Reavivados por Sua Palavra


ESTER 7 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 7 – A morte prematura rouba toda a vaidade do orgulhoso e dos inimigos do bem. O fim de Hamã ilustra o fim de todos os que se opuseram ao povo de Deus durante toda a história.

O capítulo pode sumariado em dois pontos:

• Paciente e estrategicamente Ester apresenta sua intrigante petição ao rei, seu marido (vs. 1-6);
• O promotor da morte dos inocentes morre na forca que ele preparou para Mardoqueu – que ironia do destino! (vs. 7-10).

Deus triunfará miraculosamente sobre os inimigos de Seu povo. Quem intenta frustrar os planos divinos terminará frustrado. Note o que escreveu Hans K. LaRondelle:

“A destruição final é chamada de ‘obra estranha’ de Deus (Isa. 28:21), porque Deus não nos destinou para sermos receptáculos de Sua ira, mas, pelo contrário, de Sua salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. I Tess 5:9. […] Por mais confusas que sejam as circunstâncias, por mais hostis que sejam as forças que se opõem ao povo do concerto de Deus, não importa quão desanimadora sejam as deficiências do povo escolhido, nosso Criador fará triunfar o Seu plano e Seus desígnios divinos [Sal. 33:10-12]”.

E ainda mais: “Esse desígnio da vontade divina se aplica tanto ao bem-estar presente como ao futuro do povo de Deus dentro dos movimentos complexos da história do mundo […]. Deus não é meramente um expectador dos eventos terrestres ou um vaticinador do que a humanidade fará. Sua providência, de um modo misterioso, porém efetivo, leva avante o que o eterno conselho de Deus determinou e prometeu que deveria ocorrer no planeta Terra [Isa. 14:27]”.

Ellen G. White declarou categoricamente: “Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição e capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”.

Creia que Deus é…

1. …Senhor da História;
2. …Soberano no Universo;
3. …Salvador/vindicador do ser humano;
4. …Supremo juiz.

Tenhamos fé nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 6 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 6 – Perceba a providência do Salvador mesmo que o pecador haja com negligência. A existência de Hamã era devido à negligência de Saul no passado (I Samuel 15:7-9); assim como a aflição dos judeus era devido à negligência de retornar a Jerusalém.

• Cuidado com negligências!

Intitulado por Warren Wiersbe “Sinais de Perigo” o capítulo oferece os seguintes pontos:

1. Uma noite de revelação (vs. 1-5):
• A insônia do rei (v. 1a);
• O entretenimento que o rei escolheu (v. 1b);
• O livro que o servo escolheu (v. 1c);
• A demora do rei em recompensar Mordecai (vs. 2-3)
• A chegada oportuna de Hamã (v. 4).
2. Uma manhã decisiva (vs. 6-10);
3. Um dia de desonra (vs. 11-14).

“Deus soa o alarme, mas Hamã não escuta”, observa Wiersbe: “A humilhação nas ruas da cidade e essas palavras [de sua família] deveriam ter alertado Hamã para o perigo e o levado a mudar o rumo de seus atos. Deus estava avisando Hamã, mas, em seu orgulho, o primeiro-ministro não deu ouvidos. Se tivesse se arrependido de todo o coração e clamado por misericórdia, é bem provável que tivesse salvado a própria vida e a de seus dez filhos”.

Negligência! Hamã rejeitou a graça conscientemente! Contudo, sua família pagã “ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia Andrews).

Saber que Deus tem um povo…

• …e, tentar destruí-lo, é loucura – rejeição da graça;
• …é insuficiente para a salvação;
• …sem unir-se a esse povo age estupidamente;
• …e negligenciar o Deus do povo significa desprezar a própria vida.

Providência reverte negligências: “Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35)” (Bíblia Andrews).

Providência resulta da graça, não da negligência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de setembro de 2016, 0:45
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ESTER 1 – Embora o livro trata Ester como heroína – e de fato ela foi – o livro é intrigante, cheio de aparentes mistérios:

“Como é bem conhecido, Ester e Cântico dos Cânticos são os únicos dois livros no cânon que nunca mencionam Deus diretamente […]. Nas últimas décadas, a integração desse livro [Ester] ao cânon foi examinada com algum detalhe, em parte por causa de sua natureza aparentemente secular e em parte porque ele é a única obra incluída no AT que não foi atestada pelos manuscritos do mar Morto” (Paul R. House).

Além do que já foi dito acima, nada de Ester é citado no Novo Testamento.

Por não falar de Deus, por ser de natureza secular e, não ser bem visto assim na história teológica, o livro foi (e ainda é) questionado por muitos. Contudo, “a história de Ester desperta nos leitores a compreensão das oportunidades que a providência de Deus pode trazer para o mais fraco dos fracos” (Francis D. Nichol); pois, Ester estava em um ambiente puramente secular, pagão e imoral.

Observe como começa o livro:

• 180 dias de festanças nada espiritual (vs. 1-4);
• Mais 7 dias de festa para o público (vs. 5-9);
• Uma recusa digna de nota da esposa do rei Assuero (vs. 10-12);
• Vasti, esposa do rei foi enxotada por não rebaixar-se moralmente (vs. 13-22).

Informação importante: “Os acontecimentos registrados no livro ocorreram entre o sexto e o sétimo capítulo de Esdras, durante o reinado de Assuero (Xerxes), rei da Pérsia” (William MacDonald).

Os judeus deveriam ter voltado para Jerusalém. A libertação do exílio era real; alguns tinham retornado como se vê nos livros de Esdras e Neemias. Mas, teve gente que preferiu criar raízes em terras estrangeiras. A família de Ester é um exemplo disso.

Bebedeiras, autoritarismo, machismo, imoralidade, perversidade, arrogância, orgulho, humilhação, desprezo, etc. – é com isso que abre o livro de Ester.

• Aplicação: Num ambiente sem Deus a festa é carnal, diabólica e infernal por mais que sejam de pessoas da alta sociedade.

Vasti, a rainha deposta, é a única ênfase positiva num capítulo de déspotas: Rei, conselheiros, etc. “Ela agiu em harmonia com uma consciência pura” – analisa Ellen G. White.

• Aplicação: Enquanto o secularismo despreza a mulher, a Bíblia mostra sua dignidade!

Busquemos reavivamento! – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de agosto de 2016, 0:45
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NEEMIAS 1 – A oração é o meio de atingir alvos impossíveis, por conectar seres limitados ao Deus todo-poderoso. Oração é uma forma simples de se comunicar com o maior Soberano do Universo.

O livro de Esdras terminou com oração, e, na sequência, o de Neemias começou com oração. Certamente, Deus usa pessoas que oram, dependem dEle e agem conforme Seus planos.

• Neemias tornou-se instrumento de Deus ao orar e jejuar intensa e sinceramente (vs. 1-4);
• Os primeiros passos de Neemias na realização de algo foram orações intencionais e fervorosas, avançou dedicando-se à oração e chegou ao topo de seus planos pautados pela oração: “Ele inicia o livro com a transição completa de uma súplica pelo povo da aliança (1.5-11), finalizando-a com quatro petições ‘lembra-te de mim’, das quais a última é sua assinatura (13.14,22,29,31), e, no curso da narrativa, sai um pouco do rumo para registrar várias outras orações (J. I. Packer).

Horas dispensadas em oração e jejum, clamor e súplica em prol de um alvo que exige ação não é desperdício de tempo; pelo contrário, é o único meio de obter verdadeiro sucesso na obra de Deus num mundo tomado por inimigos do Seu eterno reino.

O exemplo de Neemias, sua intenção e planos, sua forma de agir e decidir demonstram serem corretas as palavras de Rick Warren: “As pessoas podem recusar o nosso amor ou rejeitar nossas palavras, mas não têm defesas contra nossas orações” (Rick Warren). Neemias lidaria com pessoas, tanto seu chefe (v. 11) como os membros de seu povo – que estava em péssimas condições após retornarem do exílio para Jerusalém (v. 3).

É certo o que disse Bill Rybels que, “quando nós temos o hábito de orar, nós ficamos constantemente sintonizados na presença de Deus e abertos a receber Suas bênçãos”. A bênção que Deus derramou sobre Neemias devido a sua vida de oração foi tão grande que, como veremos, abençoou imensamente ao remanescente de Deus.

A oração de Neemias revelou seu conhecimento e grande compromisso com a Palavra de Deus (vs. 7-9, conf. Dt. 28:14; 30:1-4). Realmente, conhecimento bíblico é essencial para que nossa oração tenha foco certo!

Tudo o que fizermos precisa ser pautado pela Palavra de Deus! Até mesmo nossas orações em prol de nossas ações! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 7 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
24 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS 7 – Deus tem grandes alvos para cada membro de Seu povo. “Um membro dedicado, que ama a Cristo, fará mais bem na igreja do que uma centena de obreiros meio convertidos, não santificados e autoconfiantes” destacou Ellen G. White.

O capítulo em pauta pode ser assim dividido:

• A genealogia de Esdras, um sacerdote e escriba (vs. 1-5);
• Breve relato do retorno do cativeiro (vs. 6-10);
• Uma cópia do decreto de Artaxerxes (vs. 11-26);
• A gratidão de Esdras (vs. 27-28).

Estamos diante do último grande reavivamento registrado no Antigo Testamento. Sua base foi a pregação bíblica e o exemplo de vida religiosa de Esdras. A liderança espiritual de Esdras causou um impacto nacional.

Esdras “buscava a lei de Deus, obedecia a ela e a ensinava. Era um homem de amplos conhecimentos; mas, com o passar dos anos, desejou aprender novas coisas sobre a história de Israel e as razões para sua atual debilidade espiritual. Almejava estar em harmonia com Deus e cumprir o concerto do qual Israel se desviara tantas vezes”. Ele “era apenas um homem; sua vida teve, porém, significativa influência no desenvolvimento do caráter de jovens e idosos. Sua fidelidade em preservar e transcrever muitas cópias dos escritos sagrados conduziu a um reavivamento no estudo da Bíblia e a nova compreensão do desígnio de Deus para a igreja. Isso nos mostra qual é a parte que as Escrituras desempenham no verdadeiro reavivamento e reforma” (Frank Holbrook).

A Bíblia não é lida como deveria. Muitos crentes nem a leem. Quando leem, não fazem questão de entendê-la. Quando entendem, não se esforçam para praticá-la; uns poucos que praticam, não a comunicam a outros.

Esdras é ícone da pregação que produziu reavivamento espiritual em toda uma nação. Comentando sobre isso, Hernandes Dias Lopes declarou:

“O melhor exemplo que temos no Antigo Testamento sobre a pregação expositiva talvez seja Esdras. Ela era expositor por excelência”.

Como Esdras, precisamos…

1. Ter um coração preparado e dedicado ao estudo da Bíblia;
2. Estar disposto a praticar tudo o que aprendemos na Bíblia;
3. Compartilhar profusamente com outros os ensinos da Bíblia.

Atualmente a Bíblia não está sendo usada nos púlpitos como deveria, porque os três passos acima estão sendo ignorados pelos pregadores pós-modernos.

Então, vamos fazer a diferença? – Heber Toth Armí.



ESDRAS 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
23 de agosto de 2016, 0:45
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ESDRAS 6 – A maior satisfação humana está em realizar os projetos divinos. A sensação é incomparável, mesmo tendo enfrentado ferrenhas oposições infundadas.

Derek Kidner sintetiza o capítulo em questão nos seguintes tópicos:

• O decreto de Ciro redescoberto (vs. 1-5);
• Dario autoriza a obra (vs. 6-12);
• Conclusão (vs. 13-15);
• O templo é dedicado (vs. 16-18);
• Uma páscoa prazerosa (vs. 19-22).

Nós, seres humanos, somos extremamente limitados para as grandes obras de Deus a serem feitas neste mundo dominado pela oposição ao bem. O templo foi concluído em 12 de março 515 a.C., quando o decreto de Ciro autorizando sua reconstrução foi em 538/537 a.C.

Os que investem tempo, talento e tesouro nas coisas de Deus em benefício espiritual dos pecadores e no avanço do reino de Deus no mundo, são as pessoas mais felizes e produtivas.

• Adam Clark investiu 40 anos de sua vida para realizar um comentário de toda a Bíblia;
• Noah Webster investiu 36 anos para elaborar um dicionário, cruzando o oceano duas vezes em busca de material visando oferecer dados mais corretos;
• John Milton interrompia seu sono diariamente às 4 h da madrugada para compor e reescrever poemas que se tornaram parte da melhor literatura do mundo.
• Edward Gibbon dedicou 26 anos escrevendo “O declínio e queda do Império Romano”, o qual é um monumento para a pesquisa histórica.
• William C. Bryant reescreveu 100 vezes uma de suas obras primas visando alcançar beleza poética e perfeição de expressão.

Fazer coisas incríveis que marcam a história exige muito daqueles que se dedicam a fazer bem feito o que sonham para a humanidade. Contudo, o prazer de colocar toda a força, habilidade, tempo e recursos numa obra, não tem preço que pague e não se compara a mais nada.

As dificuldades existentes na elaboração de algo, servem para aprimorar o sonho e a convicção para agir com mais dedicação o que precisa ser feito. Foi assim que os judeus terminaram a reconstrução do templo e assim muitos concluem grandes feitos.

Quando o povo busca a Deus para fazer Sua vontade e Deus Se inclina para ajudar Seu povo, nada e nem ninguém conseguirá impedir a satisfação de concluir uma obra divina no mundo.

Anima-te! Arregace as mangas, faça alguma coisa importante e útil!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 27 – Nossa vida, família, cidade, nação e mundo seriam bem melhores se houvesse mais busca pela vontade de Deus!

Jotão “foi um rei bom e próspero”; ele “reinou de c. 750 a c. 732” a.C. escreveu Merril F. Unger. “Sua força residia no fato de considerar Deus em tudo o que fazia” (William MacDonald). “Sua vitória sobre os amonitas foi atribuída ao favor de Deus para com ele” (Kenneth A. Mathews).

O relato de Jotão encontra paralelo em II Reis 15:32-38, contudo “de forma característica, o autor de Crônicas salienta a causa da prosperidade: consagração ao Senhor” (Francis D. Nichol), conquanto “o povo continuava na prática do mal” (v. 2). Pela falta de reparo espiritual, as coisas não permaneceriam avançando bem. “Os pronunciamentos dos profetas desse período dão evidências de que existia uma corrupção moral profundamente arraigada que estava minando a força da nação (Is. 1:4; 21-24; Os 4:1, 2; Mq 3:10-12)” (Nichol).

“A descrição do reino de Jotão é uma das mais breves em Crônicas. O ponto principal que o autor quer assinalar é que, diferente de seu pai, Jotão não foi dominado pelo orgulho como resultado do poder. A comparação é clara: ‘Havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína’ (26:16), mas Jotão ‘se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus (27:6). Uma pessoa pode tornar-se poderosa e continuar verdadeira para com Deus” (Nupanga Weanzana).

“Jotão viria a ser considerado um bom rei, apesar de seu filho, Acaz, ter sido um rei perverso. Na verdade, desde Jotão, décimo primeiro rei de Judá, até Zedequias, o vigésimo e último rei de Judá, somente Jotão, Ezequias e Josias foram chamados de reis bons – três dentre dez. O Senhor manteve a lâmpada de Davi acesa em Jerusalém todos esses anos, mas chegou um momento em que precisou deportar a nação para Babilônia e castigar o povo por seus pecados […]. No entanto, apesar dos pecados e das fraquezas de seu povo, o Senhor guardou um remanescente piedoso em sua nação, e seria desse remanescente que um dia viria o Messias” (Warren W. Wiersbe).

Deixe Deus dirigir teus caminhos, então verás quão bom será. Deixe-O ser teu Deus e serás recompensado! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 26 – Comentário Pr Heber Toth Armí
7 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 26 – Nem sempre ser ricamente abençoado por Deus é bom para algumas pessoas. Receber muito de Deus pode fazê-las achar que é mais importante que as demais. Isso é tão mal que leva à ruína total.

Neste capítulo, o cronista está apresentando o terceiro rei em declive.

• O primeiro foi Joás.
• O segundo, Amazias.
• O terceiro, Uzias.

Todos estes três começaram bem, priorizaram Deus e experimentaram os benefícios da fé em sua vida – talvez Uzias ainda mais que os outros dois. Contudo, nenhum deles terminou bem.

Deus não dá mais de Suas bênçãos a nós, pecadores, porque ele quer nossa salvação, sabendo que podemos fazer das bênçãos maldições para nossa própria desgraça. O pecado nos corroeu de tal forma que deturpamos o “bem” vindo de Deus para nosso “mal”. Assim, bênçãos podem ser prejudiciais a muitos crentes.

• É muito triste ver pessoas consagradas a Deus (vs. 1-4) despencar de sua santidade exaltando-se (v. 16).
• É lamentável ver alguém alcançar prosperidade por sua fidelidade ao Senhor (v. 5) transgredir contra o Senhor depois de tantos benefícios (v. 16).
• É deprimente notar que alguém que recebeu tanto do Deus do Céu aqui na Terra (vs. 6-15) tornar-se tão arrogante, irreverente e estúpido diante de Deus e Seus mensageiros (vs. 17-23).

O pecador tem muita habilidade para transformar bênçãos em maldições. Há situações em que receber bênçãos de Deus é como um bisturi nas mãos das crianças; ou, como ganhar um carro sem saber dirigir. Deste modo, as bênçãos se tornam perigosas se não somos maduros, responsáveis ou aptos para lidar com elas.

• Orgulhoso até vai à Casa de Deus, mas quer tudo do seu jeito (v. 16).
• O transgressor arrogante até recebe a Palavra de Deus, mas não se humilha; se ressente (17-19).
• O pecador indiferente até possui postura de adorador, mas sem respeito às exigências do Ser adorado (v. 19).

A lição é obvia: Os adoradores são muitos, mas Deus quer pessoas “que O adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). A prova disso é a desaprovação de Deus, irando-se contra Uzias, tornando-o leproso, adorador abominável (vs. 20-21). Então, seu filho Jotão assumiu o trono (22-23).

Muitos crentes robustos caem, cuidado para não ser a próxima vítima. É bom aprendermos a lição! – Heber Toth Armí.



II CRÔNICAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER
2 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 21 –Todos morrem; normalmente, o pai morre primeiro, mas o filho morre também. A vida é tão sensível que a cada ano a celebramos por não termos morrido. Todos os seres humanos sabem que morrerão e aguardam o dia de sua morte, por ser ela inevitável. O que é evitável é uma vida vazia e sem sentido, embora muitos morrem sem deixar grandes legados, sem deixar saudades, sem deixar boas lembranças. Assim morreu Jeorão, que reinou depois que seu pai morrera (II Crônicas 21). Ele foi o quinto rei de Judá e fez o que era mau aos olhos do Senhor, assim ele só passou pela vida. Ele matou a todos os seus irmãos, foi influenciado para o mal pela sua esposa que era filha do perverso rei Acabe de Israel e conduziu o povo à idolatria. Por isso, ele não deixou saudades (v. 20). A morte de uma pessoa ruim, perversa e má pode ser uma bênção para muitas pessoas; a Bíblia diz que Jeorão morreu e “seu povo não lhe queimou aromas como queimara a seu pai” (v. 19). Triste fim de uma vida que poderia ter feito grandes coisas para Deus se seguisse o exemplo de seu pai. É preciso dar um basta na maldade antes que a maldade dê um basta em você. É preciso rever conceitos, mudar hábitos, atitudes e comportamentos. É preciso tomar a decisão urgente ao lado de Deus para não deixarmos uma vida vazia, sem sentido e sem importância quando morrermos. Precisamos fazer a diferença agora, mesmo que para isso seja preciso viver de forma diferente.

Deus quer salvar cada ser humano do pecado. Quando Deus repreende e adverte é para salvar e libertar, mas tanto a salvação como a libertação depende da resposta de cada indivíduo frente a ação de Deus. Nas palavras de Mathew Henry, “Deus enviou uma advertência a Jorão. O Espírito de Profecia pôde dirigir a Elias para que preparasse este escrito provendo os crimes de Jorão. É-lhe dito claramente que seu pecado o destruirá”. Mesmo assim Jorão não se arrependeu, não abriu mão de seus pecados; por isso, os edomitas revoltam-se contra ele e os filisteus com os árabes atacaram Jerusalém e saquearam o palácio real. Conforme predito pelo profeta Elias, Jeorão (Jorão) é ferido com uma severa doença intestinal, da qual morreu em meio às dores (Leia II Crônicas 21). Tem gente que prefere a dor do pecado antes que o prazer do perdão. Tem pessoas que, mesmo sendo destruídas por seus pecados, não os deixam por nada, nem mesmo por Deus. Mesmo sabendo da impenitência e que o repreendido será insensível, Deus não deixa de revelar misericórdia e bondade ao advertir pecadores. Ainda assim, tem pessoas que não se rendem a Ele nem pelo amor e nem pela dor. Tem gente que prefere à morte antes que a Deus. Tem pessoas que sofrem em seus pecados, mas não estão nem um pouco dispostas a abrir mão deles. Ainda que Jesus tomou sobre Si os pecados de todos os seres humanos, tem aqueles que nunca entregarão seus pecados a Jesus. O que você vai fazer com os teus?

Tudo o que se planta, colhe. Vivemos hoje o que plantamos ontem. Colheremos amanhã o que plantamos hoje. É absurdo pensar que ao plantar jaca se colherá moranguinhos. É tolice querer deixar o mato tomar conta e esperar dali colher feijão. Jorão matou seus irmãos a fim de fortalecer-se, como consequência enterrou a todos os seus filhos menos um, Jeoacaz, o mais moço (II Crônicas 21:17), que só foi preservado porque “o Senhor não quis destruir a casa de Davi, em atenção a aliança que tinha feito com Davi. Porque tinha prometido que lhe daria por todos os dias uma lâmpada, e ele e a seus filhos” (v. 7). Jesus, o Messias, viria da descendência de Davi; assim, onde há ligação com Jesus ali há misericórdia divina. Graças a Ele existe graça. Onde há graça, a misericórdia entra em cena; do contrário todos nós, pecadores, seríamos consumidos (Malaquias 3:6). A questão é: Como você reage diante da misericórdia e graça oferecida através de Cristo? Saiba que tuas atitudes determinam teu destino. Não há como viver de forma errada e esperar colher o bem a vida inteira. Não há como rejeitar o Deus do amor, da paz e da felicidade e querer fugir da guerra, da doença e da angústia mortal. Além disso, toda colheita produz muito mais do que se planta, por isso o ditado diz que quem planta vento colhe tempestade. Então, por que não fazer o bem para colher um bem maior? Por que não aceitar o Autor da vida para ter mais vida? Pense, reflita e toma uma decisão! – Heber Toth Armí.

 



II CRÔNICAS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER
1 de agosto de 2016, 0:45
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II CRÔNICAS 20 – Dificuldades, problemas, ameaças estão presentes neste mundo. Crentes e descrentes, cristãos e ateus, adultos e crianças, homens e mulheres, todos precisam lutar pela vida, pois muitas vezes “… não sabemos o que fazer…” (II Crônicas 20:12). Todavia, todos podem pôr seus olhos em Deus (v. 13). Ao assim fazer, fique atento, pois Deus pode usar até um profeta novato para dar-te mensagem do Céu (v. 14). Deus dá revelação por meio de Seus servos assegurando a vitória daqueles que estão atentos a Sua voz (v. 15), mas Ele quer o povo ativo, disposto e preparado para agir. Deus não quer ociosos, nem incrédulos (vs. 16-20). E, quando o povo coloca em prática Sua Palavra (v. 21), Ele revela Seu grande poder (vs. 22-24). O povo só tem a ganhar quando a revelação dada por Deus é totalmente atendida, isso revela fé e confiança nEle. Isso é dependência dEle e independência de si mesmo. Assim aqueles que atacam a pessoa ou povo que pertence a Deus colherão terríveis consequências. Não há meios de vencer quando se luta contra Deus, tanto quanto não há como ser derrotado com Deus como aliado. Na estrada da vida, vencemos com Deus ou somos derrotados sem Ele; ganhar ou perder depende de nossa atitude diante do grande e poderoso Deus Soberano. Teu dia dependerá de como você reagirá diante “dAquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará como Ele todas as coisas?” (Romanos 8:32).

Ao estudar II Crônicas 20 deparei com os seguintes ensinamentos: Quando os seres humanos agradam a Deus, eliminando toda prática religiosa contrária à Sua vontade, quando a Lei (a Bíblia) é prezada e praticada, quando se confia plenamente nEle, quando a palavra dos profetas de Deus são creditadas e os líderes religiosos são fieis na execução dos deveres conforme a orientação divina, o país inteiro verá grandes bênçãos de Deus. Buscar a Deus é a conduta perfeita, independente das imperfeições no comportamento. Relacionar-se com Ele, depender dEle e confiar em Sua palavra por meio de Seus profetas é o segredo da verdadeira prosperidade (v. 20). O Louvor é sinônimo de buscar a Deus que pode ser pervertido, perdendo, assim, o seu poder. O teólogo Marcos De Benedicto diz que “o pesquisador George Barna, apoiado em pesquisas de seu instituto, sugere que o problema real não é a escolha do estilo de música… mas o interesse e a participação consciente do público no ato de adorar. A maioria das igrejas tem pouca gente que realmente se engaja na adoração”. De acordo com o verso 14 a verdadeira adoração só acontece quando há operação do Espírito Santo. Como pouca gente se engaja realmente na arte de louvar e adorar a Deus, eis a razão do insistente apelo da igreja por reavivamento espiritual e reforma de vida. Ouçamos agora o apelo e permitamos que o Espírito Santo nos impulsione a um verdadeiro, fervoroso e vibrante louvor a Deus. Quem louva tem vitória!

A lição de vida essencial de II Crônicas 20 é que jejum, oração e louvor conduzem a um fervor espiritual sobrenatural. E, onde há fervor espiritual há vitórias sobrenaturais. Quando o nome de Deus é invocado é como se Ele fosse convocado a batalhar por Seu povo. Neste texto encontra-se o caminho para vencer o medo, nosso primeiro inimigo. Os outros inimigos serão derrotados automaticamente. O que fazer para vencer diante de quaisquer circunstâncias?
1. Reúna várias pessoas a fim de realizarem um jejum coletivo (v. 3).
2. Vá a igreja e convide outros para buscar ao Senhor (vs. 4-5).
3. Ore a Deus reconhecendo quem Ele é, o que Ele fez e o que pode fazer (vs. 6-12).
4. Espere pela manifestação do Espírito Santo (vs. 13-17).
5. Lidere um fervoroso louvor de adoração ao Deus todo-poderoso (vs. 18-22).
6. Contemple a vitória conquistada por Deus (vs. 23-26).
7. Agradeça a Deus pela paz concedida e pela vitória conquistada (vs. 27-30).
Josafá não era um super espiritual, um santo, sem defeito; por duas vezes sofreu repreensão e consequências de seus erros (II Crônicas 19:2; 20:35-37), ainda assim ele foi um gigante líder espiritual, pois soube confiar em Deus para enfrentar o medo, os desafios da vida e o exército inimigo. Se com suas falhas Deus o ouviu, certamente Ele também te ouvirá, siga os passos descritos na Bíblia para nosso exemplo. Vamos orar e vencer hoje? – Heber Toth Armí.