Reavivados por Sua Palavra


2 REIS 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
8 de setembro de 2019, 0:45
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Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.

Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.

• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.

Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.

Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.

Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:

• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).

• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).

• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).

A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.

Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!

Não percam! – Heber Toth Armí.



2 REIS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
8 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
7 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
7 de setembro de 2019, 0:45
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Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.

A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:

“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.

Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.

W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:

1. A captura de Samaria (vs. 1-6).

2. As causas que trouxeram o cativeiro:

· A nação esqueceu de Deus (v. 7);

· A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);

· A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);

· A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);

· A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).

3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).

A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2 REIS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
7 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
6 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 16 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
6 de setembro de 2019, 0:45
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Tanto nos dias de Acaz como nos nossos, o pecado parece prevalecer. O mal ameaça sufocar o bem. Os efeitos do pecado parecem não mais assustar ao povo de Deus:

1. Acaz reinou sobre o povo de Deus, em Jerusalém, promovendo os princípios do reino do diabo (vs. 1-4). Ele:
• Andou em pecado;
• Fez o filho passar pelo fogo como os gentios/pagãos;
• Ofereceu sacrifícios a deuses humanamente fabricados.

2. Israel vivia em pior situação que Judá; aliado à Síria, ambos intentaram vencer Acaz, porém, não conseguiram (vs. 4-5).

3. Acaz deu mais passos cada vez para mais longe de Deus (vs. 6-20):
• Aliou-se com a Assíria a fim de combater a Síria e Israel;
• Subornou Tiglate-Pileser da Síria com recursos do palácio e do Templo;
• Copiou um modelo de um altar pagão em Damasco e pediu ao sacerdote Urias para fazer um altar igual;
• Ofereceu sacrifícios no altar feito por Urias, mas nenhum foi súplica por perdão;
• Limitou as funções cerimoniais do templo;
• Morreu sem arrepender-se.

A falta de confiança em Deus leva indivíduos a procurar segurança ilusória – trocar o certo pelo duvidoso. A Bíblia de estudo Andrews analisa: “Acaz subornou os assírios, o maior dos inimigos, na expectativa de que fossem resgatá-lo. [Assim] recusou-se a confiar em Deus (Is 7)”.

Concessões, falta de determinação e firmeza, fazem alastrar, em vez de barrar, os pecados dos outros. “Urias, o sacerdote, procedeu de modo pecaminoso e obedeceu às ordens sacrílegas do rei Acaz, em vez de repreendê-lo com firmeza” (William MacDonald).

No reinado de Acaz, a situação do povo tornou-se caótica. “As portas do templo [foram] fechadas. O serviço sagrado foi interrompido. Não mais ficariam os castiçais acesos sobre o altar. Não mais seriam oferecidas ofertas pelo pecado do povo. Não mais o suave incenso ascenderia ao alto na hora do sacrifício da manhã e da tarde. Tornando deserto o pátio da casa de Deus, e aferrolhando suas portas, os habitantes da ímpia cidade ousadamente ergueram altares para a adoração de divindades pagãs nas esquinas das ruas através de Jerusalém. Aparentemente o paganismo havia triunfado; os poderes das trevas haviam prevalecido” (Ellen G. White).

Contudo, Deus está no controle. Ezequias é a luz no fim do túnel! Satanás nunca ganhará de Deus! – Heber Toth Armí.



2 REIS 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA
6 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ
5 de setembro de 2019, 0:55
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2 REIS 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
5 de setembro de 2019, 0:45
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As maiores árvores do mundo, as sequoias, caem facilmente quando pequenos besouros penetram suas raízes. O mesmo acontece a indivíduos, famílias, igrejas, cidades e países que descuidam dos besouros do pecado.

Dois reis são citados de Judá neste capítulo:

• Azarias foi quase muito bom, faltou eliminar do reino alguns pontos de cultos abomináveis a Deus.

• “Jotão foi um dos melhores reis de Judá, apesar de não ter removido os altos […]. Sua atitude contrasta de forma nítida com a dos reis de Israel, os quais dirigiram seus caminhos segundo Jeroboão” (William MacDonald).

Donald J. Wiseman divide assim este capítulo:

• Azarias-Judá (vs. 1-7);
• Zacarias-Israel (vs. 8-12);
• Salum-Israel (vs. 13-16);
• Manaém-Israel (vs. 17-22);
• Pecaías-Israel (vs. 23-26);
• Peca-Israel (vs. 27-31);
• Jotão-Judá (vs. 32-38).

A seção iniciada no versículo 8 até 31 Iain W. Provan intitula-a: “Os últimos dias de Israel”. Israel estava em situação mais complicada que Judá. Entre dois reis de Judá são citados cinco reis de Israel, os quais, contrastados, explica a razão de Israel ir primeiro ao cativeiro, onde termina sua história política:

• Salum chegou ao trono mediante assassinato, um mês depois o perdeu ao ser assassinado.

• Manaém reinou em lugar de Salum, seu reinado durou dez anos pautados pela crueldade, exploração e aliança com pagãos.

• Pecaías reinou dois anos; embora não tenha tomado o trono à força como os demais, sofreu morte violenta.

“Em vinte anos cinco reis governam Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação… Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias [o mesmo Azarias] e Amazias… Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos” (Paul R. House).

1. Algum tipo de instabilidade revela periculosidade, se isso é realidade em tua vida, vigie e ore para não cair no mar da destruição.
2. Destrua pequenos besouros do pecado com a graça de Cristo para que eles não destruam nada do que você não quer destruído.
3. Avalie/reavalie a tua vida. Tome uma decisão correta!

Profeticamente, o mundo está política, moral e espiritualmente sendo devorado pelos besouros do pecado. Estamos nos últimos dias! Deus quer levar-nos para o reino dos Céus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.