Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 5 by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

“Moisés voltou ao Senhor e disse: ‘Senhor, por que maltrataste este povo? Afinal, por que me enviaste? Desde que me dirigi ao faraó para falar em teu nome, ele tem maltratado este povo, e tu de modo algum libertaste o teu povo!” (Êx 5:22-23 NVI).

Um pergaminho desse período diz como trabalhadores foram designados a fazer 2000 tijolos por dia. (Algumas das pirâmides egípcias precisaram de 24,5 milhões de tijolos!) A meta diária raramente era atingida e a punição vinha a seguir. Ao invés de libertar seu povo do trabalho duro, Moisés apenas o aumentou.

Esta é uma das experiências mais desconcertantes pela qual podemos passar. Nós temos certeza de que Deus está nos levando a um caminho certo – mas, em seguida, o caminho acaba se transformando em uma rua sem saída. Isto abala nossa fé e exaure a nossa alma.

A experiência dos “tijolos sem palha” é a prova de fé mais verdadeira. Quando nada mais parece fazer sentido, ficamos com apenas uma questão central: Será que nós realmente confiamos em Deus? Será que vamos ficar tempo suficiente com ele para ouvi-Lo dizer: “Agora você verá… ” (Êx. 6:1 NVI)? Será que vamos permitir que Ele transforme um doloroso capítulo 5 num poderoso capítulo 6?

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/5
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 5
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2



Êxodo 5 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Libertar os israelitas das mãos do obstinado e megalomaníaco Faraó é missão de Deus tanto quanto salvar o miserável pecador da horrível escravidão do pecado. Coisas impossíveis para homens são possíveis para Deus!

Então, por que Deus…

• …chamou Moisés para libertar Seu povo?
• …deseja que sejamos missionários para evangelizar o mundo?

Simplesmente, porque pessoas são instrumentos de Deus para alcançar pessoas. Além da libertação/salvação ser plano de Deus, é parte do plano usar instrumentos humanos para alcançar Seus objetivos no mundo.

Contudo, fazer o certo nem sempre dará certo, mesmo consagrado e seguindo sistematicamente planos divinos.

1. Por mais dependente de Deus que estavam Moisés e Arão, o primeiro contato com Faraó foi um desastre total (vs. 1-14).
2. Por mais educado, polido e sincero que tenham sido Moisés e Arão, as reações do Faraó, dos capatazes e dos israelitas foram negativas/péssimas (vs. 15-20).
3. A única coisa que restou aos dois encurralados servos de Deus foi orar e suplicar por socorro devido ao caos que eles causaram (vs. 21-23).

O que sucedeu após a proposta de Moisés?

• “No mesmo dia foram expedidas ordens que tornassem seu trabalho [dos escravos hebreus] ainda mais cruel e opressivo” (Ellen G. White);
• Não dando conta das impossíveis exigências “os oficiais hebreus [capatazes] foram cruelmente espancados” (White).
• Os resultados foram negativos, apesar dos esforços positivos; consequentemente, “por todo o país se erguia um clamor de desespero de velhos e jovens, todos se uniam em acusá-lo da matança desastrosa em sua condição” (White).

Atento ao texto, Abel Ndjerareou destaca: “Moisés faz o pedido exatamente conforme Deus havia instruído (3:18) e deixa claro que estava falando em nome de Deus”. Todavia, “enquanto Faraó em 1:8-10 considera os descendentes numerosos de Israel uma ameaça, para o governante com o qual Moisés se encontra, não passam de uma fonte abundante de mão-de-obra barata (5:5). Esse Faraó não vê Moisés como um enviado de Deus, mas como um agitador e mentiroso (5:9-10)”.

Para Deus, isso não era novidade, nem deveria ser para Moisés. Deus sabia que assim seria e informou-Lhe antecipadamente (4:21).

Quando fazer o certo dá errado, ore a Deus: Ele sabe o quê fazer! Não esmoreçamos… orando nos reavivaremos! Os desafios da vida devem levar-nos ao coração de Deus! – Heber Toth Armí.



Êxodo 5 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2015, 0:30
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1-5 O conflito reside entre Deus e Faraó (v. 2). A pergunta retórica de Faraó (“Quem é o SENHOR…?“) Precisa ser entendida como um desafio direto a Deus. Note o uso do Senhor (3:14) quando apresentando Deusa Faraó. Não conheço o SENHOR. Conhecer Deus é um tema principal em Êxodo (1:8; 6:3; 7:5; 8:10; 14:4; etc.). É uma questão relacional (e não intelectual) e envolve compromisso. O acesso surpreendente de Moisés e Aarão à corte egípcia é baseada na arbitração legal tradicional do antigo Oriente Próximo, aonde o Rei era a suprema fonte de justiça (Andrews Study Bible).

1 foram Moisés e Arão… a Faraó. Depois de terem sido aceitos pelos anciãos de Israel como os líderes apontados por Deus é que Moisés e Arão compareceram diante de faraó. Registros antigos esclarecem que não era fácil para um plebeu conseguir audiência com o rei.
uma festa. O pedido feito a faraó era razoável. Os israelitas não podiam oferecer sacrifícios na presença dos egípcios sem provocar uma explosão de animosidade religiosa. Havia esse risco porque dentre os animais sacrificados estavam alguns que os egípcios consideravam sagrados, e, portanto, não deveriam ser mortos de forma alguma. Para evitar conflitos, a festa dos israelitas tinha que ser realizada além das fronteiras do Egito, no deserto (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

5 o povo da terra já é muito. Era como se o rei tivesse dito: “Esse povo já não é útil para nada, e vocês ainda querem que todos parem de trabalhar de uma só vez?” Moisés e Arão tinham instituído uma reforma na observância do sábado, e isso chamou a atenção do rei (PP, 258). O povo estava ocioso e precisava trabalhar mais para consumir as energias, pensou ele (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

7 Não torneis a dar palha ao povo para fazer tijolos. Moisés não diz que os hebreus faziam “tijolos sem palha”, como às vezes se declara. O decreto do faraó exigia especificamente que usassem palha que fosse conseguida por eles mesmos. Se os hebreus [fizessem] tijolos sem palha estariam violando o decreto, e isso os feitores não permitiriam. Tais tijolos seriam inferiores, pois a palha aumentava a resistência. Isso se deve em parte à presença da própria palha e em parte à ação química da matéria vegetal em decomposição sobre a mistura do tijolo. Quando a mistura é deixada a descansar por alguns dias, os tijolos ficam mais fortes e fazê-los torna-se mais fácil (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

palavras mentirosas. O desprezo de Faraó pelo Senhor é expresso em sua avaliação da origem da mensagem de Moisés (Andrews Study Bible).

10 Assim diz… Esta fórmula de linguagem utilizada pelos feitores no anúncio formal da vontade de Faraó é idêntica à formula da mensagem divina (v.1; 7:17, 26; 2 Rs. 1:4, 6, 11, 16; Is. 7:7; etc.) e destaca a auto-entendimento de Faraó como sendo Deus (Andrews Study Bible).

21 Espada. Note o contraste com o v. 3, referindo-se à espada de Deus. odiosos. A expressão idiomática para descrever o desagrado de Faraó pelos israelitas é unica (literalmente, “nosso cheiro a feder”), mesmo que outras passagens usem expressões similares (Gên. 34:30; 1 Sam. 13:4; 27:12; 2 Sam. 10:6; 16:21; etc.) (Andrews Study Bible).

22-23 Aparentemente Faraó venceu a primeira parte da disputa. O diálogo entre Deus e Moisés inclui 6:1 (as divisões de capítulo da Escritura não foram introduzidas até o 12º século A.D.) (Andrews Study Bible).



Êxodo 4 by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Há duas orações que o crente deve fazer.

A primeira é esta: “Salva-me, Senhor, a despeito de mim.” Esta oração é o cerne do evangelho. Não importa o quão bom ou ruim sejamos, todos nós somos pecadores, todos nós falhamos, e todos nós temos de ser salvos de nós mesmos.

A outra oração que os crentes precisam orar é esta: “Usa-me, Senhor, a despeito de mim.” Sempre dependeremos de Deus para tornar em bênçãos os nossos fracos esforços. Mas às vezes quando fazemos esta oração nós não nos comprometemos pessoal e queremos que Deus abençoe os nossos esforços de qualquer maneira.

Para que sejamos salvos por Deus não temos que fazer nada a não ser confessar que precisamos de um Salvador. Mas, para sermos usados por Deus para abençoar os outros, incluindo nossas próprias famílias, temos que estar dispostos a trabalhar juntamente com Deus. Temos que estar dispostos a esvaziar o lixo e distrações em nossas vidas e nos tornarmos recipientes vazios.

Deus não precisava de Moisés para realizar seus planos. E Ele não precisa de nós. Deus convida a todos para executarem a Sua vontade, mas Ele não depende de ninguém, assim como não precisava de Moisés. Todo líder deve estar atento ao perigo de perder sua vocação ao longo do caminho.

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/4
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 4
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2



Êxodo 4 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2015, 0:45
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Não há situação tão complicada que Deus não possa intervir providenciando solução; nem sofrimento tão intenso que Ele não possa agir com precisão!

Após duas desculpas vistas no capítulo anterior, neste capítulo Moisés continua a justificar sua indisposição perante o Senhor. Observamos estas desculpas/escusas/justificativas sintetizadas por Erwin W. Lutzer:

1. “Eu serei rejeitado”;
2. “Eu não tenho nenhum talento natural”;
3. “Eu não quero ir”.

É comum pensarmos que fazer o que Ele pede seremos derrotados, humilhados e ignorados quando ainda não aprendemos depender de Deus. Nossa grande ignorância nos faz julgar que Deus Se equivoca quando nos solicita algo, ou cremos ter confundiu o endereço.

“Manda outro” – Moisés falou a verdade após Deus combater suas quatro escusas. É normal darmos desculpas esfarrapadas quando temos medo de falar a verdade – até sermos desmascarados!

Deus revela-Se mestre em derrubar objeções/escusas humanas. Isso porque Ele não desiste de nós quando revelamos desinteresse nEle e em Seus planos, até mesmo ao dizermos diante dEle que não queremos fazer Sua vontade! Imagina se Deus não insistisse conosco?

A atitude de Moisés não era humildade. Ellen G. White observa que “estas escusas a princípio procederam da humildade e retraimento; mas depois que o Senhor prometera remover todas as dificuldades, e dar-lhe afinal o êxito, qualquer nova recusa e queixa a respeito de sua inaptidão, mostravam falta de confiança em Deus. Isto envolvia o receio de que Deus fosse incapaz de habilitá-lo para a grande obra […], ou de que houvesse Ele cometido um erro na escolha do homem”.

Contudo, Moisés rendeu-se. Antes, porém, de ir, Deus ainda corrigiria algo:

Outrora, Moisés cedera aos caprichos da esposa midianita; agora, quase morreu. Então, prontamente Zípora circuncidou o filho (vs. 24-25). Isso ensina-nos da impossibilidade de ser verdadeiramente alguém espiritual fora de casa sem antes ser espiritual na própria família. Portanto, antes de FAZER o que Deus quer, é necessário SER o que Ele quer.

Sintaticamente, Deus…

• …Lida pacientemente com a indiferença das pessoas (vs. 1-10);
• …Auxilia àqueles que não creem que quando Ele chama Ele capacita (vs. 11-14);
• …Embora infalível, age por meio de pessoas falíveis (vs. 14-17);
• …Instrui Seus instrumentos o quê falar e como fazer (vs. 18-31).

Para Deus não há obstáculos intransponíveis. Siga Suas instruções! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 4 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2015, 0:30
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1-9 Em resposta aos terceiro questionamento de Moisés, Deus apresenta três sinais com a intenção de autenticar o ministério de Moisés. Contudo, estes sinais sugerem que atrás do conflito entre Faraó e Israel existe um conflito espiritual (Andrews Study Bible).

2-3 bordão. Um bordão enquanto símbolo de autoridade e uma serpente estão intimamente associados com Faraó e seu poder (Andrews Study Bible).

6-7 lepra. O termo bíblico descreve uma doença de pele que não é, necessariamente, a mesma lepra como  conhecida hoje (Hanseníase). A imediata surpresa devida ao milagre surpreenderia a audiência, tendo em vista que a lepra  era uma doença de longa duração e geralmente associada com punição divina (Num. 12:10; 2 Reis 15:5) (Andrews Study Bible).

8-9 A transformação de água em sangue como sinal antecipa a primeira praga (7:14-24). No pensamento egípcio o Nilo e suas águas eram divinos e a fonte de toda a vida (Andrews Study Bible).

10-12  nunca fui eloqüente… sou pesado de boca e pesado de língua. Um bom exemplo da típica “exagerada humildade” oriental, especialmente quando se recebe uma missão importante (1 Sam. 9:21; 18:23; 24:14; 1 Tim. 1:15). A fala elaborada de Moisés pode ser encontrada em todo o Pentateuco (Andrews Study Bible).

13-17 A recusa ao final lembra a reação de Jonas que também provocou a ira de Deus. Contudo, ao invés de punição, outro sinal da graça divina é dado. Aarão já está a caminho para encontrar Moisés para apoiá-lo e encorajá-lo. A descrição da ira divina não tem nada em comum com a ira irracional humana, mas destaca a graça divina (como é visível na sobrevivência miraculosa de Jonas na barriga do peixe) (Andrews Study Bible).

21 endurecerei o seu coração. Ao longo de Êxodo, o endurecimento do coração de Faraó é expresso de três maneiras diferentes: 1) Faraó endureceu seu próprio coração 2) O coração de Faraó foi endurecido (impessoal) e 3) Deus endureceu o coração de Faraó. O contexto de toda a história deixa claro que Faraó teve livre escolha em tudo que ele fez (10:1-11). Seja o que for que “endurecimento” signifique, está claro que Deus não destrói o poder de Faraó decidir em suas ações (Andrews Study Bible). [Citações bíblicas omitidas]

Deus não tem prazer algum com o sofrimento e morte do ímpio. Pelo contrário, Ele deseja que todos se arrependam e sejam salvos (Ez 33:11; 1Tm 2:4; 2Pe 3:9); […] Mas, assim como o sol afeta a matéria de diferentes formas, de acordo com sua natureza – derrete a cera e endurece o barro – assim é a influência do Espírito Santo sobre o coração humano. Ele produz efeitos diferentes, de acordo com a condição do coração (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia).

24 numa estalagem. A tradução “estalagem” é incorreta. Não existiam estalagens no trajeto entre Midiã e o Egito. A palavra hebraica usada aqui tem o sentido de “um lugar para se passar a noite” (cf. Js 4:3; Is 10:29). É provável que o episódio tenha ocorrido próximo a um poço ou a uma fonte de água onde a família tinha parado para pernoitar (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia).

24 E o quis matar. Alguns imaginavam que Moisés teve uma experiência semelhante à de Jacó em Peniel (Gn 32:24-32). Outros sugerem que uma doença repentina e grave o acometeu, que ele e Zípora reconheceram como punição de Deus por não cumprir uma de Suas ordens. Na verdade, um anjo apareceu a Moisés e o ameaçou, como se tencionasse matá-lo (PP, 255, 256) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).

25 Cortou o prepúcio de seu filho.Moisés regressou ao Egito com seus dois filhos (Ver Êxodo 4:20). Evidentemente, Gérson o mais velho, tinha sido circuncidado de acordo com as instruções de Deus a Abraão (Gn 17:10-14). No caso de Eliézer, o filho mais novo, esse rito tinha sido negligenciado (PP, 256). Por não crer na necessidade da circuncisão, Zípora tinha resistido à intenção de seu marido de circuncidar Eliézer no tempo indicado. A aparição do anjo tornou clara que sua oposição são desculpava Moisés de [não] realizar o rito. Agora que a vida do marido estava em perigo, ela achou necessário realizar a operação por si mesma.

esposo sanguinário. Estas palavras são uma clara expressão de reprovação. Elas mostram que Zípora realizou o rito com relutância, não como um desejo de obedecer a Deus, mas como necessidade, para salvar a vida do marido. Deve ter criticado Moisés por derramar sangue de seus filhos para cumprir com um costume étnico que ela considerava bárbaro (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 1).

24-26 Este enigmático encontro com o Senhor destaca duas questões importantes: a circuncisão é o sinal da aliança de Deus com Israel (17:10) e sua prática precisa ser iniciada na casa de um líder.Aparentemente, Moisés não circuncidou seus filhos em Midiã. A ação decisiva de Zípora salvou a vida dos membros de sua família. Assim como a marcação das ombreiras das portas com sangue durante o ritual da Páscoa [passover], marcou o ponto alto do Êxodo, a sangrenta circuncisão marcou o seu início (Andrews Study Bible).

26 O Senhor o deixou. Deus aceitou o ato tardio de Zípora e restaurou Moisés  (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 1).

31 creu. Palavra chave que descreve a resposta de fé aos sinais e promessas divinos (Gên. 15:6). inclinaram-se e O adoraram. O movimento corporal expressa atitude. Curvar-se sempre envolve “adoração” (Êx. 12:27; Gên. 24:26; 2 Cr. 7:3; 29:20; Neem. 8:6). O tema da adoração e serviço é central em Êx. 5-12 (Andrews Study Bible).



Êxodo 3 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2015, 13:03
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Neste capítulo Moisés está beirando 80 anos. Dos quais, metade viveu no Egito e a outra metade nos desertos midianitas, cuidando do rebanho do sogro. Nesse contexto, aparece Deus para fazer uma revolução na vida pacata desse acomodado cidadão.

Você sabia que Deus dá chance a quem não tem nenhuma? E que, Ele dá oportunidade de fazer algo grande para quem não vê nenhuma possibilidade de fazer mais nada?

Deus tem uma missão. Ele poderia fazê-la sozinho, mas prefere daroportunidade aos humanos objetivando transformá-los, e, revelar-Se através deles. Deus quer tornar-Se conhecido. Teologia é o estudo sobre Deus, do qual todos nós deveríamos ser eternos alunos. Infelizmente muitos fogem destas aulas!

Contudo, para chamar nossa atenção Deus usa coisas simples como uma sarça ardente!

Diante da possibilidade de agir com poder em nome de Deus, Moisés revela a verdadeira fraqueza e insignificância humana. Comentando sobre esse relato Erwin W. Lutzer observa que “a boca fala do que existe em abundância no coração” e, então, lista as desculpas de Moisés:

1. Não sou adequado. Sou um zé-ninguém – longe dos planos de Deus não sabemos quem somos (vs. 11-12);
2. Não sei o suficiente – afastado de Deus temos medo até de não saber responder perguntas que nem sabemos se existirão (vs. 13-14).

No capítulo 4 veremos mais objeções de Moisés. O que importa agora é conhecer a maneira de Deus lidar com pessoas resistentes ao Seu chamado. “Êxodo 3 e 4 é um relato teológico denso. Praticamente cada versículo revela tanto a natureza do Deus descrito [na Bíblia] quanto o papel da raça humana nos planos divinos de erradicar o mal e cumprir as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó” (Paul R. House).

1. Deus diz: “Certamente eu serei contigo”. Isso basta! A presença de Deus em nossa vida faz toda a diferença diante de quaisquer desafios.
2. Deus diz: “EU SOU O QUE SOU”, e assim deves dizer: “EU SOU me enviou a vós”. Saber quem é Deus destrói nossa descrença.

Está claro que a questão não é quem somos, mas Quem está conosco ao permitirmos ser Seus instrumentos na execução de Sua missão.

Encontre-se com Deus e verás que tua vida não será a mesma! Deixe Deus revolucionar tua vida! – Heber Toth Armí.



Êxodo 3 by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Você pode reagir de duas maneiras a uma experiência no deserto: ela pode ou destruir ou refinar você.
No Capítulo 2, Moisés era um confiante príncipe herdeiro de 40 anos de idade, que tinha o “melhor” da vida pela frente. Agora, em Êxodo 3, Moisés é um homem manso de 80 anos de idade, no meio do nada, fazendo um trabalho que nenhum egípcio orgulhoso teria feito: cuidar de ovelhas. E elas nem mesmo são as suas ovelhas, eles são ovelhas do pai de sua esposa. Um genro perdedor, que nem consegue encontrar trabalho por conta própria!

Com Moisés agora em uma condição onde ele pode ser usado, o Senhor o encontra no monte Sinai na forma misteriosa de um anjo. A tradução literal de “o anjo do Senhor” é realmente “o anjo que é o Senhor.” Isso significa que Yahweh é um anjo? Não. Deus é onipresente e não se limita a qualquer espaço físico. Isso é uma coisa boa, nós não queremos um Deus que esteja limitado a um espaço. Nós queremos um Deus que esteja em toda parte.

Quais são as coisas que, em seu coração, você sabe que o estão impedindo de ser plenamente usado por Deus? Com que base os outros têm dito isto a você (não a sua própria intuição)? O que você acha que Deus pode estar preparando você para fazer?

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/3
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 3
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2



Êxodo 3 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2015, 0:30
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1 De acordo com o discurso de Estêvão, Moisés tinha passado 40 anos como pastor de ovelhas, antes desta vocação (At 7.30). Já tinha passado 40 anos no Egito, recebendo elevada cultura, e agora, após 40 anos de vida no campo, estava preparado para ser guia, pastor, profeta e legislador do seu povo (Biblia Shedd).

Deserto. Uma área não cultivada, mas capaz de manter pastagem. De acordo com 34.3 e Nm 10.11, o deserto do Sinai sustentou os rebanhos de Israel por um ano. monte de Deus. Essas palavras descrevem a montanha como um santuário, uma designação que antecipa o cap. 19. (Biblia de Genebra).

Horebe. Literalmente, “lugar seco”, é também descrita como a “montanha de Deus.” Aparece também em 17:6 e 33:6. Em outros contextos a montanha é chamada Sinai (19:1, 18, 20, 23; 24:16). Ambos os nomes podem ser associados à mesma cadeia montanhosa (Andrews Study Bible).

2 Anjo do SENHOR. Esta frase já é conhecida de Gên. 16 e 22. O contexto sugere que se refira aos nomes de Deus (vs. 4-6,11-16) e do Senhor (vs. 2, 4, 7, 15-16, 18), usados intercambiadamente (Andrews Study Bible).

fogo. O fogo é um frequente símbolo bíblico para a presença de Deus (13.21; 19.18; 1Rs 18.24,38); exprime, particularmente, a santidade consumidora de Deus (Hb 12.29) (Biblia de Genebra).

não se consumia. Luz e calor sem destruição. Moisés podia, através desse milagre, compreender a natureza da comunhão com Deus (Biblia Shedd).

5 Tire as sandálias. Sacerdotes sempre entravam descalços nos templos para manter pureza e expressar humildade e respeito (Jos. 5.15). A santidade divina é um tema muito importante em Êxodo (Andrews Study Bible).

santa. O local foi santificado pela presença de Deus. Ver 19.23; 24.2. A questão de como deve alguém aproximar-se de Deus é crucial em Êxodo. Essa questão foi resolvida no simbolismo do tabernáculo (Biblia de Genebra).

Moisés teve de tirar suas sandálias, pois o local onde estava pisando era terra santa. No evangelho vemos Deus fazendo com que o crente seja santo. Agora, seus pés estão calçados com o evangelho da paz (Ef 6.15), de modo que ele pode levar a mensagem de salvação àqueles que estão em terra profana (Biblia NVI Evangelismo em Ação).

6 Eu sou. Prefigura a subsequente autorevelação de Deus (v. 14). Por ora, Ele é o “Deus de seu pai” (Andrews Study Bible).

7-10 Esta passagem contem a razão para o aparecimento divino. Note os sete verbos descrevendo a percepção e ação divinas, incluindo ver, ouvir, preocupar-se, etc. Porque Deus escutou o choro de Israel, Ele enviou Moisés (Andrews Study Bible).

8 Desci. Ainda que Deus esteja presente em todo o lugar, em alguns encontros com certos homens, como nesta ocasião, Deus se manifesta de modo especial (Biblia Shedd).

cananeu. Povo habitante das terras costeiras siro-palestinas. heteu. Cf. Gn 10.15 amorreu. O Antigo Testamento usa este termo de forma vaga, às vezes se referindo aos habitantes pagãos da Palestina em geral (15.16; Js 10.5) e, às vezes, ao povo palestino das regiões montanhosas (Nm 13.29), cf. Gn 10.6. ferezeu. Talvez os aldeões que estavam localizados na Palestina central (Js 17.15). heveu. Os heveus viviam no Líbano e na Síria (Js 11.3; Jz 3.3) e também na área de Siquém e Gibeão (Gn 34.2; Js 9.1,7), cf Gn 10.17. jebuseu. Os ocupantes originais de Jerusalém [Jebus], posteriormente deslocados dali por Davi (Gn 10.16; 2Sm 5.6-9) (Biblia de Genebra).

10 Eu te enviarei. Nota-se que quando Deus se compadece dos aflitos, e promete sua intervenção, é o próprio homem que recebe uma comissão sobrenatural para ser o instrumento nas mãos divinas (Biblia Shedd).

Faraó. Provavelmente Tutmés III (1504 – 1450 a.C.) (Biblia de Genebra).

11 Quem sou eu? Moisés se sentia incapaz para a tarefa, tal como sucedeu a Giseão (Jz 6.15) e a Jeremias (Jr 1.6) (Biblia de Genebra).

O ser humano sempre deve reconhecer sua impossibilidade de fazer as obras de Deus. Mas Moisés está levantando a primeira de uma série de objeções (Biblia Shedd).

12 Eu serei contigo. A promessa da presença real de Deus é a resposta total à fraqueza humana (compare a missão e a promessa descritas em Mt 28.18-20) (Biblia Shedd).

sinal. O chamado de Deus seria confirmado por Sua ação futura. Deus estaria com Moisés para que voltasse àquela mesma montanha para adorar (Biblia de Genebra).

13 Qual é o Seu nome?Moisés previu uma pergunta que seria feita pelo povo de Israel, e que também era a pergunta dele. Moisés já buscava a auto-revelação de Deus. Se o livramento divino tivesse de ser plenamente apreciado e garantido, aquEle que seria adorado naquele monta teria de ser conhecido (33.12). Um nome pessoal não era apenas uma maneira de tratamento, mas uma descrição do caráter e da personalidade de Deus (Sl 9.10, cf 1Sm 25.25) (Biblia de Genebra).

14 Eu sou. Este verbo, numa forma que produz o passado, o presente e o futuro ao mesmo tempo, dá o nome transliterado Jeová (Yahweh[YHWH]), que indica a natureza eterna e imutável de Deus (Biblia Shedd).

EU SOU O QUE SOU. O Senhor não pode ser definido ou determinado a não ser por Si mesmo. Na qualidade de auto-existente, as Suas promessas são firmes; ele se revelaria em Seus atos de salvação (Biblia de Genebra).

15 O SENHOR.   Hebraico: YHWH. O termo assemelha-se à expressão Eu sou em hebraico (Biblia NVI).

Quando os nomes SENHOR e DEUS se escrevem em letra maiúscula, é uma tradução da palavra hebraica Yahweh, que vem do verbo “ser”, e mostra que Deus é eterno e imutável (Biblia Shedd).

assim serei lembrado de geração em geração. Javé [ou Jeová, ou Yahweh, ou YHWH], o nome divino particularmente associado com o relacionamento entre Deus e Israel segundo a aliança, dali por diante deveria ser usado na adoração. As versões na língua portuguesa do Antigo Testamento geralmente traduzem esse nome como “o SENHOR”, seguindo a prática do Novo Testamento, bem como a prática dos judeus durante o período intertestamentário. Os judeus consideravam esse nome sagrado demais para ser pronunciado e, quando liam a Bíblia, substituíam-no por outro, ‘adonay (“meu Senhor”). No hebraico, os sinais vocálicos da palavra ’adonay foram juntados às consoantes do nome hebraico YHWH, para torná-las pronunciáveis, e essa forma híbrida foi traduzida por “Jehovah”, por William Tyndale em sua tradução inglesa (1530 d.C) do Novo Testamento. Ali, “SENHOR” (Javé) é aplicado a Jesus (Rm 10.13, citando Jl 2.32) (Biblia de Genebra).

16 anciãos. Lit. “os barbados”. Esses são os cabeças de famílias que representariam Israel. Eles se reuniram para ouvir a respeito da fidelidade de Deus (4.30-31) (Biblia de Genebra).

17 leite e mel. A usual descrição bíblica da terra de Canaã (Biblia de Genebra).

18 caminho de três dias. Talvez uma expressão para indicar um breve período de tempo (Biblia de Genebra).

19 Eu sei. Deus sempre quer oferecer a oportunidade para o arrependimento e a obediência, mas sabe quão duro é o coração do homem: assim também Jesus nos conhece (cf Jo 2.24-25) (Biblia Shedd).

mão poderosa. Juntamente com a “mão estendida”, esta frase aparece repetidamente na história do êxodo (6:6; 32:11; Deut. 4:34; 5:15; 7:19; 26:8) e ecoa terminologia egípcia indicando conquista. Geralmente, era apenas Faraó quem conquistava assim. Contudo, desde que o conflito entre Deus e Faraó é descrito em termos de uma batalha espiritual, é o Senhor quem tirará Israel do Egito com mão forte e braço estendido (Andrews Study Bible).

20 prodígios. Esta menção de feitos extraordinários antecipa as pragas (7.14-12.30) (Biblia de Genebra).

21 não será de mãos vazias. Conforme tinha prometido (Gn 15.14), Deus providenciaria para que seus anos de servidão fossem recompensados (Biblia de Genebra).

22 despojareis. Novamente uma terminologia de guerra destaca o tema do grande conflito (Andrews Study Bible).



Êxodo 2 by Jeferson Quimelli
1 de setembro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Joquebede conseguiu esconder seu bebê por três meses. Percebendo que já não podia mais mantê-lo de forma segura, ela preparou um pequeno cesto, impermeabilizando-o por meio de barro e betume. Em seguida, colocou o bebê dentro do cesto e o colocou entre os juncos à beira do rio. Anjos dirigiram para lá a filha de Faraó e sua curiosidade foi despertada por aquela pequena cesta. Quando ela olhou dentro da cesta e viu a bonita criança, ela soube naquele momento que este era um bebê hebreu. As lágrimas do bebê despertaram sua compaixão e simpatizou-se com a mãe desconhecida que havia recorrido a isto para preservar a vida de seu pequeno precioso. Ela determinou que o bebê deveria ser salvo; ela iria adotá-lo como seu.

A irmã mais nova que observava apressou-se em trazer sua mãe para junto da filha de Faraó. “Leva este menino e cria-me”, disse a princesa, “e eu vou te pagar.” Foi com profunda gratidão que a mãe começou a sua agora segura e feliz tarefa. Ela fielmente aproveitou sua oportunidade de educar Moisés para Deus. Ela o manteve consigo enquanto pôde, mas foi obrigada a desistir dele quando ele tinha cerca de 12 anos de idade.

Que longo alcance foram os resultados da influência daquela mulher hebraica, exilada e escrava! Não há outro trabalho que pode se igualar a este.

Jack Blanco
autor de The Clear Word
Com insights de Patriarcas e Profetas, pp. 242-244.

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/2
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Êxodo 2
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 2