Reavivados por Sua Palavra


Números 19 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 19 – Quanto vale teu tempo? A avaliação depende de como você vive. “Se você está tão ocupado que não tem tempo para estar em comunhão com Deus, saiba que estás mais ocupado do que Deus deseja” (D. L. Moody). Então, valorize-se; pare um pouquinho e reflita…

Este pequeno capítulo oferece-nos grandes verdades…

1. Revolta e rebelião contra Deus e Seus líderes alcança um resultado “terrível de miséria e morte” (Paul R. House). Durante os 40 anos que o povo passaria no deserto como consequência de seu pecado, 40 pessoas morreriam em média por dia.
2. Com objetivo de conscientizar pecadores com relação ao caminho da vida, Deus providenciou um meio de purificação do pecado. O pecado tem o antídoto da vida, e Deus tem o antídoto da morte; para viver, é preciso confiar nEle.
3. O ritual da morte da novilha vermelha, a utilização de suas cinzas com água e o aspergir sangue sete vezes quando morresse alguém, tornou-se obsoleto, foi necessário para o povo durante seu jornadear no deserto. Contudo, precisamos considerar suas aplicações espirituais: Purificar-nos do pecado que nos mata!

Celular sem bateria não tem utilidade, assim como o ser humano sem Deus está desligado da fonte da vida. Jesus é o condutor que religa-nos a Deus quando estamos separados/desligados pelo pecado. Ele é o Salvador – nossa única esperança diante da lambança que causamos com nossos atos.

O simbolismo da novilha:

• Sua cor avermelhada: Reconhecimento de nossa condição pecaminosa que leva-nos à morte (vs. 1-2; Isaías 1:18).
• Suas características: Perfeita, sem ter sido coagida ao trabalho pesado; apontava para Jesus que nunca pecou, mas submeteu-se voluntariamente à morte por nossos pecados (v. 2);
• Seu sacrifício: Fora do acampamento, como Cristo morreu fora da cidade de Jerusalém (v. 3; Hebreus 13:12);
• Seu sangue: Aspergido sete vezes em direção ao tabernáculo pelo sacerdote vestido de vestes brancas e puras; apontava para a ministração de Cristo no Céu pelos pecadores após Sua morte no Calvário (v. 4);
• Suas cinzas: Utilizadas com água para purificar os impuros por lidaram com a morte de entes queridos. Jesus nos purifica do pecado dando-nos acesso à vida (vs. 5-22).

Conecte-se a Cristo, purifica-te do pecado; assim terás tua bateria da vida recarregada!

Jesus morreu para dar-nos vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Números 19 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2015, 0:30
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1-22 Este trecho descreve o rito da purificação de todo aquele que tocar em coisa imunda, animal ou homem morto (Bíblia Shedd).

Os vs. 1-10 destacam o ritual para produzir um suprimento da substância purificante: cinzas de uma novilha. Os vs. 11-22 explicam como usar as cinzas para purificação da impureza de um cadáver (Andrews Study Bible).

2 novilha vermelha Simbolicamente, a cor vermelha sugere sangue, instrumento de purificação, e também fogo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

A novilha vermelha tipifica Jesus Cristo, segundo a interpretação notável em Hb 9.13-15. Assim como a novilha era sacrificada fora da porta da cidade, para com seu sangue purificar os fiéis, assim foi com Cristo (1 Jo 1.7-9; Hb 13.12-13; 9.11-14) (Bíblia Shedd).

Uma novilha era uma vaca jovem que nunca havia tido bezerro. […] A novilha deveria ser avermelhada e deveria ser queimada com tecido vermelho e madeira de cedro, também avermelhada (v. 6). As cinzas seriam como sangue desidratado, que combinado com água produziria ‘água de purificação’, que deveria ser aspergida (vs. 17-20) (Andrews Study Bible).

não tenha ainda levado jugo Uma vez que era escolhido para um propósito especial, esse animal não deveria ter sido usado para o trabalho doméstico comum (ver Dt 21:3; 1Sm 6:7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

3 Eleazar Já que o sacrifício da novilha era uma questão importantíssima, nenhum sacerdote comum deveria realizá-lo. Eleazar era o segundo na hierarquia, atrás somente de Arão, a quem um dia substituiria no ofício. Não era bom que Arão, o sumo sacerdote, se contaminasse, ficando temporariamente inapto para exercer os deveres sagrados (v. 7) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

4 aspergirá para a frente da tenda da congregação Aspergir na direção do santuário fazia deste ritual um sacrifício, consagrado a Deus (Andrews Study Bible).

sete vezes O número da perfeição (ver Lv 4:17); portanto, denota simbolicamente a perfeição da expiação (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

9 A cinza da novilha, com água, purificava os que pecavam, não à semelhança de Corá, mas dos que se arrependiam por alguma contaminação. Nosso meio de purificação é a confissão diante de Cristo (1 Jo 1.9) (Bíblia Shedd).

6 Cedro, hissopo e estofo carmesim Jogados sobre a novilha ainda em chamas, misturavam-se com as cinzas do cadáver para formar ingredientes da purificação. […] Nos três elementos havia uma referência típica ao derramamento do sangue de Cristo (ver Hb 9:13,14) [Cedro e hissopo: propriedades medicinais; cedro: símbolo de fragrância e ausência de corrupção; hissopo: símbolo de purificação; estofo carmesim: cor da novilha, representava o pecado (Is 1:18) e o sangue];  (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

11 cadáver Contaminação por cadáver era a máxima impureza ritual, refletindo o estado humano de mortalidade que resulta do pecado (Gên. 3; Rom. 5:12; 6:23) (Andrews Study Bible).

13 contamina o tabernáculo do Senhor A negligência intencional de se purificar desta severa impureza causaria automática profanação do santuário, que poderia ocorrer á distância, sem que a pessoa adentrasse o recinto sagrado (ver tb. v. 20; Lev. 20:3). Em caso de pecado tão grave, o ofensor era “cortado”. Esta punição, administrada pessoalmente por Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem. Poderia significar que a linha de descendentes do ofensor morreria, de forma que a pessoa não seria nem mesmo lembrada na história porque não haveria ninguém que prosseguisse com seu nome. O fato de que o castigo continuaria após a morte explica porque alguém poderia ser apedrejado até a morte e “cortado” (Lev. 20:2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” ao ser “cortado” (Dan. 9:26). Mas porque Ele era inocente e levou sobre Si o pecado de outros, Ele retornou da morte da qual não há retorno e viu os Seus descendentes (“semente”, “posteridade”, Is. 53:10)  (Andrews Study Bible).

16 ou numa sepultura Daí o costume de caiar o exterior das sepulturas, para torná-las visíveis (ver Mt 23:27; Lc 11:44) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

17 Água corrente Literalmente, “água de vidas”, ou água viva (ver Lv 14:5; Jo 4:10) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).



Números 18 by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.

Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).

O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.

John Beckett:
Professor of Computing
Southern Adventist University

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/18 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/18 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/18/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Números 18
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.23



Números 18 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 18 – Deus escolhe, chama, capacita e defende àqueles que servem em funções espirituais especificadas por Ele. Deus também orienta, explica e delimita o que cada um deve fazer na função indicada por Ele.

Se cada um executasse bem a sua parte, com responsabilidade e maturidade, dependendo dAquele que chama e capacita, o resultado seria esplêndido! Caso contrário, a igreja torna-se uma calamidade! O povo de Deus experimenta o fracasso e, a espiritualidade despenca num retrocesso!

Portanto, ninguém deve submeter-se a desejos, sentimentos, anseios e imaginação pervertidos pelos pecados. Devemos elevar nossa visão de tudo mediante o meditar nos sublimes princípios revelados pelo Deus soberano:

1. No serviço espiritual é fundamental respeitar limites e funções estipuladas por Deus a cada pessoa (vs. 1-4);
2. Na obra de Deus cada um tem sua própria responsabilidade, na qual não cabe nenhuma irresponsabilidade. É irresponsabilidade ignorar a própria responsabilidade ou intrometer-se na responsabilidade alheia (vs. 5-7);
3. Na obra ministerial existem regras: Tudo deve ser realizado conforme orientado por Deus, com reverência e santidade (vs. 8-12);
4. Na liderança espiritual Deus cuida, sustenta e provê recursos para Seus servos; conquanto, estes devem prezar pela pureza familiar (vs. 11-13);
5. Na administração dos recursos divinos, dinheiro tem seu lugar; consequentemente, deve ser utilizado conforme a designação divina (vs. 14-19);
6. No cargo de liderança espiritual, nada deve ocupar tempo do ministro a não ser Deus, Sua vontade e Sua obra. Levitas não possuiriam terras, pois exigiriam tempo deles no cultivo e na colheita; eles, porém, teriam o que comer (vs. 20-24);
7. No ofício eclesiástico há salário, é o dízimo estipulado diretamente por Deus aos que trabalham pela salvação dos pecadores. Dízimo é 10% dos recursos. Quem recebe do dízimo também precisa ser dizimista, demonstrando fidelidade plena ao Senhor (vs. 25-32).

Imaginação enferma gera espiritualidade doentia. Imaginação doentia obstrui a compreensão destas preciosas lições. Purifique tua mente para entendê-las corretamente. Destrua a espiritualidade inválida!

Jesus quer cada membro da igreja sendo luz e sal neste mundo depravado. Portanto, cada um deve entender que no cristianismo participamos do sacerdócio de todos os santos (I Pedro 2:9-10).

Cada um deve fazer sua parte no corpo de Cristo, assim como cada órgão de nosso corpo executa sua função!

Reflita… Aplique… Compartilhe! – Heber Toth Armí.



Números 18 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2015, 0:30
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1-32 Este trecho descreve a responsabilidade sacerdotal da família de Arão acima daquela dos demais levitas . Bíblia Shedd.

1-17 Arão e sua família, escolhidos pelo Senhor para ser os sacerdotes verdadeiros da adoração santa, tinha diante deles uma tarefa pesada. A lamentação do povo em 17.12, 13 [“aquele que se aproximar do tabernáculo morrerá; acaso, morreremos todos?”] era real; pecados lastimáveis contra o santo lugar de encontro entre o Senhor e o Seu povo seriam julgados pela morte. A misericórdia entre o Senhor e o Seu povo ao prover um sacerdócio legítimo era, na realidade, um aspecto da Sua graça (cf. Sl 99.5-8), porque era a única esperança do povo de ser liberto da condenação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 Disse o Senhor a Arão. Este raro discurso direto a Arão (veja também Lev. 10:8), ao invés de através de Moisés, enfatiza que o Senhor o escolheu como sumo sacerdote (compare cap. 17). Andrews Study Bible.

Levareis sobre vós a iniquidade relativamente ao santuário. O Senhor anuncia aqui Sua solução para o temor do povo (continuando o tema do cap. 17). Os sacerdotes e levitas coatitas (da casa dos pais de Arão, que levavam os objetos sagrados; 4:1-20; 7:9), em lugar da comunidade como um todo, seriam os responsáveis pelas violações à santidade do santuário por qualquer israelita. Isto dava aos sacerdotes e à guarda levita sério incentivo a prevenir qualquer violação, imediatamente matando o ofensor, se necessário (v. 7; 1:51). Somente os sacerdotes seriam responsáveis se alguém, incluindo qualquer sacerdote não qualificado para o ofício (alcoolizado, amaldiçoado, impropriamente purificado ou vestido, etc), erradamente tentasse realizar os deveres sacerdotais, como Corá e seus associados fizeram (cap. 16). Andrews Study Bible.

Traga também os seus irmãos levitas (NVI). Os sacerdotes arônicos deviam ser ajudados pelos demais membros da tribo de Levi, mas os ajudantes não deviam ir além do seu papel de serventes. Se o fizessem, não somente eles morreriam, mas também os sacerdotes responsáveis (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não se aproximarão. A ordem não se referia aos coatitas (Nm 4.15), mas só aos outros levitas. Os coatitas não deviam manejar os utensílios quando estavam descobertos, nem mesmo olhar para eles (Nm 4:19, 20). Essa proibição também incluía o altar de bronze (Êx 29:37), assim como o de incenso, pois ambos eram “santos”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 959.

atendereis ao vosso sacerdócio. Os obreiros de Deus devem ter orgulho do seu ofício na causa do Senhor e sempre se manter imaculados perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 960.

em tudo concernente ao altar, e ao que estiver para dentro do véu. A palavra hebraica para “véu” se refere tanto ao “véu interno” (ver Ex. 26:31 para a fabricação deste objeto) quanto ao santuário como um todo (Num 18:7) […] Num. 18:7 não se refere explicitamente ao serviço sacerdotal no lugar santo do tabernáculo, mas é implícita que seria a área circundante pela menção das áreas ao lado. Andrews Study Bible.

Por ofício como dádiva. O serviço religioso, longe de ser uma servidão imposta aos crentes, é um galardão, é uma alegria, é um dom gracioso. O estudo das coisas de Deus, a meditação que se faz em torno da Sua Palavra, longe de ser um dever religioso, é um alívio que torna tudo na vida mais fácil de aguentar e de vencer poderosamente pela presença real de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

o estranho que se aproximar morrerá. Ou seja, qualquer um que não fosse sacerdote. Este não poderia ousar se aproximar do tabernáculo com a intenção de realizar qualquer dever sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 960.

porção a você (NVI). Os sacerdotes deviam ser sustentados no seu ministério (v. Lv 6.14-7.36). Como os levitas em geral e os sacerdotes em especial não tinham parte nem porção da terra que Deus estava pra lhes dar, era necessário definir com clareza o modo de seu sustento. Não possuiriam nenhuma parte da terra; sua porção era o próprio Senhor (v. 20). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não dadas ao fogo. Isto é, do altar dos holocaustos. Os sacerdotes recebiam algumas coisas que não provinham do altar, como os 12 pães da proposição (ver com de Êx 25:30; Lv 24:5-8). CBASD, vol. 1, p. 960.

10 No lugar santíssimo. A expressão hebraica é igual àquela usada para o Santo dos Santos, onde ninguém podia penetrar, a não ser o Sumo Sacerdote uma vez por ano. Aqui quer dizer “num lugar muito santo”, e, portanto, só dentro do tabernáculo. Bíblia Shedd.

11 Isto será teu. “Isto” é uma referência às coisas menos santas. CBASD, vol. 1, p. 960.

e a tuas filhas. Essas dádivas não eram exclusivamente para uso dos homens (Lv 10:14; 22:13). Era necessário, porém, comê-las num lugar limpo (Lv 10:14), dentro do arraial(Dt 12:6, 7, 17, 18), e nenhuma pessoa imunda podia participar delas (Lv 7:20, 21, 22:4). CBASD, vol. 1, p. 960.

12 Todo o melhor. Literalmente “a gordura”, pois ela simbolizava a riqueza tanto em alimentos como em sacrifícios (Dt 32:14; Sl 63:5; Êx 23:18; 29:13, 22; 1Sm 2:15, 16). O termo também era usado para se referir aos melhores produtos da terra (Gn 45:18). CBASD, vol. 1, p. 960.

14 Aqui estamos percebendo qual é a fonte de renda da tribo de Levi. Os sacrifícios ofertados são também para alimentar os sacerdotes, as primícias dedicadas à casa de Deus são para os servos da casa, e qualquer objeto separado para ser propriedade do tabernáculo também passa a pertencer a essa tribo. Se o próprio Deus é a porção e herança dos seus servos (20), é claro que Deus não os desamparará nas suas necessidades físicas e terrestres. Bíblia Shedd.

15 o que abrir a madre. Aquele que nascia primeiro, se fosse do sexo masculino, pertencia aos sacerdotes. Se nascia primeiro uma fêmea, o macho que vinha depois não devia ser dos sacerdotes, já que nesse caso, ele não abrira a madre (Êx 13:2). CBASD, vol. 1, p. 961.

16 Cinco ciclos [shekels] de dinheiro. Sessenta gramas de prata. O ciclo do santuário, que é de vinte geras. Um gera equivalia a 0,6 gramas (Bíblia NVI).

Preço estabelecido para a troca dos primogênitos pelos levitas (Nm 3:46, 47). Os judeus de hoje têm uma cerimônia derivada desse resgate, quando o filho primogênito completa um mês de vida. CBASD, vol. 1, p. 961.

17 não resgatarás. Isto é, não se aceitava uma soma de dinheiro como resgate, mas o animal em si devia ser sacrificado. Isso no caso de animais limpos; só os imundos, que não podiam ser sacrificados, deveriam ser resgatados (v. 15). CBASD, vol. 1, p. 961.

19 Aliança perpétua de sal. Isto é, um pacto inviolável e indissolúvel (Jr 33.18-22). Bíblia Shedd.

O sal, um conservante, é um símbolo apropriado do que é incorruptível. CBASD, vol. 1, p. 961.

Portanto, esta expressão enfatiza a permanência da promessa de Deus em prover sustento aos sacerdotes. Andrews Study Bible.

22 nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação. Isto não significa que os israelitas não pudessem se chegar ao tabernáculo com propósitos legítimos, como para oferecer seus sacrifícios. Andrews Study Bible.

24 em oferta. Para que o povo se sentisse disposto a dar seus dízimos aos levitas, eles são representados como uma “oferta” a Yahweh. …os dízimos deviam ser oferecidos a Deus, e … Ele, por Suavez, os daria aos levitas. CBASD, vol. 1, p. 962.

26-32 Emboras os levitas fossem os beneficiários do dízimo dedicado ao Senhor, eles mesmos não estavam isentos de prestar culto a Deus mediante o pagamento do dízimo. Eles, por sua vez, deviam dar a Arão a décima parte do que recebiam (v. 28), além de certificar-se de que a melhor parte fosse entregue como a porção do Senhor (v. 29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Arão, o sacerdote. Os que não eram levitas eram muito mais numerosos do que os levitas, numa proporção de quase 30 por 1 (ver Nm 2:32; 3:39). Isso significa que os levitas estavam bem providos. Portanto, era adequado que, assim como os levitas recebiam dízimos do povo, devolvessem, por sua vez, seu dízimo aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 962.

30 Como se fosse produto. Será contado por renda normal da tribo, tão merecida como no caso das tribos que mantém fazendas e territórios, e ganham despojos de guerra, e lucros do comércio e da indústria, das exportações e da mão-de-obra. Bíblia Shedd.

31 o restante deles [dos dízimos] é vossa recompensa. Estava sob controle deles, para ser usado em casa, dividida com toda a família ou vendida para comprar outras coisas (ver Mt 10:10; Lc 10:7; 1Co 9:4; 1Tm 5:18). CBASD, vol. 1, p. 9612

32 Não profanareis as coisas sagradas. Dinheiro e bens oferecidos para a Causa de Deus têm que ser usados dentro daquilo que o próprio Deus ensinou, senão, dá-se o caso de roubar ao Senhor. O ministro, cujo salário vem das ofertas do povo, pode e deve cuidar da sua saúde e do seu lar, mas sempre lembrando que é mordomo dos bens consagrados a Deus. Bíblia Shedd.



Números 17 by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Deus misericordiosamente deu a Israel mais uma prova de Sua vontade de corrigir o juízo equivocado do povo. Eles ainda estavam convencidos de que Moisés e Arão haviam “matado o povo do Senhor.”
Deus ordenou que cada tribo tomasse um bordão e escrevesse nele o nome da casa de seus pais. As varas foram depois deixadas na presença do Senhor. Naquela noite Deus operou um milagre que foi suficiente para silenciar as reclamações dos israelitas e que deveria ser um testemunho permanente sobre quem Deus havia estabelecido o sacerdócio. Todas as notáveis alterações ​​no bordão tinham o objetivo de convencê-los de que fora o próprio Deus quem havia estabelecido uma positiva distinção entre Arão e o resto dos filhos de Israel. Após este milagre do poder divino, a autoridade do sacerdócio não foi mais posta em dúvida.

É sempre difícil chamar à verdade aqueles que se permitem ser conduzidos à rebelião. Foi difícil convencer os israelitas rebeldes de que eles estavam errados e Moisés e Arão estavam certos, mesmo depois que a terra engoliu Corá e seu grupo.

Ellen G. White menciona este incidente, afirmando que a história da rebelião de Corá “está registrada como alerta ao povo de Deus, especialmente àqueles que vivem sobre a terra perto do fim do tempo “(Spiritual Gifts, Vol. 4A, pp 35-38).

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/17 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/17 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/17/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Números 17
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.23



Números 17 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 17 – O conhecido pastor Roberto Rabelo disse: “O coração do problema humano é o problema do coração humano”. Sem Deus o ser humano é um ser problemático causador de sérios problemas; contudo, Deus sabe como lidar com tais complexidades.

Líderes espirituais escolhidos por Deus são alvos de ataques incessantes. Os críticos anseiam seus lugares; o que seria se Deus colocasse os críticos em funções importantes? Sendo eles causadores de sérios problemas, imagina o caos que seria! Felizmente Deus não cede à pressão dos revoltosos e arrogantes!

Leia Números 17 com atenção! R. Dennis Cole oferece-nos os seguintes tópicos para este capítulo, cujo tema principal é: Vara de autoridade de Arão: A primazia do sacerdócio de Arão confirmada:

1. Requisitos: Instruções e mandamentos (vs. 1-5);
2. Rápido cumprimento por parte do povo e de Moisés (vs. 6-7);
3. Resultados da prova (vs. 8-9);
4. Instruções renovadas (vs. 10-11);
5. Resposta retórica aos israelitas (vs. 12-13).

Sobre o episódio ocorrido no capítulo em apreço, Edgardo D. Iuorno, faz a seguinte aplicação:

“Quando o ministério é claramente escolhido por Deus floresce e dá frutos. Diante dos frutos as queixas já não têm sentido… Um ministério cheio de vida é o resultado de uma vida na presença de Deus. Longe dEle não há verdor, nem broto, nem fruto algum”.

Sua aplicação conclusiva é: “Pode existir mil problemas que atender, e mil queixas que calar. Se existe solução, esta começa na presença de Deus”.

Os servos de Deus sofrem com inveja, ciúme e cobiça dos que receberam outras funções. Há funções que são desejadas, porém, certas pessoas nunca foram divinamente chamadas para elas. Portanto, cabe a cada um exercer o ministério pelo qual foi chamado com humildade e dedicação sem desejar o que Deus delegou a outros.

A visão limitada da religião e das funções e liderança espirituais conduz algumas pessoas à acusação e reclamação dos sinceros servos do Senhor. Precisa-se ter cautela com aqueles que promovem uma autopromoção.

O que fazer com os críticos dos servos de Deus? É preciso orar por eles. Moisés e Arão intercederam a Deus por eles, para que não fossem consumidos; pois, criticando os servos de Deus, eles revelam que estão cegamente perdidos (16:41-50; 17:12-13). Eles precisam de salvação!

Oremos! Intercedamos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Números 17 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2015, 0:30
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A confirmação da autoridade de Arão como sacerdote. Nesta ocasião ficou claro que o sacerdócio ficaria restringido unicamente à sua família e aos seus descendentes. Bíblia Shedd.

2 doze bordões. Eram os símbolos oficiais da autoridade tribal concedida aos príncipes. A expressão não se refere a varas ou ramos recém-cortados de árvores. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 956.

4 perante o Testemunho (ARA; NVI: “em frente da arca das tábuas da aliança”). Ao que parece, tratava-se do lugar santíssimo (ver Nm 17:7-10; Hb 9:4). CBASD, vol. 1, p. 957.

5, 10 Após testemunharem milagres espetaculares, terem visto os egípcios punidos pelas pragas e experimentado a presença pessoal de Deus, os israelitas ainda reclamavam e se rebelavam. Nós nos admiramos como eles puderam ser tão cegos e ignorantes e, ainda assim, repetimos o mesmo padrão. Nós temos séculos de evidência, a Bíblia em várias traduções e convincentes resultados de estudos arqueológicos e históricos. Mas o povo de hoje continua a desobedecer a Deus e a seguir seu próprio caminho. Como os israelitas, estamos mais preocupados com nossa condição física do que com nossa condição espiritual. Podemos fugir desta condição somente por prestar atenção a todos os sinais da presença de Deus que nos tem sido concedidos. Deus tem guiado e protegido você? Ele tem respondido às suas orações? Você conhece pessoas que experimentaram marcantes bênçãos e curas? Você conhece histórias da Bíblia sobre a maneira como Deus tem guiado Seu povo? Focalize seus pensamentos no que Deus tem feito e a rebelião se tornará impensável. Life Application Study Bible.

8 dava amêndoas. Eis a evidência do agrado de Deus. O bordão que fora colocado ali para Arão não poderia ter recebido vida, germinado, dado botão, flor e fruto maduro se o Senhor não lhe tivesse concedido vida e um crescimento milagroso. Ninguém podia duvidar que um milagre fora realizado. CBASD, vol. 1, p. 957.

O florescimento do bordão de Arão confirma a sua autoridade e a sua aprovação da parte de Deus. Podemos ver aí uma figura de Cristo que, apesar de ser rejeitado pelo povo, foi aprovado por Deus para ser nosso Sumo Sacerdote (At 4.11; Hb 7.22-28). O florescimento do bordão é também uma figura da ressurreição de Cristo, porque todos trouxeram um bordão morto e Deus deu vida ao bordão de Arão. Assim também todos os autores de outras religiões têm perecido, mas o Cristo ressuscitado é o Sumo Sacerdote eterno nos Céus, sempre vivo, sempre prestes a interceder por nós pecadores (Hb 4.14-16; 1 Tm 2.5-6; Ap 1.17-18). Bíblia Shedd.

9 eles o viram. Ou seja, examinaram o bordão. Cada príncipe identificou a própria vara. A evidência era clara. CBASD, vol. 1, p. 957.

12 Nós morreremos! (NVI) Finalmente, o povo deu conta do pecado de sua arrogância ao desafiar o pape desempenhado por Arão. Biblia de Estudo NVI Vida.

Uma adequada sensação de respeito e temor entrou no coração do povo, tornando-o desejoso de aceitar Moisés como o mediador escolhido por Deus. … Os israelitas perceberam que a segurança de seu futuro dependia da obediência à vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 957.

13 Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR morrerá. Qualquer um além dos sacerdotes (ver Nm 16:40). Então o povo compreendeu que o acesso a Yahweh, o privilégio que tinha procurado mediante Corá (Nm 16:3-5), só podia ser seu pela mediação dos dirigentes escolhidos por Deus. CBASD, vol. 1, p. 957.



Números 16 by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Para aqueles que estão em erro e merecedores de repreensão, não há nada mais agradável do que receber simpatia e louvor. Estas pessoas foram lisonjeadas por Corá, que professava grande interesse e amor por elas e concluíram que ele deveria ser bom e Moisés e Arão, ruins. Eles também realmente acreditaram serem pessoas muito boas, que foram enganadas e usadas por Moisés. Se eles admitissem que Corá estava errado e que Moisés estava certo, então eles seriam obrigados a receber a sentença de que deveriam morrer no deserto.

Corá chegou a acreditar que estava agindo no zelo por Deus e que Deus estava do seu lado. Ele se iludiu ao ponto de pensar que ele era justo e a congregação, santa. Julgava-se um pioneiro, que faria uma mudança radical no governo e melhoraria em muito a administração de Moisés e Aarão. Moisés não discutiu ou se defendeu, mas intercedeu várias vezes pelos ofensores diante de Deus, reconhecendo a enormidade de seu pecado.

Oremos para que tenhamos um espírito humilde quando repreendidos, para que possamos aceitar a correção do Senhor, sabendo que Ele está efetuando a Sua salvação em nós.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/16 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/16 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/16/
Tradução: JQuimelli/GQuimelli
Texto bíblico: Números 16
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps.23



Números 16 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2015, 0:45
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NÚMEROS 16 – Com visão psiquiátrica, filosófica e psicológica, Augusto Cury observa que “no Antigo Testamento, às vezes Deus parece autoritário e mal-humorado. Mas uma análise acurada de suas reações, dentro do contexto histórico, revela uma paciência ímpar, uma tolerância sólida”.

Será? Observe:

1. Deus faz a terra engolir líderes vivos dentre Seu povo (vs. 31-33);
2. Deus envia fogo e consome 250 seguidores de Coré quando ofereciam incenso (vs. 34-40);
3. Deus envia uma praga no dia seguinte aos que reclamaram do ocorrido no dia anterior e, consequentemente, mais 17.700 pessoas morreram (vs. 41-50).

É possível que conheçamos muito subjetivamente ao Deus da Bíblia, ou apenas preferimos contemplar um lado de Seu caráter. Ampliando, “uma das coisas mais impressionantes sobre a Bíblia é o vigor com que os dois testemunhos destacam a realidade e o terror da ira de Deus” (J. I. Packer).

A verdade sobre o Deus da Bíblia foi manipulada; Ele está mais para um idoso vovô bonachão do que um Deus santo, soberano e intolerante à perversidade.

O que o contexto revela para explicar a reação de Deus? Releia atentamente os 15 capítulos que antecedem a este; reflita na tamanha rebeldia/rebelião e ingratidão do povo… Agora note:

1. Cheios de soberba, líderes confrontam Moisés e Arão questionando-os, acusando-os, criticando-os. Humilde e calmamente Moisés curvou-se em terra e convocou a buscarem a solução em Deus, pois a situação estava tensa e complexa havia vários dias (vs. 1-11).
2. Prepotentes e indiferentes rejeitaram o pedido de Moisés; outro grupo opôs-se veementemente a Moisés e Arão (vs. Vs. 12-19).
3. Sem conversa… sem solução; Deus, então, partiu para a ação objetivando impedir a propagação daquela aberração comportamental (vs. 20-50).

Se, quem brinca com fogo se queima, imagina quem provoca a Deus! Deus quer pessoas consagradas a Ele, não dedicadas à impiedade. Deus quer pessoas maduras na fé, não podres na imoralidade/iniquidade. Aprenderemos a lição?

• Deus condena a perversidade. Pessoas rebelando-se contra Ele são como agressivas células cancerígenas no corpo de Cristo; portanto, Deus, “cirurgicamente” elimina-as para que Sua vontade seja feita tanto na Terra como no Céu.

• Deus graciosamente libertou Seu povo do pecado para viver em sanidade/santidade…

• Deus é mais intolerante ao pecado que a pessoa mais intolerante à lactose e glúten!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.