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O mal parece sempre sufocar ao bem. Os princípios divinos parecem ser solapados pela corrupção religiosa. Deus parece não ter muito espaço no coração humano. Satanás parece dominar o povo de Deus.
Considerando a divisão Israel e Judá, observe: O reino…
• …do Norte, Israel, teve 20 reis; todos foram maus, exceto Jeú que foi bom e depois mau.
• …do Sul, Judá, teve 19 reis e 1 rainha; 12 foram maus, 4 foram bons e maus, e, 4 bons.
Da monarquia israelita, a maioria foi má. O império do povo de Deus foi governado mais por maus do que por bons. “Se não fosse pela mão dominadora de um Deus soberano, a nação israelita jamais teria cumprido o chamado do Senhor de dar testemunho do único e verdadeiro Deus vivo, de redigir as Escrituras e de trazer ao mundo o Salvador” (Warren W. Wiersbe).
Neste capítulo há breves relatos de 4 reis, dois de cada lado:
• Abias e Asa, de Judá (vs. 1-24);
• Nadabe e Baasa, de Israel (vs. 25-34).
Destes, apenas Asa foi bom, os outros não. 3 x 1 para o mau. Consequentemente, quando alguém do bem assume, precisa limpar a sujeira dos antepassados corruptos, quando poderia estar fazendo o bem proliferar.
A única coisa boa que Abias tinha era que descendia de Davi, pois trilhou pelos pecados de seu pai e seu coração foi imperfeito perante o Senhor; mesmo assim, a misericórdia divina estendeu-se a ele por causa de Davi. Os reis do Norte fizeram coisas piores; registra-se assassinato, usurpação, irritação a Deus, etc.
Asa foi ousado! Além de agir contrariamente dos maus, arrancou os prostitutos-cultuais, corajosamente destruiu todos os ídolos, e, destemidamente tirou sua avó Maaca do cargo de rainha por ter ela construído um altar vergonhoso à deusa da prostituição… Mas, infelizmente, Asa não deu conta de tudo!
Por seu ousado intuito de promover reavivar e reformar, Asa foi abençoado num reinado pacífico e próspero de 41 anos, contrastando com Abias que reinou 3 anos, Nadabe 2, e Baasa 24.
• Vale a pena servir destemidamente ao Senhor!
• Deus tem meios de fazer o bem prevalecer em meio ao mal!
• Ainda que o mal pareça prevalecer, Deus está cuidando para que em breve o bem vença!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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Entregue-se a Deus e a Sua Palavra agora mesmo e te surpreenderás com o resultado. Arrogância e negligência perante Deus te fará decepcionar com as consequências.
Israel foi divido em dois reinos devido à desobediência, orgulho e independência de Deus. A fim de ampliar tua visão da situação, observe:
• Após a ousada rejeição à orientação divina no capítulo anterior, Jeroboão, ignorando arrepender-se dos pecados apegou-se ainda mais a eles; assim, o capítulo em questão inicia com “a mão disciplinadora do juízo de Deus [descendo] sobre o filho do rei, seu bem mais precioso” (Merril F. Unger).
• Sendo filho de Salomão, o homem mais sábio do mundo, Roboão “foi um néscio ao provocar a cisão das dez tribos. E exibiu mais insensatez no seu reinado de dezessete anos, fazendo Israel despencar da glória que havia desfrutado”, destaca Unger baseando-se nos versículos 21-31.
Agora, atentamente reflita nestas lições de vida…
• Pior cego é quem não quer ver, ignorando a verdade, como fez o rei Jeroboão. Por outro lado, quem tem o Espírito Santo regendo Sua vida, tem discernimento espiritual mesmo cego, como o idoso profeta Aías diante do disfarce da mulher do rei intentando enganá-lo (vs. 1-4).
• Neste mundo, os bons e inocentes como crianças (v. 13), pagam pelos pecados dos outros (vs. 5-20). Só entendemos o que é injustiça quando o mal ataca o bem; quando o culpado causa sofrimento a inocentes; e, quando tragédias do pecado dos culpados atingem quem nada fez para merecê-las. Foi assim desde o assassinato do justo Abel pelas mãos de Caim, o irmão ímpio. Contudo, a maior injustiça se deu com Jesus que, sendo amoroso, bondoso e misericordioso, foi crucificado injustamente por ímpios perversos.
• Deus permite vermos injustiças para que anelemos Sua justiça. Embora rivais, Jeroboão e Roboão eram fregueses do diabo, usufruindo dos mesmos pecados; portanto, ambos sofreram a mesma sorte provocada pelo pecado, permitido pelo Rei dos reis (vs. 21-31).
• O antigo povo de Deus deveria ter influenciado o mundo, não ser influenciado pelos seus pecados. Hoje também, no século XXI cada súdito de Deus deve impactar a sociedade com a realidade e princípios do reino eterno, o qual deve ser alvo de vida e oração (Mateus 6:10, 33).
“Senhor, venha Teu reino” – Heber Toth Armí.
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Ler a Bíblia sem aplicar Seus princípios a tua vida apenas enche teu cérebro de informação, mas não causa genuína transformação. Infelizmente, muitos vivem equivocadamente a religião verdadeira. Andam enganados, enganando outros…
O relato inspirado oferece-nos os seguintes pontos:
1. Um profeta, homem de Deus, clamou contra o altar, por ordem do Senhor, perante Jeroboão. Ao ouvir a predição, o rei enojando-se da Palavra de Deus exigiu prendê-lo; consequentemente, sua mão estendida indicando a prisão do homem de Deus atrofiou instantaneamente, o altar rachou, derramando cinzas; sinalizando, assim, a veracidade da profecia rejeitada (vs. 1-5).
2. O rei, após tudo isso, pediu ao profeta duas coisas: Ir a sua casa para comer e a restauração da sua mão. O profeta orou e, a mão ficou sã, mas alegou não poder alimentar-se nem beber ali. Tal restrição “destinava-se a mostrar que a terra era impura” diz H. L. Ellison (vs. 6-10).
3. Outro profeta, já velho, ao saber do ocorrido, foi ao encontro do enviado de Deus e usou de persuasão visando enganar ao novato. Por qual razão? Ellison alega que “é improfícua qualquer especulação sobre a razão por que o profeta de Betel mentiu ao profeta de Judá”. Por ter desobedecido, um leão matou o homem de Deus (vs. 11-32).
4. Jeroboão rejeitou a voz profética Por isso encheu sua vida e sua casa de pecados; tornando-se, assim, péssima influência ao povo de Deus e alvo do juízo divino (vs. 33-34).
Aprendamos a tomar cuidado, pois até profeta de Deus pode ser enganado. Ellen G. White comenta que o profeta novato se permitiu “ser persuadido por alguém que alegava ter uma mensagem do Céu”.
• CUIDADO com proclamadores de evangelhos; muitos são charlatães, enganadores. Por isso, o apóstolo Paulo adverte: “Se alguém, mesmo que sejamos nós [apóstolos] ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado” (Gálatas 1:8, NBLH).
• CUIDADO: Pregações ou orientações falsas podem vir em nome de Deus, porém, certamente terá sido assinada pelo maioral das forças infernais.
• CUIDADO: Profetas podem desobedecer ou enganar, tanto quanto qualquer outro líder religioso.
Portanto, além de conhecer muito bem a Bíblia, mantenha ininterrupta relação de dependência de Deus para que ninguém te iluda. Vigie! – Heber Toth Armí.
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