Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 16 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

1 Sim. O deserto que se estende até o sul da península (Bíblia Shedd).

2 congregação. A palavra é usada quase no sentido de “Igreja”. Realmente, o sentido é o da coletividade dos que foram chamados a sair da vida mundana ou do paganismo para se tornarem povo de Deus (Bíblia Shedd).

3 panelas de carne. A terceira grande murmuração era causada pela fome. A pessoa ingrata sempre sonha com outras condições longínquas, nunca quer enfrentar o presente (Rm 1.21) (Bíblia Shedd).

5 O texto aponta para a importância e santidade do sábado do sétimo dia, antes do Sinai (Ver Gen. 2:2-3) (Andrews Study Bible).

6 Israel precisa aprender que foi o Senhor que os tirou do Egito. Em boa parte da jornada a presença ou intenções de Deus são questionadas pelos israelitas (Andrews Study Bible).

7 quem somos nós. Uma tentativa para mostrar ao povo quem é a real autoridade e liderança. Novamente a liderança de Deus é colocada em questão (Andrews Study Bible).

13 O texto menciona apenas brevemente as codornizes e então foca predominante o maná, que marca a duradoura presença divina através da experiência no deserto. Este tema é retomado por Jesus no NT (Jo. 6:30-58) (Andrews Study Bible).

15 Que é isso? Em hebraico, a pergunta tem a forma semelhante à palavra Maná, que é o nome então dado a este “Pão do Céu” (16.4) (Bíblia Shedd).

16 um gômer. Em torno de 2,2 litros (Andrews Study Bible).

É uma tigela que equivale à medida de dois litros. Cad um encheu sua tigela e alguns acharam mais (18) (Bíblia Shedd).

18 Medindo-o. Paulo cita este fato como um exemplo de justiça e fraternidade que deve existir entre os crentes (2 Co 8.15). A hora do aperto não é hora de ambições, de competições e de gula (Bíblia Shedd).

20 Não deram ouvidos. Mesmo na hora milagrosa, não há muita obediência à Palavra de Deus (16.4) (Bíblia Shedd).

22 Em dobro. Se é Deus que ordenou um descanso religioso para todos no sétimo dia, é Ele mesmo que protege Seu povo contra as conseqüências de ficar sem a colheita de maná (16.5 e 22) (Bíblia Shedd).

22-30 O sábado é o ponto alto da história do maná. É uma experiência de aprendizagem prática para o povo. Eles estão aprendendo no dia de descanso a confiar em Deus para o cuidado diário. Deus requer confiança explícita. Para mais sobre o sábado como dia de descanso, ver Ex. 20.8-11 (Andrews Study Bible).

27 Saíram alguns. A dúvida, a desobediência e a curiosidade vãs são as forças que dirigem aqueles que ainda não aprenderam a ser dirigidos pela Palavra de Deus, 28-30 (Bíblia Shedd).

27-28 Aqui há evidência de que os israelitas tinham entendimento dos detalhes dos Dez Mandamentos, particularmente sobre o sábado, antes deles terem sido formalmente dados no Monte Sinai. Para mais sobre a Lei, ver Ex. 20:1-17 (Andrews Study Bible).

31 Casa de Israel. Um dos nomes usados para descrever Israel como sendo uma família única, de linhagem real; o profeta Ezequiel usa mais deste nome (Bíblia Shedd).

Veja Num. 11:6-8 e Sal. 78:24-25 para outras descrições do milagre do maná (Andrews Study Bible).

33 Diante do Senhor. Num lugar santificado, mudando-se logo depois para a arca da aliança (25.10-16). Logo que fizeram a Arca e o Testemunho (as duas tábuas da Lei), foi que Arão colocou a tigela selada que preservava o maná, v. 34 (Bíblia Shedd).

33-36 Note a importância da experiência do maná na formação do conceito israelita de Deus. O maná deveria ser mantido diante do SENHOR no tabernáculo como uma viva lembrança da liderança divina passada (Andrews Study Bible).



Êxodo 15 by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Quando Deus liberta e nos leva de uma situação de morte certa para a vida com Ele, há alegria. As pessoas não podem deixar de cantar e festejar alegremente após Deus intervir milagrosamente.

Aqui temos a primeira canção registrada nas Escrituras, escrita após a libertação do povo de Deus do poderio dos exércitos egípcios no Mar Vermelho. Dividido em três estrofes, o Cântico de Moisés começa, em cada uma delas, com louvor ao Senhor e termina com as ações pelas quais o Senhor deve ser louvado.

O Senhor é louvado porque Ele é a nossa salvação. Seu nome tem poder, e por este poder os exércitos do Faraó não existem mais. Embora as forças do mal possam planejar a nossa destruição, a mão direita de Deus derruba o inimigo, puxando-nos para a segurança.

Este ato redentor de Deus no passado nos dá a certeza de que não temos nada a temer no futuro. A última estrofe enfoca os futuros inimigos que serão enfrentados na conquista, “pelo poder do teu braço ficam paralisados como pedra.” (v. 16 NVI).

Quando nos deparamos com certas impossibilidades, quando estamos encurralados na vida e não sabemos para onde ir, podemos encontrar segurança no “Cântico de Moisés”, que comemora a libertação do povo de Deus. Através dos eventos onde Deus interveio em nossas vidas, temos a certeza de que Ele nos plantará para sempre no lugar de Sua habitação (vv. 17, 18 NVI).

Esta grande esperança do fim de todos os problemas será a música de todos aqueles que estarão com Jesus no céu, na libertação do último dia quando estivermos junto ao “mar de vidro” (Ap 15:3).

Michael Hasel
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/15 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/15/
Tradução: JAQ
Texto bíblico: Êxodo 15
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 6-7



Êxodo 15 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.

É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.

Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.

Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:

• Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);
• Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);
• Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);
• Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);
• Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).

Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.

Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).

Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).

1. Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;
2. Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.

Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí.



Êxodo 15 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

1-18 Esta canção serve como ligação entre a experiência do êxodo e a jornada no deserto. É um dos mais antigos exemplos de poesia hebraica e pode ser dividida em três seções (vs. 1b-6, 7-11, 12-17). Cada seção contém versos que testemunham o livramento do Senhor (vs. 1b-3, 7-8, 12-13), então versões de narrativa e co,aração (vs. 4-5, 9-10, 14-16a). Cada seção contém um verso que louva diretamente a Deus (vs. 6, 11, 16b-17). Adoração e serviço estão no centro da experiência do êxodo (Andrews Study Bible).

O tema desta canção celebra a intervenção divina na derrota daqueles que perseguiam o Seu povo (Bíblia Shedd).

7 derribas. A suprema excelência de Deus se revela quando, em Cristo Jesus, derriba as obras de Satanás, o reino do maligno, e anula o efeito do pecado na vida humana (Bíblia Shedd).

10 sopraste. Ex. 14.21 nos mostra que as águas do mar foram afastadas por um forte vento (Bíblia Shedd).

11 entre os deuses. Não que Moisés pensasse que existiam outros deuses, mas sabia que as superstições do povo do Egito, com respeito aos ídolos, eram grandes, e que os israelitas tinham passado quatro séculos nesse ambiente ( cf Sl 135.15-18). Santidade. É justamente isto que faltava na idéia que os pagãos fizeram da natureza de Deus. Esta é a característica especial de Deus e é isto que se exige dos crentes (Hb 12.14) (Bíblia Shedd).

12 a terra os tragou. Utilizado em sentido poético ao descrever a água cobrindo o exército e o cobrindo da vista. Enquanto parte da terceira seção, que olha para o futuro, pode estar apontando para a morte daquelas pessoas que se oporão aos filhos de Israel em sua jornada a Canaã (Andrews Study Bible).

14 agonias apoderaram-se dos moradores da Filístia. O povo que, justamente na época do Êxodo, estava chegando à costa da Palestina, os filisteus, juntamente com Edom e Moabe, os vizinhos daquela Terra Prometida, e os cananitas que ali habitavam, logo teriam que desocupar o lugar para a habitação do povo de Deus. A fama do Êxodo logo se espalhou (Bíblia Shedd).

17 plantarás. O símbolo do povo de Deus era uma videira plantada e cultivada por Ele (Sl 80.8), que cresceu até sua plenitude na pessoa de Jesus Cristo (Jô 15.1). aparelhaste. Fazia séculos que o povo de Israel era herdeiro da promessa de “uma terra que mana leite e mel” (3.8; 13.5; Gn 13.14-16) (Bíblia Shedd).

20-21 A canção de Miriã serve como um coro ou ponte que poderia ser repetida entre as seções (Andrews Study Bible).

20 Miriã é a irmã deMoisés e uma das quatro mulheres que recebeu o título de profetisa no VT. A outras são: Débora (Jz. 4:4), Ulda (2 Rs. 22:14) e Noadia (Neem. 6:14) (Andrews Study Bible).

22 Sur. A parte da península do Sinai que fica próxima do Egito (Bíblia Shedd).

25 clamou. O recurso de Moisés quando tudo ia mal era saber recorrer à Fonte de Bênçãos, o Deus Onipotente. Árvore [que tornou as águas potáveis]. Há arvores no Peru que têm esta qualidade, mas nenhum dos moradores das regiões do Sinai conhece algo semelhante; era necessário haver uma revelação divina em resposta à oração de Moisés. Vê-se aqui uma ilustração do madeiro, a Cruz de Cristo que pode resgatar do julgamento mais amargo (Bíblia Shedd).

provou. O verbo hebraico pode também significar “treinou” (Andrews Study Bible).

25b-26 Deus estabelece os princípios guia de Seu relacionamento entre Ele e Israel. Saúde é uma das principais preocupações nas leis do Pentateuco. Na fronteira de Canaã uma promessa similar é repetida (Deut. 32:1-4) (Andrews Study Bible).

27 Então. Os que viajam para o sul de Sinai descobrem este Oásis, depois de um dia de viagem a camelo além de Mara (Bíblia Shedd).



Êxodo 14 by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Toda a vida de fé dos israelitas foi centrada em sua libertação no Mar Vermelho, quando o Senhor os resgatou da escravidão com “mão poderosa e braço forte“. A Escritura sempre volta a este momento.

“Ou que deus decidiu tirar uma nação do meio de outra para lhe pertencer, com provas, sinais, maravilhas e lutas, com mão poderosa e braço forte, e com feitos temíveis e grandiosos, conforme tudo o que o Senhor fez por vocês no Egito, como vocês viram com os seus próprios olhos?” (Dt 4:34 NVI).

“Mas o Senhor, que os tirou do Egito com grande poder e com braço forte, é quem vocês adorarão. Diante dele vocês se inclinarão e lhe oferecerão sacrifícios.” (2 Reis 17:36 NVI).

Um exemplo muito pessoal de recontar o êxodo pode ser encontrada no Salmo 77, onde um líder de louvor chamado Asafe estava se sentindo desanimado:
“Clamo a Deus por socorro”, ele escreveu. “Quando estou angustiado, busco o Senhor; de noite estendo as mãos sem cessar; a minha alma está inconsolável! … Então pensei: … Recordarei os feitos do Senhor; recordarei os teus antigos milagres. Meditarei em todas as tuas obras e considerarei todos os teus feitos. …As águas te viram, ó Deus, as águas te viram e se contorceram; até os abismos estremeceram. … A tua vereda passou pelo mar, o teu caminho pelas águas poderosas, e ninguém viu as tuas pegadas.” (Sl 77: 1-2, 10-12, 16, 19 NVI).

Se os israelitas sempre retornaram para o seu êxodo do Egito, para qual êxodo devemos nós, enquanto cristãos voltar?* Como pode louvor a Deus pelo que Ele tem feito no passado fazer a diferença em nossas vidas hoje? (Ver 2 Crônicas 20 para um exemplo surpreendente do poder do louvor.)

[*Você não quer compartilhar, em poucas palavras, sua opinião ou a história de seu êxodo pessoal, como Deus lhe libertou?]

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/14 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/14/
Tradução: JAQ
Texto bíblico: Êxodo 14
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 6-7



Êxodo 14 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Há neste texto estupendas orientações espirituais. Este capítulo “é uma das passagens mais emocionantes da Bíblia”, destaca William MacDonald.

Acompanhe este emocionante relato; antes, porém, observe estes pontos propostos por Eugene H. Merril:

1. Mais uma vez Deus endureceu o coração do faraó, de modo que, pela sua derrota, o Egito soubesse que Javé é Deus (vs. 1-18);
2. Através de uma noite inteira de angústia, a presença do Senhor guardou Israel dos exércitos do Egito (vs. 19-20);
3. Então Javé, no ato redentor mais maravilhoso do AT, abriu o mar para que Seu povo passasse com segurança, enquanto seus inimigos pereciam (vs. 21-31).

Esta passagem fala dos limites humanos que dão oportunidade de Deus revelar Seu ilimitado poder (vs. 1-4). Demonstra que embora inimigos de Deus alcancem Seu povo que o medo pareça estrangular a fé, demonstrar confiança nas ordenanças de Deus possível a vitória que parecia impossível (vs. 5-14).

Um homem de fé faz toda a diferença em uma nação desnorteada, aflita e desesperada. A voz de Moisés ecoando imperativamente apelando ao povo que “marche” frente ao mar deve motivar-nos a entregar-nos a Deus como instrumento Seus a fim de ver milagres acontecerem: O mar se abriu em dois para dois milhões de pessoas passarem (vs. 15-22).

A tentativa frustrada dos egípcios deve gravar em nosso coração e razão que é loucura/idiotice batalhar contra Deus mesmo que tenhamos à nossa disposição o melhor, mais bem preparado e equipado exército do mundo. Quando Deus entra em cena e faz justiça, a salvação do povo de Deus está na destruição de Seus inimigos (vs. 23-31).

Compartilho mais: Em minha Bíblia anotei frases de um sermão que ouvi deste capítulo:

• A fé é o medo de joelho clamando a Deus por ajuda (vs. 9-10);
• O problema do ponto-de-vista humano foi a solução oportuna para Deus revelar Seu poder (vs. 11-12);
• Deus não ajuda a quem se ajuda, Ele ajuda a quem não pode se ajudar (vs. 13-14);
• Nossos extremos são as oportunidades de Deus (vs. 15-16).

Erwin Lutzer enfatiza que…

• Deus nos conduz a lugares de aperto;
• Em cada lugar apertado Deus provê uma forma de escape;
• Nossos lugares apertados devem tornar-se os lugares apertados de Deus.

Sendo Deus poderoso, que impede reavivar-nos? – Heber Toth Armí.



Êxodo 14 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

1-4 Um reflexo do plano da salvação, o livramento do Mar Vermelho não foi um pensamento posterior de Deus, mas foi iniciado por Ele. Andrews Study Bible.

2 As cidades aqui mencionadas até hoje não foram localizadas com certeza, mas parecem se tratar de pontos um pouco ao norte dos limites atuais do Mar Vermelho. Bíblia Shedd.

4 serei glorificado. Sl 76.10 nos ensina que até a ira dos homens há de glorificar a Deus. Isto quer dizer que nem as piores circunstâncias terrestres (Tg 1.20) podem ofuscar a glória de Deus, mas, sim, até mesmo constribuir para ela, juntamente com o resto do universo (Sl 19.1). Bíblia Shedd.

Que é isto que fizemos? Isto [o ataque aos israelitas] não foi uma decisão arbitrária somente do faraó. Ele teve amplo apoio de seu exército que também queria vingança. Andrews Study Bible.

10-11 temeram …. disseram.  A primeira reação (ficar aterrorizado) é natural; a segunda (reclamar) estabeleceu um padrão para as crises posteriores (15:24; 16:2; 17:3). Andrews Study Bible.

11 Por que nos trataste assim, fazendo-nos sair do Egito? A primeira de uma longa série de queixas e lamúrias que Moisés precisou enfrentar por quarenta anos. O libertador de um povo com espírito de escravidão, tem uma tarefa das mais difíceis. Vê-se que quem escravizava o povo não era só o Faraó, mas também a própria mente mesquinha que achava melhor viver como boi ou cavalo, apenas com a comida garantida. Bíblia Shedd.

13 aquietai-vos e vede. Aqui está a importantíssima doutrina da fé. O povo, tendo finalmente obedecido à chamada de Deus para sair da escravidão e tão somente servi-Lo, se viu numa situação humanamente impossível, por ter seguido às instruções do servo de Deus. Então veio a hora de parar de debater, de se preocupar, e começar a possuir esta fé dinâmica que, embora pareça ser “apenas ficar quieto”, é, na verdade, o canal pelo qual a plenitude do poder intervém. É um exemplo da fé salvadora, que aceita a obra de Cristo e não se apóia na força humana. Bíblia Shedd.

15 clamas. Devemos entender aqui que Moisés estivera orando. Bíblia de Genebra.

18 saberão. Apesar do peso das pragas e punições, é melhor reconhecer a Deus aqui na terra, do que ser forçado a reconhecê-Lo no dia do julgamento. Daí se compreende que os milagres do Êxodo deram uma oportunidade para a salvação dos egípcios. Bíblia Shedd.

19 Anjo … nuvem. O Anjo do Senhor é identificado com a própria presença de Deus na nuvem (23.20-22). Bíblia de Genebra.

19-31 O Anjo do Senhor, a nuvem, e o próprio Deus são utilizados intercambiadamente besta seção. Andrews Study Bible.

21-22 As imagens utilizadas aqui e amplificadas no cap. 15 são as da criação. Deus está re-criando um povo. Assim como o Espírito de Deus pairava sobre as águas (Gn 1:2), Moisés manteve seu bastão sobre o mar. Deus então separou a água na criação assim como separou o mar, fazendo nos dois casos aparecer a terra seca (Gn 1:9). Andrews Study Bible.

21 vento oriental. Deus envia o vento para realizar os seus propósitos, mas um poder sobrenatural maior do que isso foi necessário para manter a água de cada lado da rota de escape para, em seguida, devolver a água com força suficiente para destruir o exército de Faraó. Bíblia de Genebra.

24-25 Na vigília da manhã. A última vigília estaria entre 2 às 6h da manhã. O grande aparato do exército egípcio, em especial seus carros de guerra, encontram seu maior obstáculo ao entrarem em batalha com o Deus vivo. Mesmo os egípcios tinham de conhecer Deus. Andrews Study Bible.

26-28 Note a criação em reverso, ecoando o caos de Gn 1:2. A terra seca desaparece quando o mar retorna, afogando os egípcios. Andrews Study Bible.

30 Israel viu os egípcios. Os que estavam sempre perante os israelitas como perseguidores temíveis, agora não passavam de cadáveres. Também o crente, pela fé, deve encarar os problemas da vida, já vencidos por Cristo. Bíblia Shedd.

30-31 Deus escolhe fortalecer a liderança de Moisés ao trabalhar através dele e não agir sozinho. Estes são versos chaves. É somente aqui que o povo finalmente deixa a influência egípcia e se torna livre. Eles foram testemunhas de seu livramento dramático iniciado e completado por Deus. Andrews Study Bible.

31 temeu  confiou no Senhor e em Moisés, seu servo. Infelizmente esta confiança dependia da prosperidade dramática visível, enquanto Moisés, o herói da fé, vivia como “quem vê aquele que é invisível” (Hb 11.27). Bíblia Shedd.

Nesse ponto, Israel é uma comunidade que professa fé. Mais tarde, no deserto, eles apostatarão e ficarão sujeitos à ira de Deus (Nm 14; Sl 95). A igreja, como uma comunidade que professa fé, deve evitar esse exemplo. Bíblia de Genebra.

 



Êxodo 13 by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

A nuvem misteriosa (Êx. 13:21) significando a presença de Deus continua a aparecer por toda a Escritura. Em Levítico vemos que essa nuvem permanece não só sobre o tabernáculo recém construído, mas também dentro dele (Lv 16:2). Em Números 9:15 essa nuvem que permaneceu “desde o entardecer até o amanhecer … por cima do tabernáculo”  (NVI) está também associada com as nuvens com as quais aquEle “semelhante a um filho do homem” (NVI), se aproxima do Ancião de Daniel 7:9, 13.

Em Marcos 14:62, Jesus de Nazaré está diante do sumo sacerdote, Caifás, e lhe diz: “vereis o Filho do Homem assentado à direita do Poderoso vindo sobre as nuvens do céu” (NVI). Caifás sabia exatamente o que Jesus estava dizendo: Ele estava se igualando com Yahweh [YHWH], que conduziu Israel através do deserto através da “coluna de nuvem” (v. 21). Neste momento, Caifás fez algo que o sumo sacerdote nunca deveria fazer (veja Lv. 21:10): rasgou as suas roupas. Ao fazer isso, ele anulou efetivamente o sacerdócio, dando lugar ao novo Sumo Sacerdote que estava diante dele.

Este mesmo Sumo Sacerdote voltará um dia à terra: “Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá, até mesmo aqueles que O traspassaram…” (Ap 1:7 NVI).

Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/13 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/13/
Tradução: JAQ
Texto bíblico: Êxodo 13
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 3-5
Leituras da próxima semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 6-7



Êxodo 13 – Comentário pr Heber by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Como mudar a história de uma nação que não vê possibilidade alguma de melhoras? Como mudar o rumo da nação escrava da maior potência mundial? Como inspirar esperança em corações empedernidos pelo desespero e sofrimento? Como migrar da situação deprimente à libertação?

Dica: Concentre-se no que o Deus libertador revela nas páginas sagradas da Bíblia.

O que significa “êxodo”? Você ouviu falar de “êxodo rural”? O dicionário diz: “Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para áreas rurais, ou de áreas rurais para áreas urbanas”.

Portanto, êxodo denota “emigração”, “saída”, “retirada”. O Dicionário Bíblico Adventista conecta êxodo “à partida ou viagem dos israelitas do Egito depois de haver habitado nesse país por mais de 2 séculos e ter sido escravos por algum tempo. Esta migração foi realizada sob a direção de Moisés e acompanhada de muitos milagres”.

Os enviados de Deus enfrentam oposição neste mundo de demônios; contudo, ao depender do poder divino para cumprir a missão divina, agentes missionários alcançarão objetivos divinos incalculáveis. A nação que entender e aceitar isso se erguerá da lama ou do pó (Israel); mas, aquela que ignorar, afundará em suas execráveis atitudes ambiciosas (Egito).

Observe Êxodo 13 nestes dois tópicos:

1. Após morte dos primogênitos que rejeitaram o sangue do cordeiro, os primogênitos vivos deveriam ser consagrados/dedicados ao Senhor. Eles deveriam aprender sobre Deus por meio dos pais – os quais devem ser líderes espirituais dos filhos (vs. 1-16).

2. Os israelitas emigraram do Egito, liderados por Deus, não por Moisés; este é apenas um mero instrumento nas mãos divinas. A nuvem diurna e a coluna de fogo noturna representavam a presença ininterrupta de Deus (vs. 17-22).

Pontos a considerar:

• É imprescindível todo pai amoldar a vida espiritual dos filhos;
• É importante submeter-se às orientações divinas;
• É impressionante o que acontece com famílias e nações que permitem que Deus seja Deus.

Quem assim proceder emigrará deste mundo para o Céu com sua família, na companhia de todo o povo de Deus, liderado por Cristo.

Cristãos aguardam novo êxodo, maior que o primeiro! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

2 consagra-Me. A hora em que Deus tinha Se revelado por um milagre supremo, era justamente a oportunidade para ensinar o povo sobre os deveres religiosos. Assim, também, Jesus usou a ocasião em que produziu, por milagre, pão para os famintos, para ensinar que Ele é o Pão da Vida (Jo 6.51). Bíblia Shedd.

todo primogênito. A palavra hebraica usada nesta passagem limita a ordem aos primogênitos machos, pois foram salvos da décima praga. A explicação adicional “todo que abre a madre” mostra que se referia apenas ao primogênito que, ao mesmo tempo, fosse o primeiro filho a nascer de sua mãe. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 595.

Jesus, primogênito de Maria (v. Lc 2.7), foi apresentado ao Senhor em conformidade com essa lei (v Lc 2.22, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 Fixa a celebração da Festa dos Pães Asmos [modelo de Jesus] na consciência comum. Andrews Study Bible.

Lembrai-vos. Esta forma da palavra é encontrada somente duas vezes em Êxodo, aqui e no mandamento do sábado (20:8), e em ambos os casos marca um evento chave para a humanidade (criação) e Israel (êxodo). Andrews Study Bible.

hoje, mês de abibe. Pela primeira vez menciona-se o nome do mês. CBASD, vol. 1, p. 596.

8 contarás a teu filho. A explicação da Palavra de Deus no lar sempre foi a base da vida religiosa do povo de Deus no passado e sempre deverá ser o fundamento da sociedade cristã de hoje. Os chefes dos lares devem ser sacerdotes e profetas, de certo modo. Bíblia Shedd.

9 será como um sinal na tua mão e e por memorial entre teus olhos. Os judeus interpretaram este versículo, juntamente com v. 16 e Dt 6.8, 11.13-21, como uma ordem de atar pequenas caixas de couro aos braços e à fronte, contendo pergaminhos com trechos inteiros da Bíblia, contendo tais ordens. Mas será melhor guardar estes ensinamento no pensar (entre os olhos), no agir (na tua mão) e no falar (na tua boca). É isto que, na sua linguagem pitoresca, a Bíblia quer dizer. Bíblia Shedd.

Eram os thephilim ou filactérios [designação grega phylakterion (Mt 23:5) cf CBASD]… do judaísmo posterior, aos quais o Senhor Jesus se referiu ao criticar as exibições ostensivas de piedade dos fariseus (Mt 23.5). Bíblia de Genebra.

A prática parece ter origem no período posterior ao exílio na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os filactérios eram usados por judeus piedosos durante as orações matutinas diárias, mas por alguns, o dia todo. Para parecerem mais piedosos, com frequência, eles aumentavam seus filactérios, alargando suas faixas, prática severamente criticada por Cristo (Mt 23:5). Ainda na atualidade, judeus conservadores usam filactérios. Sabe-se que os egípcios com frequência usavam amuletos presos ao corpo, na forma de rolos de papiro em miniatura, nos quais estavam escritas palavras mágicas. … Deus, porém, não tinha intenção de que os judeus fizessem uma aplicação literal da ordem, atando certas porções da lei no braço e na fronte (DTN, 612, 613). Ele se referiu à aceitação dos princípios na mente e no coração, no intelecto e nas emoções, bem como à aplicação desses princípios na vida. CBASD, vol. 1, p. 596.

12 separem para o Senhor o primeiro nascido de todo ventre (NVI).

13 jumenta. Era o único animal dos que os israelitas normalmente possuíam, que era ritualmente imundo, não sendo aceitável nem para sacrifício, nem para comida. Bíblia Shedd.

todo primogênito do homem. Os primogênitos de Israel também deviam ser dedicados ao Senhor. Isso não deveria ser feito à maneira dos pagãos, matando e queimando crianças sobre um altar, mas apresentando-as a Deus como sacrifício vivo., consagrando todas as suas faculdades corporais e mentais ao serviço divino. Mais tarde, Deus separou a tribo de Levi para Seu serviço como uma substituição dos primogênitos das outras tribos (ver Êx 32:26-28; Nm 3:12, 13). Ao mesmo tempo, todo primogênito israelita devia ser “redimido” ou comprado de volta do Senhor, pelo pagamento de cinco ciclos de prata como prescrito em Números 3:46, 47 e 18:16. Em vários países, tanto antigos como modernos, é costume dedicar o primogênito para propósitos religiosos.  CBASD, vol. 1, p. 597.

15 Israel não estava isento da sentença de morte contra os primogênitos do Egito. Os filhos primogênitos foram poupados somente através do sangue do cordeiro pascal. Bíblia de Genebra.

17 pelo caminho da rota da terra dos filisteus. Embora fosse a rota mais direta de Gósen a Canaã, estava pesadamente protegida por uma fileira de fortalezas egípcias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus (não Moisés) não levou Israel pelo caminho direto da estrada da costa do Egito a Canaã, provavelmente devido aos fortes movimentos militares ao longo dessa rota. A rota através do ermo é muito mais longa mas menos usada. Andrews Study Bible.

Antes que estivessem prontos para tomar posse da terra de Canaã eles deveriam primeiramente estar unificados como nação e aprender a confiar em Deus, a quem ainda pouco conheciam. Como escravos, estavam desarmados e não tinham o costume de guerrear (PP, 282). Uma transformação espiritual, intelectual e política deveria ocorrer antes que estivessem preparados a cooperar com Deus na conquista de Canaã. CBASD, vol. 1, p. 597

guerra. Haveria um exército de egípcios guardando as fronteiras. Bíblia Shedd.

e torne ao Egito. A atitude de Israel em ocasiões posteriores mostra quão real era o perigo de os israelitas retornarem ao Egito, diante da menor derrota ou desânimo, e se submeterem novamente à escravidão (ver Nm 14:4). Se soubessem o que estava pela frente, jamais estariam dispostos a deixar o Egito. É muito provável que esperassem estar em Canaã destro de algumas semanas. CBASD, vol. 1, p. 597.

18 pelo caminho do deserto, perto do mar Vermelho. Ou seja, o deserto entre o Egito e o Mar Vermelho …, não o deserto da península do Sinai. … O propósito de Deus ao escolher o caminho do Mar Vermelho era duplo: (1) Os israelitas estavam desarmados e não tinham o costume de guerrear, portanto, estavam despreparados para enfrentar os aguerridos filisteus … Os israelitas podiam entender isso; e essa foi a razão que Deus lhes deu (v. 17). (2) Como Deus já havia instruído Moisés (Êx 3:12), Ele tinha o propósito de Se encontrar com o povo no monte Horebe. Lá completariam sua organização formal como nação, Deus faria uma aliança com eles, comunicaria Sua santa lei, e os serviços do santuário seriam instituídos. Os filhos de Israel não estavam preparados para entender a necessidade de tudo isso e, por esse motivo, Deus não as mencionou nessa ocasião. O relativo isolamento da parte meridional da península do Sinai se adaptava maravilhosamente ao cumprimento do propósito pelo qual Deus conduziu Seu povo às proximidades do monte Horebe. … O povo não só receberia as instruções que Deus desejava lhe comunicar, mas privações de sua longa e cansativa jornada pelo deserto montanhoso proveria situações nas quais teriam de aprender a confiar Ele. Este era precisamente o treinamento que precisavam no preparo para a difícil tarefa de conquistar Canaã. CBASD, vol. 1, p. 598.

mar Vermelho. O hebraico realmente quer dizer “Mar de Juncos”. Na região entre o Egito e o Sinai havia uma cadeia de lagos amargos. Andrews Study Bible.

O termo hebraico (yam suf) é usado para designar o golfo de Ácaba (23.31), o golfo de Suez (10.19; Nm 33.10) e também o corpo de água cruzado por ocasião do êxodo. … O “mar Vermelho” do êxodo é, provavelmente, um dos lagos Amargos ao norte do golfo de Suez. Bíblia de Genebra.

19 os ossos de José. Embora aqui e na narrativa do enterro dos ossos de José, em Siquém (Js 24:32), não haja menção dos outros filhos de Jacó, a declaração de Estêvão diante do Sinédrio parece indicar que todos os pais “foram transportados para Siquém” (At 7:15, 16). CBASD, vol. 1, p. 598.

20-22 A presença de Deus é visivelmente ilustrada pela coluna de nuvens de dia e pela coluna de fogo à noite. Esse é um importante tema teológico …, ligado intimamente à história do tabernáculo. Andrews Study Bible.

20 acamparam-se em Etã. Israel acampou-se à beira do deserto, perto daquilo que pode ter sido uma fortaleza egípcia, em Etã. Bíblia de Genebra.

Registros egípcios falam da existência de uma linha de fortificações fronteiriças do mar mediterrâneo ao golfo de Suez …, construídas com o claro propósito de impedir que as tribos do deserto oriental entrassem no Egito; e, ao mesmo tempo, eram designadas para controlar a circulação de pessoas entre o Egito e a Ásia. …  no caso de Moisés [quando fugitivo], essas fortalezas não impediram um fugitivo solitário de escapar com êxito para o deserto …, mas é óbvio que as hostes de Israel não poderiam ter passado por elas sem o consentimento dos guardas. Aparentemente, o faraó nunca teve a intenção de permitir que os hebreus fossem mais além do que entrar no deserto oriental e adorar a Deus ali. Talvez os guardas da fronteira tenham informado ao faraó que os israelitas prosseguiam sua viagem em direção ao Mar Vermelho, e foi então que o monarca iniciou a perseguição (Êx 14:3; PP, 283).  CBASD, vol. 1, p. 599.

21 numa coluna de nuvem. Nessa coluna de nuvem, o próprio Senhor estava presente com Seu povo, e dela Ele falava com Moisés. Nela, a glória do Senhor, conhecida mais tarde como shekinah, era manifestada (Êx 16:10; 40:34). CBASD, vol. 1, p. 599.

a fim de que caminhassem de dia e de noite. Não se deve concluir desta declaração que Deus queria que os israelitas viajassem à noite, bem como durante o dia. Em vez disso, eles viajavam tanto dia como de noite até a hora em que chegavam ao destino pretendido. CBASD, vol. 1, p. 599.

22 Nunca se apartou. A última menção na nuvem está em Números 16:42, embora seja possível que Números 20:6 se refira a ela. … Como não há menção dela no livro de Josué, pode ter desaparecido exatamente antes da travessia do Jordão, no final dos 40 anos. O fato de a coluna de nuvem ter permanecido com Israel em sua longa jornada, mesmo quando o povo era infiel, assegura que Deus não abandona Seus filhos na peregrinação. A promessa de Jesus aos discípulos: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28:20), nunca faltou a ninguém disposto a ir aonde Ele ordena. Não existe circunstância na vida em que Deus se retire. Ele está presente nas noites mais escuras de miséria e descontentamento, bem como nos dias mais iluminados de felicidade e sucesso. De fato, precisamos dEle à noite, quando estamos cientes de nossas necessidades, mas talvez mais ainda durante o dia, quando somos propensos a confiar em nós mesmos. A coluna  visível não pode ser mais vista, mas a presença de Deus pode ser sentida na experiência dos indivíduos, da igreja e das nações. Bendito é o homem cujos olhos não estão demasiados escurecidos para discernir a direção do Senhor. CBASD, vol. 1, p. 599, 600.