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478 palavras
1 Meu Servo. “Servo” neste caso designa Cristo (ver com. de Is 41:8). Em Mateus 12:18, esta profecia é aplicada a Cristo. De fato, muitas expressões neste capítulo só podem ser aplicadas a Ele. Com frequência, Jesus se referiu a Si mesmo como tendo sido enviado pelo Pai para desempenhar uma missão (Jo 4:34; 6:38; 14:31). A respeito da natureza de Sua obra, declarou que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:28), e que estava entre Seu povo “como quem serve” (Lc 22:27). Neste e nos capítulos seguintes, Isaías apresenta o quadro mais completo do Messias e de Sua missão na Terra em todo o AT. Em grande parte devido a essas profecias, Isaías é conhecido como “o profeta do evangelho”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 266.
7 Para abrires os olhos aos cegos. Ver com. de Lc. 4:18. A restauração da visão física em várias ocasiões testemunhou que Cristo tinha o poder de conceder visão espiritual (Jo 9:1-9;cf. Is 61:1-3). CBASD, vol. 4, p. 267.
6, 7 Deus nos chama a sermos servos de Seu Filho, demonstrando a justiça de Deus e trazendo Sua luz. Que raro privilégio é auxiliar o Messias a cumprir Sua missão! Mas devemos buscar Sua justiça (Mt 6:33) para sermos luz (Mt 5:16; 2Cor 4:6). Life Application Study Bible Kingsway.
10 Olhe para tudo que o senhor fez por nós e através de nós (42:6-9)! Obras majestosas demandam respostas majestosas. Você realmente aprecia o bem que o Senhor fez por você e através de você? Se aprecia, deixe que seu louvor a Ele reflita como você realmente se sente. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Quedar. Uma tribo árabe descendente de Ismael (Gn 25:13; ver Is 21:13, 16; Ez 27:21). … Aqui são mencionados juntamente com “os que habitam nas rochas”, que é Selá … ou Petra …, como representantes de povos distantes que ouviriam a mensagem da graça de Deus e voltariam a Ele com louvor e cânticos. CBASD, vol. 4, p. 267.
14 Por muito tempo me calei. A hora da vingança divina finalmente chegaria. Por longo tempo, o Senhor permitira ao ímpio seguir seu caminho de maldade (ver Ec 8:11). Chegaria, porém, a hora do acerto de contas, hora de Deus realizar “a Sua obra estranha” (Is 28:21). ele puniria os ímpios segundo suas obras. CBASD, vol. 4, p. 267.
16 Os cegos. Isto é, os cegos espirituais (ver com.do v. 7). O castigo divino cairá sobre aqueles que rejeitaram a luz deliberadamente (v. 13-15), ao passo que os sinceros, embora ignorantes, iriam à luz e teriam a oportunidade de aceitar a misericórdia e a graça de Deus. CBASD, vol. 4, p. 267.
24 Quem entregou Jacó por despojo e Israel, ao roubadores? Deus permitiu a invasão assíria (ver com. de Is 8:7, 8; 10:5, 6). A teimosia em desobedecer acarretou sofrimentos ao povo de Judá. Quando se recusou a servir ao Senhor, ele retirou dEle Sua mão protetora e permitiu que o inimigo devastasse o país. CBASD, vol. 4, p. 268. [Neste caso, Jacó e Israel são sinônimos, cf. Gn 32:29)].
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ISAÍAS 42 – O líder segundo Deus tem características contrastante do líder segundo o mundo.
• O líder conforme o padrão divino é chamado de servo. Deus identifica o servo como aquele a quem Ele sustenta, pois lhe é humildemente submisso.
• O servo/líder é escolhido por Deus, em quem Ele Se apraz; não se pauta pela ambição do coração pecaminoso.
• Deus coloca Seu Espírito em Seu servo, capacitando-o para a missão; não é um espírito interesseiro, egoísta e orgulhoso que rege a conduta do servo/líder padrão bíblico.
• O propósito do servo é fazer justiça onde impera a injustiça, entretanto o faz sem gritar, embora sua voz seja ouvida nas ruas.
• O líder/servo, além de modesto e humilde, é gentil: Ele não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio fumegante, simbolizando gentileza e cuidado com quem está fragilizado.
• O servo segundo Deus não é vingativo, justiceiro; contudo, administra a justiça com fidelidade – ele não mostra fraqueza nem se deixa ferir até que estabeleça justiça na Terra.
• Ao reger com justiça até as pessoas longínquas das ilhas colocam sua esperança nas leis do servo de Deus, que representa ao Criador do Céu, que estendeu a Terra, que deu fôlego aos seres e a vida aos que andam nela.
• O servo é chamado em retidão pelo Senhor, que promete segurar sua mão, guardá-lo e torná-lo mediador para o povo e uma luz para os gentios/incrédulos.
• Por fim, o servo de Deus que lidera segundo o padrão divino é designado para erguer os necessitados, auxiliar os vulneráveis e resgatar aos que estão escravizados no erro.
Não há pessoa que mais se encaixa no padrão de líder/servo segundo Deus do que o Seu próprio Filho. Embora o texto tenha alto teor de profecia messiânica, sua mensagem deve moldar a todo seguidor de Cristo. Jesus é o maior modelo de Líder que viveu neste mundo.
A ênfase da missão da liderança de Cristo é trazer justiça, porém, ao contrário dos líderes terrenos que buscam poder através de demonstrações de força, o servo de Deus não é agressivo ou ostensivo; por conseguinte, Ele não usa a justiça para humilhar, mas para curar e restaurar!
Jesus disse que o descanso está em aprender a ser manso e humilde como Ele (Mateus 11:28-30). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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ISAÍAS 41 – Em um mundo descontrolado, e para uma sociedade em caos, Deus Se apresenta como o Senhor que controla eventos desde o princípio. Ele está presente desde as primeiras gerações.
Diante disso, a ilhas testemunham Seu poder e tremem; os confins da Terra se aproximam para o julgamento. Contudo, tudo visa o encorajamento do povo, que é servo escolhido por Ele. O próprio Deus assegura Sua presença, força e auxílio ao Seu insignificante povo, e profere promessas de humilhação aos inimigos dos fiéis (Isaías 41:1-10).
Aqueles que se opõem a Deus e ao Seu povo serão reduzidos a nada, os adversários do bem e da verdade serão aniquilados. Enquanto isso, Deus segura Seu povo pela mão direita, oferecendo auxílio e encorajamento para Seu povo não temer; pois, Deus é o seu Redentor que traz libertação e satisfação (Isaías 41:10-16).
Deus atende aos necessitados, pois Ele pode até mesmo reverter o deserto em um lugar fértil. Além disso, Ele revela Sua autoria na criação da natureza: Sua mão fez todas as coisas. Em contrapartida, quaisquer outros deuses ou ídolos são ineficazes e suas obras são inexistentes. Eles são alvos da condenação de Deus, e nada podem fazer para livrar-se e nem livrar aos seus fervorosos adeptos, defensores (Isaías 41:17-24).
Já que a religião alheia ao Deus verdadeiro é falsa, e cujos objetos de adoração são imprestáveis, o próprio Deus verdadeiro anuncia eventos e envia um mensageiro de boas novas vindo de Jerusalém (Isaías 41:25-29).
Isaías 41:27 revela não apenas a interação histórica entre Deus e Israel na frase “desde o princípio eu disse a Sião: ‘Veja, estas coisas acontecendo!’”, mas aponta para a esperança messiânica e a fidelidade contínua de Deus em cumprir Suas promessas:
• “A Jerusalém Eu darei”: O próprio Deus faz a promessa. Ele mesmo a cumprirá.
• “Um Mensageiro”: Aponta para a vinda de alguém com informações importantes.
• “Boas novas”: Esta expressão está frequentemente associada à salvação e restauração.
Jesus é o Mensageiro-Mor de Deus aos pecadores desolados que não apenas traz mensagens de salvação, mas Se torna o Redentor de toda a humanidade sofredora. Somente a vinda do Messias trouxe consolo real e redenção total, da qual tanto carecemos! Devemos ouvir as boas novas/evangelho e sermos receptivos à Sua obra redentora! – Heber Toth Armí.
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ISAÍAS 40 – Mais que composição literária do profeta Isaías, este texto é uma obra teológica que transcende as eras. Sua poesia profética, retórica poderosa e ênfase na soberania divina convergem para criar uma mensagem que ressoa no coração daqueles que buscam significado e esperança.
Em cada verso encontramos uma chamada para consolação, uma proclamação urgente e certeza de que, em meio às adversidades, a soberania divina permanece inabalável. A mensagem ainda ecoa aos nossos ouvidos, convidando-nos a preparar o caminho para o Senhor e confiar na soberania dAquele que é eterno e infinitamente poderoso.
Assim, Isaías inicia a uma seção que muitos chamam de “O Livro da Consolação”. O primeiro capítulo proporciona consolo e esperança, alcançando as almas sedentas por conforto. Desta forma, a obra de Isaías não é meramente um conjunto de palavras; é um cântico profético que transcende o terreno, transportando-nos ao âmago da esperança divina.
A poesia profética de Isaías não é mera ornamentação linguística; é um eco do coração compassivo de Deus, envolvendo-nos na promessa de consolo em meio às tribulações que enfrentamos no mundo (Isaías 40:1-2).
• Devido à rebelião contínua a punição deveria ser de sete vezes mais, mas Deus a reduziu a duas, fruto da Sua graça (Levítico 26:18).
Nos versículos 3 a 5, a retórica não é apenas uma ferramenta literária; é uma proclamação que ecoa como trovões nos corações daqueles que a ouvem. A imagem da voz clamando no deserto não é meramente uma figura poética; é uma chamada urgente para preparar o caminho do Senhor. Essa retórica poderosa não apenas desenha um quadro vívido, mas também convoca a uma ação imediata. A voz que ressoa no deserto é a voz da urgência divina, uma retórica que desperta corações e orienta almas para a preparação do caminho do Senhor.
A grandiosa ênfase em Deus como Soberano sobre tudo permeia o capítulo. A poesia profética e a retórica poderosa convergem para proclamar a soberania divina sobre a história humana. Em meio à efemeridade da existência humana, o profeta aponta para a eternidade do Criador (Isaías 40:6-31).
Em destaque, Isaías 40:8 é uma pérola teológica oferecendo uma imagem poderosa da transitoriedade da criação em contraste com a eternidade das palavras do Criador; diante disso, reavivemo-nos em Sua Palavra! – Heber Toth Armí.
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Ler tb 2Rs 20.
1 Merodaque-Baladã. Este nome é comum nas inscrições Assírias de Sargão e Senaqueribe. Merodaque-Baladã … foi rei da Babilônia de 721 a 709 a.C., e novamente por um curto período em 703. … Como Ezequias tinha resistido a Senaqueribe de forma tão decidida, Merodaque-Baladã o considerou um aliado poderoso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 251.
2 Ezequias se agradou. Ele se envaideceu com essa inesperada atenção de um rei de Babilônia, e ficou feliz com o interesse de outros em resistir à Assíria. Portanto, Ezequias recebeu bem os enviados babilônios como aliados e amigos, sem imaginar que em pouco tempo, Babilônia tomaria o lugar da Assíria como o grande poder do Oriente e que um de seus reis conquistaria Judá. CBASD, vol. 4, p. 251.
Ezequias, se sentindo honrado com sua atenção e talvez sentindo simpatia com seu propósito (de derrotar a Assíria) mostrou aos enviados babilônicos os seus tesouros. Mas Isaías advertiu o rei para não confiar em Babilônia. Life Application Study Bible Kingsway.
Mostrou aos mensageiros a casa. Sobre a tolice de Ezequias em fazer isso, ver com. de 2Rs 20:13. CBASD, vol. 4, p. 251.
4 Que viram … ? Ver com. de 2Rs 20:15. Salomão tinha previsto o tempo quando pessoas chegariam de terras distantes para aprender sobre o Deus de Israel (1Rs 8:41-43; ver também p. 15, 6). A falha em aproveitar a oportunidade de testemunhar do verdadeiro Deus mostrou a ingratidão de Ezequias pela bênção de ter sua saúde restaurada (Is 38: 1, 9). CBASD, vol. 4, p. 252.
4-7 O que havia de mal em mostrar tudo aos Babilônios? Ezequias falhou em não prever que Babilônia se tornaria a próxima ameaça, e que eles, e não os assírios, conquistariam a cidade. Quando Isaías disse a ele que Babilônia iria um dia levaria tudo embora, esta foi uma profecia surpreendente porque Babilônia estava lutando pela independência contra a Assíria. A auto-satisfação de Ezequias em mostrar seus tesouros terrenos trouxe suas consequências (2Rs 25; Dn 1: 1, 2). Sua resposta (39:8) pode ter sido de pouca visão [e egoísta] , mas ela estava simplesmente mostrando gratidão pela bênção divina de que paz reinaria durante seu tempo de vida e porque o julgamento de Deus não foi mais severo. Life Application Study Bible Kingsway. [ver tb com. CBASD de 2Rs 20:19).
Ezequias, um dos reis mais fiéis de Judá, trabalho duro em seu reinado para banir a adoração aos ídolos e purificar a adoração ao verdadeiro Deus e no templo de Jerusalém. No entanto, ele sabia que seu reino não era puro. Poderosas correntes obscuras do mal atraíam a destruição e somente a intervenção miraculosa de Deus preservava Judá da destruição pelos seus inimigos. Aqui, Ezequias se mostrava grato porque Deus preservaria a paz durante o seu reinado. Tão logo Ezequias morreu, a nação se precipitou de volta aos seus caminhos pecaminosos sob a liderança do filho de Ezequias, Manassés. Ele reconstruiu os centros de idolatria que seu pai destruiu. Life Application Study Bible Kingsway.
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ISAÍAS 39 – Ao conectarmos Isaías 36, 37, 38 e 39 percebemos uma narrativa coesa que explora a confiança em Deus diante de desafios, a resposta divina à oração sincera, a fragilidade humana e os perigos da complacência espiritual. Estes capítulos fornecem verdades que continuam a ressoar, inspirando-nos a buscar uma relação mais intensa com Deus, confiando em Sua orientação, reconhecendo nossa dependência e evitando a complacência que desvia-nos do caminho certo.
Em Isaías 36, Senaqueribe ameaça invadir Jerusalém. A confiança do rei Ezequias é testada; então busca o profeta.
Em Isaías 37, a resposta de Deus veio com um anjo exterminando o exército assírio, demonstrando a vitória que acompanha àquele que coloca a confiança em Deus.
• Mesmo diante de ameaças esmagadoras, a confiança em Deus é a verdadeira fonte de fortaleza.
• A fé é importante em meio às adversidades.
• A intervenção divina na história humana transforma situações aparentemente sem solução em bênçãos extraordinárias.
Em Isaías 38 Ezequias enfrenta uma doença mortal e volta-se para Deus, que decido curá-lo e prolongar sua existência.
• A misericórdia de Deus revela-se como resposta à humildade e à fé, oferecendo esperança mesmo nas situações mais sombrias.
• Essas verdades deveriam ser propagadas por toda pessoa que desfruta de um relacionamento real com Deus.
Porém, em Isaías 39, o último capítulo desta sequência, ao receber enviados da Babilônia, orgulhosamente Ezequias exige seus tesouros. Então, Isaías prediz que, como resultado dessa exibição, a Babilônia se tornaria uma ameaça futura aos judeus. A tentação da exibição de riquezas resultou na profecia de que, eventualmente, esses tesouros seriam levados à Babilônia (Daniel 1:1-2).
• Esse episódio alerta-nos sobre os perigos da complacência espiritual e destaca como nossas escolhas moldam nosso destino, o destino de nossa família e até mesmo o destino de uma nação inteira.
• Esse capítulo não revela apenas a fragilidade inclusive de grandes homes de fé, mas também serve de lembrete das consequências das decisões alheias à perspectiva de Deus.
Isaías 36, 37, 38 e 39 formam um quadro complexo, tecido com fios de desafios humanos, respostas divinas, orações fervorosas, curas milagrosas e previsões proféticas. Este ciclo de eventos convida-nos a contemplar não apenas as batalhas e vitórias momentâneas, mas a jornada completa da fé, da fragilidade humana diante da soberania divina!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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457 palavras
3 Com inteireza de coração. Ver com. de 2Rs 20:3. Neste tempo de crise, Ezequias pode ter sentido que a nação precisava de seus serviços e que era completamente correto que apresentasse seu honroso passado como razão porque lhe devia ser permitido viver. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 249.
6 Livrar-te-ei. O livramento seria duplo, ou seja, da morte e das mãos de Senaqueribe. Satanas estava determinado a causar a morte de Ezequias e a queda de Jerusalém. Sem duvida, pensava que se Ezequias estivesse fora do caminho, seus esforços para a reforma cessariam e a queda de Jerusalém poderia acontecer mais rapidamente. CBASD, vol. 4, p. 249.
7 Como sinal. O sinal antes da cura foi dado para fortalecer sua fé e a de seu povo (ver com. de Is 37:30). CBASD, vol. 4, p. 249.
9 Cântico de Ezequias. Este salmo de Ezequias (v. 9-20) não se encontra no registro de 2 Reis. … O tema do poema e a experiência de um homem que esteve face a face com a morte, orou com sinceridade por sua vida e teve sua oração atendida. CBASD, vol. 4, p. 248.
10 Em pleno vigor de meus dias. Neste tempo, Ezequias tinha, provavelmente, cerca de 40 anos (ver com. de 2Rs 18:2, 13). CBASD, vol. 4, p. 248.
12 A minha habitação foi arrancada e removida. Uma “tenda” nômade que poderia ser rapidamente mudada de um lugar a outro. De acordo com a figura, a habitação de Ezequias seria retirada da terra dos vivos para a dos mortos (ver 2Co 5:1-3; cf. Fp 1:23). CBASD, vol. 4, p. 248.
Tu … me cortaras. Literalmente, “enrolaras”. Ezequias estava tecendo a teia da vida, mas seu modelo seria mudado. Devera parar de tecer antes que o modelo fosse concluído, e tira-lo do tear. Nesta figura, Ezequias expressa sua desilusão e frustração quanto à perspectiva de cessar prematuramente o que lhe parecia uma tarefa pela metade. CBASD, vol. 4, p. 248, 249.
13 Espero com paciência. Literalmente, “eu me compus”, “eu me calei”. No Salmo 131:2,a mesma expressão hebraica e traduzida como “fiz calar e sossegar a minha alma”. Ao encontrar-se com um inimigo implacável, a enfermidade, diante do qual se sentia indefeso, Ezequias encarou a perspectiva de se conformar com o que lhe parecia inevitável. CBASD, vol. 4, p. 249.
14 Responde Tu por mim. Literalmente, “se meu fiador” … A figura e a de um devedor que se encontra nas mãos do credor exigente. CBASD, vol. 4, p. 249.
16 Por estas disposições Tuas vivem os homens. O ser humano vive pela Palavra de Deus (Dt 8:3; Mt 4:40, seja no corpo ou espiritualmente. Quando Ezequias foi curado fisicamente, também teve restauração espiritual. Ao restaurar a saúde física do rei, o Senhor lhe concedeu muito mais do que ele pedira (ver Is 38:17; Mt 9:2-7).
18 A sepultura não te pode louvar. A morte cessa por completo todo pensamento e atividade (ver com. de Sl 115:17; 146:4; Ec 9:5). CBASD, vol. 4, p. 249.
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ISAÍAS 38 – Este relato enfatiza a importância da oração fervorosa e da busca pela vontade divina em momentos de aflição! Este capítulo narra o momento em que o rei Ezequias adoece gravemente e recebe notícias de que sua vida está chegando ao fim. Nesse contexto, ele volta-se para Deus em oração, suplicando por misericórdia e cura. Deus, respondendo à sinceridade e fé do rei, decide prolongar seus dias, proporcionando-lhe mais 15 anos de vida.
• Ao refletir sobre este capítulo, é inevitável não considerar as profundas questões espirituais que permeiam a existência humana.
• Ao observar a resposta de Deus à súplica do moribundo, somos lembrados da importância da fé e da confiança nEle, independentemente das circunstâncias.
É importante notar que, além da cura Deus concede mais tempo de vida ao moribundo líder político de Judá, o que destaca a importância do relacionamento entre a humanidade e Deus.
• Uma forte lição deste relato é que o Deus que estabeleceu leis fundamentais que governam o Universo, indicou haver harmonia entre ciência e fé.
• Dinheiro, poder, fama, status, medicina, conhecimento e ciência têm suas limitações; somente Deus é infinito e ilimitado!
Ciência e religião em harmonia é o equilíbrio mais desafiador de conseguir – o que só é possível mediante a revelação do Criador. Isaías 38 ilustra claramente que, mesmo diante da compreensão científica que podemos adquirir, devemos ser totalmente dependentes da vontade soberana do Deus que sabe e pode todas as coisas.
Diante disso, podemos afirmar que, a fé não deve ser vista como antagônica à razão, mas como uma dimensão que enriquece nossa cosmovisão. Analisando Isaías 38 somos lembrados de que nossa existência é curta, passageira, efêmera; portanto, deve estar inteiramente sujeita à vontade divina.
• Na cura miraculosa percebe-se a interconexão entre o natural e o sobrenatural, entre o que entendemos e aquilo que ultrapassa nossa compreensão.
• Como seres finitos, nossa busca por conhecimento científico deve coexistir com a humildade diante do desconhecido e do reconhecimento da transcendência divina.
Precisamos, como Ezequias, reconhecer a graça e a misericórdia divinas em nossa vida, equilibrando nossa busca pelo conhecimento científico com a aceitação da grandeza inexplicável do Criador.
A fé não deve ser vista como oposta à razão, mas como uma dimensão que complementa nossa compreensão limitada da existência! – Heber Toth Armí.
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11 A todas as terras. Ver com. de 2Rs 19:11. Os reis assírios eram desalmados e cruéis, orgulhavam-se de sua crueldade. Com o horror de seus feitos sangrentos esperavam aterrorizar o coração dos homens e das nações, a fim de submeter o mundo ao seu controle. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 246.
18 Assolaram todos os países. A Assíria estava no auge de seu poder. CBASD, vol. 4, p. 246.
22 A virgem. Como uma virgem, Sião foi ameaçada por Senaqueribe, que estava determinado a humilhá-la perante o mundo. No entanto, Sião corajosamente se negou a se submeter à Assíria, e Deus a recompensou por sua fidelidade (ver com. de 2Rs 19:22). CBASD, vol. 4, p. 246.
29 O Meu anzol no teu nariz. Ver com. de 2Rs 19:29. Ezequias e o povo de Judá foram assegurados de que Deus lhes daria um sinal, como fazia com frequência (Is 7:11, 14; 38:8), como garantia do cumprimento da predição. A invasão assíria tinha paralisado todas as atividades agrícolas normais, mas assegurou-se ao povo que haveria alimento suficiente. CBASD, vol. 4, p. 247.
33 Levantar tranqueiras. Ver com. de 2Rs 19:32. Os soldados de Senaqueribe já estavam acampados ao redor da cidade, mas não procederiam com as operações usuais de um cerco. CBASD, vol. 4, p. 247.
36 O Anjo do SENHOR. Ver com. de 2Rs 19:35. Em geral, os anjos são enviados para salvar e não para destruir. Nada se sabe do método empregado pelo anjo nesta ocasião, mas qualquer que tenha sido, a visitação foi repentina e arrasou com a força dos sitiadores. Em harmonia com a antiga relutância de registrar informações desfavoráveis nas crônicas nacionais, os registros assírios não mencionam esta catástrofe. Várias explicações lendárias carecem de valor. CBASD, vol. 4, p. 247.
Graças à sensibilidade espiritual de Ezequias, em escutar os conselhos de Isaías, o que restava de Israel, o reino de Judá, ao sul, o SENHOR pôde exercer Seu poder ao livrá-los, de forma miraculosa, de Senaqueribe.
Que lição para nós! O SENHOR quer nos livrar de muitos males e, muitas vezes, perdemos a oportunidade de viver experiências que, em muito, fortaleceriam nossa fé e a de nossos familiares e amigos, tendo mais efeito de testemunho do que toda a eloquência do mundo.
Por outro lado, ao esquecer-se de Deus na hora de celebrar seu sucesso com os embaixadores da Babilônia, Ezequias perdeu a grande chance de mudar a história de Babilônia e do reino de Judá. Que advertência para nós!!!
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ISAÍAS 37 – Se estamos do lado de Deus, quem poderá derrotar-nos? Nem mesmo uma máquina de guerra aparentemente insuperável, nem mesmo o diabo e seu exército!
Com Deus, somos invencíveis! Observe a história deste capítulo…
Cerca de 45 km de onde estava Ezequias, Senaqueribe havia conquistado Laquis. Seu exército era extremamente poderoso e habilidoso. Suas estratégias eram lógicas e racionais. Aparentemente, não aceitar a proposta de Senaqueribe seria ousadia ignorante que causaria o inevitável desastre.
“Se Deus não viesse em resgate de Judá, as ameaças do Rabsaqué se teriam cumprido literalmente. Esta era uma ocasião de profundo exame de coração e oração para Judá. A calamidade com que eles se defrontavam os levou para mais perto de Deus… Se Deus não os tivesse protegido, muitos teriam morrido, e outros teriam perdido a esperança na vida de um Messias. Então, qual teria sido o futuro do povo de Deus?” (Roy Gane).
Deus entrou em cena, Ele agiu a fim de responder aos argumentos do inimigo, para:
- Provar que Ele não era como os demais deuses derrotados dos outros povos conquistados;
- Revelar que as súplicas por ajuda, libertação e salvação são, graciosas e bondosamente, respondidas;
- Mostrar que a confiança nEle faz total diferença diante das ameaças impostas pelas circunstâncias que conspiram contra nossa fé.
Aos piedosos que se humilham e ao buscar a Deus estendem perante Ele seus problemas e oram com fé em Seu poder, serão surpreendidos com a resposta divina. A graça de Deus faz por nós o que não merecemos, e muito mais do que conseguimos imaginar!
Ao enfrentar desafios que aparecem e ameaçam, considere estes pontos:
- …busque ao Senhor em oração sincera; com humildade, mas fervorosamente (v. 1);
- …consulte aos profetas de Deus, busque orientação nas Sagradas Escrituras (vs. 2-13);
- …deixe Deus tomar conta de tudo; não exija o quê fazer, ou como Ele deve agir (vs. 14-20);
- …atente para o profeta que Deus usa para te orientar, incentivar e fortalecer a confiança nEle (vs. 21-35);
- …observe atentamente o magnífico e poderoso livramento de Deus em resposta a tua entrega total (vs. 36-38).
Com apenas um anjo Deus nos surpreende ao mostrar que Ele está no controle e pode atender qualquer um de nossos clamores! Queira torná-lO conhecido aos incrédulos como desejou Ezequias! – Heber Toth Armí.