Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 23 – O significado do nome do profeta Isaías dá o tom de suas mensagens de julgamento. Isaías significa “Salvação de YHWH” ou “YHWH salva”.

Portanto, quando uma profecia de Isaías é interpretada indicando frieza, dureza e indiferença de Deus para com qualquer nação do mundo, pode ser que esteja desfocada, distante de sua proposta verdadeira.

Para uma interpretação correta da mensagem divina através de Isaías é importante observar seu desenvolvimento e objetivo. Disto isto, avance na leitura deste comentário com a Bíblia aberta no capítulo em questão. Observe os seguintes pontos:

1. Deus alerta por meio de Seu profeta aos mercadores que o comércio e os negócios findarão em Tiro – é uma advertência mais do que uma ameaça, um meio de despertar os pecadores de suas desgraças pela rejeição da graça e submissão ao pecado (vs. 1-7).

2. Deus disciplinará por meio dos exércitos babilônicos mais uma vez após a disciplina operada pela Assíria visando a destruição dos bens materiais dos habitantes de Tiro, mas não o povo (vs. 8-18).

3. Deus fará com que a cidade de Tiro seja esquecida por 70 anos visando reavivar seus moradores espiritualmente, querendo despertar-lhes para o abandono dos pecados e para a aceitação do perdão (vs. 15-17).

4. Deus faz o máximo e consegue o mínimo, mas não deixa de fazer tudo para salvar pelo menos um pouco – embora Sua intenção seja salvar cada habitante de todas as nações em todas as eras (v. 18).

O Comentário Bíblico Africano observa: “Da mesma forma que fez com Jerusalém, Deus demonstrará misericórdia a Tiro ao final de setenta anos (23:15,17; Jr 25:11; Dn 9:1-2). Apesar da gravidade e persistência do pecado, o Senhor permanece misericordioso. É possível que desta vez o termo ‘meretriz’ não se refira a um comportamento pecaminoso, mas ao comércio de Tiro com várias cidades. É por isso que o Senhor se alegra ao prever que a riqueza dessa cidade será utilizada para demonstrar a glória de Deus (23.18)”.

Deus tinha um plano positivo para Tiro, assim como tem maravilhosos planos para o Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, e todos os outros países que não falam português.

Deus quer te salvar. Deus quer salvar teus familiares, amigos e país! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 22 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
11 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 22 – Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.

John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.

O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).

Aplicações:

1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.

Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 21 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
10 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 21 – A revelação é progressiva. Assim que Deus revela, a mensagem vai ampliando. Quanto mais estudarmos a totalidade da Bíblia, mais amplo será nosso conhecimento.

O capítulo em análise é um complemento dos capítulos 13 e 14. O profeta Daniel e o historiador Heródoto registram o cumprimento dessas profecias que tratam da queda do megalomaníaco Império babilônico.

Babilônia (vs. 1-10) e seus aliados: Duma e Arábia (vs. 11-17) estão contemplados na mensagem de juízo de Deus. Daí aprendemos:

• Após revelar Deus revelar Seus planos, Sua ação é imediata, rápida e impossível interceptá-la. Como os tufões do Sul e as tempestades varrem repentinamente, assim seria varrida Babilônia resultando em sua queda fatal. O poder babilônico descrito no Apocalipse também não impedirá a varredura de Deus no mundo (ver Apocalipse 17 e 18).
• Os poderes do mundo atuam porque os poderes do Céu lhes dão permissão. Elão e a Média foram instrumentos de Deus na destruição do Império Babilônico; deste modo também os reis da terra se unirão para provocar a derrota da Babilônia mundial no tempo do fim.
• Da festa, bebedeiras e diversões, o pecado leva ao terror numa só noite (Daniel 5). Somente será preservado por Deus aquele que for fiel como Daniel.
• Vários textos de Apocalipse são baseados nos textos apocalípticos de Isaías. O mesmo anúncio da queda de Babilônia literal é ouvido na queda da Babilônia escatológica (Apocalipse 14:8; 18:2-4).
• O juízo contra os inimigos de Deus e opressores de Seu povo é a esperança de libertação dos fieis que confiam na promessa divina. O desespero e destruição de uns é a esperança e salvação de outros.
• A idolatria aponta para a proliferação da religião falsa, além de revelar a quantidade de deuses inválidos diante da ação do verdadeiro Deus Todo-poderoso.
• Os árabes (vs. 13-17) estão sob atento olhar de Deus; os mulçumanos deveriam humilhar-se e reconhecer a soberania do Deus da Bíblia se quiserem verdadeira salvação.

Deus quer salvar os perdidos, mas não poderá fazê-lo por aqueles que não querem salvar-se. Deus instou os babilônicos a vigiarem: Em vez de festejarem deveriam aprontar-se para a batalha. Dumá e Arábia também receberam graça (tempo e aviso), mas preferiram a desgraça.

E quanto a nós, que faremos das solenes mensagens de Deus? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 20 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
9 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 18 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
7 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 17 – Confiar em emprego, empresa, salário, bens materiais, política, e até na ciência não garante segurança nenhuma para o futuro. Pode até aparentar segurança, mas tudo isso é uma grande ilusão diante das terríveis consequências do pecado.

Damasco (Síria) e Efraim (Israel), pegaram atalhos para o desfiladeiro da destruição ao deixar de priorizar a Deus para priorizar qualquer outra coisa. O despencar de Efraim do sucesso ao fracasso ilustra a decadência de uma igreja, uma cidade, um país, um continente e do mundo todo.

Em 14 versículos o profeta utiliza várias figuras para indicar devastação causada pela negligência à proteção divina:

• O vigor e o esplender daqueles que um dia brilharam apagarão pelo desligamento da fonte da vida e da luz;
• O corpo sadio daqueles que exibiram a sua força se enfermarão tornando-se um esqueleto raquítico;
• A terra ficará vazia como um campo em colheita feita à mão;
• O respigar de uma colheita de pequeno porte revela o estrago feito pelo pecado;
• A exuberante vegetação duma floresta torna-se deserto, ou pior, cidades vazias, destruídas e derribadas pelo poder destruidor da falsa religião seguida por grandes multidões;
• A devastação provocada como por um dilúvio, ou um tsunami, oriundo dos oceanos da perversidade, imoralidade e iniquidade;
• O destino dos que perseguem e anseiam arruinar aos remanescentes fieis de Deus é semelhante ao pó e à palha soprados fortemente pelos vendavais arrasadores.

Assim como Israel devia aprender com a ruína dos ímpios, nós também precisamos aprender. As mesmas lições de que o povo de outrora careciam, nós, o povo de Deus de agora, carecemos.

Além destes pontos nada atraentes, temos no capítulo em questão, nobres verdades teológicas importantes, relevantes:

1. Deus está no controle tanto do céu quanto da terra;
2. Deus abençoa Seu povo, mas também o repreende por seus pecados;
3. Deus é o Criador, dono de tudo;
4. Deus é a Rocha segura, a única esperança de salvação para o pecador;
5. Deus é incomparável em relação a qualquer coisa, inclusive a qualquer outro deus.

Grandes verdades se podem extrair dos textos inspirados, pena que muitos não gostam ou não sabem ler a Bíblia. Se menos pessoas deixassem de desprezar e passassem a apreciar o livro de Deus, um reavivamento mundial seria evidente! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 17 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO
6 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 16 – Não importa a nação ou a pessoa, não importa quão cruel ou perverso uma nação ou uma pessoa tenha sido, não importa quão longe do ideal de Deus uma nação ou uma pessoa vai… Deus está mais ansioso para salvar do que para condenar.

A ação de Deus em prol do pecador é grande e intensa visando desviar os perdidos da rota do inferno.

• A pesar de a profecia apresentar mulheres moabitas abandonadas como pássaros sem ninho clamando inutilmente por ajuda; e, embora a profecia declare que em três anos poucas pessoas restariam dentre os moabitas, o interesse de Deus é exortar os rebeldes a render obediência ao Salvador para o bem deles mesmos (vs. 1-5).

• Assim como a pregação contundentemente pessimista de Jonas levou a grande cidade de Nínive ao arrependimento e à conversão, a revelação de Deus a Moabe certamente objetivava o arrependimento e conversão dos seus cidadãos. As ameaças divinas visam despertar-nos de nossa indiferença (vs. 6-8).

• O coração de Deus bate no coração de quem morreu para o eu. A tristeza que Deus sente pela miséria dos pecadores arrogantes, orgulhosos e indiferentes inundam o coração dos verdadeiramente crentes. Diferentemente de Caim que matou seu irmão e respondeu a Deus: “Sou eu guardador de meu irmão?” Isaías demonstra sincera preocupação por inimigos de sua nação (vs. 9-11).

• Certamente Deus não fará nada sem antes revelar Seus segredos e propósitos a Seus profetas, conforme informa Amós 3:7. Sempre antes de qualquer evento Deus tenta alertar aos perversos e aos conversos o que Ele fará. O juízo dos impenitentes moabitas fora projetado para três anos, quem sabe alguém se arrependeria como a moabita Rute no passado (vs. 12-14).

Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para alertar as pessoas da destruição mundial, na libertação do cativeiro egípcio Deus suscitou Moisés, frente à crescente idolatria Deus levantou vários profetas como Débora, Elias, Eliseu, Isaías, etc. Antes da primeira vinda de Cristo, João Batista foi o precursor.

Se Deus nada faz sem antes avisar, seria Seu perfil deixar-nos sem um porta-voz Seu nestes últimos dias, os quais representam a maior idolatria da história (Apocalipse 13), a maior destruição do Planeta (Apocalipse 14), a maior libertação ligado ao maior evento do Universo (Apocalipse 19)?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.