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Comentário devocional:
José, em vez de usar o seu poder para se vingar de seus irmãos, cria alguns enigmas para eles, aprisionando-os. Em seguida, alega medo de Deus e os libera, mantendo Simeão como prisioneiro. José não quis ser o responsável moral pela destruição de suas famílias – e seus parentes. Os irmãos foram rigorosamente intimados, no entanto, a não voltarem sem “o irmão mais novo”, como prova da alegação de não serem espiões. Ele, então, secretamente devolve a prata, que descobrem no caminho de volta para casa, o que aumenta suas preocupações.
A sensação constante de culpa pela suposta morte de José ainda os assombra, e eles discutem sobre como maltrataram José. Eles pensavam que Deus os chamava para dar contas do sangue de José (outro indicador de que eles pensavam que José havia morrido).
As ações de José, aqui, formam o primeiro de uma série de testes que irão revelar a ele no que seus irmãos se tornaram. José está colocando em ação um plano para restaurar a unidade da família, mas seus irmãos não suspeitam de nada.
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/42
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 39
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13
Leituras da próxima semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 1
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Comentário devocional:
Quão tentador pode ter sido para José, após MAIS dois anos de cativeiro, por um crime que nunca cometeu, tentar obter o favor da corte alterando e ajustando a mensagem da interpretação do sonho para que ela parecesse mais aceitável e atraente para o rei. Mas José não alterou a mensagem para cortejar o rei. Novamente vemos aqui José superar a preocupação egoísta de Judá em projetar uma imagem politicamente favorável. Isto é reforçado pela resposta imediata de José a Faraó de que ele não tinha capacidade de interpretar sonhos. Foi dom de Deus que isto pudesse ser possível.
Do mesmo modo como Potifar, José é promovido ao poder e feito igual a Faraó, exceto quanto aos assuntos do trono. Em tudo isso, não vemos qualquer sinal de restos de amargura ou maldade.
José quase foi assassinado pelos seus irmãos, foi sequestrado e vendido como escravo por eles, falsamente acusado de tentativa de estupro, aprisionado injustamente mas, mesmo assim, atribuiu tudo à providencial condução de Deus para preparar salvação para sua família da fome.
Tudo isso denota que José tinha uma fé simples e inabalável de que Deus iria, de alguma forma, resolver as injustiças ao Seu bom tempo. Tal fé permite que se tenha graça face a injustiça e maus tratos.
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/41
Tradução: JAQ/GASQ
Também publicado em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/gen/41
Texto bíblico: Gênesis 41
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13
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Nas mãos de Deus até fracassos mais complexos se tornam em esplêndida vitória!
• Que expectativa para o futuro tem um filho mimado pelo pai e odiado pelos irmãos?
• Que expectativa tem um jovem de 17 anos vendido como escravo pelos irmãos?
• Que expectativa profissional tem um fiel servo de Deus que foi preso como réu?
• Que expectativa tem um presidiário eficiente que foi esquecido no fundo da prisão?
Parece ser mais fácil desenvolver verdadeira fé em ambiente pagão que num ambiente onde se vive um sincretismo religioso. É possível que José não desenvolvesse sua fé junto a seus irmãos na proporção que a desenvolveu entre pagãos. Estrategicamente Deus providenciou meios (até estranhos) de conduzi-lo ao Egito.
Pode-se dizer que não é na igreja onde mais nossa fé se desenvolve, mas na rotina diária, em que desafia à prática da fé. A igreja é lugar de adoração coletiva daqueles que têm fé, distante dela é onde a fé realmente se desenvolve – a quem investir em relacionamento diário com Deus!
Deus quer nossa fé livre da influência da fé sincretista, hipócrita e vazia de conteúdo. Quando Deus permite algo acontecer a Seus servos, quer purificá-los ou libertá-los daquilo que não Lhe agrada. É mais fácil apegar-se genuinamente a Deus num ambiente pagão que num ambiente meio-cristão.
Somente após o preparo divino José estava pronto para um posto nunca imaginado: Governador do Egito. Sua atitude? Exaltar a Deus! (vs. 16, 25). Após ser fiel mordomo e fiel carcereiro, agora seria fiel governador!
Guarde estes pensamentos no coração:
1. Nossa fidelidade pode custar-nos muitas coisas, entretanto Deus ocupa-se dos resultados!
2. “O relacionamento com Deus só pode verdadeiramente acontecer no contexto do engajamento com o mundo, enquanto o engajamento com o mundo só pode verdadeiramente ocorrer no contexto do relacionamento com Deus” (Marcelo Dias).
3. “Sofrimento, aflição, tribulação e testes – estes são dons que Deus nos dá para nosso crescimento, as pedras de pavimentação necessárias no caminho que conduz a plenitude de caráter e alegria” (Bruce Ware).
4. O que Deus faz para levar-nos à vitória é de Sua total responsabilidade! Quem quiser vencer, deve permiti-lO proceder como Ele quiser!
Deus vai além de realizar sonhos, Ele surpreende-nos com o que faz em nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).
14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).
16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).
17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).
33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).
45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50 (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday].
46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).
53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).
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Comentário devocional:
A história continua com José na prisão. O fato de Potifar ter aprisionado José, ao invés de executá-lo, mostra que ele implicitamente acreditava na inocência de José.
Dois acusados políticos são encarcerados e deixados sob os cuidados de José. Mesmo aqui seu caráter compele os funcionários acusados a confiarem nele. Ao invés de se juntar a eles em suas reclamações de autopiedade, por estarem presos sob acusações falsas, José se manteve atento à saúde emocional deles. Quando ambos têm sonhos, ele percebe a angústia e os questiona. Ele ouve seus sonhos e os interpreta.
Se as interpretações de José falhassem, sua reputação poderia ser manchada e ele poderia perder seu status na prisão, talvez até ser executado. Mas José resolutamente diz a verdade, não importa se a notícia é boa ou ruim. Ele se preocupa com a justiça, não com sua imagem. Ele não tenta manipular sua mensagem em busca de um favor no tribunal.
José, então, mostra superar Judá por não buscar proteger em primeiro lugar sua imagem, na tentação de degradar sua integridade moral. José está novamente em contraste com as conspirações e esquemas desonestos de Judá em Gên. 38.
Que possamos demonstrar a integridade de José em nossas relações com os outros.
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/40
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 40
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13
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Com Deus, grandes desafios da vida tornam-se grandes oportunidades de crescer na vida.
Diferentemente da teologia popular, José não sofria por ter plantado seu próprio destino criando confusão, nem lidava com consequências de uma péssima conduta; mas, porque decidira pelo certo, valorizou virtudes, decidiu não manchar seu caráter, nem violar sua consciência e, muito menos pecar contra Deus.
Considerando o jovem escravo no Egito, Charles R. Swindoll pontua: “Os tratamentos injustos, os maus-tratos, surgem de muitas formas, mas a maioria se enquadra em quatro categorias”:
1. Tratamento não merecido da família;
2. Restrição inesperada das circunstâncias;
3. Acusação injusta; e,
4. Abandono injusto.
Todos esses maus-tratos encurralaram José, enclausurando-o numa sela; onde ficou esquecido sem ter feito nada de errado. O que você faria se estivesse nesta situação?
Se estivermos com Deus, não devemos viver lamentando-nos como vítimas da situação complicada em que nos encontramos. Pelo contrário, devemos confiar piamente nEle, erguer a cabeça e esperar que Seus planos nos surpreendam.
Todo jovem que assim proceder, poderá enfrentar injustiças; entretanto, ainda que for lançado na lama da indiferença, ali ele fará a diferença. Como José, tal jovem se tornará uma bênção, ainda que seja na prisão…
• Auxiliará pessoas perturbadas, angustiadas e aflitas, como fez José aos desesperados servidores de Faraó que estavam presos (vs. 1-8);
• Tornar-se-á porta-voz de Deus em situações delicadas onde as pessoas se encontram como José na prisão que ouviu e desvendou os sonhos do copeiro-chefe e do padeiro-chefe (vs. 9-23).
Concluindo esta reflexão, considere com oração estes três pontos:
1. A pior desgraça para um jovem é viver distante de Deus, ou não perceber Deus conduzindo quando jogado injustamente numa escura e fedorenta prisão por agir corretamente.
2. Comparado à planta, o justo cresce não apenas onde for plantado, mas onde quer for jogado; ele não será espinho para ninguém, mas florescerá até mesmo distante da luz do sol para embelezar os corações áridos das pessoas.
3. É importante saber que Deus sabe o que é melhor para nós; como não era hora de José sair da prisão, pode ser que não estejamos prontos para aquilo pelo qual Deus quer nos usar; ou, ainda não chegou o momento certo!
Portanto, deixemos Deus conduzir nossa história para a vitória! – Heber Toth Armí.
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1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).
3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).
8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).
contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).
11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).
12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
13 reabilitará. Lit. “levantará tua cabeça”. Uma expressão hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico dá o significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).
19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).
20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).
20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe, estaria seriamente comprometido (Bíblia Shedd).
22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22) 20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).
23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).
O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do Redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
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Comentário devocional:
A resposta de José à Sra. Potifar é, na minha opinião, o ápice de uma teologia da sexualidade no Pentateuco e talvez de toda a Escritura. Lemos no v. 8 que a Sra. Potifar se oferecia a ele “dia após dia” (v. 10); talvez um dos primeiros casos registrados de assédio sexual na história.
No verso 9, José raciocina que Potifar e ele são iguais na casa, exceto por UMA coisa: Potifar dorme com a Sra. Potifar e José não. Esta única coisa diferencia Potifar de José. José reconheceu este elemento como o verdadeiro ideal de Deus para a expressão sexual. Prazer e filhos não são o objetivo principal da expressão sexual. Eles são deliciosos bônus. O propósito da expressão sexual é promover e manter um sentido de unicidade entre marido e mulher. Ceder aos avanços da Sra. Potifar não só violaria a confiança de seu marido em José (e nela!), mas seria subverter a singularidade ordenada por Deus entre marido e mulher. José, assim, prova-se moralmente superior a Judá, quando confrontado com a mesma tentação de permissividade sexual fora do casamento.
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/39
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 39
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps. 12-13
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Deus nunca falha! Quem se consagra a Ele vencerá ainda que tudo conspire contra… Haja o que houver, quem se posiciona ao lado de Deus certamente vencerá qualquer injustiça, provação, tentação ou pecado!
José evitava o pecado, mesmo enfrentando fortes provações; diferentemente, seus irmãos nem enfrentavam tentações, entretanto, debandavam para absurdas perversões (como exemplificado por Judá, no capítulo anterior).
José inspira-nos superando tudo o que conspira contra ele. Sua fé em Deus é um alicerce que o sustenta quando os vendavais da vida mostram sua carranca agressiva querendo nossa morte.
Observe estes importantíssimos pontos:
• Quando um jovem permite que Deus atue em sua história, aquilo que parecia o fim pode ser o começo para um propósito muito maior: a transformação do caráter (vs. 1-2);
• Quando um jovem perde seu lar e a companhia de sua família, mas dispõe-se a ser guiado e moldado por Deus, experimentará sucesso e prosperidade no que fizer, será elogiado e reconhecido e, provavelmente, promovido (vs. 3-6);
• Quando um jovem coloca-se à disposição de Deus tornando-se um instrumento Seu aqui na Terra, hostes satânicas se levantam para colocar obstáculos tentando desviá-lo do caminho certo; a vida poderá não ser nada fácil, mas haverá forças divinas à disposição para resistir até a mais forte tentação (vs. 7-12);
• Quando a isca satânica se vê desmascarada e derrotada frente à força de um jovem que se consagra a Deus, ela “arma o barraco”, esperneia, chora, faz-se de vítima, mente criativamente e acusa injustamente (vs. 13-19); Satanás não quer perder!
• Quando um jovem consagra-se a Deus não ficará intocável diante das injustas acusações nem superpoderoso para evitar atos injustos dos incrédulos. Perseguição, prisão e martírio serão tão reais quanto a perseverança na fé (v. 20);
• Quando um jovem é fiel a Deus, até nos piores lugares ele será uma bênção aos outros, os quais serão beneficiados com sua presença (vs. 21-23).
Nossa sociedade carece de jovens de fibra espiritual. Precisa-se de jovens como José, que resolutamente…
1. …sejam dedicados a Deus custe o que custar;
2. …sejam ousados para repudiar e desprezar o pecado, mas respeitar as pessoas;
3. …digam NÃO ao sexo pervertido, sujo e degradante;
4. …não reclamem, esmoreçam ou se vinguem diante das injustiças.
Quem se dispõe? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1 Retorna ao enredo de 37:26. José chegou agora ao Egito (Andrews Study Bible).
2-6 Enquanto as circunstâncias de José mudam, Deus nunca muda. Ele está sempre com Seus filhos (Jos. 1:5; Is. 41:10; Jer. 1:8, 19; Mat 28:20) e os habilita para grandes desafios (Andrews Study Bible).
2 O Senhor era com José do mesmo modo como nosso Senhor Jesus prometera estar conosco (Mt 28.20). Sabemos que Ele cumpre Sua promessa. Nosso dever e nosso privilégio é reconhecer e corresponder ao companheirismo que o Senhor nos proporciona. No caso de José, tal correspondência está evidente em seu espírito serviçal, alegre e criterioso (v 4; cf Cl 3.23), sua fidelidade absoluta (vv 5, 6) e sua resistência em face da tentação (vs 7-15). Constraste-se com este procedimento de José o que se menciona de Judá no capítulo anterior (Bíblia Shedd).
O benefício da presença de Deus foi experimentado até mesmo na escravidão, fora da terra da bênção (Bíblia de Genebra).
próspero. Uma das palavras chave deste capítulo (vs, 2-3; 23), sempre ligadas à bênção especial de Deus. A rápida ascensão de José na casa de Potifar se deve ao reconhecimento do mestre de que este escravo é diferente (Andrews Study Bible).
4 servia.O termo hebraico aqui denota serviço pessoal, como Josué servia a Moisés (Êx. 24:13) ou Elise servia a Elias (1 Reis 19:21) (Andrews Study Bible).
7-10 O texto bíblico sugere um longo período de sedução e o firme comprometimento de José de fidelidade e integridade moral. A longa resposta de José ao convite da mulher reconhece que o pecado não destrói apenas as relações humanas mas – e principalmente – é uma afronta a Deus (Sal. 51:4) (Andrews Study Bible).
7 cobiçá-lo. Olhava com desejo para ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 pecar contra Deus. Todo pecado é contra Deus em primeiríssimo lugar (v. Sl 51.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O adultério era considerado um grande pecado no antigo Oriente Próximo (20.9), porém José estava absolutamente consciente de que vivia na presença de Deus (cf 2Sm 12.13; Sl 51.4) (Bíblia de Genebra).
11-19 Outra recusa deixa a roupa de José (note novamente a importância da roupa na narrativa de José) na mão da mulher de seu mestre, que rapidamente cria uma história plausível visando punir aquele que a recusou (Andrews Study Bible).
12 pegou. O termo hebraico aqui implica violência (Deut. 9:17; 22:28; 1 Reis 11:30) (Andrews Study Bible).
14 este hebreu. Isto é, um descendente de Héber (ver Gn 10:21; 14:13). Geralmente era assim que os descendentes de Jacó se referiam a si mesmos como um povo, e que os outros se referiam a eles (ver Gn 39:17; 40:15; 41:12; 43:32; Êx 1:15, 16. 19; 2:6; etc.). Originalmente, um “judeu” era um descendente de Judá, mas após o cativeiro o termo perdeu sua estrita aplicação tribal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 460.
17 servo. Clara calúnia racial (Andrews Study Bible).
20 Mesmo que Potifar pareça furioso, a punição surpreende, tendo em vista que a lei bíblica exigia que estupradores convictos fossem sumariamente executados (Deut. 22:23-27). Potifar parece não acreditar em sua mulher, mas para manter as aparências colocou José na prisão. O foco agora muda para a prisão (o que reflete claramente um ambiente egípcio, tendo em vista que o Egito tinha prisões antes de outros povos ao redor), o próximo local das experiências positivas e negativas de José (Andrews Study Bible).
Embora a ira de Potifar fosse incidente sobre José, sua ação posterior indica que ele duvidou da acusação de sua esposa. Uma tentativa de estupro da esposa de um senhor por um escravo certamente resultaria em sentença de morte, mas a punição de José (aprisionamento com os prisioneiros do rei) foi relativamente suave (Bíblia de Genebra).
[Potifar] Queria tão somente preservar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providenciais de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido (Bíblia Shedd).
A leniência de Potifar sem dúvida reflete sua confiança na integridade de José e, em contraste, seu pouco respeito pelo relato do episódio contado pela esposa. O castigo de José, no entanto, parece a princípio ter sido severo, pois ele sofreu mais coisas do que a narrativa de Gênesis deixa implícito. Segundo o Salmo 105:18, seus “pés” foram apertados “com grilhões” e ele foi posto “em ferros”. CBASD, vol. 1, p. 460, 461.
21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmurações, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta (Bíblia Shedd).