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Não podemos gostar da superficialidade espiritual nem da hipocrisia religiosa. Devemos trocar qualquer coisa pela comunhão real e íntima com Deus. Isso é questão de decisão.
Conheça mais sobre DECISÃO…
1. Todo pai que teve grandes privilégios concedidos por Deus deve decidir revelar verdadeiro e grande amor a Deus guardando todos os Seus preceitos e obedecendo a todos os Seus requerimentos. Deus disciplina aos pais para que eles ensinem corretamente aos filhos (vs. 1-7).
2. Obediência a Deus não deve ser uma prática cega, um salto no escuro, uma vida sem lógica. Deus mesmo apresenta razões para a obediência, as quais são todas positivas: benefícios pessoais, familiares, materiais, espirituais, sociais, emocionais, etc. Sim, tudo isso resulta da verdadeira obediência motivada pelo amor fluindo do coração (vs. 8-25). Escolha ser obediente!
3. Desobediência ou obediência não tem nada a ver com predestinação. Qualquer pessoa, em qualquer lugar, época ou situação, pode escolher uma das opções sabendo que obediência resulta em bênçãos e, desobediência resulta em maldição. Você, agora mesmo, pode decidir por bênçãos ou por maldições em tua vida, família, trabalho, finanças, sociedade, etc. (vs. 26-32).
Reflita mais sobre DECISÃO…
• O rebelde/incrédulo/ateu não quer saber de Deus. Todavia, nem todo o que obedece ama; mas, todo o que ama a Deus, certamente obedece a Seus mandamentos. Infelizmente, muitos “obedientes” sem amor atrapalham a expressão da verdadeira religião.
• Obediência que não seja de coração não agrada a Deus. Fazer as coisas a Deus por obrigação, sem verdadeiro amor no coração, não passa de um(a) artista imitando alguém que serve a Deus.
• Escolher amar a Deus é uma decisão pessoal. Quem decide amar a Deus como se deve amá-Lo vive uma vida incomparável. A diferença é gritante, quanto são contrastantes as bênçãos e as maldições.
• Sem Deus vive-se sem esperança, sem opção; vive-se na escravidão, sem liberdade. Deus é Quem nos oferece a possibilidade e nos dá capacidade de escolher; depois, respeita essa capacidade deixando-nos escolher e colher os resultados de cada opção (v. 26-28).
Deus não impõe nada a ninguém: “Se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos…”.
Atenção: A quais mandamentos? “… de amar o Senhor vosso Deus, e de O servir de todo coração e de toda vossa alma…” (v. 13).
Qual tua decisão? – Heber Toth Armí.
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Perder o foco é invadir o futuro sem destino, principalmente em relação à religião!
Neste capítulo observamos que…
1. Quando o povo que Deus ama se rebela contra Ele, quebra o compromisso firmado com Ele e O trai com deuses inferiores, graciosa e amorosamente Deus oferece a oportunidade de renovar a aliança (vs. 1-3).
2. Devido à ingratidão e incredulidade do povo, Deus não complica as coisas; Ele escreveu os Dez Mandamentos novamente sem alterar ou acrescentar nada. Deus não é ruim, nem carrasco, nem autoritário; Ele é misericordioso, perdoador, compassivo, embora seja o Santo, Todo-poderoso e Soberano do Universo (vs. 4-11).
3. Apesar dos erros do passado, Deus salienta o procedimento correto ao povo que Ele privilegiou. Moisés relembrou os princípios do relacionamento com Deus (vs. 12-13):
• Temer ao Senhor,
• Andar nos caminhos do Senhor,
• Amar e servir ao Senhor de todo coração e com toda a alma,
• Guardar todos os mandamentos e estatutos do Senhor.
4. Uma teologia correta auxilia o pecador a corrigir sua rebeldia: Deus é o Criador e tudo pertence a Ele, e, embora Soberano, Sua forma de agir e reagir é com amor incondicional. Por isso, Ele quer mais que formalidades religiosas, anseia um compromisso que vai além do legalismo (vs. 14-18).
“O mais interessante aqui é a preocupação de Moisés, quando diz ao povo: ‘Circuncidai, pois, o prepúcio de vosso coração (10.16). Dessa forma, temos já em Deuteronômio que a verdadeira circuncisão é feita no coração e não se resume a uma simples incisão na carne. A lei deve ser, em primeiro lugar, posta no coração e, então, nãos mãos, nos olhos, nas portas e nos umbrais” (Victor P. Hamilton).
5. A essência da verdadeira religião é refletir o caráter de Deus impresso no coração. Assim como Deus ama incondicionalmente, Seu povo deve incluir a todos em seu coração. Tal prática é a essência do servir e louvar ao Senhor que liberta da escravidão do pecado (vs. 19-22).
Este capítulo apresenta o âmago da verdadeira religião. Deus mostra que Ele quer um compromisso de coração, não apenas práticas exteriores. Que nosso louvor e serviço a Ele seja revelado na prática do bem ao próximo.
Não se perca em tua religiosidade, foque aquilo que Deus quer! – Heber Toth Armí.
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Nossa geração precisa viver em santidade, rejeitando completamente filosofias daqueles que rejeitam valores celestiais. Precisamos aplicar na prática a essência da santidade, lembrando diariamente os valores morais instituídos por Deus.
Quando o povo é propriedade de Deus, e o povo tem a Deus como prioridade, grandes coisas acontecem.
1. Deus escolheu um povo insignificante para vencer grandes e poderosas nações fortificadas. Quem está com Deus não perde a guerra, ainda que os inimigos sejam gigantes, fortes e hábeis guerreiros (vs. 1-3). “Deus garantiu ao Seu povo que não havia necessidade de temer o futuro, pois o Senhor iria adiante deles ajudá-los a derrotar os inimigos” (Warren Wiersbe).
2. Deus preza por um povo desprezível. Israel não era nação exemplar, perfeita e fiel aos princípios divinos. Não praticava justiça. Justiça existia somente em Deus (vs. 4-5).
3. Deus é gracioso não apenas com os israelitas, mas também com os canaanitas. Embora Deus usasse os israelitas para destruir os canaanitas, mais de 400 anos de misericórdia foram dados a estas pessoas (Gênesis 15:13-16). Contudo, o pecado deles ultrapassaram os limites, e, Deus é fiel (v. 5).
4. Deus não ignora o pecado nos povos pagãos nem mesmo em Seu próprio povo, embora Sua graça seja estendida a ambos (vs. 6-24). Israel provocara a ira de Deus, a rebeldia era a marca registrada deste povo; embora Deus preservasse a existência dos israelitas, Seu juízo se manifestou em várias situações em que eles, como os canaanitas, ultrapassaram os limites de Sua graça.
5. Deus não esconde a perversidade de Seu povo, assim Ele evidencia a Sua maravilhosa graça. Moisés intercedeu pelos rebeldes; introduzi-los na Terra Prometida era um ato baseado na Palavra de Deus (vs. 25-29).
A graça de Deus não surge com a morte de Cristo, existiu desde a entrada do pecado no mundo. A graça não se torna atributo de Deus somente no Novo Testamento, este atributo é real e notável também no Antigo Testamento.
Quanto mais Deus Se manifestar, mais evidente fica nossa pecaminosidade. Ao mesmo tempo, mais nítida se torna Sua graça. Aproximemo-nos dEle com humildade!
Deus cumpre o que promete mesmo quando tudo conspira contra Suas promessas.
Reconhecer a graça divina torna-nos humildes! Cada vitória resulta da graça divina!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Nossas pequenas atitudes diárias são como tijolinhos que constroem o caráter da próxima geração. Se as crianças percebem os pais empenhando-se em criar um ambiente celestial lutando contras as forças do mal, tornando o lar um ambiente feliz, regido por Deus, irão levar isso para toda a vida e aplicarão esse estilo de vida à sua família.
Que tipo de tijolinhos nós, adultos, estamos colocando em nossa sociedade, em nosso lar e em nossa igreja? Que tipo de lar oferecemos a nossos filhos? Que tipo de influência eles estão recebendo diariamente: da palavra de Deus ou, de desenhos, jogos, programas que promovem o reino do diabo?
Reflita:
1. Deus é um Pai por excelência que deseja que Seus filhos humanos sejam excelentes pais. Deus cuida, guia, educa, castiga, orienta, alimenta, sustenta, protege, disciplina, ama, etc. (vs. 1-5);
2. Os adultos precisam entender a importância de obedecer a todos os mandamentos de Deus, ser sempre reverentes, e ser constantemente gratos a Deus pelo alimento e por tudo o que Ele fez, faz e fará (vs. 6-10);
3. A geração atual não deve esquecer-se de Deus. Nem pensar que podem viver sem Ele. Ninguém deve ser orgulhoso, vaidoso, indiferente a Deus; pois Deus é Quem dá forças e habilidades para realizar qualquer atividade, para o trabalho, para administração das rendas e, recursos para se obter riquezas. Ninguém deve desprezar a Deus (vs. 11-18);
4. A desobediência às sábias orientações de Deus desemboca em destruição da próxima geração, elimina a família e, os filhos deixarão de existir devido à tamanha destruição causada pelo pecado (vs. 19-20).
Cada geração deve aprender a rejeitar os erros das gerações anteriores, das gerações pagãs a fim de deixar um legado espiritual elevado. O estilo de vida de alguém reavivado por Deus é diferente do cristão acomodado.
Cada família é responsável por preservar os princípios do reino de Deus, ser proclamadores dos benefícios extraordinários e ordinários da atuação de Deus, relembrar a próxima geração dos milagres que Deus realizou aos antepassados.
Nós precisamos de Deus. Nossas crianças precisam de nós para conduzi-las a Ele. Deus nos dá tudo o que precisamos para atuarmos conforme Seus mandamentos e proclamarmos os Seus atributos.
Desobediência mata (vs. 19-20), obediência vivifica! (vs. 1-2). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.