Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 31 by Jeferson Quimelli
30 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Este capítulo fornece uma informação importante sobre o chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu o tenho chamado pelo nome Bezalel. . . e eu o enchi do Espírito de Deus.“

Você vê Deus chamar as pessoas não apenas para serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos de seu povo para usar habilidades e talentos que Ele oferece através do Seu Espírito “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que, através da arte e da escultura e da mídia, comuniquem a mensagem de Deus ao mundo; construtores que ergam igrejas onde pessoas possam aprender dEle e escolas que promovam Sua obra na vida dos jovens; médicos, enfermeiros e profissionais de saúde que ministrem às pessoas através da cura.

Ele é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquirido em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades para executar o nosso trabalho.

O que Deus está chamando você para fazer para o seu reino, para preparar os outros para encontrá-Lo quando Ele vier em breve para nos levar para casa?

Michael Hasel
School of Religion
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/31
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/31
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 31
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 31 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
30 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Para alguns, nem toda palavra que sai da boca de Deus traz vida. Alguns creem que algumas palavras divinas valem menos que heresias humanas. A deterioração teológica parece ter maior valor que as palavras do Senhor prescrita na Bíblia.

Este capítulo não vale muito para quem não dá crédito a totalidade da Palavra de Deus. Contudo, quem compreende a origem divina e sobrenatural da revelação consideram com atenção e submissão estas preciosas e incisivas orientações válidas para todas as nações e gerações.

O assunto “sábado” foi controverso desde que Israel saiu do Egito (Êxodo 16), antes, porém, de Moisés receber de Deus as tábuas dos Dez Mandamentos (Êxodo 20). Inclusive, as maiores controvérsias dos líderes judaicos com Jesus foram sobre sábado; contudo, Jesus não rebaixou a norma. Ele categoricamente declarou:

“O sábado foi feito por causa do ser humano, e não o ser humano por causa do sábado” (Marcos 2:27).

Até hoje os seres humanos confrontam este assunto relevante para Deus, para Jesus Cristo e para o Espírito Santo que inspirou escritores bíblicos a escreverem sobre ele.

Neste capítulo, Deus é direto, taxativo:

“Guardem o sábado: ele é sagrado para vocês. Quem o profanar será condenado à morte. Quem trabalhar nesse dia será condenado à morte” (v. 14, AM).

Por que Deus parece tão enérgico? Imagino que é para despertar nosso interesse! Por que seguir a recomendação divina quanto ao sábado é tão importante?

Porque o sábado…

• …pertence a Deus, não a nós (v. 12);
• …é a aliança de compromisso entre Deus e Seu povo (v. 12);
• …é lembrete de que Deus é quem nos santifica (v. 12);
• …é dia sagrado/santo (v. 14);

Portanto, santificar o sábado é um sinal de pertencer ao dono/Senhor do sábado (vs. 15-16).

Bezalel e Aoliabe foram indicados por Deus e capacitados pelo Espírito Santo para lidar com a construção dos móveis sagrados do santuário (vs. 1-11); todavia, não deviam fazer esse trabalho especial de construção da casa/santuário de Deus no tempo sagrado, no santo sábado (vs. 12-17).

Os Mandamentos não se originam em Moisés. Moisés nem mesmo foi inspirado para escrevê-los. Deus mesmo os escreveu com Seu dedo em pedras; então, entregou-os a Moisés (v. 17).

O sábado não é de Moisés, é de Deus: Santifique-o!



Êxodo 31 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
30 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

1-18 Este capítulo liga espaço sagrado (tabernáculo e seus utensílios) com tempo sagrado (o sábado). Andrews Study Bible.

2 Eis que chamei. Após ter dado instruções detalhadas para a construção do tabernáculo, sua mobília e utensílios, Deus apontou aqueles que deveriam dirigir a obra. Bezalel deveria estar à frente, com Aoliabe como assistente. … A igreja precisa tanto de homens como Bezalel e Aoliabe quanto de pessoas como Paulo e Isaías. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede algum serviço especial (Êx 3:4; Is 45:1-4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 712.

3 Sabedoria, criatividade e habilidade estão ligadas à criação do tabernáculo. O interesse de Deus em estética, beleza e criatividade já havia sido notada na criação ao redor. O Espírito de Deus (Gn 1:2) está também envolvido na criação do tabernáculo através do ministério de Bezalel. Andrews Study Bible.

Bezalel. Significa “na sombra/proteção de Deus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para elaborar. Embora Moisés houvesse recebido instruções específicas para a construção do santuário e de sua mobília, nada lhe foi dito com respeito a certos detalhes… Muito dependeria da iniciativa, invenção, gosto e arte daqueles a cargo do trabalho. CBASD, vol. 1, p. 713.

Aoliabe. Significa “o pai (divino) é minha tenda/tabernáculo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

da tribo de Dã. É interessante notar que Hirão, o principal artista empregado por Salomão para fazer o trabalho de ornamentação do templo, era também descendente de Dã (2Cr 2:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 713.

7-11 Esses versos contém uma lista resumida de todos os elementos do tabernáculo que precisavam ser criadas e conclui com uma importante lembrança: os artesãos devem seguir explicitamente as instruções claras fornecidas pelo Senhor. Andrews Study Bible.

12-17 O sábado tinha dois propósitos: era um tempo para repousar e um tempo para lembrar do que Deus tem feito. Nós precisamos descansar. Sem retirarmos tempo da correria, a vida perde sentido. Em nossos dias, assim como nos dias de Moisés, não é fácil afastar-se do trabalho. Mas Deus nos lembra que sem os sábados iremos esquecer o propósito de toda a nossa atividade e perder o equilíbrio crucial de uma vida de fé. Certifique-se que o seu sábado tenha tanto momentos de repouso e de lembrança de Deus. Life Application Study Bible NVI.

13 guardem os Meus sábados. As instruções para construir o tabernáculo e para fazer as vestes sacerdotais são encerradas com um apelo aos israelitas quanto à necessidade de guardarem o sábado até mesmo quando realizavam essa tarefa especial. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importância do sábado no Êxodo é atestada pelas repetidas referências à sua observância (16:22-30; 20:8-11; 23:12; 34:21; 35:2-3). Nenhum outro mandamento do Decálogo é mencionado tão frequentemente. sinal. O mesmo termo é utilizado para descrever as pragas. O termo também aparece em Gn 17:9-14 relacionado com a circuncisão de todos os homens da comunidade da aliança. Aqui, o propósito desse sinal e comando divino é lembrar o povo de Deus de que a santidade não se baseia em esforço pessoal, mas, sim, em ação divina. Essa santidade é profanada quando o sábado não é reconhecido. Para mais sobre o sábado enquanto sinal, ver Ez 20. Andrews Study Bible.

Deus já havia dado aos israelitas a circuncisão como um “sinal” em sua carne da relação de Sua “aliança” com eles (Gn 17:9-14; At 7:8). O sábado devia ser mais um “sinal” desse relacionamento, não na carne, mas no coração (Êx 31:12, 13, 16, 17; Jr 31:31-33; Ez 20:12, 20; 2Co 3:3). CBASD, vol. 1, p. 713.

14 aquele que o profanar. O sábado é santo (Gn 2:1-3); portanto, é pecado realizar nas suas horas sagradas o que é secular (ver com. de Êx 12:16; 16:23). O sábado é profanado quando se realiza nele qualquer tarefa desnecessária. Atos de misericórdia, de necessidade ou de observância religiosa não são proibidos nesse dia (Mt 12:1-13; Mc 2:23-28). CBASD, vol. 1, p. 713.

15 sábado do repouso. Literalmente, “descanso do repouso”. CBASD, vol. 1, p. 713.

Implica completo descanso das preocupações diárias usuais. Andrews Study Bible.

16, 17 aliança … sinal. Israel, no seu ritmo de trabalho e descanso no serviço de Deus, deve seguir o padrão estabelecido por Deus na criação como um sinal perpetuamente renovado da Sua aliança com ele (v. nota em Gn 9.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 descansou. Não há razão mais convincente para cumprir com a ordem divina do que o fato de o próprio Deus ter dado o exemplo (Jo 13:13-15; 1Pe 2:21). CBASD, vol. 1, p. 714.

18 as duas tábuas do Testemunho (ARA; NVI: “tábuas da aliança”). A inscrição dos dez mandamentos na pedra (Dt 4:13) indicam seu caráter imutável e eterno (Mt 5:17-19). … As duas tábuas de pedra se juntavam como um livro (PE, 32). CBASD, vol. 1, p. 714



Êxodo 30 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
29 de setembro de 2015, 7:40
Filed under: Sem categoria

1 incenso. Esta fumaça perfumada é o símbolo bíblico da oração dos fiéis (Sl 141.2 e Ap 8.3-4). Este é o sacrifício mais puro, pois a verdadeira oração é o próprio eu se oferecendo em sacrifício integral, entrando em contato imediato com o coração de Deus. Bíblia Shedd.

2 os chifres formarão uma só peça com ele. Ou seja, uma só peça com o altar. Visto que chifres simbolizam poder (ver com. de Êx 27:2), no altar do incenso eles representam o poder da oração (ver Gn 32:24-30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 709.

defronte do véu. O altar do incenso ficava no lugar santo, junto ao “véu”, a cortina que o separava do santíssimo (Êx 40:21-27). Embora estivesse no lugar santo, considerava-se que o altar de incenso pertencia ao santíssimo (Hb 9:3, 4). Esse conceito surgiu do fato de que, quando se aproximavam da presença divina que estava sobre o propiciatório [tampa da arca da aliança/testemunho/dez mandamentos], era do altar do incenso que os sacerdotes se aproximavam (PP, 353). Somente no Dia da Expiação é que podiam chegar mais perto. Esse era o lugar aonde iam para se encontrar com Deus, cuja morada era no santíssimo. O incenso oferecido ali não apenas enchia o lugar santo, mas ascendia e passava por cima do véu para o santíssimo (ver com de Êx 26:32). O fato de o altar estar “diante do propiciatórios” ensina que a oração nos leva á presença de Deus. Embora o “véu” da humanidade (ver 1Co 13:12) impeça que nossos olhos físicos vejam a Deus, a fé e a oração vão onde o corpo não pode ir. CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso contínuo. O incenso devia ser oferecido duas vezes ao dia, no horário da manhã e do crepúsculo da tarde (Êx 30:7, 8). O altar do incenso representava intercessão perpétua. … Seu “contínuo” queimar ensina que a cada dia devemos nos aproximar de Deus em oração (Sl 16:8; 55:17; 1Ts 5:17, 18; PP, 354). Devemos orar “sem cessar” (1Ts 5:17). CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso estranho. Incenso não feito segundo a ordem divina (30.34-38) e não oferecido por sacerdotes consagrados (Nm 16.40). Bíblia Shedd.

10 uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar. De todas as mobílias do tabernáculo, somente a arca com o propiciatório era considerada de mais importância e santidade que o altar de incenso. Isso sugere o quanto Deus valoriza a oração (ver PP, 353). CBASD, vol. 1, p. 710.

Essa cerimônia anual era chamada o Dia da Expiação. Nesse dia, era realizado um sacrifício pelos pecados de toda a nação israelita. Era o único dia em que o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo, a parte mais interna do tabernáculo. Aqui, ele pedia que Deus perdoasse o povo. O Dia da Expiação servia como lembrança de que os sacrifícios diários, semanais e mensais poderiam cobrir os pecados somente temporariamente. Ele apontava para Jesus Cristo, a expiação perfeita, que poderia expiar pecados para sempre. Life Application Study Bible NVI.

Este dia da Expiação se descreve em Lv 16.1-34. Bíblia Shedd.

12 recenceamento resgate.  Se baseava no princípio que todo o povo pertencia a Deus e portanto precisava ser resgatado por um sacrifício. Sempre que ocorria um censo, ricos e pobres deveriam pagar um resgate. Deus não faz discriminação de pessoas (ver At 10:34; Gl 3:28). Life Application Study Bible NVI.

Considerava-se que sua vida estava à disposição de Deus até que Ele a reivindicasse. Ao pagar essa soma, reconheciam a bondade e a misericórdia de Deus. CBASD, vol. 1, p. 710.

de si próprio. Isto é, pelo “espírito, alma e corpo” (1Ts 5:23). Este é o significado, pois a declaração se refere ao ser vivo, não a alguma parte inanimada de seu corpo ou a um espírito desencarnado. CBASD, vol. 1, p. 710.

13 metade de um siclo. Meio siclo era 5,7 g, e um gera, a décima parte disso. CBASD, vol. 1, p. 710. [Com relação às medidas, recomendamos a leitura do texto bíblico da NVI, por apresentar as medidas no nosso sistema métrico internacional].

15 não dará mais. Como era uma quantia relativamente baixa, o imposto não era pesado para ninguém. … O plano era justo e sugere que toda pessoa tem igual valor ao olhos de Deus (Dt 10:17; At 10:34; Rm 3:22). Todos pecaram, e Deus estende Sua graça a todos. CBASD, vol. 1, p. 710.

18 uma bacia. Não se revela seu tamanho ou sua forma. Era de bronze, feita dos espelhos que as mulheres de Israel deram em oferta voluntária (Êx 38:8). … A bacia simboliza o ato de lavar nossos pecados por meio da fé no sangue derramado por Cristo (At 1Co 6:11; Ef 5:26; Ap 7:14). CBASD, vol. 1, p. 710, 711.

19 lavarão. Lavar as mãos e os pés simbolizava uma reforma de vida. Devido às abluções dos sacerdotes, à morte das vítimas sacrificais e ao aspergir, derramar e verter sangue associados às várias funções do serviço do santuário, a necessidade de água era óbvia (Êx 29:4, 17; Lv 1-5). CBASD, vol. 1, p. 711.

23 mirra. Resina aromática. Cinamomo. Um tipo de canela. Cálamo. Raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos. Bíblia Shedd.

24 cássia. Árvore com flores amarelas, que dá vagens, cujas sementes são medicinais e perfumadas. him. 3,6 litros. Bíblia Shedd.

34-38 farás incenso. Os israelitas queimavam incenso, mas este incenso sagrado podia ser queimado somente no tabernáculo. Este incenso de aroma doce era queimado em pratos rasos chamados incensários e eram utilizados para demonstrar honra e reverência a Deus. … Este incenso, à semelhança do óleo sagrado de unção, era tão santo que o povo era estritamente proibido de copiá-lo para uso pessoal. Life Application Study Bible NVI.

34 estoraque. Uma resina do Mediterrâneo, chamado também benjoim. ônica. Perfume feito pela queima das partes fibrosas de certas conchas. gálbano. Uma planta umbelífera [família composta por plantas normalmente aromáticas e caule oco, como funcho, salsa, anis] da Pérsia. Bíblia Shedd.

35 temperados com sal. Sal é o símbolo da preservação contra a corrupção. Bíblia Shedd.

O fato de que eram tiradas brasas acesas do altar do holocausto para queimar incenso no altar interior (ver Lv 16:12, 13) ressalta que o coração do adorador deve estar reconciliado com Deus antes que suas orações e devoção possam ser aceitas (Jó 27:8, 9; Sl 66:18; Pv 15:29; 28:9; Is 1:15; Mq 3:4; Jo 9:31). CBASD, vol. 1, p. 711.



Êxodo 30 by Jeferson Quimelli
29 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

A oração é o modo pelo qual Deus nos convida a nos comunicarmos diretamente com Ele. O incenso que subia do altar, diante do véu, no Lugar Santo, era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, aonde o trono de Deus se localizava, acima do propiciatório. O incenso representava as “orações dos santos” (Ap 8:3-4).

Nós devemos “orar sem cessar” (1Ts 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso Sumo Sacerdote, diante do trono de Deus. “Cristo mistura a elas [nossas orações] os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor e o Pai sempre ouve o Filho.” (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Estas orações nos levam à presença de Deus e são unidas aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que intercede em nosso favor.

Isto é uma boa notícia para todos nós hoje – não precisamos de intercessor terreno, pois todos temos igual acesso ao poder do Criador do Universo, que prometeu que “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 Jo 5:14).

 

Michael Hasel

Departamento de Arqueologia

Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/30

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/30

Tradução: JQuimelli/GQquimelli/IBrossi

Texto bíblico: Êxodo 30

Comentário em áudio

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 30 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
29 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Quem é o maior pedagogo? Quem usou melhor didática ao transmitir com simplicidade assuntos complexos?

Não há como pensar num Ser mais didático que Deus. Sua pedagogia supera a de qualquer pedagogo; Ele extrapola quaisquer didáticas e pedagogias, deixando-nos – além de exemplos sobre didática – preciosos e especiais ensinamentos.

Como mais expoente pedagogo, Deus ensina Moisés a ensinar; é transmitindo ensinamento que alunos aprendem. Sobretudo, Deus usa outros recursos didáticos com profundos significados. Assim, através de Moisés, do Santuário e rituais sagrados Ele quer que aprendamos grandes verdades que farão diferença em nossa vida.

Nós aprendemos ouvindo, ensinando, envolvendo, principalmente fazendo. Como Moisés, devemos ouvir a Palavra de Deus, transmitir aos outros, envolver-nos com ensinamentos divinos e, aplicando-os diariamente.

O Santuário é a didática de Deus para apresentar o plano de salvação, a forma de adoração e o evangelho que liberta da condenação.

1. Deus ensina através da fumaça do altar do incenso que a oração constante deve sempre subir ao céu (vs. 1-10); Deus Se satisfaz com orações assim como era agradável o cheiro de incenso.

2. Deve-se levar a sério a oração, ela deve ser pura, não contaminada com egoísmo e desejos pervertidos (vs. 30-34).

3. Todos somos pecadores e o preço do pecado é a morte; ninguém está livre da condenação, portanto, todos precisam de libertação – ricos não devem menos nem mais que os pobres (vs. 10-16).

4. A bacia de bronze ensinava a necessidade de limpeza, não apenas física, mas da limpeza moral; os germes e bactérias do pecado devem ser lavados de nosso caminhar e proceder (vs. 17-21).

5. A santa unção com óleo é essencial para que haja verdadeira adoração ao Senhor; não devemos deturpar este assunto; é preciso reverência e submissão antes de qualquer ação (vs. 22-33).

Diferentemente do altar de sacrifícios localizado no átrio do Santuário, Deus instruiu Moisés a fazer o altar de incenso dentro do tabernáculo (vs. 1-10). Antes de chegar ao que ele representava, seria necessário passar por todo o processo ritualístico orientado por Deus. Logo, apenas quem foi redimido (vs. 11-16), purificado (vs. 17-21) e ungido (vs. 34-38) aproxima-se de Deus verdadeiramente pela oração, louvor e adoração (vs. 34-38).

Sendo Deus o melhor pedagogo, só não aprende quem não quer! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 29 by Jeferson Quimelli
28 de setembro de 2015, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Muitos anos após o êxodo, na prática israelita posterior, as instruções a respeito das ofertas de sacrifícios foram desconsideradas, o que levou Malaquias a advertir os sacerdotes por negligência diante de Deus. Naquela época animais coxos, cegos e doentes eram aceitos pelos sacerdotes e sacrificados pelo povo (Malaquias 1:7-8). Deus responde dizendo: “Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta, também não veem nenhum mal. Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? “(Ml 1:8 NVI).

Nisto Deus lembra aos sacerdotes de sua responsabilidade diante de Deus e de Seu povo. Eles deviam prover “verdadeira instrução” e andar com Deus “em paz e retidão”, pois os lábios dos sacerdotes deveriam “guardar o conhecimento” (Ml 2:6-7 ARA). Os sacerdotes deveriam sustentar os ritos e as instruções do sistema de sacrifícios perante Israel, até que o Cordeiro, para Quem estes sacrifícios apontavam, viesse.

Há sérias lições para nós hoje, como pastores e líderes em nossas igrejas, para que sempre tenhamos em alta consideração as instruções de Deus sobre a verdadeira adoração, diante de nosso povo. Quão tentador é sermos hoje descuidados em nossas responsabilidades! Deus deseja estrita obediência às Suas ordenanças. Portanto, nos aproximemos dEle, com a admiração e respeito descritos neste capítulo.

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/exo/29
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/29
Tradução/adaptação: JQuimelli/GQquimelli
Texto bíblico: Êxodo 29
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, caps. 11-12



Êxodo 29 – Comentários pr Heber by Jeferson Quimelli
28 de setembro de 2015, 0:45
Filed under: Sem categoria

Consagração é dedicação integral ao Senhor. Deus não quer um compromisso parcial, mas uma entrega total para servi-lO em todo tempo e todo lugar. No período da nova aliança todo crente é sacerdote de Deus, portanto temos muito que aprender da consagração plena dos sacerdotes da aliança sinaítica.

O capítulo em apreço revela que a consagração deve atingir todas as áreas da vida, não apenas algumas:

1. A dedicação a Deus e ao Seu serviço requer unção e submissão total a Deus, não tradições eclesiásticas sem base bíblica (vs. 1-28);
2. A vestimenta dos consagrados é orientada por Deus, não ditada pela moda mundana (vs. 29-30);
3. A alimentação dos consagrados é orientada por Deus, não pelo gosto pessoal (vs. 31-34);
4. A consagração exige rituais e ofertas orientados por Deus, não pela imaginação humana (vs. 35-46).

Deus rejeita dedicação pela metade a Ele, assim como pessoas em sã consciência não aceitaria casar-se com alguém parcialmente comprometido. Ninguém normalmente aceita compromisso sério com pessoas apenas parcialmente comprometidas – quanto mais Deus que é santo, Soberano e Criador do Universo.

Prescreve-se neste capítulo “que sejam levados ao santuário um novilho (para um sacrifício pelo pecado), dois carneiros (um para o holocausto e outro para o ritual da consagração), bolos de azeite sem fermento e coscorões também sem fermento, untadas de azeite (para uma oferta de comunhão). Em seguida, após um banho e a investidura, são ungidos Arão e seus filhos” (Comentario Biblico San Jeronimo, v. 1, p. 197).

O sacrifício de consagração deve ser diário (vs. 38-46). Ninguém estará plenamente consagrado sem tornar a santificação uma prática diária. A seguir temos uma sugestão de Ellen G. White uma oração de consagração:

“Eis a minha vida, Senhor, inteira ao Teu dispor. Aos Teus pés, os planos meus todos deponho. Um instrumento ao teu serviço quero hoje ser. Permanece em mim, e permite que tudo que eu fizer, em comunhão Contigo seja feito”.

A consagração do pecador exige a morte, e Jesus morreu para que isso seja possível. Jesus Se santifica a fim de santificar-nos (João 17:19). Diz White: “Os que, em todas as coisas põem a Deus como primeiro e último, e o melhor, são as pessoas mais felizes do mundo” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Êxodo 29 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
28 de setembro de 2015, 0:30
Filed under: Sem categoria

1 Por que Deus estabeleceu o sacerdócio? Deus originalmente pretendia que Seu povo escolhido fosse um “reino de sacerdotes”, onde tanto a nação como um todo como cada indivíduo tratavam diretamente com Deus. Mas o pecado do povo impediu que isso acontecesse porque uma pessoa pecaminosa não é digna de se aproximar de um Deus perfeito. Deus então apontou sacerdotes da tribo de Levi e estabeleceu o sistema de sacrifício para auziliar o povo a se aproximar de Si. Ele prometeu perdoar os pecados do povo se eles oferecessem, através dos sacerdotes, certos sacrifícios. Através desses sacerdotes e seu trabalho, Deus desejava preparar todo o povo para a vinda de Jesus Cristo, que ofereceria a restauração de um relacionamento direto com Deus para todo aquele que viesse a Ele. Mas até que Cristo, o Messias, viesse, os sacerdotes eram os representantes do povo diante de Deus. Através deste sistema do Antigo testamento, podemos entender melhor o significado do que Cristo fez por nós (ver Hb 10:1-14). Life Appllication Study Bible.

9 consagrarás. Lit. “encherás a mão”, uma expressão idiomática hebraica indicadora da indução ao cargo. Bíblia de Genebra.

10-41 Por que tão detalhados rituais conectados com esses sacrifícios? Em parte, por controle de qualidade. Uma forma de adoração centralizada e padronizada previniria diferenças de crença como as que surgiriam se cada pessoa criasse seu sistema de culto. Além disso, isso diferenciava os hebreus dos pagãos cananitas que eles encontrariam na terra prometida. Se seguissem fielmente as instruções divinas, os hebreus possivelmente nunca se uniriam aos cananitas em suas práticas religiosas imorais. Finalmente, mostrava a Israel que Deus levava muito a sério seu relacionamento com Ele. Life Appllication Study Bible.

10 Farás chegar o novilho. Os sacerdotes colocavam suas mãos sobre o novilho para simbolizar identificação e substituição pessoal nesta oferta pelo pecado. O sangue era espargido nos chifres do altar de sacrifícios queimados, como se fosse um sacrifício para leigos, já que Arão e seus filhos ainda não haviam sido consagrados (Lv 4.25, 30; cf Lv 4.7). O restante do sangue era derramado aos pés do altar como uma oferta pelo pecado. Certas partes deveriam ser queimadas no altar (v. 13), mas o restante deveria ser queimado fora do acampamento, como restos impuros. Bíblia de Genebra.

11 Imolarás o carneiro. Só quem aceita o sacrifício pelos seus pecados pode trilhar o caminho da religião. Cristo é este sacrifício. Bíblia Shedd.

13 toda a gordura. A gordura era em geral considerada a melhor parte do sacrifício, e, portanto, a mais aceitável a Deus (ver com. de Lv 3:3, 5. Isto provavelmente se devia em parte de que ela queimava com uma chama viva e ajudava a consumir o restante do sacrifício. redenho do fígado. Uma membrana que cobre a parte superior do fígado e o une ao estômago. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 705.

14 a carne … queimá-lo-ás fora do arraial; é sacrifício pelo pecado. As partes do sacrifício mencionadas neste versículo eram eliminadas segundo a lei referentes aos sacrifícios pelo pecado (Lv 4:11, 12). A maldição do pecado que estava sobre elas as tornava impróprias para alimento e até mesmo indignas de serem enterradas dentro do acampamento. De modo semelhante, Cristo “sofreu fora da porta” (Hb 13:11-13). CBASD, vol. 1, p. 705.

15 um carneiro. Este carneiro era oferecido como um holocausto dedicatório (Lv 1.3-17). Bíblia de Genebra.

18 queimarás todo o carneiro. (Lv 1:9, 13, 17). A oferta queimada tipificava o espírito de sacrifício próprio, consagração plena e dependência constante do sangue expiatório de Cristo, que é aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 705.

19 tomarás o outro carneiro. Outro carneiro é necessário para mostrar a plenitude do significado do sacrifício: o primeiro (15) era totalmente consumido pelo fogo (18), apontando para a necessidade de um sacrifício total, que foi cumprido de uma vez para sempre na pessoa de Cristo. O segundo carneiro se chama de consagração (26). O sacerdote solenemente oferece partes dele em sacrifício pessoal a Deus e se alimenta do seu peito. isto ilustra a necessidade que todo crente tem de alimentar-se da vida do cristo ressurreto e de oferecer a Deus sua própria vida transformada por este sacrifício. Bíblia Shedd.

20 tomarás do seu sangue. A aplicação do sangue do carneiro nos sacerdotes era especial e significativa, o ato culminante da consagração. Indicava completa dedicação da vida e habilidade ao serviço de Deus. CBASD, vol. 1, p. 706.

orelhamão direita … pé direito. A primeira coisa que precisa ser consagrada é o ouvido. Nota-se que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.11ss). Temos de ser discípulos ensinados por Deus (Is 50.4). Depois vem a prática do que aprendemos, a obediência nas atividades diárias envolvendo as mãos e o polegar. Depois os pés que devem andar perpetuamente nos caminhos de Deus (Sl 1.1). Bíblia Shedd.

21 Tomarás, então, do sangue sobre o altar e do óleo da unção e os aspergirás sobre Arão e… A mistura do sangue com o óleo sugere a necessidade de justificação por meio do sangue expiatório de Cristo (Rm 3:23-26) e da santificação por meio do Espírito Sangue (Rm 15:16). CBASD, vol. 1, p. 706.

22 a coxa direita. Normalmente parte da porção do sacerdote (Lv 7.32), esta também era queimada no sacrifício em favor dos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

23 também um pãomovendo-as de um lado para outro. Ao colocar estas ofertas nas mãos de Arão e seus filhos, Moisés devia mover as mãos deles de um lado para o outro. Para frente, provavelmente para mostrar que a oferta pertencia a Deus, e para trás, para indicar que era aceita por Deus e devolvida, por assim dizer, com Sua bênção. CBASD, vol. 1, p. 706.

O servo de Deus deve fazer uso reverente dos bens deste mundo para se conservar em condições de servir (cf nota Lv 7.30). Bíblia Shedd.

26 tua porção. Moisés, que já estava atuando como sacerdote, recebia o peito e a coxa do carneiro como sua porção; mais tarde, os sacerdotes as receberiam (Lv 7.31-32). Bíblia de Genebra.

28 obrigação… devida. Esta oferta é para o benefício dos sacerdotes e .. tem de ser custeada pelo povo em geral; é oferta de Deus, que, pelo próprio decreto de Deus, volta às mãos dos Seus servos dedicados. Bíblia Shedd.

29 as vestes santas. Os vs. 29 e 30 também se aplicavam a serviços futuros de consagração. As vestes feitas para Arão deviam ser preservadas após sua morte e usadas na consagração de todo sumo sacerdote que o sucedesse, para serem “ungidos nelas” e “consagrados nelas”. Todo sacerdote, a partir do dia em que começasse a exercer seus deveres, devia usar estas vestes por sete dias (Êx 29:35; Nm 20:24-28). CBASD, vol. 1, p. 706.

seus filhos depois dele. Aqui se refere a toda descendência sacerdotal. O ser humano é mortal, mesmo que seja sacerdote; só Cristo tem o sacerdócio eterno, perfeito e intransmissível (Hb 6.20; 7.24). Bíblia Shedd.

32 pão. Isto inclui as ofertas descritas nos vv 2 e 3, depois de tirar a porção que pertence ao holocausto (23-25). Bíblia Shedd.

33 o estranho não comerá delas. Não um estrangeiro, mas alguém que não fosse sacerdote (cf. Êx 12:19;20:10). CBASD, vol. 1, p. 706.

34 Se sobrar alguma coisa. O sacrifício solene pelo pecado… não pode ser participado por estranhos, em sua prática, nem guardado como se fosse simples comida. É esta atitude que o Novo testamento requer com respeito à Ceia do Senhor que é a lembrança vívida do sacrifício em que Cristo Se ofereceiu por nós (1Co 11.27). Bíblia Shedd.

35 sete dias. O ritual da consagração de Arão e seus filhos devia ser realizado em cada um dos sete dias seguintes. Isso simbolizava a perfeição ideal (ver Js 6:3, 4; 1Rs 18:43, 44; 2Rs 5:14). CBASD, vol. 1, p. 706.

37 Note a esmagadora ênfase na santidade de Deus. Os sacerdotes, as roupas, o tabernáculo e o sacrifício deveriam estar limpos e consagrados, preparados para se encontrar com Deus. Em contraste, hoje tendemos a considerar o favor de Deus como garantido, nos apressando no louvor e O tratando com desconsideração quase casual. Mas nós louvamos o poderoso Criador e Sustentador do universo! Lembre-se dessa profunda verdade quando você orar ou adorar e chegue até Ele. Life Appllication Study Bible.

38 cada dia, continuamente. Os requisitos para as ofertas sacerdotais diárias são revistos (vs. 38-46). O autor de Hebreus faz um contraste entre estes sacrifícios diários pelos pecados (cuja repetição era indicadora de sua insifuciência) e o sacrifício definitivo de Cristo (Hb 10.11-14). Bíblia de Genebra.

43 para que, por Minha glória, sejam santificados. É a revelação da glória de Deus aos homens que os transforma e os santifica. … O crente deve ser transformado de glória em glória pela revelação de Cristo, até ser semelhante a Ele (2Co 3.18). Bíblia Shedd.

44 santificarei Arão e seus filhos. Isto foi realizado de forma miraculosa quando Arão colocou seu primeiro sacrifício sobre o altar (Lv 9:24). CBASD, vol. 1, p. 707.

45 E habitarei no meio dos filhos de Israel. Isso se refere, em primeiro lugar, ao shekinah, no santo dos santos, mas, num sentido mais amplo, ao cuidado, à proteção e à salvação divina estendida por meio da graça ao povo escolhido ano após ano.  CBASD, vol. 1, p. 707.

Só no mundo futuro é que nenhum pecado e nenhuma tristeza poderá ofuscar a glória desta intimidade (Ap 21.1-8). Bíblia Shedd.

42-46 Esta passagem declara o objetivo do êxodo (e do livro). Deus “os tirou da terra do Egito” para que pudesse “habitar no meio deles” (v. 46). O relacionamento da aliança entre Deus e o Seu povo é fundamentalmente um relacionamento de comunhão entre Deus e o homem (Gn 17.7; Êx 6.7). Bíblia de Genebra.

A ação de Deus ao retirar os israelitas do Egito mostrou Seu grande desejo de estar com eles e os proteger. Ao longo da Bíblia, Deus mostra que Ele não é um senhor de terras ausente. Ele deseja viver entre nós, em nossos corações. Não exclua Deus de sua vida. Permita que Ele seja seu Deus através de sua obediência à Sua Palavra e comunicar-se com ele através da oração. Deixe-O ser seu senhorio [senhor de terras] presente. Life Appllication Study Bible.



Vestes do sumo sacerdote by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2015, 11:49
Filed under: Sem categoria

Foto que tirei em 2011 no Instituto do Templo, em Jerusalém.