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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 26 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 26 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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468 palavras
1 Ao entrares. Isto é, se estabelecer na terra santa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1148.
ao lugar. Uma porção das primícias dos frutos devia ser colocada num cesto, levada ao santuário e dada ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 1148.
5 arameu prestes a perecer foi meu pai (ARA; NKJV: “Meu pai era sírio”). A referência é a Jacó, cuja mãe e parentela vinham de Arã. Bíblia Shedd.
Literalmente, “um arameu errante” (NVI). Esta é uma referência à origem humilde da nação, a Rebeca [, Raquel] e Lia, que eram de Padã-Arã (Gn 25:20), e a Jacó, que passou vários anos ali (Gn 29 a 31). Labão, tio de Jacó, foi designado como “o sírio”, literalmente, “o arameu” (Gn 25:20; 28:5, 6; 31:20, 24). A expressão traduzida por “prestes a perecer” era usada para se referir a animais que se extraviavam e se perdiam (Dt 22:3; 1Sm 9:3, 20) e também a pessoas perdidas (Sl 119:76), correndo o risco de morrer (Jó 6:18). CBASD, vol. 1, p. 1148.
11 Alegrar-te-ás. A época de se devolver os primeiros frutos devia ser de alegria e regozijo. CBASD, vol. 1, p. 1148.
Nada recomenda melhor nossa religião do que a satisfação que o mundo não pode dar nem tirar. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento.F. B. Meyer (Ed. Betânia).
12 no ano terceiro. Durante os dois primeiros anos, o dízimo anual deveria ser levado ao santuário central (14.22-27). No terceiro ano, entretanto, o dízimo seria armazenado para distribuição entre os pobre. Bíblia Shedd.
13 Tirei de minha casa o que é consagrado. Esta confissão de dever cumprido devia ser um privilégio anual … O ofertante afirmava que havia cumprido por completo os requisitos feitos por Deus, que o “dízimo” tinha sido devolvido conforme designado por Ele, para ser aplicado em harmonia com Suas instruções. CBASD, vol. 1, p. 1149.
14 não comi no meu luto … imundo … nem dei para a casa de algum morto. O adorador devia confessar que sua oferta não fora exposta a contaminação cerimonial, especialmente aquela associada com a lamentação pelos mortos. Bíblia Shedd.
15 como juraste. Um reconhecimento agradecido à sólida lealdade de Deus à Sua aliança e fidelidade a todas as Suas promessas. Yahweh não apenas é capaz de cumprir Suas promessas como é impossível que alguma vez deixe de cumpri-las. CBASD, vol. 1, p. 1149.
17 A terminologia é a de um documento de aliança, que implica a renovação do voto de Israel de que o Senhor era seu Deus e que obedeceriam a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 guardarás todos os Seus mandamentos. Moisés disse que porque os israelitas eram agora povo de Deus, eles precisavam começar a obedecer Seus mandamentos. Life Application Study Bible.
19 glória. A palavra assim traduzida provém do verbo “embelezar”, “glorificar”. … O significado mais profundo dela é expresso por Cristo (Jo 17:10); é também aplicado à igreja, segundo o apóstolo Pedro (1Pe 2:9, 10). Assim termina o chamado livro da Aliança, e com ele o segundo discurso de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 1150.
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DEUTERONÔMIO 26 – Deus será realmente nosso Deus se O tivermos sempre em primeiro lugar em nossa existência. O primeiro mandamento é claro: “Não terás outras deuses diante de mim” (Deuteronômio 5:7). Mesmo que muitos não creiam na existência de outros deuses, o próprio Deus acredita e alerta-nos quanto ao perigo de tê-los.
Nessa parte de seu derradeiro sermão, Moisés apresenta algumas estratégias didáticas que facilitarão ao povo de Deus a não se desviar para longe de seu Deus:
• O remanescente deve alegrar-se sempre com as bênçãos dadas por Deus, reconhecer os recursos recebidos de Deus, e então orar, agradecer e adorar a Deus pelo que Ele tem feito por si e pela família (Deuteronômio 26:1-11).
• O remanescente deve considerar o dízimo trienal (que é diferente do dízimo normal o qual é destinado exclusivamente à liderança eclesiástica); esse dízimo do terceiro ano visava demonstrar reconhecimento e fidelidade pela grande libertação operada por Deus, assim em gratidão, esse valor deveria ser utilizado para abençoar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão, à viúva, “para que possam comer até saciar-se na cidade de vocês” (Deuteronômio 26:12-15).
• O remanescente deve lembrar-se de como Deus o tornou especial para ter uma existência especial; tal percepção deve conduzi-lo a obedecer, não por obrigação, mas de todo coração e de toda a alma. Isso é ter Deus como Deus, o primeiro em tudo – o tempo todo (Deuteronômio 26:16-19).
Agora considere:
• Se na prática parece que estamos misturando a fé com opiniões humanísticas, filosofias terrenas e até conceitos do “pensamento positivo”, como reconhecer a Deus como Deus?
• Considerando que a sociedade atual que professa ser cristã não apreciaria um sermão sólido e consistente como o sermão de Moisés em Deuteronômio, podemos indagar se Deus ainda é Deus na mentalidade dos cristãos em geral.
• Considerando que as pessoas não gostam de sermões que tratem de dinheiro, ou que confrontem o materialismo, ou nos convidem a reconhecer que não estamos priorizando a Deus como deveria, pergunto: Somos realmente comprometidos com Deus?
• Considerando que Deus declarou que dará a Seu povo “uma posição de glória, fama e honra” e que será um povo separado para Ele, precisamos deixar a vanglória e as glórias deste mundo para não impedir que Deus faça o que prometeu!
Precisamos nos reavivar! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 25 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 25 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1339 palavras
1-3 À primeira vista estes versos parecem irrelevantes nos dias de hoje. Mas um olhar mais atento revela alguns importantes princípios sobre disciplina. É você responsável pela disciplina de um filho, um estudante ou um empregado? Três importantes pontos ajudarão você a desempenhar esta responsabilidade: 1) que a punição seja aplicada logo após a ofensa; 2) que o grau da punição reflita a seriedade da ofensa; e 3) não exagere na disciplina. A disciplina que é imediata, justa e contida atinge o objetivo de preservar a dignidade do ofensor. Life Application Study Bible.
1 condenando ao culpado. Literalmente, a expressão seria “ajustar os anormais [os não ajustados]”. … Devia haver esforço para reabilitar e ajustar, em vez de punir no sentido de vingança. Biblia de Estudo NVI Vida.
não fique aviltado. O castigo indevidamente severo faria com que a pessoa castigada se ressentisse e pensasse ter sido tratada com injustiça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1144.
3 quarenta açoites. Esse é o pano de fundo para a prática judaica de dar “Uma quarentena de açoites menos um” (2Co 11.24). O intuito dessa prática era resguardar-se contra algum possível erro na contagem dos açoites, e tinha um caráter de misericórdia. Biblia de Genebra.
4 Não atarás a boca ao boi. Qual o objetivo deste regulamento do AT? Bois eram usados para trilhar [pisar] grãos em uma eira [lugar de debulhar grãos]. O animal era preso por uma viga de madeira a uma pedra de moer. à medida que ele andava ao redor desta pedra de moinho, seus cascos pisavam os grãos, separando os grão da palha. Ao mesmo tempo, a mó transformava o grão em farinha. Atar a boca ao boi impediria que ele comesse enquanto a trabalhar. Paulo utilizou este argumento no NT para argumentar que não fossem negadas a obreiros no trabalho de Deus recebessem os benefícios do seu trabalho – eles deveriam receber apoio financeiro (2Co 9:10; 1Tm 5:17, 18). O fato de que uma pessoa está no ministério de Cristo não significa que ele ou ela seja pago injustamente. Existe ainda uma aplicação mais ampla: Não seja mesquinho para com aqueles que trabalham para você. Life Application Study Bible.
O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais merece reconhecimento. CBASD, vol. 1, p. 1144.
Um trabalhador (um animal, nesse caso) tem o direito de alguns dos resultados de seu trabalho (comparar com 1Co 9:9-10; 1Tm 5:18). Andrews Study Bible.
5-10 O costume do casamento sob levirato era antigo e não se limitava aos hebreus. Quando um homem morria sem filhos, seu irmão devia tomar a esposa dele. Os filhos desse casamento eram reputados filhos do primeiro marido. Onã recusou-se a cumprir com sua responsabilidade porque seus filhos não receberiam herança primária (Gn 38.8-10). O livro de Rute mostra que o costume do cassamento sob levirato incluía mais gente além do irmão falecido. E uma nova extensão do costume é vista no fato que Boaz se casou com Rute, e não com Noemi. … Esta lei levantou a pergunta que os saduceus apresentaram a Jesus acerca da ressurreição (Mt 22.23, ss). Bíblia Shedd.
5 a mulher do que morreu. Uma exceção à proibição do incesto em Lv 18:126, com o propósito de produzir um herdeiro para o irmão morto para que seu nome/identidade se mantivesse através de uma linha de descendentes que herdariam sua porção da propriedade (comparar com Gn 38; Rt 4). Este casamento também proveria suporte à viúva. Andrews Study Bible.
seu cunhado. Temos aqui a única menção, na Bíblia, à lei do casamento levirato (que vem da palavra latina levir, que quer dizer “irmão do marido”). Biblia de Genebra.
O irmão que se recusasse a cumprir este dever era considerado infame. CBASD, vol. 1, p. 1145.
6 nome do seu irmão. Ver Nm 27:4; Rt 4:5. Os homens em todas as épocas valorizaram a perpetuação do nome da família. Isso ainda é verdade nos países orientais, onde não pode sobrevir maior calamidade a um homem do que morrer sem um herdeiro do sexo masculino. CBASD, vol. 1, p. 1145.
7 se o homem não quiser tomar sua cunhada. Apesar do casamento entre cunhados (“levirato”) era fortemente encorajado, o irmão sobrevivente não era forçado a ele. Pode ser que o homem, já casado, não quisesse tomar nova esposa, mesmo em uma sociedade que tolerava a poligamia. Andrews Study Bible.
subirá esta à porta. Tal como no caso de Tamar (Gn 38), a esposa tinha a responsabilidade de zelar para que a obrigação do cunhado fosse cumprida. Bíblia Shedd.
9 descalçará a sandália. A ação de colocar o pé calçado sobre uma propriedade simbolizava … que se exercia o patrimônio legal sobre a mesma (Sl 60:8; 108:9). em consequência, o ato de tirar o calçado de um homem proclamava a indignidade do mesmo. Ele recusara fazer o que se esperava dele. [Ver tb Ct 7:1; 2Sm 15:30; Is 20:2, 4; Êx 3:5; Js 5:15). CBASD, vol. 1, p. 1145.
e lhe cuspirá no rosto. Comentaristas judeus normalmente interpretam que se cuspia no solo “diante de seu rosto”. Isso parece razoável, porque a preposição não é “sobre”, mas “ao lado” ou “diante de ” (Dt 11:25; Js 10:8). Cuspir diante do rosto de alguém era tido como humilhação (Nm 12:14). CBASD, vol. 1, p. 1145.
assim se fará ao homem. As únicas exceções eram o sumo sacerdote, que não estava sujeito à lei do levirato (Lv 21:13, 14), irmãos que viviam distantes um do outro e os idosos. CBASD, vol. 1, p. 1145.
11, 12 O órgão masculino não devia ser maltratado (cf 23.1). Era a fonte da fertilidade e também trazia o sinal do pacto de Deus com Seu povo (Gn 17.11). Bíblia Shedd.
cortar-lhe-ás as mãos. A penalidade por esta intervenção na luta de seu esposo (não para sua auto defesa) é severa, muito provavelmente porque a mulher se arriscaria a causar dano ao outro homem à sua habilidade de ter filhos e removê-lo da participação da assembleia de Israel (comparar nota em 23:1). A lei da retaliação por dano resultante na defesa de um assalto (Lv 24.10-20) não poderia ser aplicada porque a mulher era parte envolvida neste caso. Andrews Study Bible.
Esta lei deriva do princípio declarado em Êxodo 21:24. Alguns comentaristas judeus rejeitam a ideia de que isso devesse ser considerado literalmente. Os rabis, mais tarde, mudaram a sentença, aplicando uma multa pesada em vez de cortar a mão. CBASD, vol. 1, p. 1146.
13 pesos diversos. “Dois padrões para o mesmo peso” (NVI), um peso mais leve para vender e um maior para comprar. … Amós 8:5 indica que esse tipo particular de desonestidade não era incomum entre os judeus. … O desejo de Deus é que entre Seu povo prevaleçam os princípios da justiça e da equidade. Aqueles que servem a Deus não enganarão seus semelhantes (ver 1Jo 4:20). CBASD, vol. 1, p. 1146.
Utilizados para trapacear na pesagem de coisas para comprar ou vender (comparar com Lv 19:35-36). Andrews Study Bible.
Não podiam ser feitos negócios com dois tipos de pesos, um maior para recebimentos, e outro menor para os pagamentos, cf Am 8.5. Bíblia Shedd.
O desprazer de Deus diante de negócios desonestos é salientado (Lv 19.35-36; Pv 11.1; 16.21; 20.10, 23; Mq 6.11). Biblia de Genebra.
14 duas sortes de efa. (ARA; NVI: “dois padrões para a mesma medida”).
15 peso integral e justo. Ver Lv 19:35. Nos negócios é difícil resistir à tentação de ter lucro fácil. Diz-se que a honestidade é a melhor política. Mas a conduta seguida por alguns comerciantes é tão cruel quanto as leis da selva. Seve-se admitir que tais negociações com frequência geram grandes riquezas para alguns, e até boa reputação na sociedade. Porém, sem honestidade nunca poderá haver paz de espírito e consciência limpa perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 1146.
17-19 Lembra-te do que te fez Amaleque … apagarás a memória de Amaleque. A referência aqui é contra à hostilidade dos amalequitas para com Israel na jornada desde o Egito (Êx 17:8-16). É verdade que na época em que foi escrito o livro de Deuteronômio os amalequitas já não eram uma ameaça a Israel. Todavia, Deus não tinha se esquecido do dano que haviam feito a Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1146.
18 atacou na retaguarda. Demonstração de covardia e crueldade (ver Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 1146.
não temeu a Deus. Esta era a razão para sua má conduta. A indiferença aos princípios corretos dificilmente pode proporcionar um sólido fundamento para se construir a bondade e o amor para com o próximo. CBASD, vol. 1, p. 1146.
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DEUTERONÔMIO 25 – Uma das verdades claras deste capítulo é que Deus preza pela justiça.
Moisés deixa bem claro que Deus detesta quem negocia desonestamente (Deuteronômio 25:16). Por isso, há regras para que não sejamos divinamente detestados:
• Culpados devem receber punição adequada, limitada pela misericórdia.
• O levirato revela preocupação com a preservação familiar.
• Honestidade nos negócios implica em fidelidade para com o próximo.
• A justiça prática deve ir além dos seres humanos, deve beneficiar inclusive aos animais.
• A injustiça tem preço, e custa caro. Em algum momento a conta chega, como chegaria aos amalequitas.
“Os tribunais foram estabelecidos por ordem divina”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Eles são fundamentais inclusive entre o povo de Deus; pois, nossa natureza pervertida exerce poder muito forte para o mal, mesmo numa sociedade religiosa.
Temendo o julgamento de Deus, os judeus limitaram os açoites a 39 para não ultrapassarem sem querer os limites e assim serem divinamente punidos. Porém, quando açoitaram Jesus, não se atentaram para Sua inocência visivelmente nítida (João 19:1). O apóstolo Paulo foi punido cinco vezes com 39 açoites, nenhuma vez por um crime que realmente havia cometido, mas por proclamar a Cristo aonde quer que fosse (2 Coríntios 11:24).
O apóstolo que sofreu injustamente a punição orientada em Deuteronômio 25:1-3, “citou Deuteronômio 25:4 [que trata do cuidado amoroso que se deve ter com os animais] como evidência de que o ministro deve receber um salário justo e apropriado em harmonia com seu sagrado ministério (ver 1Co 9:9; 1Tm 5:18; cf. Mt 10:10)”. Pois, “o serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais [Provérbios 12:10] merece reconhecimento” (Idem).
“Tanto a lei do Antigo Testamento como Jesus enfatizam esse princípio do sustento dos obreiros. Aqueles que estão no ministério [pastoral] devem viver do ministério. Embora Paulo tenha preferido não tirar vantagem do direito de ser sustentado (1Co 9:3-18; 1Ts 2:7-9), sempre defendia vigorosamente o direito dos apóstolos e seus assistentes de serem materialmente sustentados pela comunidade (2Co 11:8-9; 12:13)”, explica Hernandes Dias Lopes.
Numa sociedade pautada por injustiças e explorações, devemos ser conscientes que, além de cada membro do povo ter de Deus viver de forma diferente, deve agir intencionalmente para fazer a diferença.
Precisamos crescer como povo fiel à revelação bíblica! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 24 – Primeiro leia a Bíblia
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1815 palavras
1-4 Alguns pensam que esta passagem apoiava o divórcio, mas este não é o caso. Ela simplesmente reconhece uma prática que já existia em Israel. Todos os quatro versos deveriam ser interpretados com o objetivo de entender o objetivo desta passagem; ela certamente não está sugerindo que um homem se divorciasse de sua esposa por um simples capricho. O divórcio era um ato final e permanente para o casal. … Esta restrição objetivava prevenir o novo casamento efetivado de maneira casual após uma separação frívola. O objetivo era fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de se divorciarem. Life Application Study Bible Kignsway.
1 coisa indecente (ARA; NVI: “algo que ele reprova”; NKJV: “algo impuro”). O texto aqui refere-se à mesma “coisa indecente” de Dt 23.14, tendo um sentido bastante genérico. … O divórcio foi reconhecido por uma variedade de razões, mas não necessariamente permitido (os vs. 1-3 são descritivos, e não prescritivos). Bíblia de Genebra.
A palavra heb. literalmente significa “nudez”: de forma figurada como neste caso, é “vergonha” ou “desonra”. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido com a morte (Dt 22:22; cf Mt 19:9). Simplesmente era algum comportamento que o marido considerava impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito mosaico significava que o homem podia se divorciar da esposa por qualquer motivo (Mt 19:3, 7). No entanto, Cristo explicou que não era a vontade de Deus que o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt 19:4-6) e que esta previsão tinha sido feita somente devido à dureza de coração (Mt 19:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1140.
Êx 21 indica outra razão pela qual o casamento poderia ser dissolvido no antigo Israel: se uma escrava fosse libertada por conta de abuso passivo (negligência) ou ativo cometido pelo seu senhor/marido, o casamento poderia ser anulado (Êx 21:10-11, 26-27). Andrews Study Bible.
certificado de divórcio. Literalmente, “uma nota de separação”. … isto deveria ser feito formalmente, provavelmente diante de testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestável. CBASD, vol. 1, p. 1140.
e a despedir. Outro ato formal. Supõe-se que o marido tinha a obrigação de despedi-la com o mínimo necessário para chegar até a casa de seu pai em segurança (ver Gn 21:14; cf. Dt 15:13).CBASD, vol. 1, p. 1140.
Isto a protegeria da acusação de adultério, indicando que ela foi liberada do casamento por outra razão. Andrews Study Bible.
3 se este a aborrecer (ARA; NVI: “Se … não gostar mais dela).
4 foi contaminada. A consumação do casamento com um segundo marido tornava-se impura para seu primeiro marido. Se ele a tomasse de novo por esposa estaria cometendo adultério. ela lhe era ilícita como esposa (ver Jr 3:1).CBASD, vol. 1, p. 1140.
assim não farás pecar a terra. Isto é, ao permitir a depravação moral. Embora Deus tolerasse algumas coisas que certamente não podia aprovar (ver com. [CBASD] de Dt 14:26), havia limites que não podiam ser transpostos. A “terra” com frequência é personificada, como se pudesse agir e sentir (ver Lv 18:25; Is 24:5). … estes versículos revelam a vida do judeu sem seu lar. Desposar uma mulher era considerado como a aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido sobre a esposa era quase absoluta. O propósito da lei anunciado neste versículo era de melhorar a sorte da mulher hebreia. Esta lei, longe de estabelecer um padrão moral baixo, representava um padrão mais elevado do que o reconhecido pelos costumes cruéis da época. … A lei garantia certos direitos à mulher divorciada e a protegia de ser considerada adúltera ou proscrita pela sociedade. A carta de divórcio estabelecia que o primeiro esposo já não tinha mais jurisdição sobre ela e que ela não maias tinha nenhuma obrigação para com ele. Ela estava livre para se tornar esposa de outro homem. … A lei mosaica do divórcio não foi instituída para anular os ideais de casamento instituídos na criação, mas devido à “dureza” do coração dos israelitas (Mt 19:8). A condição de uma mulher sozinha e rejeitada era deplorável. A carta de divórcio amenizava o infortúnio. Esta lei simplesmente reconhecia a situação prevalecente e tentava atenuá-la. Era uma lei de permissão, não de ordenança. Essas restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido aparentemente no convívio com povos pagãos. Criso falou de forma enfática contra o conceito de esposa como propriedade (Mt 5:27-32; 10:3-9). Essa prática tinha acarretado muita desgraça e injustiça às mulheres judias. … No tempo de Cristo, a escola de Hillel [em contraponto à escola de Shammai que definia a expressão “coisa indecente como qualquer ato comprovado de imodéstia ou adultério] permitia o divórcio por trivialidades como a exposição do braço de uma mulher em público, o fato de queimar a comida do marido, ou quando o marido encontrava uma mulher mais atraente. … A lei de Deuteronômio não instituiu o divórcio, mas o tolerou em vista da imperfeição da natureza humana e dos baixos conceitos morais do povo de Deus naquela época. Para saber o que Deus pensa sobre o casamento sobre o casamento, não se deve deter em Deuteronômio 24:1, 4, mas ir a Gênesis 1:27 e 2:24, como fez Jesus (Mt 5:27-32; 19:3-9). CBASD, vol. 1, p. 1140, 1141.
24.5 – 25.4 A chave destas leis é a compaixão posta em prática, o amor de Deus refletido no comportamento humano. Bíblia Shedd.
5 não sairá à guerra. Esta lei provia tempo para que o lar se estabelecesse firmemente. E, ainda mais importante, do ponto de vista hebreu, dava mais possibilidade para o nascimento de um herdeiro que perpetuasse o nome da família e herdasse sua terra.CBASD, vol. 1, p. 1141.
6 não se tomarão em penhor as duas mós (ARA; NVI: “as duas pedras de moinho”). Usadas para moer grãos a fim de produzir farinha e o alimento diário (v. nota em Jz 9.53). Bíblia de Estudo NVI Vida.
a vida. Ninguém devia aceitar, como garantia de um empréstimo, aquilo de que a vida ou a saúde de outrem dependia (cf 10-31). Bíblia Shedd.
…algo essencial para o preparo de alimento, colocando assim em risco a saúde de sua família.CBASD, vol. 1, p. 1141.
Em consonância com o propósito do empréstimo, aquele que emprestasse não deveria causar maiores dificuldades ao que pedisse o empréstimo confiscando itens essenciais como uma mó doméstica ou vestes externas. Bíblia de Genebra.
7 tendo roubado um dentre os seus irmãos (ARA; NVI: “sequestrando um de seus irmãos”). Ver Êx 21:16. Raptar uma pessoa para escravizá-la era crime punível com a morte. A liberdade é preciosa aos olhos de Deus. A escravidão é um pecado indesculpável contra Deus e a sociedade, bem como contra o escravo.CBASD, vol. 1, p. 1141.
Paulo condenou os comerciantes de escravos (“raptores”) juntamente com outros violadores dos Dez Mandamentos (1Tm 1.10). Bíblia de Genebra.
8 Guarda-te da praga da lepra. Devia ser dada cuidadosa atenção à prescrição divina para tratar com essa enfermidade visto que a saúde da comunidade inteira corria perigo. Bíblia Shedd.
Esta era a pior forma de impureza cerimonial, e, portanto, deviam ser tomadas as precauções mais cuidadosas.CBASD, vol. 1, p. 1141.
9 Miriã. Ver Nm 12. Miriã foi uma dos três importantes líderes de Israel (Mq 6:4). No entanto, ela foi repentinamente acometida dessa terrível doença e retirada do acampamento de Israel por sete dias (Nm 12:14). Sua importante posição e a relação pessoal com Moisés não a protegeram. Não havia diferença no trato para com o leproso mais pobre e miserável e o leproso rico ou de família importante. … A lepra é um símbolo do pecado. O leproso espiritual, cuja alma está doente, não pode encontrar cura a não ser em Cristo.CBASD, vol. 1, p. 1141, 1142.
10 em sua casa. Isto era uma provisão legal para proteção do pobre. Sua casa com o que continha era de pouco valor material, e consistia apenas do indispensável para as necessidades. É provável que a família não tivesse mais que as roupas, algumas vasilhas e um moinho primitivo, e talvez só a casa e o terreno. Todavia, esta casa devia ser respeitada. Não devia ser violada. … O pobre não tinha muito para oferecer em penhor por um empréstimo (ver Êx 22:26, 27), mas não se devia abusar desse pouco como algo sem importância. O dono saía à porta para mostrar o que podia dar em penhor. Quem lhe emprestava não podia entrar na casa para escolher o que desejava levar. … Os direitos de propriedade do necessitado eram tão sagrados para Deus como o são os do rico.CBASD, vol. 1, p. 1142.
13 justiça. A fé de Abraão foi imputada como justiça perante Deus. A manifestação de misericórdia para com o pobre e necessitado é igualmente agradável a Deus (Mt 25:34-36). Os seres humanos são objeto do amor e da misericórdia divina. deus quer que tratemos o próximo da mesma forma. … os israelitas não deveriam das “esmolas”, literalmente “justiça”, diante dos homens (Mt 6:1). Eles deveriam ser justos perante o Senhor.CBASD, vol. 1, p. 1142.
14 não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado. Isto se aplicava a trabalhadores contratados por dia que esperavam e necessitavam de seus salários a cada dia. Andrews Study Bible. [Destaque acrescentado.]
Ver Lv 19:13; Jr 22:13; Ml 3:5; Tg 5:4.CBASD, vol. 1, p. 1142.
15 o seu salário. A pontualidade no pagamento do salário era um requisito divino tanto quanto a observância do sábado ou a entrega do dízimo. Não era uma to de benevolência, mas de justiça. CBASD, vol. 1, p. 1142.
16 os pais não serão mortos em lugar dos filhos. Esta lei interessante e justa é citada em 2Rs 14.6; 2Cr 25.4 e que foi criada como sendo do “Livro da Lei de Moisés” ou “Lei, no Livro de Moisés”. Bíblia de Genebra.
Em alguns sistemas legais não israelitas, se um homem causasse dano a um membro de alguma família, ele era punido tendo um membro de sua família sofrendo o mesmo dano causado. Andrews Study Bible.
Não era incomum entre os pagãos condenar uma família inteira pelo crime de um membro dela (ver Dn 6:24). Porém, Deus fazia com que o transgressor carregasse toda a culpa e o castigo por seu crime (2Rs 14:6; Ez 18:10-24).
19 Quando… esqueceres um feixe de espigas, não voltarás. O intuito compassivo dessa lei é visto em Rt 2.2-23. Bíblia de Genebra.
O povo de Deus foi instruído a deixar um pouco de suas colheitas no campo para que os viajantes e os pobres o pudessem colher. Esta segunda colheira, chamada respiga, era um modo de providenciar comida para eles.Anos mais tarde, Rute conseguiu comida para ela e Rute ao respigar atrás dos ceifeiros no campo de Boaz (Rt 2:2).Rute, uma mulher na linhagem de Jesus, pôde conseguir comida porque esta lei ainda era obedecida muitos anos depois de ter sido escrita. Life Application Study Bible Kignsway.
19-21 Quando… segares a messe… oliveira…vinha. De estação a estação, o tempo da colheita recordaria aos homens o valor e a beleza da compaixão. A existência de necessitados dá a oportunidade de cultivar o espírito da generosidade. Aquele que ainda na colheita, quando recolhe os abundantes frutos da natureza, permanece som o coração duro, dificilmente poderá ser generoso em outro momento.CBASD, vol. 1, p. 1143.
22 Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito. Ver o v. 18; e 15:15. As experiências difíceis e desalentadoras devem servir para o cristão entender que deve confortar a outros que passam pela mesma situação.CBASD, vol. 1, p. 1143.
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DEUTERONÔMIO 24 – A cultura muda de acordo com a época e o lugar. As condições de vida das pessoas também são diferentes. Contudo, os princípios da Palavra de Deus não devem ser alterados, nem ignorados, independentemente do lugar e da época.
Às vezes não é fácil captar os princípios imutáveis de um capítulo muito antigo da Palavra de Deus. A interpretação é fundamental para que sejam compreendidos para serem aplicáveis.
Do capítulo em pauta separei alguns princípios presentes no próprio texto, contendo várias instruções divinas, relacionadas à condição de Israel ao entrarem na Terra Prometida.
Não foi preciso alterar ou extrair o significado do texto. Apenas transcrevi abaixo alguns versos em que os princípios estão nítidos, independente do contexto. Selecionei apenas 4:
• “Não tragam pecado sobre a terra que o Senhor, o Seu Deus, dá a vocês por herança” (Deuteronômio 24:4).
• “Eliminem o mal do meio de vocês” (Deuteronômio 24:7).
• “Não se aproveitem do pobre e necessitado, seja ele um irmão… ou estrangeiro. Paguem-lhe o seu salário diariamente…” (Deuteronômio 24:14-15).
• “Não neguem justiça ao estrangeiro e ao órfão, nem tomem como penhor o manto de uma viúva” (Deuteronômio 24:17).
Considerado com atenção, Deuteronômio 24 mostra-nos que, desprezo, traição, exploração, humilhação e destruição de seres humanos contrariam o interesse de Deus e atraem condenação. Por outro lado, preocupação com o bem-estar, felicidade, e desenvolvimento do próximo está em harmonia com a revelação de Deus para Seus representantes neste mundo depravado (Filipenses 2:14-16).
Deus não quer Seu povo indiferente às pessoas carentes. Note como Deuteronômio 24 revela preocupação com a mulher, com o casal recém-casado, com pobres, órfãos e viúvas. Perceba o cuidado que Deus quer que tenhamos com o estrangeiro, com os vulneráveis e necessitados. Deus não quer Sua igreja demonstrando superioridade e atitudes arrogantes frente a quem quer que seja.
Com os ensinamentos de Deuteronômio 24, Deus está pedindo uma limpeza do entulho de nosso orgulho e vaidade; Ele almeja piamente que trilhemos o caminho da humildade. Paulo tratou desse princípio geral com maestria ao escrever:
“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Filipenses 2:3-4).
Sejamos cristãos de verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 23 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 23 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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