Comentário devocional:
Eliú, o jovem interlocutor fez um longo discurso. Ele começou no capítulo 32 e, agora, no capítulo 36, ainda continua a falar. Ele exalta a justiça do seu Criador e sente-se confiante de que o público irá aceitar suas palavras, pois não são falsas (versos 1-4).
Para Eliú, se alguém está acorrentado em vestes de pobreza, como Jó, então Deus lhe revela suas transgressões, pois certamente agiu com orgulho. Deus abre os ouvidos dessa pessoa para a disciplina e pede-lhe para se arrepender da sua iniqüidade (versos 8-10).
A resposta humana resulta nas seguintes ações divinas: Se as pessoas ouvem o que Deus diz e passam a servi-Lo [então] elas findarão os seus dias em prosperidade e alegria (versículo 11). Embora estas palavras soem como verdade do evangelho, e na verdade o são, o problema é que sem uma compreensão da história do grande conflito, Eliú vê o cumprimento dessas promessas no aqui e agora, e as entende principalmente no sentido material. A má notícia é que, se as pessoas não escutam, elas desaparecerão e perecerão pela espada porque não suplicaram pela salvação (vers. 12-13). De acordo com Eliú, a recompensa dada por Deus, ocorre na vida aqui na terra.
Entre os versos 22-32, Eliú quer apresentar-nos a imagem que ele tem de Deus. Deus é muito grande em poder, quem é um professor como ele? Quem pode dizer: “Você fez injustiça?” Lembre-se que você deve engrandecer a obra dEle, a qual os homens têm bloqueado. Todos os seres humanos têm visto a obra de Deus. Deus é grande, não sabemos o número dos seus anos. Deus aumenta as gotas de água conforme Ele vê a necessidade. O resultado é que as nuvens lançam suas águas para baixo e as derramam sobre grandes seres humanos (versos 22-28). Eliú parece sugerir a Jó que se alguém é uma grande pessoa, a chuva cairá em sua propriedade. Ele diz que não se pode compreender como as nuvens se propagam. Ele julga as nações. Ele dá comida em abundância. Com a Sua mão Ele dirige o raio e lhe dá ordens para atacar. O Seu trovão declara a aproximação da tempestade (versos 29-32). Eliú fala sobre como Deus (da maneira como ele entende) lida com os seres humanos. Os abençoados são orientados por Deus, mas os orgulhosos não o são.
Querido Deus,
És o Grande Doador da sabedoria. Louvamos o Seu nome por causa disso. Sem a Sua profecia ficaríamos perdidos em meio a tantas explicações. Obrigado pela segurança da profecia.
Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Traduzido e adaptado por JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Job/36/
Texto bíblico: Jó 36
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Querido leitor,
se a este momento do debate você já está cansado do arrogante discurso "consolador" dos "amigos" de Jó, não desanime!
As palavras de Deus estão logo à frente, nos cap. 38 e 39!
Se você está ansiando pela revelação de Deus em sua vida, não desanime!
Deus irá Se revelar em tudo que você precisa, a seu devido tempo.
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1 Eliú mostra como Deus é justo em Seus caminhos. 16 [Ele afirma que] os pecados de Jó impedem as bênçãos d Deus. 24 As obras de Deus devem ser magnificadas (CBASD, vol. 3, p. 669).
Os cap. 36 e 37 formam um único discurso [de Eliú]. Constituem um apelo final a Jó para que seja resignado e paciente diante de Deus (CBASD, vol. 3, p. 669).
1-22 Eliú conclama Jó a confiar na sua sabedoria, no ensinamento que vai dar (2-4). O procedimento de Deus é leal para com todos […], e Sua providência, adversa aos ímpios, benigna para com os justos, é digna de confiança (5-7). Deus se dirige aos homens no meio da angústia à qual os pecados os arrastara, oferecendo o caminho do arrependimento e da salvação (8-10); a obediência conduzirá à felicidade, e a recusa, à ruína (11-15). Jó está incluído no segundo grupo, sofrendo consequências das quais ninguém o poderá livrar (17-19). Jó deve sair desse caminho de rebeldia, convertendo-se ao Mestre que tem poderes para julgar seus passos (21-23) (Bíblia Shedd).
24-33 Eliú exorta Jó a humilhar-se perante Deus (24-25), cujo poder é demonstrado pelos fenômenos da natureza: a formação das gotas de chuva (27-28) e a trovoada (29-33; 37.1-5). A própria trovoada revela a Deus como juiz, v. 33) (Bíblia Shedd).