Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 10– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 10 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de janeiro de 2025, 0:50
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1593 palavras

Rogo. Os oponentes de Paulo eram arrogantes, obstinados e orgulhosos. Interpretaram erroneamente sua mansidão como fraqueza, sua gentileza como covardia. Estavam além do alcance de apelos conciliatórios e de exortação amável, como nos cap. 1 a 7. O único modo de atingir a autossuficiência deles era por meio de reprovação, denúncia e exposição, encontradas nos cap. 10 a 13. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 992.

Rogo. Paulo deseja ser poupado da necessidade de uma mostra decisiva de sua autoridade, que os embaraçaria e humilharia. Paulo roga para que não chegasse a tal ponto. E característica do espírito de amor evitar infligir dor ou humilhação. Esforço paciente, sincero e discreto de fazer as coisas certas no espírito do companheirismo cristão é sempre preferível à demonstração pública de autoridade e administração de disciplina. CBASD, vol. 6, p. 993

Ousado. Isto é, em lidar com os problemas de Corinto. Neste versículo, Paulo não faz uma ostentação vã. … Ele não teria receio de ninguém, nem hesitação para agir. Lidaria com eles ousadamente (2Co 11:21), a menos que uma mudança na atitude deles tornasse desnecessário que agisse dessa forma. A decisão era dos judaizantes. Paulo estava preparado para confrontar seus críticos e lidar com eles de modo eficaz. CBASD, vol. 6, p. 993, 994.

Mundano proceder. Referência à pessoa não regenerada, ao aspecto carnal, natural e mundano da pessoa não influenciada pelo Espírito Santo (ver com. de Rm 7:24; cf. com. de 1Co 9:27). CBASD, vol. 6, p. 994.

3. Andando na carne. Isto é, vive neste mundo como um ser humano. CBASD, vol. 6, p. 994.

Militamos segundo a carne. Apesar de viver entre pessoas que recorrem a métodos mundanos, Paulo não condescende com tais métodos (ver Jo 17:11, 14). A pessoa convertida possui uma natureza nova e diferente e é motivada pelo amor de Cristo e do Espírito de Deus, em harmonia com os ideais divinos (Jo 3:3, 5; Rm 8:5-14; 1Co 2:12-16; 2Co 5:14). CBASD, vol. 6, p. 994.

Armas da nossa milícia … poderosas em Deus. As armas do cristão são fabricadas no arsenal celestial e estão disponíveis por meio do ministério dos anjos (2Co 1:12; Ef 6:10-20; cf. DTN, 827) . Incluem a verdade como apresentada na Palavra de Deus (Hb 4:12) e o poder partilhado por Cristo e pelo Espírito Santo (1Co 2:4). Deus convoca as pessoas para o conflito, equipa-as para a batalha e lhes assegura a vitória. Ele supre o ser humano com todo o poder (2Co 2:14). CBASD, vol. 6, p. 994.

Fortalezas. A linguagem figurada dos v. 4 e 5 pode ter sido sugerida à mente de Paulo pelos piratas que infestavam a costa marítima nas proximidades de Tarso antes de ser expulsos dos mares pelas galés romanas, uma geração antes de seu nascimento. Esses saqueadores do mar atacavam de várias cavernas ocultas ria costa, invadiam navios que comercializavam nos portos próximos e então se retiravam com o espólio. Finalmente, o general romano Pompeu conduziu uma campanha contra eles, n a qual destruiu mais de 100 “fortalezas” piratas e fez mais de 10 mil prisioneiros. CBASD, vol. 6, p. 995.

Sofismas. Do gr. logismous, “raciocínios”, “pensamentos” (ver Rm 2:3, 15). Paulo se refere às teorias humanas em contraste com a verdade revelada. Não há nada mais autodestrutivo que o raciocínio especulativo de pessoas envaidecidas que têm ousada confiança na sabedoria pessoal e nada além de desprezo para com Deus e Sua Palavra. CBASD, vol. 6, p. 995.

O conhecimento de Deus. A exaltação da sabedoria humana está em oposição ao conhecimento espiritual e superior que Deus transmite (Jo 17:8; At 17:23; 1Co 1:24; 2:10; Cl 1:9). O deus do filósofo é criado pelo processo do pensamento individual. O Deus do cristão é o Deus da revelação divina. Um é subjetivo, o outro é objetivo. CBASD, vol. 6, p. 995.

Obediência de Cristo. A principal razão pela qual o evangelho não progride mais no mundo e na vida das pessoas é a indisposição para tornar Cristo verdadeiramente Senhor da vida, e aceitar a autoridade de toda a palavra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 996.

Punir. Paulo está pronto a exercer a autoridade apostólica para disciplinar e punir o grupo rebelde na igreja de Corinto. Até então ele se conteve porque a questão ainda não estava clara e muitos poderiam ser levados a tomar uma decisão errada. Naquele momento, porém, o assunto estava claro, e a maioria havia tomado posição ao lado de Paulo contra a minoria resistente. CBASD, vol. 6, p. 996

Que é de Cristo. Isto é, reivindica ser um representante de Cristo devidamente designado. CBASD, vol. 6, p. 996.

Não me envergonharei. Os falsos apóstolos em Corinto se propuseram a envergonhar Paulo, ao ridicularizá-lo como apóstolo e ao diminuir o evangelho dele. Paulo declara que seu propósito em se gloriar de sua “autoridade” como apóstolo é em defesa de seu apostolado e de seu evangelho. Ele não tem motivos ocultos. CBASD, vol. 6, p. 997.

Cartas. Paulo já havia escrito pelo menos duas cartas aos coríntios, possivelmente mais (ver com. de 2Co 2:3, 4; cf. p 903, 904). Utilizando o plural, “cartas”, Paulo inclui a carta perdida mencionada . em I Coríntios 5:9. CBASD, vol. 6, p. 997.

10 Graves e fortes. Paulo cita as palavras dos críticos. Até mesmo seus inimigos admitiram que ele escrevia bem, e o tempo confirmou a opinião deles. Mal sabiam que as cartas de Paulo eram inspiradas e que constituiriam uma grande parte do que se tornaria o Novo Testamento, a base da teologia cristã. Em suas cartas abundam irresistíveis argumentos para a fé. Estão repletas do poder do Espírito Santo manifestado na severa reprovação, na mansidão e no amor cristão, na exaltação de Cristo como redentor, nos apelos aos homens e mulheres perdidos para que aceitem o caminho para a salvação, na inspiração para o companheirismo com Cristo e no testemunho da conversão pessoal e da experiência cristã. CBASD, vol. 6, p. 997.

10 Presença. Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). Esta é a única referência no NT à aparência pessoal de algum dos apóstolos (cf. 1Co 2:3, 4; 2Co 12:7-10; Gl 4:13, 14). Os escritores antes do 4º século declararam que Paulo era de estatura baixa, curvado, possivelmente devido aos constantes castigos físicos (2Co 11:24, 25), calvo e tinha as coxas tortas, no entanto, era cheio de graça e tinha olhos cativantes de amor, nobreza e zelo por Cristo (ver Atos de Paulo e Tecla 1:7). … Em 2 Coríntios 10:1, Paulo reafirma que sua aparência pessoal não impressionava. O nível ao qual seus oponentes em Corinto se rebaixaram para ridicularizar sua fraqueza física, e talvez uma leve deformidade, revela o caráter desprezível deles. CBASD, vol. 6, p. 997.

Desprezível. Esta acusação parece ter sido um exagero ofensivo, se não uma completa calúnia. Paulo era um excelente orador (At 14:12; cf. 2 C o 24:1-21). E verdade que, depois da experiência em Atenas, Paulo evitou a retórica e a oratória que deleitava os gregos (ver 1Co 2:2). Ele recusou utilizar esses meios para atrair pessoas a Cristo. Nada deve ser permitido que possa diminuir a clareza e a força do evangelho (1Co 2:4, 5). CBASD, vol. 6, p. 997.

12 Louvam a si mesmos. Os coríntios faladores eram membros, aparentemente do que.pode ser chamado de uma sociedade de admiração mútua. Cada pessoa se eleva em seu próprio padrão de excelência e louva outros membros da sociedade para propagar os interesses pessoais e das pessoas que pertencem ao seu grupo. Elevando as próprias virtudes como um padrão de comparação, elas se tornam seu próprio ideal. CBASD, vol. 6, p. 998.

Revelam insensatez. E o auge do orgulho para um pecador se considerar perfeito ou quase perfeito (Rm 7:18; lJo 1:10). Um senso da própria imperfeição é a primeira exigência do Céu a todos que serão aceitos como filhos e filhas de Deus (ver com. de Mt 5:3). CBASD, vol. 6, p. 998.

15 Engrandecidos entre vós. Paulo procurava inspirar as igrejas com seu zelo missionário. Ele iniciava a obra nas grandes cidades e deixava a essas igrejas localizadas estrategicamente a responsabilidade de evangelizar o distrito ao qual pertenciam. Esse método de evangelismo se provou eficiente, pois muitas das grandes igrejas centrais originavam outras igrejas dentro de seus distritos. Da igreja de Laodiceia, por exemplo, diz-se que foram fundadas outras 16 igrejas na circunvizinhança. É privilégio de cada igreja enviar seus membros ao campo missionário, por Cristo. CBASD, vol. 6, p. 999, 1000.

16 Além das vossas fronteiras. A única indicação das regiões que.Paulo tinha em mente está em Romanos 15:19 a 24: Ilírico, Itália e Espanha. Fica evidente que já havia cristãos em Roma e que a igreja existia ali (Rm 1:7-13), sem o benefício dos trabalhos apostólicos. CBASD, vol. 6, p. 1000.

Campo alheio. Isto é, a região de trabalho pertencente a alguém mais. Em circunstância alguma Paulo violou o território alheio, tomando crédito pelos trabalhos de outros, como faziam os falsos apóstolos em Corinto. CBASD, vol. 6, p. 1000.

17 Glorie-se no Senhor. Em vez de se vangloriar. O v. 17 é uma citação de Jeremias 9:24 (ver com. ali). O crédito pelo sucesso, seja na experiência cristã pessoal ou no ministério em prol dos outros, pertence a Deus. Atribuir a si mesmo honra pelo sucesso é desonrar a Deus, por desviar a atenção das pessoas de Deus e concentrá-la no instrumento humano, exaltando a pessoa acima de Deus (ver Sl 115:1; 1Co 1:31; 10:12; 15:10; 2Co 12:5; Gl 2:20; 6:14; ver com. de 1Co 1:31). Aqueles que se tornam satisfeitos consigo mesmos estão longe do ideal cristão (Fp 3:12-14). Os que mantêm, constante relacionamento com Cristo nunca têm uma opinião exaltada de si mesmos (ver GC, 64). CBASD, vol. 6, p. 1000.

18 O Senhor louva. Alcançar uma posição de liderança desperta a tentação de aceitar a aclamação humana e de se orgulhar de conquistas pessoais. O próximo passo é o desejo de exercer autoridade arbitrária sobre os outros. Para o cristão, no entanto, a única aprovação desejável é a divina (ver Rm 2:29; 1Co 3:13, 14; 4:1-6). Receberão a aprovação de Deus apenas os que suportam esse teste e triunfam sobre a presunção, o orgulho e a exaltação própria. O autoelogio dos falsos apóstolos de Corinto, que, na verdade, não tiveram sucesso, deixou claro que eles não tinham a aprovação de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1000.



II CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
5 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 10 – Deus estabeleceu o ministério pastoral. Ainda que haja pessoas que questiona esse ministério, o texto bíblico apresenta a importância de honrá-lo e defendê-lo.

Neste capítulo, Paulo está defendendo sua autoridade espiritual diante de críticas e acusações feitas por falsos líderes em Corinto. Estes o acusavam de fraqueza e inconsistência: “As cartas dele são duras e fortes, mas ele pessoalmente não impressiona, e a sua palavra é desprezível” (II Coríntios 10:10).

II Coríntios marca uma transição no tom da epístola, onde Paulo adota uma postura mais firme. Ele emprega linguagem de batalha espiritual para destacar a seriedade de sua defesa e missão no ministério evangélico.

Paulo enfatiza que sua autoridade foi concedida por Deus e estava orientada para edificação, não destruição (II Coríntios 10:8). Ele rejeita julgamentos baseados em aparências externas e reafirma sua dependência da força divina (II Coríntios 10:4-9).

Paulo, embora firma, apela para a mansidão e benignidade de Cristo, estabelecendo que sua postura não é arrogante ou carnal, nem mesmo incoerente (II Coríntios 10:1-2, 11). A passagem inspirada deixa claro ser fundamental destacar que o ministério pastoral deve combater ideias e práticas que desviam da verdade bíblica, usando a Palavra e dependendo do Espírito Santo (II Coríntios 10:3-6).

É importante rejeitar comparações superficiais e aprender a buscar medir o ministério pelo padrão de Deus, como fez Paulo (II Coríntios 10:12-18). Ele argumenta que o verdadeiro ministério é aquele que glorifica a Deus e se mantém dentro dos limites estabelecidos por Ele.

Assim como Paulo, pastores fiéis e sérios enfrentam críticas e desvalorização de seu ministério. Estes líderes precisam manter em mente que a fidelidade ao chamado divino é mais importante que agradar expectativas humanas.

Vivemos neste mundo num grande conflito entre o bem e o mal. Por conseguinte, pastores devem estar à postos para um combate incessante, para isso deve saber utilizar e usar sempre as “armas espirituais” descritas por Paulo; deve haver determinação como Paulo diante de situações combativas: “E estaremos prontos para punir todo ato de desobediência…” (II Coríntios 10:6).

• As congregações devem unir-se aos pastores e apoiar sua liderança.
• Pastores devem buscar discernimento espiritual, permanecendo firmes na Palavra de Deus.

Inspirado no testemunho de Paulo, o líder espiritual deve ser humilde, e ao mesmo tempo, firme! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 9– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 9 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de janeiro de 2025, 0:50
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557 palavras

1 É desnecessário. A linha de pensamento iniciada em 2 Coríntios 8:1 continua ininterrupta. No cap. 9, Paulo acrescenta á exortação concernente à coleta para os pobres em Jerusalém. Para que os coríntios não pensassem que Paulo insistia desnecessariamente no assunto, ele explica o motivo porque escreve amplamente a esse respeito. Os planos deles no ano anterior foram interrompidos pela dissenção e o espírito partidário que se ergueram entre os membros em Corinto. Entretanto, a fim de encorajar as igrejas da Macedônia a responder de um modo similar, Paulo salientou a prontidão original dos coríntios em participar no projeto. A menos que os crentes em Corinto completassem a coleta sem demora adicional, pareceria aos macedônios que a vanglória de Paulo acerca dos coríntios era infundada. Este versículo é uma forma sutil e cortês de expressar confiança na prontidão para continuar a coleta e de inspirá-los a fazer o mesmo, vindicando a confiança de Paulo neles. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 986.

4 Confiança. A base para a glória de Paulo estaria plenamente despedaçada, caso os coríntios estivessem despreparados quando ele chegasse. CBASD, vol. 6, p. 987.

6 Aquele que semeia. Na Bíblia, a imagem de semear e colher é bem conhecida. A relação entre semear e colher é natural e justa. Essa imagem está em plena harmonia com os princípios do governo de Deus. Um bom agricultor não semeia de forma relutante ou parcimoniosa, mas com alegria e abundância, conhecendo o relacionamento entre semeadura e colheita. CBASD, vol. 6, p. 988.

7 Proposto no coração. Isto denota uma decisão bem pensada. A benevolência cristã desenvolve escolha deliberada. Uma considerável quantia é doada no impulso do momento, sem o pensamento cuidadoso que acrescenta à doação o coração do doador. Não é assim com o grande dom do amor de Deus. Unicamente o que vem de um espontâneo desejo do coração é aceitável a Deus (Mt 6:2-4). CBASD, vol. 6, p. 988.

10 Dá semente. Paulo novamente cita a LXX (Is 55:10), utilizando uma analogia entre a agricultura e o mundo espiritual. Assim como Deus precisa de agricultores que semeiem abundantemente, assim Ele fará com as pessoas que semeiam sementes de caridade e benevolência. A lei da semeadura e da colheita no mundo natural também é verdadeira para a utilização humana das posses terrenas. Aqueles que são generosos colherão com mais abundância das generosidades de Deus, embora não necessariamente em espécie (Mt 19:29). Deus fornece a semente, ordena as estações e envia o sol e a chuva. Ele faz o mesmo com as sementes de generosidade semeadas no coração das pessoas. CBASD, vol. 6, p. 989.

15 Inefável. Literalmente, “que não pode ser descrito plenamente”. Não pode haver plena exposição do dom do amor divino. Essa atribuição de louvor a Deus fornece um clímax adequado à seção que lida com a coleta de doações para os santos em Jerusalém. A gratidão a Deus prepara o caminho para a obediência a Sua vontade e para a recepção do poder para se envolver em serviço abnegado. Aquele que está repleto de gratidão a Deus buscará cumprir todas as Suas exigências, não porque é forçado, mas porque escolheu fazer dessa forma. A gratidão a Deus é a base de uma experiência cristã eficaz. Até que a pessoa seja submersa pela gratidão a Deus, por Seu dom “inefável”, a religião não alcança as profundezas da alma humana e do seu exterior em serviço altruísta pelos semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 991.



II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
4 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 9 – A teologia de Paulo sobre a doação de ofertas contrasta com muitas campanhas de doações contemporâneas, que apelam para a culpa, barganha ou a obrigação.

Para um público acostumado a questionar as instituições e a buscar experiências autênticas, aprofundar no estudo de II Coríntios 8 e 9 levará a uma compreensão correta, equilibrada e espiritual da contribuição financeira para o avanço do Reino de Deus.

O tema da alegria é um elemento central em II Coríntios 9. Em sua sabedoria, Paulo não impõe uma quantia específica ou estabelece uma forma de dar. Ao invés disso, ele enfatiza a atitude do coração: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (II Coríntios 9:7).

Este capítulo nos desafia a refletir sobre o ato de dar, não apenas do ponto de vista material, mas especialmente, espiritual.

Após considerar com oração II Coríntios 9, dê atenção aos seguintes princípios:

• A alegria de contribuir deve começar antes mesmo da ação em si, como uma expressão de fé e de gratidão por tudo o que Deus já fez (vs. 1-5).
• Dar com alegria reflete uma compreensão espiritual madura da fé cristã. Quando damos generosa e alegremente, experimentamos a bênção de ser usados por Deus para impactar a vida de outras pessoas (vs. 6-7).
• A alegria vem de compreender que Deus é o verdadeiro provedor e que Ele nos abençoa a sermos bênçãos (vs. 8-10).
• Participar da obra de Deus através da generosidade nos conecta à alegria de testemunhar o impacto eterno de nossas ações (vs. 11-13).
• A generosidade une os crentes em amor, graça e gratidão, promovendo alegria mútua no corpo de Cristo (v. 14-15).

Atos de generosidade aumentam a felicidade e o bem-estar. Pois, ao doar, não apenas ajudamos os outros, mas alcançamos realizações que satisfazem o nosso coração. Além disso, interessante nesse texto sagrado é a promessa de Deus de suprir todas as nossas necessidades (II Coríntios 9:8). Assim, ao confiarmos em Deus, podemos experimentar uma paz e uma alegria que transcendem as circunstâncias.

A maior fonte de alegria é o reconhecimento do presente inefável de Deus, que é Jesus. Toda generosidade cristã é um reflexo da indescritível generosidade divina.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 8– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 8 – BLOG MUNDIAL

2CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
3 de janeiro de 2025, 0:50
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2650 palavras

A generosidade e como ela é inspirada no próprio ato de Jesus de se tornar infinitamente pobre para que nos tornássemos ricos.

Irmãos. Os cap. 8 e 9 constituem uma nova seção, que trata da coleta para os pobres na Judeia (ver com. de 1Co 16:1). A palavra “irmãos” é a nota tônica desta seção. O amor fraternal entre os cristãos é a verdadeira motivação para doar e compartilhar. Em 2 Coríntios 8:1 a 5, Paulo chama a atenção dos coríntios para o exemplo de generosidade apresentado pela igreja da Macedônia, da qual Paulo escreve esta carta. Paulo informou os coríntios anteriormente sobre a questão da ajuda aos cristãos da Judeia e seu plano a respeito da grande coleta (1Co 16:1-4; cf. Gl 2:9, 10). Quando Paulo introduziu a proposta a princípio, cerca de um ano antes (2Co 8:10), eles manifestaram grande zelo, do qual Paulo mais tarde se gabou para outros (2Co 9:3, 4). No entanto, o zelo deles declinou, e quando Paulo escreveu esta carta eles estavam atrasados quanto ao cumprimento das promessas feitas (2Co 9:4, 5). Essa situação possivelmente se deveu ao período de declínio espiritual, mas eles se arrependeram. A conversão dos coríntios era genuína, e Paulo entendeu que eles estavam ansiosos para demonstrar amor de modo prático. Uma característica de ‘conversão genuína é a disposição em fazer ”sacrifícios pessoais por aqueles que estão “em necessidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 978, 979.

Graça de Deus. A liberalidade das igrejas macedônicas foi exercida a despeito da “profunda pobreza” dessas comunidades (v.2), e isso testifica da “graça de Deus” operando no coração delas. Paulo relaciona essa generosidade à verdadeira fonte e salienta ‘aos coríntios que a graça divina é que inspira a generosidade, a doação e o sacrifício. Diz-se que os cristãos são mordomos “da multiforme graça de Deus” (1Pe 4:10). Além disso, pela graça de Deus, os cristãos são mordomos das coisas que possuem. A disposição em doar é uma atitude divinamente inspirada, e assim, uma evidência especial da graça divina. Um espírito liberal busca se manifestar espontaneamente em atos de benevolência. Não requer encorajamento. CBASD, vol. 6, p. 979.

Igrejas da Macedônia. Paulo exaltou estas igrejas como dignas de emulação. Todas foram fundadas por ele: Filipos, Tessalônica, Bereia e talvez outras mais. CBASD, vol. 6, p. 979.

Prova. Ou, “teste”. A palavra é usada especialmente para testes de qualidade de metais. Os cristãos macedônios sofreram mais que a aflição comum. Ainda assim, a fé e a experiência deles se provaram genuínas. Eles sofreram por causa da perseguição (At 17:5-9; lTs 1:6-8; 2:14; 3:3-5; 2Ts 1:4-6). Um dos grandes testes de uma experiência cristã triunfante é encontrar alegria, paz e amor em meio à aflição (Mt 5:11, 12; Rm 5:3; 12:12; 1Pe 2:20 , 21). CBASD, vol. 6, p. 979.

Abundância de alegria. A perseguição e a pobreza tendem a reprimir o espírito e a prática da liberalidade. No entanto, a abundância de alegria combinada com pobreza é representada como inspirando generosidade. Tal era o espírito da igreja apostólica (At 4:32-37). CBASD, vol. 6, p. 979.

A profunda pobreza deles superabundou. Figuradamente falando, a pobreza dos macedônios era tal que eles tinham que raspar o fundo de um barril que estava quase vazio. A despeito da completa destituição de bens, eles transbordavam em auxílio aos que estavam em necessidade. A medida do louvor de Paulo aos cristãos macedônios não era à real quantidade doada, embora fosse considerável. O espírito que impelia a doação era o que Paulo destacava como digno de emulação (ver com. de Mc 12:41-44). A pobreza extrema da Macedónia na época devia-se a vários fatores. Três guerras desolaram a área: a primeira delas, entre Júlio César e Pompeu, a segunda, entre os triúnviros, Brutus e Cássio, seguindo o assassinato de César, e a terceira, entre Otaviano e Antônio (ver vol. 5, p. 13, 14, 22-25). A situação dos macedônios era tão desesperadora que eles pediram redução de impostos ao imperador Tibério. Além disso, a maioria dos cristãos vinha das classes sociais mais baixas. CBASD, vol. 6, p. 979.

Generosidade. Neste versículo, denota-se a boa disposição de mente e coração que se manifesta em grande liberalidade. Refere-se não tanto ao que doaram, mas à atitude do coração, que é a base de toda verdadeira doação e que resulta em abnegação espontânea pelo bem-estar dos outros. CBASD, vol. 6, p. 979, 980.

Na medida de suas posses. No texto grego, os v. 3 a 6 constituem uma sentença, que explica melhor o tipo de liberalidade mencionada nos v. 1 e 2. Os macedônios doaram além da capacidade e dos meios. A tendência deles não era doar pouco, mas muito. Doavam espontaneamente, sem serem encorajados ou mesmo lembrados, como parecia ocorrer com os coríntios. Era suficiente que os macedônios soubessem da necessidade existente. Eles solicitaram o privilégio de poder compartilhar no ministério aos santos pobres de Jerusalém. O espírito deles exibia completa dedicação e abnegação para a obra do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 980.

A graça de participarem. Os macedônios consideravam a necessidade dos irmãos em Jerusalém como se fosse sua. Para os crentes que viviam na Macedónia, pertencer à grande família cristã significava ter uma causa comum com os companheiros cristãos em sacrifício, em compartilhar pobreza e auxiliar os outros. Até onde podiam e mais além, estavam prontos a ter todas as coisas, mesmo a pobreza, em comum (ver At 2:44; 4:32). Os recursos espirituais, morais, sociais e materiais estavam disponíveis aos outros, prontos para ser utilizados numa causa comum. Na verdade, eles consideravam um favor ser-lhes permitido agir dessa forma. CBASD, vol. 6, p. 980.

Como nós esperávamos. Melhor, eles excederam as expectativas de Paulo. Consideraram a coleta não como dever, mas como privilégio. CBASD, vol. 6, p. 980.

Deram-se. A doação dos macedônios vinha de corações gratos e devotos. Eles doavam a si mesmos, e as doações automaticamente os seguiam. Eles doavam a si mesmos nas doações (cf. Pv 23:26). O cristão que doa o coração a Deus nada quer de volta. … Aquele que se doa sem reservas não hesitará em também doar suas posses. CBASD, vol. 6, p. 980.

Vontade de Deus. Os macedônios permitiram que Deus lhes dirigisse a vida, e que a vontade de Deus fosse a deles. Era evidência de conversão completa. CBASD, vol. 6, p. 980.

7 Em tudo. Uma experiência cristã simétrica é um harmonioso desenvolvimento da vida e do serviço, das graças interiores e de sua expressão externa. Qualquer aspecto da vida cristã cultivado à custa de outros aspectos pode se tornar um defeito (ver 1Co 1:5). Os coríntios se distinguiam de tantos modos que seria inconsistente negligenciar a graça da caridade. CBASD, vol. 6, p. 980.

Não … na forma de mandamento. Ver 1Co 7:6, 12, 25. A coleta deveria ser concluída por livre escolha, não por uma exigência de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 980.

Sinceridade do vosso amor. Ver com. 2Co 7:11, 16. Paulo n ã o duvidava da sinceridade dos coríntios, mas sabia que a coleta proveria a oportunidade ideal para revelar essa genuinidade. CBASD, vol. 6, p. 981.

Conheceis. Paulo declarou-lhes a graça de Cristo, e os coríntios a conheciam por experiência, como o grego evidencia, não apenas como um dogma. CBASD, vol. 6, p. 981.

Que … Se fez pobre. Do gr. ptocheuo, “ser [extremamente] pobre”, “ser um mendigo” (sobre a palavra pochos, o substantivo relacionado, ver com. de Mc 12:42). O tempo verbal utilizado neste versículo salienta a ação de se tornar “pobre”, a encarnação. Cristo Se esvaziou tão plenamente que nada reteve das riquezas que Lhe pertenciam. Ele tomou sobre Si a natureza humana e Se sujeitou às limitações da humanidade. Ele Se tornou pobre a ponto de não fazer nada de Si mesmo (Jo 5:19, 20; ver vol. 5, p. 1013, 1014). CBASD, vol. 6, p. 981.

Sendo rico. Uma alusão à pré-existência de Cristo (ver J o 17:5; ver com. de Fp 2:6, 7; ver Nota Adicional a João 1). Como Ele era criador e rei, o universo era Seu (Jo 1:1, 2; Cl 1:15-17), no entanto, Sua vida terrestre foi de extrema pobreza (Mt 8 : 2 0 ) . Suas riquezas consistiam da natureza e dos atributos da divindade, de milhões de mundos, da adoração e lealdade de multidões de anjos. CBASD, vol. 6, p. 981.

Para que … vos tornásseis ricos. Cristo veio para libertar os seres humanos da pobreza que resulta de buscar as falsas riquezas (ver T3, 401). Em Cristo e por meio de Cristo as pessoas conseguem discernir o verdadeiro valor das coisas, e recebem o privilégio de se tornarem “ricas” nEle, pois herdam todas as coisas (Mt 6:20; Rm 8:17, 32; 1Co 1:5; Ef 1:3-5, 10, 11, 18, 19; 2:6, 7; ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 6, p. 981, 982.

10 Pois a vós outros. O conselho de Paulo era que os coríntios não deveriam procrastinar mais para completar o que iniciaram no ano anterior. Era desejável que não agissem dessa forma, para seu próprio bem. Procrastinar seria danoso à experiência cristã e os conduziria abertamente à crítica. Um voto a Deus não pode ser repudiado se envolver a integridade cristã (Ec 5:4-5). CBASD, vol. 6, p. 982.

Desde o ano passado. Aproximadamente um ano havia decorrido desde que os crentes coríntios empreenderam uma sincera tentativa para levantar fundos para a igreja de Jerusalém (2Co 9:2). Esse nobre projeto foi interrompido pela disputa e rixa ocasionadas pelos falsos apóstolos. Sendo que a maioria havia reafirmado lealdade a Paulo, o projeto podia ser retomado (ver com. de 2 Co 11:22). CBASD, vol. 6, p. 982.

11 Prontidão no querer. Uma mente disposta torna o pouco aceitável, no entanto, fazer menos do que s e é capaz de fazer é uma negação da boa vontade. Uma vontade generosa é boa, mas isolada, não é suficiente. A vontade deve ser incorporada às obras, para que nossos melhores desejos e energias prestem solidez e força ao caráter. E bom estimar a caridade, no entanto, o ideal deve encontrar expressão prática. Fé e amor, como ideais, nunca alimentarão o faminto ou vestirão o nu (Tg 2:14-20). “Prontidão” é uma disposição espontânea e uma atitude mental para servir a Deus e ao semelhante. Não há’ necessidade de ser encorajado ou direcionado “‘É pela importunação dos outros.CBASD, vol. 6, p. 982.

12 Boa vontade. É a boa vontade que determina a aceitabilidade do dom diante de Deus. Com Deus, a pergunta sempre é: Quanto o seu coração doa? Se o coração não doa nada, o que as mãos podem oferecer não tem valor diante de Deus. O Senhor não precisa de nosso cuidado nem de nosso dinheiro, e não é beneficiado com isso. Uma pessoa pode ter pouco ou nada “para doar, no entanto, um coração disposto é o que santifica o dom. … Não é a quantidade de talentos que uma pessoa possui, mas a devoção e a fidelidade com os quais ela os aprimora é que vale para Deus. CBASD, vol. 6, p. 982.

14 Haja igualdade. Paulo não se refere aqui à igualdade de propriedades ou bens, mas à proporcionalidade dos esforços. Na condição de prosperidade material, os coríntios tinham condições de fazer muito mais que os macedônios, na situação de escassez. (ver com. dos v. 1-5). CBASD, vol. 6, p. 982.

A falta daqueles. Chegaria o tempo em que os coríntios estariam em necessidade, e outros teriam que assumir uma grande parte do fardo. As Escrituras reconhecem o direito da propriedade privada e de que todas as contribuições sejam voluntárias, mas também condena o egoísmo e a cruel negligência dos pobres e necessitados. Se um cristão doa uma grande soma, isso não dispensa os demais da obrigação de contribuir com o puderem. Os que possuem menos bens terrenos não devem se isentar de fazer sua parte proporcional em auxiliar os outros (cf Ef 4:28; 2Ts 3:12). CBASD, vol. 6, p. 982, 983.

15 Muito colheu. Para ilustrar o princípio da proporcionalidade apresentado no v. 14, Paulo alude à colheita do maná no deserto (Êx 16:17, 18). Independentemente da quantidade colhida, cada pessoa tinha o suficiente para suas necessidades. O mesmo princípio deve operar na igreja cristã, não por uma intervenção miraculosa, mas por meio do exercício do espírito do amor pelos irmãos. É a vontade de Deus que cada um tenha uma porção das coisas materiais adequada às suas necessidades. Também é a vontade de Deus que aqueles que, devido à habilidade e oportunidade, colhem mais desses bens, não desfrutem, egoistamente sua superabundância, mas compartilhem com os necessitados (ver com. de L c 12:13-34). Eles são mordomos, não proprietários, dos b e n e f í c i o s terrestres que acumularam, e devem utilizá-los para o bem de seus companheiros (Sl 112:9; Mt 25:14-46). Assim, os males que resultam da superabundante riqueza e pobreza podem ser evitados, CBASD, vol. 6, p. 983.

16 A mesma solicitude. Em primeiro lugar, Paulo elogia a Tito para a igreja de Corinto, expressando gratidão pelo fato de que Tito também está dedicado à coleta. Eles podem contar com a dedicação integral de Tito para a realização da tarefa em questão. … A obra de caridade e filantropia no mundo é essencialmente cristã em sua origem e espírito. Tal espírito não se origina no coração humano, porque é naturalmente egoísta. … Os cristãos podem ser gratos a Deus pela igreja, que inspira seus membros a contribuir para suprir as necessidades de outros membros e também a ministrar às necessidades deles (Mt 20:26, 28). Tito oferece aos coríntios um verdadeiro favor, ao estimulá-los às obras generosas. Em vez de tentar evitar apelos para doar para a salvação e o bem-estar dos demais, os cristãos deveriam agradecer a Deus essas oportunidades. CBASD, vol. 6, p. 983.

17 Partiu. Paulo narra a partida iminente para Corinto, como se eleja tivesse partido, do ponto de vista dos coríntios que estariam lendo a carta. Esse modo de expressão grego característico indica que Tito foi o portador da segunda epístola. CBASD, vol. 6, p. 983.

18 O irmão. Paulo confiou a obra da coleta em Acaia a três homens, Tito e outros dois, cujos nomes não são apresentados. Os três contavam com a confiança das igrejas. Esse arranjo foi planejado para facilitar a coleta e para proteger a todos com relação à coleta, contra a suspeita de apropriação de fundos coletados para uso pessoal. Em vista de que uma minoria em Corinto ainda se opunha a Paulo, era melhor que ele não coletasse fundos pessoalmente. Uma soma considerável foi coletada, e um relatório completo foi devolvido às igrejas, mencionando a quantidade doada e a entrega em Jerusalém (ver v. 20, 21). Paulo sabia que seus oponentes encontrariam falhas nele, caso pudessem achá-las. O ministro do evangelho é aconselhado a ser criterioso com relação ao dinheiro (1Tm 3:3; 1Pe 5:2). CBASD, vol. 6, p. 983, 984.

19 Para a glória. A coleta proposta para os santos em Jerusalém levaria as pessoas a glorificar a Deus. Quem vivia em Jerusalém louvou a Deus porque o evangelho conduziu os gentios a ter interesse prático na condição de necessidade deles, e os gentios encontraram alegria ao ministrar às necessidades de seus companheiros cristãos.CBASD, vol. 6, p. 984.

20 Evitando, assim. Ou, “tomando precauções sobre isso”. Paulo tentou evitar qualquer justificativa para a acusação de que ele estava obtendo benefício pessoal do projeto. Estrita honestidade pode nem sempre ser suficiente nas questões financeiras, nas quais o mínimo descuido pode se tornar ocasião de crítica. O ministro cristão, especialmente, deve exercer cuidado escrupuloso ao lidar com questões financeiras (cf. 1Tm 3:3; 1Pe 5:2) .CBASD, vol. 6, p. 984.

21 Honestamente. Isto é, bom, admirável ou bonito, indicando o que é honorável. Neste versículo, denota a conduta de alguém que tem a excelência do amor e desfruta de uma boa reputação diante dos outros, alguém que é tido em alta estima por sua admirável conduta. Os cristãos não são chamados apenas para ser santos, honestos e puros, mas “também na vista dos homens” devem ser reconhecidos como possuindo a beleza da santidade, honestidade e pureza. O verdadeiro cristão deve exemplificar diante de Deus e dos homens um belo e atrativo modo de vida (Rm 12:17; Fp 4:8; I P e 2:12). CBASD, vol. 6, p. 984.

23 Glória de Cristo. Os três mensageiros de Paulo deveriam ser tratados com o máximo respeito como representantes pessoais de Cristo. A comissão deles redundará para a glória de Cristo. Paulo não poderia ter dado maior recomendação a esses homens.CBASD, vol. 6, p. 985.

24 Manifestai. Os coríntios eram uma exibição pública nessa questão da coleta. A honra deles como igreja estava em jogo. A única resposta adequada da parte deles seria de sincera cooperação com os mensageiros de Cristo e de generosidade para com os cristãos pobres na Judeia. Cada igreja é representante do reino de Deus e, assim, um espetáculo a anjos e seres humanos (lCo 4:9). Nenhum assunto deste reino foi confiado com os dons ou bênçãos de Deus apenas para uso pessoal, embora seja verdade que a experiência com Cristo ou as bênçãos materiais provêm da providência divina. CBASD, vol. 6, p. 985.



II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
3 de janeiro de 2025, 0:40
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II CORÍNTIOS 8 – O líder espiritual deve revelar maturidade espiritual e sensibilidade pastoral ao tratar sobre generosidade e a participação financeira na igreja.

• Paulo revela ser um líder exemplar, e temos lições a explorar neste capítulo.

É importante considerar a relevância da liderança, da estrutura eclesiástica e da união dos irmãos para o avanço do evangelho e do Reino de Deus.

  1. A liderança exemplifica e motiva a generosidade nas ofertas (II Coríntios 8:1-7): Paulo destaca o exemplo dos irmãos da Macedônia, que, mesmo em meio à pobreza extrema, transbordaram em riqueza de generosidade. A liderança cristã deve apontar para ações concretas de fé e serviço na obra de Deus.
  2. A generosidade é uma resposta ao Evangelho (II Coríntios 8:8-9): Paulo lembra que Jesus Cristo, sendo rico, Se fez pobre para enriquecer a todos nós com a graça divina. Entender e assimilar à vida esse sacrifício é a motivação suprema para a generosidade cristã. É mais que uma obrigação, é uma resposta de amor ao que Cristo fez por nós: Cada ação de generosidade, seja tempo, recursos ou habilidades, é uma forma de refletir o caráter de Cristo ao mundo.
  3. A união dos irmãos fortalece a missão da igreja (II Coríntios 8:13-15): Paulo enfatiza o equilíbrio entre os recursos, para que todos tenham o suficiente. A união dos irmãos reflete o espírito do evangelho, onde cada membro deve contribuir, mas de acordo com suas possibilidades, fortalecendo a comunidade: A igreja cresce quando seus membros estão unidos em espírito e propósito, ajudando-se mutuamente para alcançar os objetivos do Reino.
  4. A estrutura eclesiástica organiza e facilita a obra de Deus (II Coríntios 8:10-20): Paulo menciona que os irmãos organizaram uma coleta para ajudar os santos em Jerusalém. Esse esforço não foi desorganizado; ao contrário, foi cuidadosamente planejado para que houvesse integridade e transparência. Paulo elogia a diligência de Tito e de outros irmãos que foram designados para administrar a coleta: A obra de Deus requer responsabilidade e boa administração.

Enfim, assim como os macedônios participaram generosamente, cada membro da igreja hoje é chamado a contribuir para a missão.

Sejamos líderes exemplares, trabalhemos com organização e unamo-nos em amor, para que o Reino Divino avance com poder e eficácia neste mundo tomado pela dor! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
2 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS 7– Primeiro leia a Bíblia

2CORÍNTIOS 7 – BLOG MUNDIAL

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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