Reavivados por Sua Palavra


COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 
26 de janeiro de 2025, 0:50
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1008 palavras

1 Grande luta. Descreve a vida de oração do apóstolo. Bíblia Shedd.

5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.

Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.

Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.

Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.

10 O cabeça. Aquilo que Cristo é para a Igreja com amor (1.18), Ele é em primazia e autoridade sobre toda criatura no universo. Bíblia Shedd.

Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.

16-19 Não se submeter a Cristo garante a introdução de erro e pecado na fraternidade. Bíblia Shedd.

16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.

Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.

Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.

18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.

Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.

23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã   CBASD, vol. 7, p. 203.

Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.

E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.

Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.



COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
26 de janeiro de 2025, 0:40
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COLOSSENSES 2 – Colossenses lembra-nos que a transformação completa vem de uma vida unida a Cristo, o qual capacita-nos a viver para a Sua glória e revelar o evangelho ao mundo.

Paulo escreve para alertar os crentes contra ensinos que ameaçam a simplicidade e a pureza do evangelho. Esses ensinos misturavam elementos da filosofia humana, tradições religiosas e ceticismo, criando uma visão distorcida de quem é Cristo e do que Ele realizou. O apóstolo aponta que essas ideias, apesar de parecerem “sábias” ou “elevadas”, são vazias e incapazes de transformar verdadeiramente a vida de uma pessoa.

Em Colossenses 2:9, Paulo é enfático ao declarar: “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade”. Isso revela que Jesus não é apenas um grande mestre ou profeta poderoso. Ele é Deus em sua totalidade. Quando entendemos que Cristo é tudo o que precisamos para nos relacionarmos com Deus, somos libertos do legalismo no cristianismo (vs. 1-8).

Os falsos ensinos levam os crentes à escravidão espiritual. Pessoas que parecem piedosas criam situações para afastar outros de Cristo. Quando nos afastamos da centralidade de nosso Salvador, acabamos buscando validação em coisas externas. Essa é uma armadilha que nos desvia da liberdade em Cristo e não produz transformação genuína (Colossenses 2:16-23).

Por outro lado, quando nossa compreensão de Cristo está alinhada com a verdade bíblica revelada, nossa vida é transformada de dentro para fora. Em Cristo, somos “circuncidados”, ou seja, passamos por uma transformação espiritual profunda que nos capacita a viver de maneira santa e plena (Colossenses 2:11-12). Não precisamos de complementos humanos: Jesus já fez tudo o que era necessário na cruz e intercede por nós no Céu (Hebreus 2:14-18).

Colossenses 2 aborda uma questão central à vida cristã: a compreensão distorcida de Cristo pode impactar profundamente o comportamento do crente.

Imagine que você está construindo uma casa. A fundação é o que sustenta tudo o que virá depois. Se a base estiver torta ou mal feita, toda a construção estará comprometida. Da mesma forma, nossa vida espiritual é sustentada por aquilo que acreditamos sobre Cristo. Se essa crença for distorcida, nosso comportamento, valores e decisões também ficarão desalinhados.

Considerando estas verdades e enxergando nossa real situação espiritual, precisamos crescer no conhecimento de Cristo a fim de reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



COLOSSENSES 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
25 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: COLOSSENSES 1 – Primeiro leia a Bíblia

COLOSSENSES 1 – BLOG MUNDIAL

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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COLOSSENSES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ 
25 de janeiro de 2025, 0:40
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COLOSSENSES 1 – O destaque desta carta é Jesus Cristo. Ele é descrito como “Senhor (1:10; 30:17, 23-24); Filho do Seu amor (1:13, ARA); imagem do Deus invisível (1:15); primogênito de toda a criação (1:15); nEle foram criadas todas as coisas (1:16); Cabeça do corpo/Cabeça (1:18; 2:19); o princípio (1:18); o Primogênito dentre os mortos (1:18); o mistério que esteve oculto durante épocas (1:26); mistério entre os gentios (1:27, ARA); esperança da glória (1:27); Cabeça de todo poder e autoridade (2:10); sua vida (3:4); tudo e está em todos (3:11); Senhor (4:1)” (Bíblia do Discípulo).

A Bíblia Andrews afirma que “a mensagem da carta pode ser mais compreendida ao se notar cada vez que Cristo é mencionado. Quando Paulo relata suas orações e obras, é Cristo quem é exaltado e louvado (1:3-2:5). Ao abordar a ameaça de heresias, sua principal motivação é evitar que os crentes se afastem de Cristo (2:6-23). Paulo menciona brevemente a heresia, mas se concentra principalmente em Jesus, o personagem central, “o cabeça de todo principado e potestade” (2:10). Nos dois últimos capítulos, em que Paulo apresenta conselhos pastorais, Cristo permanece no centro (3:1-4:6). Mesmo na conclusão, ao dar instruções e estender cumprimentos, o apóstolo não deixa de mencionar Cristo frequentemente (4:7-18)”.

Em Colossenses 1, o erudito apóstolo apresenta o impacto profundo que a aceitação de Cristo e Seu evangelho têm na vida de quem se entrega completamente a Ele. A transformação é inevitável e visível na vida do cristão:

• Aqueles que aceitam Cristo desenvolvem um coração grato, reconhecendo as bênçãos recebidas, incluindo a redenção e a herança dos santos na luz. Paulo ainda se alegra por ser ministro do evangelho, apesar do sofrimento (vs. 3, 12, 24-29).

• O evangelho verdadeiro, quando genuinamente aceito, produz frutos na vida daquele que crê (vs. 6, 10, 28). Esses frutos se manifestam em boas obras, amor pelo próximo e crescimento no conhecimento de Deus. A transformação é visível em atitudes, palavras e ações que refletem os valores do Reino de Deus.

• Além disso, o cristão adquiri paciência por ser fortalecido pelo poder de Deus (v. 11), libertação dos pecados (vs. 13-14), reconciliação e santificação (20-22); e, persistência na fé (23).

Temos grandes e importantes motivos para reavivarmo-nos! Busquemos reavivar-nos ainda hoje com Cristo. Aceitas? – Heber Toth Armí.



FILIPENSES 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
24 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: FILIPENSES 4 – Primeiro leia a Bíblia

FILIPENSES 4 – BLOG MUNDIAL

FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de janeiro de 2025, 0:50
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757 palavras.

Coroa. Do gr. stephanos, “uma grinalda da vitória”, não um diadema real… Os filipenses eram a coroa de vitória de Paulo, mostrando que o apóstolo não tinha corrido em vão (Fp 2:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 162.

No Senhor. Expressão favorita de Paulo, que a utiliza cerca de 40 vezes. CBASD, vol. 7, p. 162.

Pensem concordemente. Se cada um for semelhante a Cristo, ambos estarão em harmonia. União espiritual com Cristo é o remédio para a enfermidade da igreja. CBASD, vol. 7, p. 162.

Clemente. Não há apoio razoável para identificar nesta pessoa com o famoso Clemente, bispo de Roma (c. 90-99 d.C.). Este Clemente parece ter sido um ativo e humilde membro da igreja filipense. CBASD, vol. 7, p. 163.

Alegrai-vos. Paulo não se cansa de repetir que a alegria é um dos santos privilégios do cristãoCBASD, vol. 7, p. 163.

Sempre. O Senhor é sempre o mesmo … A habilidade de Cristo em dar paz ao coração não depende de circunstâncias externas; assim, a pessoa que está centralizada nEle se alegra constantemente. CBASD, vol. 7, p. 163.

Andeis ansiosos. A admoestação de Paulo proíbe a ansiedade doentia que é inevitável para os que são dependentes de si mesmos em meio às dificuldades. … O pensamento da proximidade da vinda do Senhor deve nos ajudar a ficar livres de ansiedade sobre as coisas terrenas e a ser tolerantes nos relacionamentos interpessoaisCBASD, vol. 7, p. 163.

Paz de Deus. Pode não ser possível ao cristão sempre estar em paz com todas as pessoas (Hb 12:14; ver com. de Rm 12:18), mas falhar em alcançar essa condição não deve interferir no recebimento da paz de Deus no coração. Esta paz está fundada na fé em Deus e no conhecimento pessoal de Sua bondade. Flui de um senso de Sua constante presença e produz confiança e amor puro. CBASD, vol. 7, p. 164.

Guardará. A paz de Deus, como uma sentinela, ronda o coração e a mente para guardar as afeições e os pensamentos contra a ansiedade. CBASD, vol. 7, p. 164.

Tudo que é verdadeiro. Isto não deve ser limitado à veracidade. O conceito escriturístico de verdade é derivado da compreensão da natureza de Deus e de Cristo, que são a fonte de tudo que é verdadeiro. … se refere a tudo o que é moral e espiritualmente sensato, tudo que é compatível com a aliança com Aquele que é “a verdade” (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 164.

Justo. … coisas puras, modestas, inocentes, irrepreensíveis e acima de reprovaçãoCBASD, vol. 7, p. 164, 165.

Puro. Embora a pureza sexual esteja incluída neste termo, isso não esgota todo o seu significado, já que outras formas de pureza devem estar na mente do cristão. Por exemplo, ele deve estimar pureza de ambição, desejo e motivo. CBASD, vol. 7, p. 165.

De boa fama. Respeitável, louvável, coisas que se harmonizam com os ideais cristãos. CBASD, vol. 7, p. 165.

Vosso pensamento. O desenvolvimento do caráter cristão exige o pensar correto … Em vez de pensar sobre diferenças com o próximo ou estar ansioso sobre necessidades diárias, devemos exercitar a mente em virtudes cristas. CBASD, vol. 7, p. 165.

E ouvistes, e vistes. Tão importante quanto o ensino formal é a vida do mestre. Paulo …, pela graça de Deus, conseguiu viver para constantemente indicar a seus leitores seu exemplo pessoal. CBASD, vol. 7, p. 165.

11 Em toda e qualquer situação. Paulo não limita as condições sob as quais deve estar contente. … Se pudéssemos contemplar o futuro com os olhos de Deus, veríamos a vantagem de sermos conduzidos nos caminhos determinados por Deus (DTN, 224, 225). CBASD, vol. 7, p. 166.

12 Humilhado. Ou, “condições desfavoráveis”. Paulo fala de necessidades físicas, não de deficiências espirituaisCBASD, vol. 7, p. 166.

13 Tudo posso naquele que me fortalece. Em Cristo, há força para cumprir o dever, poder para resistir à tentação, e paciência para sofrer sem reclamar. Há graça para o crescimento diário, coragem para as múltiplas batalhas e energia para o serviço fiel. CBASD, vol. 7, p. 166.

18 Sacrifício. Fazer o bem aos outros com um coração amoroso é elevar a Deus um sacrifício aceitávelCBASD, vol. 7, p. 167.

19 Meu Deus. Paulo aceitou a oferta como sendo feita não a ele, mas a Deus, de quem era ministro. Deus aceita as ofertas como se fossem feitas a Si. CBASD, vol. 7, p. 167.

22 De todos os santos. Esta é uma referência geral aos membros da igreja em Roma [de onde Paulo, aprisionado, escrevia], distinguindo-os de “irmãos”. CBASD, vol. 7, p. 168.

Casa de Cesar. A palavra “casa” (oikia) aqui significa a equipe domestica do cortejo do imperador. … O fato de alguns dos servos de Nero terem se tornado cristãos mostra que o evangelho pode frutificar mesmo nos locais mais improváveis e sob as circunstâncias mais desencorajadoras (AA, 465, 466). CBASD, vol. 7, p. 168.



FILIPENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de janeiro de 2025, 0:40
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FILIPENSES 4 – Este capítulo contém princípios importantes que orientam os membros da igreja sobre apoiar o ministro do evangelho.

Considere os seguintes pontos:

• Os crentes devem ser a alegria do ministro e a coroa deles, permanecendo firmes no evangelho e no serviço eclesiástico (Filipenses 4:1).

• Os líderes da igreja devem reconhecer aqueles que trabalham ao lado deles, e se caso houver conflitos entre eles exemplificados no caso de Evódia e Síntique, os membros da igreja devem ajudar a buscarem a harmonia (Filipenses 4:2).

• O ministro reconhece aqueles que trabalham lado a lado com ele na pregação do evangelho. Ele valoriza essa parceria e vê nela um elemento essencial para o sucesso no ministério, como se vê na menção de Clemente e demais colaboradores (Filipenses 4:3).

• Os crentes ajudam aos ministros de Cristo quando são alegres, amáveis e unidos; pois, isso fortalece o ambiente espiritual da igreja e evita divisões, fofocas e desentendimentos (Filipenses 4:4-5).

• Quando os crentes aprendem a usar a força da ansiedade para buscar a presença de Deus em oração em prol de solução para seus problemas, alivia a carga do ministro; porque, na verdade, é Deus Quem age em prol de cada um de nós (Filipenses 4:6-7).

• Ministros e membros devem buscar a paz na congregação, desta forma cria-se um ambiente propício para o crescimento espiritual e evangelístico. O caminho para alcançar essa paz é alimentar a mente apenas com aquilo que for nobre, correto, puro, amável, de boa fama e digno de louvor (Filipenses 4:8-9).

• Paulo destaca para a igreja a importância do contentamento em todas as circunstâncias. Ele ensina que confiar em Deus fortalece tanto o líder da igreja quanto seus membros (Filipenses 4:10-13).

• Os membros da igreja alegram a vida do ministro eclesiástico quando vivem na prática os princípios do evangelho. Paulo expressa gratidão à igreja de Filipos por ter compartilhado de suas aflições e enviado ajuda financeira para suprir suas necessidades. Os crentes podem auxiliar com recursos financeiros, doações de tempo e talentos, aliviando o ministro das preocupações cotidianas para que ele se concentre na missão evangélica (Filipenses 4:14-23).

• Diante da satisfação do ministro cristão, ele anseia que Deus supra todas as necessidades dos membros que demonstram generosidade e comprometimento com o sucesso do evangelho (Filipenses 4:19).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



FILIPENSES 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: FILIPENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia

FILIPENSES 3 – BLOG MUNDIAL

FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
23 de janeiro de 2025, 0:50
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414 palavras

1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.

8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizaçõesCBASD, vol. 7, p. 154.

10 Sofrimentos. Aquele que está unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.

15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.

Esclarecerá. Do gr. apokalupto, “descobrir”, “liberar o que estava velado”. Se algum cristão maduro não visse a necessidade de desconsiderar o passado e acelerar rumo à perfeição, Paulo estava certo de que Deus lhe revelaria a necessidade. Quando avançamos sinceramente na corrida cristã, Deus revela os eventuais erros de doutrina ou práticaCBASD, vol. 7, p. 158.

16 Alcançamos. Paulo está dizendo: “Descubra o que contribuiu ao desenvolvimento cristão no passado e siga o mesmo plano no futuro”. O método de consecução do cristão não muda. Infelizmente, há muitos que, com rápidos progressos, iniciam a caminhada cristã, mas se cansam e não continuam com a mesma graça do início da jornada. Eles se tornam dependentes da experiência passada, em vez de fazer novos avanços e apreciar novas vitórias. A satisfação com conquistas passadas leva ao descuido. As conquistas de ontem não bastam para hoje. O cristão deve avançar continuamente. CBASD, vol. 7, p. 158.

17 Sede imitadores. [Paulo] Não estava tentando tirar a atenção deles de Cristo e voltá-la para si mesmo, mas levá-los a Cristo por meio de sua experiência cristã (cf. 1Co 4:16; 1Ts 1:6). CBASD, vol. 7, p. 158.

18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.

21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.



FILIPENSES 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de janeiro de 2025, 0:40
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FILIPENSES 3 – Paulo fala de “inimigos da cruz de Cristo” na Igreja. O apóstolo os menciona com lágrimas, mostrando não tratar deles com desprezo, mas com tristeza profunda pelo estado espiritual deles. Sua preocupação é que a comunidade de leitores (naquele tempo, os filipenses) permaneça firme no evangelho, sem que seus membros se desviem por influências que comprometem e corrompem a fé.

Conforme Filipenses 3:18-19, esses inimigos infiltrados estão em oposição ao caminho da salvação, que é a vida em Cristo. São perigosos! O deus deles é o estômago – expressão para uma vida centrada nos prazeres materiais.

Tais pessoas, em vez de se envergonharem do pecado, elas o exaltam. Isso pode se referir a práticas que contradizem os valores do evangelho. São indivíduos consumidos por preocupações e ambições deste mundo, ignorando as realidades espirituais e eternas. São seculares, materialistas, moldados por influências pagãs e filosofias anti-bíblicas (legalismo, libertinagem, mundanismo).

Por isso, Paulo encoraja os crentes fiéis a imitarem seu exemplo (Filipenses 3:17) e a fixarem sua mente nas coisas celestiais (Filipenses 3:20-21), lembrando-os de que sua cidadania está no Céu e aguardam a volta de Jesus.

Apesar da tristeza ao tratar dos “inimigos da cruz de Cristo”, a alegria é um tema dominante em toda carta aos Filipenses. Essa alegria transcende circunstâncias adversas e é central na vida cristã, pois está enraizada na fé em Cristo e na esperança da glória futura.

Apesar de Paulo demonstrar tristeza pelas pessoas revelando compaixão pelo estado espiritual delas, por não ser indiferente à perdição dos outros, essa tristeza não é paralisante ou dominante, por entender que a cruz de Cristo é a fonte da redenção e vitória do cristão. Sua dor não obscurece sua alegria na soberania de Deus e na obra redentora de Cristo.

Paulo iniciou Filipenses 3 alertando contra os maus obreiros. Ele demonstra, então, por meio da própria experiência, que tudo o que antes considerava valioso em termos humanos (origem e religiosidade corrompida) é considerado “como esterco” em comparação com o conhecimento de Cristo e a justiça que vem da fé (Filipenses 3:1-11).

O apóstolo reconhece ainda não ter alcançado a perfeição, mas vivia perseguindo o alvo da vocação celestial. Ele incentiva os crentes a terem a mesma mentalidade de progresso espiritual (Filipenses 3:12-16) – Heber Toth Armí.