Josué 21 – sábado, 10.11.12
by Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Josué 21
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Os levitas Recebem Cidades
Os levitas, a quem não havia sido dada uma área própria para sua tribo, vieram a Eleazar, o sumo sacerdote, em Siló e o lembraram que o Senhor dissera a Moisés que os filhos de Israel deveriam dar os levitas cidades e subúrbios para suas famílias. Isto então foi feito, “segundo o mandado do Senhor” (v. 3).
Para que os levitas ministrassem espiritualmente a todo o povo, suas cidades e arredores deveriam estar espalhadas entre as tribos. Ao todo, 48 cidades, com seus arredores foram dadas aos levitas e suas famílias. Então o Senhor concedeu descanso aos israelitas por toda a terra, como havia prometido aos seus antepassados. “Nenhum de todos os seus inimigos resistiu diante deles; a todos eles o SENHOR lhes entregou nas mãos. Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o SENHOR falara à casa de Israel; tudo se cumpriu” (v. 45).
Enquanto enfrentamos as dificuldades deste mundo, lembremos que estamos nas fronteiras da Canaã celestial. As promessas do Senhor serão cumpridas e haverá descanso para sempre.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – Rev JDS
Josué 20 – sexta, 09.11.2012
by Jeferson Quimelli
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Cidades de Refúgio
As seis cidades de refúgio que são mencionados neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, do “vingador de sangue”, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do país numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, onde se decidiria se o homicídio foi acidental (culposo) ou intencional (doloso).Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido que ficasse na cidade e nela ser protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do sumo sacerdote atual.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – rev JDS
Comentários bíblicos selecionados:
6 Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.
Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).
7 Designaram. Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.
Josué 20 – sexta, 09.11.2012
by Jeferson Quimelli
1 Disse mais o SENHOR a Josué:
2 Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés;
3 para que fuja para ali o homicida que, por engano, matar alguma pessoa sem o querer; para que vos sirvam de refúgio contra o vingador do sangue.
4 E, fugindo para alguma dessas cidades, pôr-se-á à porta dela e exporá o seu caso perante os ouvidos dos anciãos da tal cidade; então, o tomarão consigo na cidade e lhe darão lugar, para que habite com eles.
5 Se o vingador do sangue o perseguir, não lhe entregarão nas mãos o homicida, porquanto feriu a seu próximo sem querer e não o aborrecia dantes.
6 Habitará, pois, na mesma cidade até que compareça em juízo perante a congregação, até que morra o sumo sacerdote que for naqueles dias; então, tornará o homicida e voltará à sua cidade e à sua casa, à cidade de onde fugiu.
7 Designaram, pois, solenemente, Quedes, na Galiléia, na região montanhosa de Naftali, e Siquém, na região montanhosa de Efraim, e Quiriate-Arba, ou seja, Hebrom, na região montanhosa de Judá.
8 Dalém do Jordão, na altura de Jericó, para o oriente, designaram Bezer, no deserto, no planalto da tribo de Rúben; e Ramote, em Gileade, da tribo de Gade; e Golã, em Basã, da tribo de Manassés.
9 São estas as cidades que foram designadas para todos os filhos de Israel e para o estrangeiro que habitava entre eles; para que se refugiasse nelas todo aquele que, por engano, matasse alguma pessoa, para que não morresse às mãos do vingador do sangue, até comparecer perante a congregação.
Cidades de Refúgio
As seis cidades de refúgio que são mencionados neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, do “vingador de sangue”, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do país numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, onde se decidiria se o homicídio foi acidental (culposo) ou intencional (doloso).Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido que ficasse na cidade e nela ser protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do sumo sacerdote atual.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – rev JDS
Comentários bíblicos selecionados:
6 Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.
Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).
7 Designaram. Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.
Josué 19 – quinta, 08.11.12
by Jeferson Quimelli
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Josué era um homem de Deus, um forte líder militar, e um sábio governador do povo. Esta grandeza também se manifestava em ser ele um homem humilde, disposto a solicitar a sua porção de terra depois de todos os outros. Ele poderia ter escolhido a sua terra antes de qualquer um e ninguém faria objeções. Mas ele era um líder servidor e se mostrou como deixou um exemplo digno de ser seguido pelos demais.
A fonte da grandeza de Josué, manifestada desde o seu fiel trabalho como espia, era reconhecer que Deus era a fonte de toda a bênção, seja ela a vida ou a terra. Israel pertencia ao Senhor. O proprietário original e legítimo do povo e da terra de Israel era o próprio Senhor.
Isto é verdade também acerca do nosso país. Se rastrearmos a posse da terra a partir de hoje, chegaremos aos proprietários europeus, e os que possivelmente estavam aqui antes deles e, então, chegaremos a Deus. Nós não somos os verdadeiros donos: somos inquilinos, e o Senhor vai nos perguntar como temos usado a sua propriedade e para qual finalidade.
Professor aposentado e missionário
Josué 19 – quinta, 08.11.2012
by Jeferson Quimelli
1 Saiu a segunda sorte a Simeão, à tribo dos filhos de Simeão, segundo as suas famílias, e foi a sua herança no meio da dos filhos de Judá.
2 Na herança, tiveram: Berseba, Seba, Molada,
3 Hazar-Sual, Balá, Ezém,
4 Eltolade, Betul, Horma,
5 Ziclague, Bete-Marcabote, Hazar-Susa,
6 Bete-Lebaote e Saruém; ao todo, treze cidades com suas aldeias.
7 Aim, Rimom, Eter e Asã; ao todo, quatro cidades com suas aldeias.
8 E todas as aldeias que havia em redor destas cidades, até Baalate-Ber, que é Ramá do Neguebe; esta era a herança da tribo dos filhos de Simeão, segundo as suas famílias.
9 A herança dos filhos de Simeão se tirou de entre a porção dos filhos de Judá, pois a herança destes era demasiadamente grande para eles, pelo que os filhos de Simeão tiveram a sua herança no meio deles.
10 Saiu a terceira sorte aos filhos de Zebulom, segundo as suas famílias. O limite da sua herança ia até Saride.
11 Subia o seu limite, pelo ocidente, a Marala, tocava em Dabesete e chegava até ao ribeiro que está defronte de Jocneão.
12 De Saride, dava volta para o oriente, para o nascente do sol, até ao limite de Quislote-Tabor, saía a Daberate, e ia subindo a Jafia;
13 dali, passava, para o nascente, a Gate-Hefer, a Ete-Cazim, ia a Rimom, que se estendia até Neá,
14 e, rodeando-a, o limite passava, para o norte, a Hanatom e terminava no vale de Ifta-El.
15 Ainda Catate, Naalal, Sinrom, Idala e Belém, completando doze cidades com suas aldeias.
16 Esta era a herança dos filhos de Zebulom, segundo as suas famílias; estas cidades com suas aldeias.
17 A quarta sorte saiu a Issacar, aos filhos de Issacar, segundo as suas famílias.
18 O seu território incluía Jezreel, Quesulote, Suném,
19 Hafaraim, Siom, Anacarate,
20 Rabite, Quisião, Ebes,
21 Remete, En-Ganim, En-Hada e Bete-Pasês.
22 O limite tocava o Tabor, Saazima e Bete-Semes e terminava no Jordão; ao todo, dezesseis cidades com suas aldeias.
23 Esta era a herança da tribo dos filhos de Issacar, segundo as suas famílias; estas cidades com suas aldeias.
24 Saiu a quinta sorte à tribo dos filhos de Aser, segundo as suas famílias.
25 O seu território incluía Helcate, Hali, Béten, Acsafe,
26 Alameleque, Amade e Misal; e tocava o Carmelo, para o ocidente, e Sior-Libnate;
27 volvendo-se para o nascente do sol, Bete-Dagom, tocava Zebulom e o vale de Ifta-El, ao norte de Bete-Emeque e de Neiel, e vinha sair a Cabul, pela esquerda,
28 Ebrom, Reobe, Hamom e Caná, até à grande Sidom.
29 Voltava o limite a Ramá e até à forte cidade de Tiro; então, tornava a Hosa, para terminar no mar, na região de Aczibe;
30 também Umá, Afeca e Reobe, completando vinte e duas cidades com suas aldeias.
31 Esta era a herança da tribo dos filhos de Aser, segundo as suas famílias; estas cidades com suas aldeias.
32 Saiu a sexta sorte aos filhos de Naftali, segundo as suas famílias.
33 Era o seu limite desde Helefe, do carvalho em Zaananim, Adami-Nequebe, Jabneel, até Lacum e terminava no Jordão.
34 Voltava o limite, pelo ocidente, a Aznote-Tabor, de onde passava a Hucoque; tocava Zebulom, ao sul, e Aser, ao ocidente, e Judá, pelo Jordão, ao nascente do sol.
35 As cidades fortificadas eram: Zidim, Zer, Hamate, Racate, Quinerete,
36 Adamá, Ramá, Hazor,
37 Quedes, Edrei, En-Hazor,
38 Irom, Migdal-El, Horém, Bete-Anate e Bete-Semes; ao todo, dezenove cidades com suas aldeias.
39 Esta era a herança da tribo dos filhos de Naftali, segundo as suas famílias; estas cidades com suas aldeias.
40 A sétima sorte saiu à tribo dos filhos de Dã, segundo as suas famílias.
41 O território da sua herança incluía Zorá, Estaol, Ir-Semes,
42 Saalabim, Aijalom, Itla,
43 Elom, Timna, Ecrom,
44 Elteque, Gibetom, Baalate,
45 Jeúde, Benê-Beraque, Gate-Rimom,
46 Me-Jarcom e Racom, com o território defronte de Jope.
47 Saiu, porém, pequeno o limite aos filhos de Dã, pelo que subiram os filhos de Dã, e pelejaram contra Lesém, e a tomaram, e a feriram a fio de espada; e, tendo-a possuído, habitaram nela e lhe chamaram Dã, segundo o nome de Dã, seu pai.
48 Esta era a herança da tribo dos filhos de Dã, segundo as suas famílias; estas cidades com suas aldeias.
49 Acabando, pois, de repartir a terra em herança, segundo os seus territórios, deram os filhos de Israel a Josué, filho de Num, herança no meio deles.
50 Deram-lhe, segundo o mandado do SENHOR, a cidade que pediu, Timnate-Sera, na região montanhosa de Efraim; reedificou ele a cidade e habitou nela.
51 Eram estas as heranças que Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num, e os cabeças dos pais das famílias repartiram por sorte, em herança, pelas tribos dos filhos de Israel, em Siló, perante o SENHOR, à porta da tenda da congregação. E assim acabaram de repartir a terra.
Josué finalmente recebe sua herança
Josué era um homem de Deus, um forte líder militar, e um sábio governador do povo. Esta grandeza também se manifestava em ser ele um homem humilde, disposto a solicitar a sua porção de terra depois de todos os outros. Ele poderia ter escolhido a sua terra antes de qualquer um e ninguém faria objeções. Mas ele era um líder servidor e se mostrou como deixou um exemplo digno de ser seguido pelos demais.
A fonte da grandeza de Josué, manifestada desde o seu fiel trabalho como espia, era reconhecer que Deus era a fonte de toda a bênção, seja ela a vida ou a terra. Israel pertencia ao Senhor. O proprietário original e legítimo do povo e da terra de Israel era o próprio Senhor.
Isto é verdade também acerca do nosso país. Se rastrearmos a posse da terra a partir de hoje, chegaremos aos proprietários europeus, e os que possivelmente estavam aqui antes deles e, então, chegaremos a Deus. Nós não somos os verdadeiros donos: somos inquilinos, e oSenhor vai nos perguntar como temos usado a sua propriedade e para qual finalidade.
Professor aposentado e missionário
Josué 18 – quarta, 07.11.2012
by Jeferson Quimelli
1 Reuniu-se toda a congregação dos filhos de Israel em Siló, e ali armaram a tenda da congregação; e a terra estava sujeita diante deles.
2 Dentre os filhos de Israel ficaram sete tribos que ainda não tinham repartido a sua herança.
3 Disse Josué aos filhos de Israel: Até quando sereis remissos em passardes para possuir a terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos deu?
4 De cada tribo escolhei três homens, para que eu os envie, eles se disponham, e corram a terra, e façam dela um gráfico relativamente à herança das tribos, e se tornem a mim.
5 Dividirão a terra em sete partes: Judá ficará no seu território, ao sul, e a casa de José, no seu, ao norte.
6 Em sete partes fareis o gráfico da terra e mo trareis a mim, para que eu aqui vos lance as sortes perante o SENHOR, nosso Deus.
7 Porquanto os levitas não têm parte entre vós, pois o sacerdócio do SENHOR é a sua parte. Gade, e Rúben, e a meia tribo de Manassés já haviam recebido a sua herança dalém do Jordão, para o oriente, a qual lhes deu Moisés, servo do SENHOR.
8 Dispuseram-se, pois, aqueles homens e se foram, e Josué deu ordem aos que iam levantar o gráfico da terra, dizendo: Ide, correi a terra, levantai-lhe o gráfico e tornai a mim; aqui vos lançarei as sortes perante o SENHOR, em Siló.
9 Foram, pois, os homens, passaram pela terra, levantaram dela o gráfico, cidade por cidade, em sete partes, num livro, e voltaram a Josué, ao arraial em Siló.
10 Então, Josué lhes lançou as sortes em Siló, perante o SENHOR; e ali repartiu Josué a terra, segundo as suas divisões, aos filhos de Israel.
11 Saiu a sorte da tribo dos filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; e o território da sua sorte caiu entre os filhos de Judá e os filhos de José.
12 O seu limite foi para o lado norte desde o Jordão; subia ao lado de Jericó, para o norte, e subia pela montanha, para o ocidente, para terminar no deserto de Bete-Áven.
13 E dali passava o limite a Luz, ao lado de Luz (que é Betel), para o sul; descia a Atarote-Adar, ao pé do monte que está do lado sul de Bete-Horom de baixo.
14 Seguia o limite, e tornava ao lado ocidental, para o sul do monte que está defronte de Bete-Horom, para o sul, e terminava em Quiriate-Baal (que é Quiriate-Jearim), cidade dos filhos de Judá; este era o lado ocidental.
15 O lado do sul começava na extremidade oriental de Quiriate-Jearim e seguia até à fonte das águas de Neftoa;
16 descia o limite até à extremidade do monte que está defronte do vale do Filho de Hinom, ao norte do vale dos Refains, e descia pelo vale de Hinom do lado dos jebuseus, para o sul; e baixava a En-Rogel;
17 volvia-se para o norte, chegava a En-Semes, de onde passava para Gelilote, que está defronte da subida de Adumim, e descia à pedra de Boã, filho de Rúben;
18 passava pela vertente norte, defronte da planície, e descia à planície.
19 Depois, passava o limite até ao lado de Bete-Hogla, para o norte, para terminar na baía do mar Salgado, na desembocadura do Jordão, ao sul; este era o limite do sul.
20 Do lado oriental, o Jordão era o seu limite; esta era a herança dos filhos de Benjamim nos seus limites em redor, segundo as suas famílias.
21 As cidades da tribo dos filhos de Benjamim, segundo as suas famílias, eram: Jericó, Bete-Hogla, Emeque-Quesis,
22 Bete-Arabá, Zemaraim, Betel,
23 Avim, Pará, Ofra,
24 Quefar-Amonai, Ofni e Gaba; ao todo, doze cidades com suas aldeias.
25 Gibeão, Ramá, Beerote,
26 Mispa, Cefira, Mosa,
27 Requém, Irpeel, Tarala,
28 Zela, Elefe, Jebus (esta é Jerusalém), Gibeá e Quiriate; ao todo, catorze cidades com suas aldeias; esta era a herança dos filhos de Benjamim, segundo as suas famílias.
O Senhor Decide
Após Canaã ter sido conquistada, ainda havia sete tribos que não tinham recebido suas heranças. Josué sugeriu que se escolhessem três homens de cada uma das sete tribos e que eles viajassem através da terra e retornassem com um relatório. Eles deveriam descrever o que vissem e sugerir como a grande área deveria ser dividida, e assim eles o fizeram. Josué, então, lançou sortes perante o Senhor em Siló e dividiu a terra respeitando os resultados do sorteio. O importante é que a decisão de como a terra deveria ser dividida não veio nem de Josué, nem de Eleazer ou de qualquer homem, mas eles dependeram inteiramente do Senhor para isto.
Foi assim que os discípulos também fizeram quando precisaram encontrar um discípulo para substituir Judas (Atos 1:15-26). Naqueles dias, Pedro levantou-se no meio dos 120 crentes reunidos para a oração e disse: “Judas era um de nós, mas traiu o Senhor, e depois se enforcou. Precisamos encontrar alguém que tenha estado conosco desde o início e testemunhado a ressurreição do Senhor para substituir Judas.” O grupo, então, concordou em dois nomes: José, também chamado de Justo, e Matias. Então eles oraram: “Senhor, tu conheces o coração de todos. Mostra-nos qual destes dois tens escolhido para assumir este ministério apostólico que Judas abandonou” (Atos 1: 24,25 NVI). Eles lançaram sortes e a sorte caiu em Matias, que se tornou o décimo segundo apóstolo.
Porque eles lançaram sortes? Tanto Josué quanto os apóstolos viviam situações em que não havia consenso e foram inspirados naquele momento a buscar um processo de escolha que deixasse certeza absoluta da orientação divina, sem qualquer influência humana. Mais importante: havia unanimidade entre o povo de que fora o próprio Deus quem inspirara o processo e estava no controle.
O principal hoje é orarmos fervorosa e humildemente a fim de descobrirmos a vontade de Deus e que esta se cumpra. Se o Senhor orientar claramente para lançarmos sortes, devemos faze-lo. Se Ele nos orientar para levarmos o assunto para um grupo de pessoas consagradas decidirem a respeito, assim o façamos. Precisamos confiar na liderança do Senhor. Ele irá orientar e direcionar a Sua igreja, assim como fez no passado.
Ralph Neall
Professor aposentado e Missionário
Trad JAQ – Rev JDS
Josué 18 – quarta, 07.11.12
by Jeferson Quimelli
Após Canaã ter sido conquistada, ainda havia sete tribos que não tinham recebido suas heranças. Josué sugeriu que se escolhessem três homens de cada uma das sete tribos e que eles viajassem através da terra e retornassem com um relatório. Eles deveriam descrever o que vissem e sugerir como a grande área deveria ser dividida, e assim eles o fizeram. Josué, então, lançou sortes perante o Senhor em Siló e dividiu a terra respeitando os resultados do sorteio. O importante é que a decisão de como a terra deveria ser dividida não veio nem de Josué, nem de Eleazer ou de qualquer homem, mas eles dependeram inteiramente do Senhor para isto.
Foi assim que os discípulos também fizeram quando precisaram encontrar um discípulo para substituir Judas (Atos 1:15-26). Naqueles dias, Pedro levantou-se no meio dos 120 crentes reunidos para a oração e disse: “Judas era um de nós, mas traiu o Senhor, e depois se enforcou. Precisamos encontrar alguém que tenha estado conosco desde o início e testemunhado a ressurreição do Senhor para substituir Judas.” O grupo, então, concordou em dois nomes: José, também chamado de Justo, e Matias. Então eles oraram: “Senhor, tu conheces o coração de todos. Mostra-nos qual destes dois tens escolhido para assumir este ministério apostólico que Judas abandonou” (Atos 1: 24,25 NVI). Eles lançaram sortes e a sorte caiu em Matias, que se tornou o décimo segundo apóstolo.
Porque eles lançaram sortes? Tanto Josué quanto os apóstolos viviam situações em que não havia consenso e foram inspirados naquele momento a buscar um processo de escolha que deixasse certeza absoluta da orientação divina, sem qualquer influência humana. Mais importante: havia unanimidade entre o povo de que fora o próprio Deus quem inspirara o processo e estava no controle.
O principal hoje é orarmos fervorosa e humildemente a fim de descobrirmos a vontade de Deus e que esta se cumpra. Se o Senhor orientar claramente para lançarmos sortes, devemos faze-lo. Se Ele nos orientar para levarmos o assunto para um grupo de pessoas consagradas decidirem a respeito, assim o façamos. Precisamos confiar na liderança do Senhor. Ele irá orientar e direcionar a Sua igreja, assim como fez no passado.
Professor aposentado e missionário
Josué 17 – terça, 06.11.2012
by Jeferson Quimelli
1 Também caiu a sorte à tribo de Manassés, o qual era o primogênito de José. Maquir, o primogênito de Manassés, pai de Gileade, porquanto era homem de guerra, teve Gileade e Basã.
2 Os mais filhos de Manassés também tiveram a sua parte, segundo as suas famílias, a saber, os filhos de Abiezer, e os filhos de Heleque, e os filhos de Asriel, e os filhos de Siquém, e os filhos de Héfer, e os filhos de Semida; são estes os filhos de Manassés, filho de José, segundo as suas famílias.
3 Zelofeade, porém, filho de Héfer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, não teve filhos, mas só filhas, cujos nomes são estes: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
4 Estas chegaram diante de Eleazar, o sacerdote, e diante de Josué, filho de Num, e diante dos príncipes, dizendo: O SENHOR ordenou a Moisés que se nos desse herança no meio de nossos irmãos. Pelo que, segundo o dito do SENHOR, Josué lhes deu herança no meio dos irmãos de seu pai.
5 Couberam a Manassés dez quinhões, afora a terra de Gileade e Basã, que está dalém do Jordão;
6 porque as filhas de Manassés, no meio de seus filhos, possuíram herança; os outros filhos de Manassés tiveram a terra de Gileade.
7 O limite de Manassés foi desde Aser até Micmetate, que está a leste de Siquém; e vai este limite, rumo sul, até aos moradores de En-Tapua.
8 Tinha Manassés a terra de Tapua; porém Tapua, ainda que situada no limite de Manassés, era dos filhos de Efraim.
9 Então, desce o limite ao ribeiro de Caná. As cidades, entre as de Manassés, ao sul do ribeiro, pertenciam a Efraim; então, o limite de Manassés vai ao norte do ribeiro, terminando no mar.
10 Efraim, ao sul, Manassés, ao norte, e o mar é seu limite; pelo norte, tocam em Aser e, pelo oriente, em Issacar.
11 Porque, em Issacar e em Aser, tinha Manassés a Bete-Seã e suas vilas, Ibleão e suas vilas, os habitantes de Dor e suas vilas, os habitantes de En-Dor e suas vilas, os habitantes de Taanaque e suas vilas e os habitantes de Megido e suas vilas, a região dos três outeiros.
12 E os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades, porquanto os cananeus persistiam em habitar nessa terra.
13 Sucedeu que, tornando-se fortes os filhos de Israel, sujeitaram aos cananeus a trabalhos forçados, porém não os expulsaram de todo.
14 Então, o povo dos filhos de José disse a Josué: Por que me deste por herança uma sorte apenas e um quinhão, sendo eu tão grande povo, visto que o SENHOR até aqui me tem abençoado?
15 Disse-lhe Josué: Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra dos ferezeus e dos refains, visto que a região montanhosa de Efraim te é estreita demais.
16 Então, disseram os filhos de José: A região montanhosa não nos basta; e todos os cananeus que habitam na terra do vale têm carros de ferro, tanto os que estão em Bete-Seã e suas vilas como os que estão no vale de Jezreel.
17 Falou Josué à casa de José, a Efraim e a Manassés, dizendo: Tu és povo numeroso e forte; não terás uma sorte apenas;
18 porém a região montanhosa será tua. Ainda que é bosque, cortá-lo-ás, e até às suas extremidades será todo teu; porque expulsarás os cananeus, ainda que possuem carros de ferro e são fortes.
O capítulo se inicia mostrando o cumprimento, por parte de Josué, Eleazar e demais líderes, da promessa que Moisés fez aos descendentes da família de Maquir, filho de Manassés, concedendo a elas a posse das cidades a que tinham direito. Como Maquir havia tido somente filhas, a família corria o risco de não receber herança, visto que esta se transmitia através dos filhos homens.
Infelizmente, porém, o manassitas eram mais prontos a cumprir a vontade divina quando esta garantia direitos do que quando estabelecia obrigações. Os filhos de Manassés receberam sua porção, mas deixaram que os habitantes cananeus continuassem vivendo nas cidades, contrariamente à expressa ordem divina. Mais tarde, quando os descendentes de Manassés ficaram mais fortes, em vez de expulsar os cananeus, a cobiça falou mais forte e eles decidiram deixá-los ficar mediante o pagamento de impostos. Os Manassitas estavam mais interessados no dinheiro do que obedecer ao Senhor e fazer o que era certo.
Então os descendentes de José, efraimitas e manassitas, pediram mais terra: “Por que nos deste apenas um quinhão, uma só porção de herança? Somos um povo numeroso, e o Senhor nos tem abençoado ricamente” (17: 14 NVI). Em resposta, Josué encorajou-os a tomar posse da região montanhosa, “terra dos ferezeus e refains” (v. 15) e limpar as árvores da terra.
Eles hesitaram: “Os montes não são suficientes para nós; além disso todos os cananeus que vivem na planície possuem carros de ferro” (v. 16 NVI).
Josué, então replicou firmemente: “Vocês são numerosos e poderosos. … Limpem o terreno, e será de vocês, até os seus limites mais distantes. Embora os cananeus possuam carros de ferro e sejam fortes, vocês poderão expulsá-los” (vs. 17 NVI).
Muitas vezes o povo de Deus hoje olha para a tarefa que precisa ser feita, como levar o evangelho ao mundo, e hesita em avançar em fé, mesmo sabendo que o Espírito Santo irá abrir o caminho e criar oportunidades para que esta última mensagem supere todos os obstáculos e alcance a todos os lugares.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – Rev JDS
Josué 17 – terça, 06.11.12
by Jeferson Quimelli
Texto bíblico –> Josué 17
Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/jsh/17/):
O capítulo se inicia mostrando o cumprimento, por parte de Josué, Eleazar e demais líderes, da promessa que Moisés fez aos descendentes da família de Maquir, filho de Manassés, concedendo a elas a posse das cidades a que tinham direito. Como Maquir havia tido somente filhas, a família corria o risco de não receber herança, visto que esta se transmitia através dos filhos homens.
Infelizmente, porém, o manassitas eram mais prontos a reclamar seus direitos do que cumprir com suas obrigações. Os filhos de Manassés receberam sua porção, mas deixaram que os habitantes cananeus continuassem vivendo nas cidades, contrariamente à expressa ordem divina. Mais tarde, quando os descendentes de Manassés ficaram mais fortes, em vez de expulsar os cananeus, a cobiça falou mais forte e eles decidiram deixá-los ficar mediante o pagamento de impostos. Os Manassitas estavam mais interessados no dinheiro do que obedecer ao Senhor e fazer o que era certo.
Então os descendentes de José, efraimitas e manassitas, pediram mais terra: “Por que nos deste apenas um quinhão, uma só porção de herança? Somos um povo numeroso, e o Senhor nos tem abençoado ricamente” (17: 14 NVI). Em resposta, Josué encorajou-os a tomar posse da região montanhosa, “terra dos ferezeus e refains” (v. 15) e limpar as árvores da terra.
Eles hesitaram: “Os montes não são suficientes para nós; além disso todos os cananeus que vivem na planície possuem carros de ferro” (v. 16 NVI).
Josué, então replicou firmemente: “Vocês são numerosos e poderosos. … Limpem o terreno, e será de vocês, até os seus limites mais distantes. Embora os cananeus possuam carros de ferro e sejam fortes, vocês poderão expulsá-los” (vs. 17 NVI).
Muitas vezes o povo de Deus hoje olha para a tarefa que precisa ser feita, como levar o evangelho ao mundo, e hesita em avançar em fé, mesmo sabendo que o Espírito Santo irá abrir o caminho e criar oportunidades para que esta última mensagem supere todos os obstáculos e alcance a todos os lugares.
Professor aposentado e missionário
Josué 16 – segunda, 05.11.2012
by Jeferson Quimelli
1 O território que, em sorte, caiu aos filhos de José, começando no Jordão, na altura de Jericó e no lado oriental das águas de Jericó, vai ao deserto que sobe de Jericó pela região montanhosa até Betel.
2 De Betel sai para Luz, passa ao limite dos arquitas até Atarote
3 e desce, rumo ao ocidente, ao limite de Jaflete, até ao limite de Bete-Horom de baixo e até Gezer, terminando no mar.
4 Assim, alcançaram a sua herança os filhos de José, Manassés e Efraim.
5 Foi o limite da herança dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias, no oriente, Atarote-Adar até Bete-Horom de cima;
6 e vai o limite para o mar com Micmetate, ao norte, de onde torna para o oriente até Taanate-Siló, e passa por ela ao oriente de Janoa;
7 desce desde Janoa a Atarote e a Naarate, toca em Jericó, terminando no Jordão.
8 De Tapua vai o limite, para o ocidente, ao ribeiro de Caná, terminando no mar; esta é a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias,
9 mais as cidades que se separaram para os filhos de Efraim, que estavam no meio da herança dos filhos de Manassés; todas aquelas cidades com suas aldeias.
10 Não expulsaram aos cananeus que habitavam em Gezer; assim, habitam eles no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém sujeitos a trabalhos forçados.
Caleb confia na Promessa de Deus
Como vimos no capítulo anterior e agora, em Josué 16, Josué e Calebe foram os únicos que restaram de todos os adultos que escaparam do Egito, atravessaram o Mar Vermelho e vaguearam pelo deserto com Israel por 40 anos. Josué concedeu Hebrom a Calebe, a cidade que tanto havia aterrorizado os espias por conta dos gigantes anaquins que ali viviam, 45 anos atrás. Confiando no Senhor, o idoso mas vigoroso Caleb, de 85 anos de idade, expulsou os anaquins e depois marchou contra Quiriate-Sefer. Otniel, seu sobrinho, tomou a cidade e reivindicou Acsa, a filha de Calebe como recompensa.
Infelizmente muitos outros em Israel não tiveram a mesma fé de Calebe. Os membros da tribo de Judá (judaítas) não conseguiram desalojar os jebuseus de Jerusalém, e 16:10 relata que os efraimitas não desalojaram os cananeus. “Ao permitirem os estrangeiros permanecerem no meio deles, os efraimitas se expuseram a um perigo espiritual. A história posterior da tribo mostra que ela caiu tão completamente na idolatria que Deus, por intermédio de um profeta, declarou: ‘Efraim está entregue aos ídolos: é deixá-lo’ Os 4:17).” (CBASD, Vol. 2, p. 260).Nos capítulos que se seguem, lemos que os manassitas não foram capazes de ocupar algumas de suas cidades, porque os cananeus “estavam decididos a viver naquela região” (17:12 NVI), e os danitas tiveram muita dificuldade em tomar posse de seu território.
Se eles tivessem tido fé e se esforçado, o Senhor lhes teria dado a vitória como deu a Calebe. Deste modo foi preparado o caminho para a apostasia futura.
E o que dizer a nosso respeito? Teremos fé e coragem suficientes para expulsar de nossa vida tudo aquilo que desagrada a Deus e dificulta a nossa plena posse da promessa de Deus? Se nos apegarmos ao Senhor a nossa vitória será certa, assim como aconteceu com Calebe.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Trad JAQ – Rev JDS