Reavivados por Sua Palavra


Jó 40 by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2013, 23:13
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No Capítulo 39, Deus explanou acerca de Sua capacidade de criar uma ampla gama de animais com características peculiares. Neste capítulo e no próximo, encontramos a descrição de animais impressionantes.

Deus questiona a atitude dos ímpios que tentam corrigí-lo e acusá-lo (v. 1-2). Quando Jó ouve isso, ele cai de joelhos e silencia. Ele não tem nada a dizer (v. 3-4). Se for questionado, ele não irá responder (v. 5) [provavelmente se referindo a suas afirmações em 9.22 e 13.20-22].

Entretanto, o Senhor ainda não havia concluído. Jó precisava ver que o Juízo Investigativo é seguido por um Juízo Executivo [ou seja: a decisão judicial é seguida pela execução da pena]. Deus desafia Jó a agir como um advogado no tribunal: "Prepare-se como simples homem que é; eu lhe farei perguntas e você me responderá" (v. 7, NVI). Jó está agindo como uma criança e o Senhor quer que ele seja como um "homem forte". Deus faz, então, quatro perguntas a Jó nesta cena de tribunal::

1. "Você vai pôr em dúvida a Minha justiça?" [incluindo a execução da pena] (V. 8a, NVI).
2. "Vai condenar-Me [como Satanás está fazendo] para justificar-se?" (v. 8b, NVI).
3. Você tem um “braço [forte] como Deus?" [para realizar o julgamento?] (v. 9a).

4. Sua voz pode trovejar como a voz de Deus? [quando Ele anuncia o veredito] (v. 9b). Jó só teria uma resposta a todas estas perguntas: "Não!"

Mas Deus quer ainda falar sobre inimigos maiores. Por essa razão, Ele irá descrever duas bestas que não podem ser facilmente contidas pelo homem: o hipopótamo e o crocodilo. Muitas frases nos permitem imaginar o primeiro animal (heb. behemoth) como sendo o hipopótamo. Este enorme animal apresenta as características descritas: a) foi feito por Deus, assim como Jó e todos os seres humanos foram criados por Deus (v. 15); b) Seus músculos são poderosos (v. 16); c) Sua cauda é dura como o cedro e os músculos de suas coxas são firmemente unidos (v. 17); d) Seus ossos e membros são fortes como o bronze (hebraico: nehuša) ou como o ferro (hebraico: barzel) (v. 18).

Alguns críticos dizem que o ferro não era conhecido na época de Jó. Com base nisso, propõem que o livro tenha sido escrito numa data mais tardia, não sendo Moisés o seu autor. No entanto, arqueólogos descobriram peças isoladas de ferro provenientes do tempo de Jó, o que mostra que o argumento carece de evidências .

Alguns veem na descrição deste animal (dos versos 15 a 19), não um hipopótamo, mas um dinossauro. Pensam assim principalmente pelo verso 17 que diz: "Sua cauda balança como o cedro”, sendo que a cauda de um hipopótamo é muito reduzida. A representação de dinossauros em antigos cilindros-selos mostra que esse extinto animal era conhecido nos dias de Jó, o que pode favorecer este outro possível ponto de vista.

Os animais deste e do próximo capítulo apresentam características peculiares que nos lembram aspectos dos inimigos de Deus, mais particularmente Satanás.

Deus fala da criação deste animal (v. 19a, NVI): "Ele ocupa o primeiro lugar entre as obras de Deus" (uma qualidade também encontrada em Satanás, como Lúcifer no Céu, ao ser criado). "No entanto, o seu Criador pode chegar a ele com Sua espada" (v. 19b. NVI). Cristo, como o Messias guerreiro, na fase do juízo executivo destruirá a Satanás [cf Ap. 20:2, 10].

Querido Deus,
Aprendemos que ainda estás no controle. Vemos que o inimigo atua tão fortemente hoje quanto no tempo de Jó. Precisamos e agradecemos por Sua proteção. Obrigado por que o mal será completamente exterminado, no momento certo do Teu julgamento. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Trad e Adap por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jó 40



Jó 39 by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2013, 1:34
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Comentário devocional:

Deus continua falando com Jó. Moisés está descrevendo a mensagem de Deus a Jó neste capítulo que lembra um professor de Biologia levando o aluno através de uma lista de seis animais e pássaros, suas peculiaridades e aspectos maravilhosos. Deus pergunta a Jó se ele entende por que Ele fez estes animais da maneira que Ele fez: 1. Cabra e veados (v. 1-4), 2. Burros (v. 5-8), 3. Boi selvagem (v. 9-12), 4. Avestruz (v. 13-18), 5. Cavalo (v. 19-25) e 6. Águia (v. 26-30). É como se fôssemos levados através de um jardim zoológico.

No verso 1, Deus pergunta a Jó se ele é capaz de contar os meses e determinar quando as cabras monteses e as corças darão à luz. Era responsabilidade de Jó conhecer as suas ovelhas e cabras, sua idade, o tempo desde a concepção até o nascimento. Jó e os seus servos mantinham registro disso. Assim, Jó poderia saber de antemão quando esses animais dariam à luz seus filhos, o momento em que cresceriam e deixariam a mãe para não mais retornar (v. 3-4).
O presidente da Universidade Sahmyook, Dr. Sang-ne Kim, pregou um sermão em 2013, sobre a diferença entre humanos e animais, e destacou: "que os animais não retornam e reconhecem os seus pais." Um característica que a evolução não pode explicar. Deus implantou este atributo no homem, em oposição aos animais, e Jó, Moisés e Deus sabiam disso.

Deus, então, se volta para um segundo animal: o burro (v. 5a). Deus quer uma resposta de Jó se ele conhece este animal que gosta de sua liberdade, vive no deserto e no “leito seco de lagos salgados” (v. 6, NVI), não presta atenção aos “gritos do tropeiro”, zombando “do tumulto da cidade“ (v. 7, NVI), à procura de qualquer coisa verde como alimento (v. 7-8).

O terceiro animal sobre o qual Deus quer falar a Jó é boi selvagem ou, como alguns pensam, o rinoceronte ou o búfalo. Deus quer saber de Jó se um búfalo pode ser domesticado (v. 9). Jó pode usar uma corda e fazer que o búfalo are a terra? Seu grande poder pode se tornar útil para Jó? (v. 10-12). A resposta é negativa. Por quê? Deus o criou como animal selvagem e não para ser domesticado para servir os seres humanos. A vaca é calma, o búfalo é selvagem.

Em seguida, Deus muda para um quarto animal, um avestruz, que é orgulhoso e alegre. O avestruz “deixa seus ovos na terra" (v. 14). Deus quer saber de Jó se ele está ciente de que o avestruz abandona seus ovos e se esquece de que os pés de algum animal selvagem [um elefante?] podem quebrá-los (v. 15). Se Jó sabe que o avestruz não se importa com seus ovos (v. 16). O ponto principal colocado por Deus para Jó é que Ele colocou no avestruz esses hábitos peculiares: "porque Deus não lhe deu sabedoria nem parcela alguma de bom senso"(v. 17, NVI). Eles não vieram pela evolução. Nem foram adquiridos do ambiente.

O quinto animais que Deus quer que Jó reflita sobre ele é o cavalo. Deus pergunta a Jó se ele é quem dá força ao cavalo e crinas como roupas para seu pescoço (v. 19). É Deus quem o faz saltar, resfolegar com orgulho, escarvar o chão e mostrar com prazer a sua força no vale (v. 19-21). O cavalo corre ao encontro da batalha e "não recua diante da espada" (v.23, NVI). Nem “se contém ao som da trombeta” [ou shofar] (v. 24). Deus deu a beleza cavalo, força, coragem, entusiasmo energético, boa capacidade de audição e paciência. Onde é que a evolução se encaixa em tudo isso?

Deus, então, se refere ao sexto animal, o falcão ou águia (v. 26-27). As qualidades destas aves de rapina foram implantados por Deus na criação. O falcão tem grandes asas (verso 26) e é migratório, "estendendo as asas para o sul" (v. 26). É sob o comando de Jó que ele voa? (v. 27). A águia voa alto e constrói seu ninho como uma alta fortaleza inacessível. Ela gosta de viver em rochas elevadas (v. 28). Foi Deus quem deu às águias sua visão excepcional, que permite detectar de longe a sua presa, que será de alimento para seus filhotes (v. 29-30).

Deus criou os animais com características especiais que falam de variedade, criatividade, cuidado, que evitam o tédio da reduplicação e tornam a vida, mesmo num mundo hostil, incrivelmente interessante.

Querido Deus,
As características especiais de Seus animais nos surpreendem e nos dão insights do maravilhoso cuidado que tens por nós. Obrigado por nos ensinar e orientar. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Traduzido e adaptado por JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Job/39/

Texto bíblico: Jó 39



Jó 39 – comentários by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2013, 0:01
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Deus lembra Jó da sua obra criadora, sábia e mantenedora – mesmo nas colinas estéreis, onde o homem mal pode viver – e da ignorância de Jó, como contraste (Bíblia de Genebra).

Deus fez a Jó várias perguntas sobre o reino animal, a fim de demonstrar como o conhecimento de Jó era muito limitado. Deus não estava à procura de respostas de Jó. Em vez disso, ele estava levando Jó a reconhecer e se submeter ao poder e soberania de Deus. Só então ele poderia ouvir o que Deus estava realmente dizendo a ele (Life Study Application Bible).

A perguntas de Deus mostram Sua atenção sobre as criaturas da natureza (Andrews Study Bible).

13-18 Deus se responsabiliza (v 17) por elementos estranhos da natureza, tais como o avestruz, que é tão forte, mas é descuidado (Andrews Study Bible).



Jó 38 by Jobson Santos
3 de agosto de 2013, 0:43
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Comentário devocional:

Ao chegarmos ao final do capítulo 37, descobrimos que Eliú e seus colegas não são apenas amigos de Jó, mas instrumentos de alguém mais poderoso que eles. Nas ultimas palavras de Eliú revelam-se as intenções e propósitos do verdadeiro inimigo, Satanás, que é totalmente exposto. Neste momento, Deus “dá um passo à frente”. Ele tem algo a dizer aos que Lhe pertencem.

O Senhor respondeu a Jó ‘a partir do centro de uma tempestade’, como indica a palavra hebraica utilizada aqui, minhaseorah (v.1), possivelmente a mesma tempestade usada como referência por Eliú no capítulo anterior. Deus fala de um modo em que possa ser compreendido e assim responde tanto a Jó quanto a seus amigos. E pergunta: “Quem é esse que das trevas aconselha palavras sem conhecimento?” (v. 2, tradução do original pelo autor). A resposta é: os amigos de Jó. Então, Deus se dirige a Jó: “vou fazer perguntas a você, e você me responderá” (v.3, NVI).

Então, uma série de perguntas se seguem. “Onde você estava quando…?”. A resposta é: Você não estava lá, então como você sabe? Se você quer falar comigo como um homem, frente a frente, faça isso agora, mas primeiro saiba com Quem você está falando. Onde estava Jó, quando Deus colocou as fundações da terra? (v. 4). Quem a mediu? Sob que fundações foram suas bases colocadas? Deus usa aqui uma linguagem conhecida de práticas construtivas para simplificar a complexidade desconhecida aos homens do processo de criação.

E onde estava você, Jó, quando os “anjos [e todos os filhos de Deus] se regozijavam?” (v. 7, NVI). A criação deste mundo teve os anjos como espectadores maravilhados (v. 4-8).

Deus na criação estabeleceu os limites ao mar, e hoje vemos indicados nos tsunamis quão mais terrível seria se as restrições estabelecidas se desfizessem. A natureza está limitada por Deus. A manhã da criação foi comandada por Deus e também a duração do primeiro dia, e da segunda noite, até a alvorada (v. 12). E este controle continua até hoje. Deus nos garante o nascer do sol a cada dia, expulsando o domínio dos ímpios (v. 13), que detestam a luz (Jó 24:16,17). Com a luz, tudo se vê claramente, formas e cores, assim como o barro (v. 14) toma forma debaixo de um sinete (selo).

Deus, então, pergunta se Jó conhece os limites da criação: as profundezas do mar (v. 16); as portas da morte (v. 17); a origem da luz e das trevas (v. 19); se ele conhece os reservatórios da neve e do granizo, as quais Ele retém “até o tempo da angústia” (v. 22 e 23). E se revela como aquEle que traz a chuva que faz o deserto florescer e também a geada que cobre a terra e o gelo que cobre as águas (v. 24-29).

Nos versos 31 e 32 Deus muda o foco e faz perguntas sobre astronomia. Moisés certamente possuía do palácio do Egito o mais avançado conhecimento sobre astronomia da época (sabe-se que mesmo antes de seu tempo os babilônios já observavam e escreviam sobre Júpiter. Uma lente, possivelmente de um telescópio, foi encontrada pelos arqueólogos em Nínive, em 1972). Mas como ele poderia saber que enquanto as Plêiades viajam em conjunto pelo universo, “atadas” umas às outras, as estrelas do cinturão do Órion viajam a grande velocidade em direções diferentes, sem “laços”, fatos descobertos apenas recentemente pelos estudiosos com os modernos telescópios?

Por fim, após mostrar a Jó como mantém harmonicamente astros (“conhece as leis dos céus?”v. 33, NVI) e fenômenos naturais na terra, Deus pergunta a Jó se ele sabe quem é que satisfaz o leão, o corvo e seus filhotes, mostrando que o que seria impossível aos homens realizar (sustentar os animais), é feito por Ele ao implantar os instintos para a sua sobrevivência, mesmo em um ambiente hostil pós-queda.
Querido Deus,
Agora que falastes, podemos descansar ao saber que o mundo todo foi criado por Ti com grande complexidade e com regras harmoniosas de equilíbrio e limites. Qualquer distorção não vem de Ti. Nesta confiança depositamos nossa vidas em Tuas mãos e sabemos que estaremos seguros. Precisamos de Ti. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Job/38/

Texto bíblico: Jó 38



Jó 37 by Jobson Santos
2 de agosto de 2013, 8:26
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Comentário devocional:

Eliú, finalmente, chega ao fim de sua longa conversa. Ele compreende a Deus com uma visão praticamente panteísta.

Eliú é abalado pelas tempestades e a presença de Deus nelas. Ele diz: “Ouça o trovão de Sua voz majestosa, a qual sai da sua boca”. Sua luz ou seus raios vão até os confins da terra. Ele faz coisas grandes e maravilhosas que nós não conhecemos, mas a Sua voz será ouvida (vv. 1-5). Eliú diz que toda vez que chove, é porque Deus ordena. Se houver neve, é porque Deus enviou (versos 1-6). Algumas pessoas (chamadas deístas) acreditam que Deus pôs para funcionar o relógio das leis naturais e, em seguida, deixou a terra entregue a essas leis. O panteísmo diz que cada trovão é a voz de Deus.

Para Eliú, o potencial de saber que existe um Criador está na mão de cada ser humano. Negar a Sua existência é tolice. Eliú está certo nesse ponto.

A seguir, Eliu elabora um novo tema. Ele quer que Jó considere as maravilhas de Deus (versículo 14). Ele pergunta: Você conhece as ações de Deus? Você sabe como a luz da tempestade aparece? Sabe das maravilhas daquele que é perfeito em conhecimento? Você sabe como a terra é mantida quente e porque roupas são necessárias no inverno? Foi você que espalhou os céus? Onde você estava, Jó, quando Deus fez tudo isso? (Versos 15-18).

Então Eliú faz algumas observações muito cínicas: “Fora de nosso alcance está o Todo-poderoso, exaltado em poder; mas, em sua justiça e retidão, não oprime ninguém” (v. 23, NVI). Por traz das palavras de Eliú, não se pode deixar de ouvir a voz de Sataná. Os argumentos da rebelião no Céu são repetidos aqui na terra através da seguinte observação cínica acerca de Deus “por isso os homens o temem” (versículo 24). A última observação cínica de Eliú, similar ao pensamento de Lúcifer no céu o qual, depois, tornou-se Satanás aqui na Terra, “Ele não dá atenção a nenhum sábio de coração”, certamente não é bíblica.

Satanás usou a esses amigos de Jó, mas agora a máscara de Satanás cai e o próprio Deus irá entrar na conversa.

 

Querido Deus,

De repente sentimos que por vezes os amigos não são nada mais do que instrumentos de Satanás. As experiências amargas pelas quais passamos fazem com que a máscara de Satanás caia e passemos a vê-lo como ele realmente é. Nós amamos nossos amigos, mas não queremos nenhuma parceria com Satanás. É a você que procuramos. Amém.

 

Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Job/37/

Texto bíblico: Jó 37



Jó 36 by Jobson Santos
1 de agosto de 2013, 11:47
Filed under: caráter de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Eliú, o jovem interlocutor fez um longo discurso. Ele começou no capítulo 32 e, agora, no capítulo 36, ainda continua a falar. Ele exalta a justiça do seu Criador e sente-se confiante de que o público irá aceitar suas palavras, pois não são falsas (versos 1-4).

Para Eliú, se alguém está acorrentado em vestes de pobreza, como Jó, então Deus lhe revela suas transgressões, pois certamente agiu com orgulho. Deus abre os ouvidos dessa pessoa para a disciplina e pede-lhe para se arrepender da sua iniqüidade (versos 8-10).

A resposta humana resulta nas seguintes ações divinas: Se as  pessoas ouvem o que Deus diz e passam a servi-Lo [então] elas findarão os seus dias em prosperidade e alegria (versículo 11). Embora estas palavras soem como verdade do evangelho, e na verdade o são, o problema é que sem uma compreensão da história  do grande conflito, Eliú vê o cumprimento dessas promessas no aqui e agora, e as entende principalmente no sentido material. A má notícia é que, se as pessoas não escutam, elas desaparecerão e perecerão pela espada porque não suplicaram pela salvação (vers. 12-13). De acordo com Eliú, a recompensa dada por Deus, ocorre na vida aqui na terra.

Entre os versos 22-32, Eliú quer apresentar-nos a imagem que ele tem de Deus. Deus é muito grande em poder, quem é um professor como ele? Quem pode dizer: “Você fez injustiça?” Lembre-se que você deve engrandecer a obra dEle, a qual os homens têm bloqueado. Todos os seres humanos têm visto a obra de Deus. Deus é grande, não sabemos o número dos seus anos. Deus aumenta as gotas de água conforme Ele vê a necessidade. O resultado é que as nuvens lançam suas águas para baixo e as derramam sobre grandes seres humanos (versos 22-28). Eliú parece sugerir a Jó que se alguém é uma grande pessoa, a chuva cairá em sua propriedade. Ele diz que não se pode compreender como as nuvens se propagam. Ele julga as nações. Ele dá comida em abundância. Com a Sua mão Ele dirige o raio e lhe dá ordens para atacar. O Seu trovão declara a aproximação da tempestade (versos 29-32). Eliú fala sobre como Deus (da maneira como ele entende) lida com os seres humanos. Os abençoados são orientados por Deus, mas os orgulhosos não o são.

 

Querido Deus,

És o Grande Doador da sabedoria. Louvamos o Seu nome por causa disso. Sem a Sua profecia ficaríamos perdidos em meio a tantas explicações. Obrigado pela segurança da profecia.

 

Koot van Wyk

Universidade Nacional Kyungpook

Sangju, Coreia do Sul

Traduzido e adaptado por JDS

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Job/36/

Texto bíblico: Jó 36



Não desanime, a palavra de Deus está logo à frente! by Jeferson Quimelli
1 de agosto de 2013, 6:00
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Querido leitor,

se a este momento do debate você já está cansado do arrogante discurso "consolador" dos "amigos" de Jó, não desanime!

As palavras de Deus estão logo à frente, nos cap. 38 e 39!

Se você está ansiando pela revelação de Deus em sua vida, não desanime!

Deus irá Se revelar em tudo que você precisa, a seu devido tempo.



Jó 36 – Resumo by Jeferson Quimelli
1 de agosto de 2013, 5:51
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1 Eliú mostra como Deus é justo em Seus caminhos. 16 [Ele afirma que] os pecados de Jó impedem as bênçãos d Deus. 24 As obras de Deus devem ser magnificadas (CBASD, vol. 3, p. 669).

Os cap. 36 e 37 formam um único discurso [de Eliú]. Constituem um apelo final a Jó para que seja resignado e paciente diante de Deus (CBASD, vol. 3, p. 669).

1-22 Eliú conclama Jó a confiar na sua sabedoria, no ensinamento que vai dar (2-4). O procedimento de Deus é leal para com todos […], e Sua providência, adversa aos ímpios, benigna para com os justos, é digna de confiança (5-7). Deus se dirige aos homens no meio da angústia à qual os pecados os arrastara, oferecendo o caminho do arrependimento e da salvação (8-10); a obediência conduzirá à felicidade, e a recusa, à ruína (11-15). Jó está incluído no segundo grupo, sofrendo consequências das quais ninguém o poderá livrar (17-19). Jó deve sair desse caminho de rebeldia, convertendo-se ao Mestre que tem poderes para julgar seus passos (21-23) (Bíblia Shedd).

24-33 Eliú exorta Jó a humilhar-se perante Deus (24-25), cujo poder é demonstrado pelos fenômenos da natureza: a formação das gotas de chuva (27-28) e a trovoada (29-33; 37.1-5). A própria trovoada revela a Deus como juiz, v. 33) (Bíblia Shedd).