimos quanto para estimular a generosidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39 Não o farás servir como escravo. Um israelita que se vendesse para servir um compatriota não devia ser tratado como escravo, mas como empregado. CBASD, vol. 1, p. 880.
49 parente. Heb go’el, que tem dois sentidos: 1) Redentor, alguém que liberta mediante um pagamento; 2) Vingador, alguém que exigia a prestação de contas por algum dano feito. em ambos os casos, o go’el era um parente próximo, que cuidava dos interesses da família. Bíblia Shedd.
50 jornaleiro (ARA; NVI: “empregado contratado”; NKJ: “assalariado”) tb. no v. 6. Provavelmente com um pequeno rendimento de subsistência, que tornaria possível que ele próprio se resgatasse (v. 49). Andrews Study Bible.
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LEVÍTICO 24 – Infelizmente pecadores têm dificuldades de aprender com Deus. Por outro lado, Deus aprecia ensinar, é paciente e perseverante para insistir conosco no ensino da moralidade.
Desde o início do livro Deus é o próprio Quem está transmitindo orientações diretamente a Moisés para comunicar ao povo (v. 1). As orientações a seguir são cerimoniais:
• No ministério diário do Santuário era necessário ter cuidado diário com o candelabro; significava que a luz da verdade e da presença divinas jamais deveriam se apagar (vs. 1-4);
• No ministério do Santuário deveria ter cuidado semanal relacionado com pães da preposição; no sábado, estes 12 pães eram substituídos por novos, os quais simbolizavam a dependência constante que se deveria ter em Deus como mantenedor da vida através dos alimentos dados por Ele. Cabe também aplicação espiritual: Carecemos de Cristo, o Pão da vida, para suprir nossas necessidades físicas e espirituais (vs. 5-9).
As orientações cerimoniais estão relacionadas às atividades dos ministros do santuário. As orientações morais aplicam-se a todo povo de Deus. A seguir, há uma narrativa real objetivando mostrar-nos a necessidade de aplicarmos os princípios de vida em nossa realidade diária.
• Um filho de uma israelita com um egípcio. O jovem era meio-israelita, meio estrangeiro. Ele agiu contra as revelações de Deus e arranjou briga/confusão/contenda; contudo, “ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perseverantemente impenitente”, observa Francis D. Nichol. Ele blasfemou contra o nome de Deus (vs. 10-12).
• Deus revela o que fazer com alguém que desrespeita Seu nome: Ser executado (vs. 12-24). A sentença parece demasiado grave para quem está bem acostumado com o pecado. Pecado sempre é grave e a sentença sempre é a morte. Deus não é mau e autoritário, o pecador que é negligente, displicente e irreverente. Deus corta o mal pela raiz antes que produza frutos.
“Há os que porão em dúvida o amor de Deus e Sua justiça […]. A paga que recaiu sobre o primeiro transgressor seria um aviso para os outros, de que o nome de Deus deve ser tido em reverência. Mas caso se houvesse permitido que o pecado deste homem passasse sem punição, outros se teriam desmoralizado; e, como resultado, muitas vidas finalmente deveriam ser sacrificadas” (Ellen G. White).
Respeito é bom a Deus também! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Comentário devocional:
O Lugar Santo do Santuário não tinha janelas. Para ter luz, as pessoas tinham de esmagar azeitonas para produzir óleo para o candelabro de sete ramos e Arão era responsável por manter as lâmpadas acesas. A luz tinha que ser mantida acesa dia e noite porque representava a presença de Deus entre o povo.
Nos tempos antigos, quando Deus era blasfemado, isso era uma ofensa civil, que devia ser punida. Se o perdão fosse solicitado, ele era concedido. Mas os crimes civis, tais como o desafio aberto a Deus ou assassinato, não poderiam ser resolvidos com base somente no perdão, fosse o crime cometido por um israelita ou não israelita. De outro modo, Deus sabia que as pessoas demonstrariam arrependimento para evitar a pena.
Doze pães redondos e chatos (uma para cada tribo de Israel) e dois copos contendo incenso foram colocados sobre a mesa de pão. Os pães lembravam ao povo que Deus era seu Pão da Vida. Estas instruções nos contam que Deus nos ama e nos lembram do que Ele é para nós. Estes símbolos nos informam que Deus está sempre conosco e é nosso alimento espiritual, sustentando nossa própria vida.
Dean Davis
Atlantic Union College
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/24 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/24/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Levítico 24
Comentário em áudio
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