Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 31 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
14 de abril de 2019, 0:45
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Um futuro sem graça, ninguém merece! Portanto, sem Deus o futuro de qualquer um não terá graça nenhuma. A graça divina é fundamental para nossa existência. Sem a existência dessa graça a raça humana seria uma raça extinta há muito tempo.

1. Sucessor para um plano especial: O melhor que um líder pode fazer é treinar outros para ocupar seu lugar enquanto muitos cuidam de seu posto para que ninguém o “usurpe”. Tem muitos líderes de igreja que viram museu, apodrecem e ainda se orgulham, quando deveriam envergonhar-se, por não ter ninguém capaz de ocupar seu lugar. Moisés observou Josué, viu que ele era um líder em potencial e o treinou para continuar operando no plano divino (vs. 1-8);

2. Graça sobre graça, infinita graça: Mesmo sabendo da rebeldia, apostasia e perversão futura de Seu povo, Deus continuou investindo no presente desse povo. Embora com todo empenho em alertar amorosamente ao povo na obediência, Deus vê que futuramente a desobediência caracterizaria Seu povo; contudo o próprio Deus promete ir adiante, conquistar o inconquistável, vencer o invencível e alcançar o inalcançável ao povo que não aprendera a amar e confiar totalmente nEle (vs. 8-29);

3. Deus nunca abandona Sua obra, mesmo quando morre um grande líder espiritual: Com 120 anos, Moisés morreria. O projeto divino na terra não estava concluído; a Promessa da Terra ainda não se concretizara. O povo não deveria preocupar-se caso Moisés morresse pois Deus já havia “Se preocupado” e já tinha um nome para liderar Seu povo rumo à vitória. Josué seria o líder espiritual e militar das campinas de Moabe até o assentamento em Canaã (vs. 14, 23).

Nesse texto, “Moisés se dirige especificamente a Josué e lhe diz que seja forte e corajoso (31:7) – um incentivo repetido várias vezes (31:8,23; Js 1:6-9,18), sugerindo a dificuldade na tarefa da qual ele estava sendo incumbido. Para realizar essa tarefa, Josué deveria confiar na promessa de Deus de dar a terra a Israel (31:7) e de estar com ele o tempo todo (31:8)”, observa o comentário bíblico africano.

Se Deus nos…

· …chama para uma obra, jamais deveríamos fazê-la sem Sua orientação e presença!

· …escolhe para lidar Sua obra, devemos treinar outros líderes!

· …chama para algo difícil, Ele nos capacita!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
14 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
13 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 30 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
13 de abril de 2019, 0:45
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Precisamos ser avivados, pois estamos muito desanimados com as coisas espirituais, e muito animados com as coisas que nos desviam do Céu.

· O pecado custa muito caro, seu fim é a morte.

Estamos indo como boiada para o matadouro, ao precipício. Deus, porém, pretendo desviar-nos deste destino, agiu miraculosamente, revelando milagrosamente o caminho da salvação, o caminho da vida. Além disso, o Salvador não mede esforços para incentivar-nos a fazer a melhor das escolhas para evitar a pior das tragédias.

Suas promessas são alento ao aflito, alcançam ao pobre e ao rico, aos doentes e saudáveis… Pela fé, todos podem beneficiar-se delas, sem custo algum. Em nossa caminhada louca nesta vida corrida, Deus tenta chamar nossa atenção ao Seu espetacular plano de vida eterna. Ignorá-lO implica preferir à morte e o sofrimento em detrimento à vida e à felicidade eterna.

Este capítulo intitulado “Chamado a tomar uma decisão: Vida e bênção ou morte e maldição” por Peter C. Craigie, é o final dos sermões de Moisés. Ele prega/escreve inspirado pelo Espírito Santo, estando à beira da morte. Lidara com o povo de Deus por duros 40 anos no deserto. Ele não mediu esforços para apelar ao coração dos ouvintes.

· Primeiramente, Moisés deixa bem claro as bênçãos existentes de voltar-se para Deus com todo coração; ele enfatiza as promessas divinas baseadas na infinita misericórdia divina (vs. 1-10)

· Em seguida, demonstra que o ideal de Deus não é um padrão inatingível, inacessível, impossível de praticar diariamente – isso nunca deveria ser desculpa para nossos pecados (vs. 11-14);

· Finalmente, o sermão apresenta dois caminhos, da vida e da morte; e, apela veementemente aos ouvintes a darem preferência ao caminho da vida (vs. 15-20).

Atualmente nosso compromisso espiritual concretiza-se no tanque batismal. A partir daí cabe a nós perseverar diariamente até o dia final, quando daremos adeus a este mundo e receberemos de Deus as boas-vindas, na Canaã Celestial.

A palavra “HOJE” aparece sete vezes no texto: Hoje é dia de decidir. Em relação à salvação, Deus nunca pediu-nos para decidir amanhã. Pois, pode ser muito tarde!

Então, valorize esta oportunidade. Não ignore-a; aceite-a!

“Senhor, aviva-nos. Dá-nos poder para termos mais paixão por praticar Tua Palavra e mais amor pelas almas por quem Cristo entregou Sua vida…” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
13 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
12 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de abril de 2019, 0:45
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Nossas escolhas revelam se somos sábios ou ignorantes. Muitos vivem como animais, não pensam antes de agir. Parecem viver por instinto. Agem, depois pensam; se arrependem, mas é tarde demais.

• As consequências de más escolhas não levam em consideração nossa ignorância.

Os filhos inocentes sofrem por causa de pais displicentes. Muitos culpados e causadores dos próprios sofrimentos questionam Deus por permitir tamanha desgraça pela qual vivem. Outros tentam transferir sua culpa: Aos pais, governo, igreja e/ou a Deus, pelas irresponsabilidades vividas irrefletidamente!

De acordo com este sermão de Moisés, precisamos considerar…

1. As ações de Deus em nossa vida: Moisés reflete o que Deus fez a Israel desde o êxodo até a chegada aos campos de Moabe (vs. 1-8);
2. O compromisso de Deus conosco baseado na graça, não em méritos: Moisés reafirma o significado gracioso da aliança entre Deus e Seu povo antes de entrar na Terra Prometida (vs. 9-15);
3. As consequências de negligenciar as advertências de Deus: Moisés apresenta o que ocorreria aos que negligenciassem a Deus após entrarem em Canaã (vs. 16-29).

Cada um de nós tem capacidade de escolher sabiamente. Não precisamos viver por instinto, a não ser que não queiramos pagar o preço de buscar sabedoria em Deus. Mas, é importante saber que podemos pagar o preço de nossa negligência – o que é pior!

Cada um de nós sempre terá opções de escolhas, ainda que estejamos em uma prisão. Nosso coração e mente, e até mesmo nossas ações e reações podem ser submetidos a Deus ou ao diabo – a escolha é nossa!

Cada um de nós tem liberdade de obedecer ou desobedecer a Deus. Ninguém é obrigado a nada; por isso, Deus precisou insistir tanto, e revelar os prós e os contra de cada uma das opções disponíveis.

Sugestões:

• Antes de qualquer decisão, considere com atenção as nobres alternativas – assim escolherás bem!
• Antes de fazer qualquer escolha, considere o que a Bíblia diz – assim tomarás as mais nobres decisões de tua vida!

A Bíblia (v. 29)…

1. …Não é tudo o que Deus sabe – não devemos bisbilhotar/especular o que não foi revelado!
2. …É revelação daquilo que é útil para nosso bem – devemos estudar, praticar e transmitir aos filhos seus ensinamentos!

“Senhor, reaviva-nos por Sua Palavra!” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
12 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
11 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de abril de 2019, 0:45
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Nossas decisões determinam quem somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.
• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.

J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.

• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mau! Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.

William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.

• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.

Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.

Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.

Podemos ESCOLHER…

• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!
• Servir a Deus ou ao diabo!
• O caminho do Céu ou do Inferno…

Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição!

Sejamos sábios! – Heber Toth Armí.