Comentário devocional:
A melhor medida do sucesso de um evento espiritual é como as pessoas respondem ao que aconteceu no evento e as decisões tomadas. Este capítulo descreve a resposta do povo às primeiras ações de Ezequias visando à reforma religiosa (caps. 29 e 30).
E esta resposta foi de total comprometimento. E como podemos saber que eles estavam total, completa e totalmente comprometidos? As palavras descritivas “tudo destruíram” (verso 1), “logo”, “trouxeram em abundância”, “de todo”, “também os dízimos de tudo trouxeram em abundância” (verso 5) nos dão um vislumbre do que aconteceu.
Eles, de fato, trouxeram tanto que os dízimos e as ofertas chegaram a formar montes no templo (versos 6-7). O mais importante de tudo isso é que esta não foi somente uma resposta de impulso – o povo continuou a dar por pelo menos quatro meses. E não se cansaram em fazer e dar.
Todos aqueles que trabalhavam para a Casa do Senhor foram apoiados pela comunidade, simplesmente porque Ezequias decidiu fazer a coisa certa. “E toda a obra que começou no serviço da casa de Deus, na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus, de todo o coração o fez e prosperou” (v. 21).
Podemos não ser reis como Ezequias, mas aquilo que fazemos afeta todos em nossos círculos de influência. O que aconteceria se nós, como Ezequias, mostrássemos comprometimento total? O que aconteceria se, em tudo, buscássemos a Deus de todo o nosso coração?
Este capítulo sugere que três resultados se seguiriam, em círculos cada vez maiores. Em primeiro lugar, nós mesmos iríamos experimentar as bênçãos e prosperar como Ezequias. Em segundo lugar, aqueles que nos rodeiam seriam motivados a viver de forma semelhante. Por fim, as necessidades da igreja seriam atendidas como resultado da resposta daqueles que seguiram o nosso exemplo. Essa prosperidade pode não ser material, mas trará a felicidade que só a fidelidade ao Senhor pode produzir.
Amy Sheppard
Geração Juventude para Cristo.
Comentário devocional:
A história de Jeorão neste capítulo se parece com uma das antigas tragédias gregas. Porém mesmo nessas histórias gregas a melancolia e desgraça não eram tão trágicas como lemos neste capítulo sobre Jeorão. Isto porque as tragédias gregas eram ficção, mas esta é uma história real, envolvendo carne e sangue, não somente papel e tinta.
Embora possamos considerar várias aspectos desta triste história, o que mais me chama a atenção é como o dano causado pelo pecado não se restringe apenas ao pecador. Esta história seria trágica o suficiente se considerássemos apenas o fim patético de Jeorão, uma morte dolorosa em que “seus intestinos sairam.” (v. 19 NVI). Porém o impacto do pecado quase nunca começa e termina somente com o pecador. Se o pecado, mesmo do mais humilde pode espalhar-se e magoar os outros (geralmente aqueles mais próximos de nós, e muitas vezes aqueles a quem mais amamos), pense em quão mais prejudicial é o pecado de pessoas em posições de poder e daqueles que tem uma influência abrangente.
Como podemos ver neste capítulo, a violência de Jeorão, ao matar todos os seus irmãos, e sua apostasia e idolatria, seguindo o exemplo de Acabe, em Israel, não trouxe dor só sobre si, mas sobre a sua família mais próxima e também sobre a nação de Judá. Como exemplo, citemos o assassinato de seis irmãos de sangue. Isto parece injusto. Mas ninguém nunca disse que o pecado era justo ou racional ou compreensível.
A história de Jeorão é um alerta para não seguirmos os caminhos de impiedade que ele seguiu. Supliquemos a Deus que faça de nós uma bênção em nossa família e em nosso círculo de influência e nos mantenha “irrepreensiveis” para o dia da Sua vinda (Judas 24). Que tenhamos a graça de ajudar o mundo a ver quão justo e amoroso é o nosso Deus. Já imaginou privilégio maior?
Justin McNeilus
Presidente
Geração Juventude para Cristo.
Trad JAQ/JDS
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Texto bíblico: II Crônicas 21
Fonte: Blog da Bíblia
Filed under: influência
Comentários bíblicos selecionados:
22.1-29.30 Essa matéria é exclusiva de Crônicas, e demonstra alguns dos interesses mais característicos do cronista: os preparativos para a edificação do templo, a legitimidade dos sacerdotes e levitas, e a sucessão real (Bíblia de Estudo NVI).
Estes capítulos, referentes à preparação do edifício do Templo, ajudam a preencher o hiato entre 2Sm 24.25 e 1Rs 1.1 (Bíblia Shedd).
1 Davi disse. O fogo que desceu do Céu [no orig: heaven] em resposta à oração de Davi (21:26) localiza precisamente o local escolhido pelo Senhor para a construção do templo. Fogo também desceu do Céu em resposta à oração de Salomão na dedicação do templo (Andrews Study Bible).
2 preparassem […] para se edificar a Casa de Deus. Começando pela coleta de material para o templo, além do material reunido durante os sete anos e meio de construção (1Rs 6.1, 38; 7.1) (Bíblia Shedd).
estrangeiros. Em heb ger significa “residente tolerado”. A obra era tão árdua que os homens livres não participavam da mesma. Cf Dt 1.16 (Bíblia Shedd).
Os habitantes cananitas originais da terra (Andrews Study Bible).
estrangeiros […] cortadores de pedra. 2Sm 20.24 confirma o uso de trabalhos forçados por Davi, mas não especifica que esses trabalhadores eram estrangeiros, e não israelitas. Salomão usava israelitas nos serviços forçados (1 Rs 5.13-18; 9.15-23; 11.28), mas o cronista meciona somente o seu uso de estrangeiros (2Cr 9.7-10). embora estivessem pessoalmente livres, os estrangeiros não tinham direitos políticos, e podiam ser facilmente explorados. O AT adverte muitas vezes que não deviam ser oprimidos (Êx 22.21; 23.9; Lv 19.33; Dt 24.14; Jr 7.6; Zc 7.10). Isaías profetiza a participação de estrangeiros na construção dos muros de Jerusalém no futuro (Is 60.10-12) (Bíblia de Estudo NVI).
5 o preparou Davi com abundância. O tema central desta seção é como Davi proveu virtualmente tudo para o templo erguido por Salomão, incluindo plantas, projeto, materiais, operários, divisão das tarefas, estabilidade política e apoio popular. Com efeito, o templo foi um projeto conjunto de Davi e Salomão (Bíblia de Genebra).
8 não edificarás casa ao meu nome […] muito sangue tens derramado. Essa foi a palavra de Natã a Davi, antes do nascimento de Salomão (17.4). Às vezes o próprio Deus exigia guerra (14.10; 19.13); mas Davi se tornara culpado de derramamento desnecessário de sangue (2Sm 8.2) (Bíblia Shedd).
Davi estava ritualmente contaminado pelo derramamento de sangue (Bíblia Shedd).
9 descanso […] paz e tranquilidade. Em diversas ocasiões, paz e descanso da guerra são vistos como uma recompensa de Deus à fidelidade do seu povo (v. 18; 2Cr 14.6-7; 15.15; 20.30; 23.21). Essa bênção foi conferida àqueles que estavam retornando do exílio na Babilônia como base de esperança em seus dias turbulentos (Bíblia de Genebra).
Salomão. O nome hebraico Shelomoh significa “homem de paz” e está relacionado à palavra hebraica Shalom, que significa “paz, prosperidade e saúde” (Andrews Study Bible).
10 meu filho. A linguagem de pai para filho, especialmente em referência a Deus e à raça humana, descreve uma relação de concerto [ou aliança] (Andrews Study Bible).
12 O desejo do pai em relação a seu filho reflete-se na oração de Salomão (1Rs 3.5-14; 2Cr 1.7-12) (Bíblia Shedd).
13 sê forte e corajoso. A comissão de Davi a Salomão (22.12-13) nos faz lembrar da comissão que Josué recebeu da parte de Deus (cf. 28.20; Js 1.6-9) (Bíblia de Genebra).
Leitura do dia 07 de abril de 2013, domingo
Texto bíblico –> I Crônicas 18
O relato bíblico nos informa que Davi reinou sobre todo o Israel fazendo o que era reto e justo para todo o seu povo. Como é feliz o povo cujos governantes administram com justiça, não oprimindo os pobres ou favorecendo aos poderosos nos tribunais.
Devido a fidelidade de Davi, Deus lhe concedeu vitória após vitória contra seus inimigos. Ele derrotou os edomitas, os moabitas, os amonitas, os filisteus e os amalequitas. A prata e o ouro destas nações Davi consagrou ao Senhor. Ele reconheceu que a vitória contra estes poderosos inimigos somente somente havia sido possível graças a proteção de Deus sobre os seus soldados.
Um reino próspero e justo não se constrói da noite para o dia. Levou tempo para que Davi conseguisse todas estas vitórias. Os altos oficiais do governo foram importantes para a prosperidade política e espiritual da nação. Com a ajuda deles, Davi estendeu o seu reino até próximo ao rio Eufrates (1Crônicas 18:3). Seus nomes foram registrados como um tributo pelo que realizaram em prol do povo de Deus.
A construção de um caráter nobre também leva tempo. O Espírito Santo utiliza circunstâncias e pessoas para nos ajudar a vencer nossas falhas de caráter. Agradeça aqueles que tem sido uma influência positiva em sua vida. Dê a eles um lugar de honra em suas memórias e em suas orações.
Pai querido, obrigado pelos homens e mulheres que me incentivaram a dar passos na direção dos Teus sonhos para mim.
Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração