Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 16 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
5 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
4 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 14 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
3 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
2 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
2 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.

Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).

O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.

A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):

1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).

Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!

Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí



ISAÍAS 12 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
1 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
1 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 12 – A verdadeira religião produz salvação para quem está sentenciado à condenação. A libertação, obviamente, produzirá alegria e adoração.

“Este capítulo 12 é uma conclusão poética da primeira grande divisão do livro de Isaías […]. É uma conclusão apropriada das mensagens dos primeiros onze capítulos, e especialmente de 11:1-10. Expressa com força e clareza a esperança do profeta de que Israel, apesar da sua infidelidade como nação, tem um grupo dos fieis ao Santo de Israel que cumprirá a sua missão messiânica” (A. R. Crabtree).

Tanto no capítulo anterior, como neste, percebe-se o plano de Deus contemplando toda a terra. Portanto, “Isaías revela que o Messias é um grande missionário de Deus, que deseja se tornar um ponto de ligação não só para seu povo escolhido, mas para todo o mundo” (Comentário Bíblia de Estudo Andrews).

“O cântico apresenta-se em duas porções. Os versos de 1 a 3 expressam a gratidão individual, talvez da assembleia congregada no culto. Os versos 4 a 6, no plural, falam da gratidão ao Senhor, e da proclamação das suas grandes obras em toda a terra” (Crabtree).

Jesus disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12:32).

Jesus é o Messias, o Salvador da humanidade. Assim como Israel seria restaurado, pecadores são salvos da escravidão resultantes do pecado. Quem realmente experimenta a graça do plano da salvação, exulta em louvor e adoração: Gratidão a Deus inunda o coração do pecador.

• Prevendo a futura libertação do pecado e suas consequências, o profeta declara como reagirá o povo de Deus e até mesmo o que dirá quando experimentar a salvação (v. 1);
• Os salvos reconhecem que a salvação não está fundamentada em coisas ou filosofias, mas em uma pessoa, o Messias – O Senhor é força, salvação e cântico do condenado pecador. A música comum difere do louvor ao Senhor! (v. 2);
• Os miseráveis pecadores resgatados exploram as bênçãos da conversão. Os salvos são beneficiados com o refrigério espiritual e se tornam fontes de bênçãos aos outros (vs. 3-4);
• Quem experimenta realmente o milagre da graça em sua vida desgraçada, proclamará alegremente ao mundo os divinos atos salvíficos (vs. 5-6).

A presença de Deus é nossa única esperança (v. 6)! Com tal mensagem, resta-nos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 11 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
31 de maio de 2017, 0:55
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ISAÍAS 11 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
31 de maio de 2017, 0:45
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ISAÍAS 11 – Apesar do fracasso humano, os propósitos divinos são infalíveis. Ainda que Israel fosse escolhido para abençoar o mundo inteiro e desviou-se desse ideal, mesmo assim Deus abençoaria todas as nações enviando o rei ideal, o Messias!

• Embora o povo de Deus se volte para o pecado, Deus não lhe dá as costas.

A Assíria que ameaçava a extinção do povo de Deus, seria extinta; o povo de Deus, conquanto espalhado pela guerra no mundo inteiro, seria restaurado. “O Senhor retalharia o império assírio, mas da árvore genealógica de Jessé faria surgir um novo rei, o Messias” (Robert B. Chisholm).

“Nesse contexto imediato de guerra internacional, o Senhor uma vez mais anuncia paz mundial derradeira e duradoura. Além disso, essa paz será mediada pelo rei davídico (11.1-9). Depois do dia de Yahweh, o juiz davídico da terra atrairá todas as nações a si para dar-lhes um ‘lugar de descanso’ (11.10). Esse descanso, esse novo êxodo, será para o remanescente, mas não se limitará a ele. A ação purificadora de Deus criará um remanescente a partir de todas as nações, um fato que significa que o Senhor governa toda a criação” (Paul R. House).

1. Apesar do fracasso dos reis de Israel, Deus dará um rei perfeito, cheio do Espírito Santo, sabedoria e entendimento, o qual governará no temor do Senhor com alegria e prazer.

2. O justo rei Messias julgará com equidade a causa dos oprimidos e dos pobres da terra inteira; se dedicará arduamente para edificar a justiça e a fidelidade no mundo. Seu poder impressionará e Suas palavras inspirarão respeito e reverência..

3. O efeito da regência do Messias resultará em paz tão plenamente que, inclusive os animais ferozes serão todos tão dóceis que até as crianças poderão brincar com eles; assim, toda a terra encherá profundamente do conhecimento do verdadeiro Deus.

4. Nesse processo, será separado um remanescente. Dentre…

• …os judeus (os discípulos, mais alguns judeus conversos a Cristo);
• …todas as nações (os gentios que se tornam cristãos).

O plano escatológico de Deus não se concretizou completamente devido às falhas dos judeus; contudo, Deus ampliou a, e não falhará em, Suas promessas.

Na primeira vinda, Jesus cumpriu partes da profecia, em Sua segunda e terceira vinda, toda ela será completada! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 10 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
30 de maio de 2017, 0:55
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