Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
17 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 34 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
17 de abril de 2019, 0:45
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Ninguém escreve nada depois que morre. A morte é o aborto da vida, o fim de planos, o término das ações humanas! Portanto, Moisés escreveu o livro de Deuteronômio, mas não todo. O último capítulo é um apêndice escrito por alguém.

Ao morrer, Moisés deixa o ‘posto’, para de escrever e Josué assume a liderança do povo de Deus. Sua vida é inspiração e exemplo de liderança para Josué – e também para nós. Sua paciência, mansidão e dependência de Deus nos motiva. Sua intimidade com Deus e Seu estilo de servir ao povo de Deus são legados que devem alcançar nosso coração.

Moisés morreu com 120 anos, não como um velho caduco, fraco, acabado pelos anos e pelo deserto, mas em toda força e vigor:

• Ele subiu a campina de Moabe, ao monte Nebo (v. 1);
• O Senhor mostrou-lhe toda a terra (vs. 1-3);
• O Senhor falou-lhe sobre a promessa e o cumprimento dela, a qual foi o alvo de sua missão (v. 4).
• Com 120 anos, enxergava bem e tinha muita capacidade ainda (v. 7).

Moisés morreu sozinho, na presença de Deus apenas:

• No monte Nebo, na terra de Moabe (v. 6);
• Ninguém achou sua sepultura, pois talvez a idolatrassem (v. 6);
• O povo liderado por ele chorou 30 dias e só depois partiu – um mês de luto (v. 8).

Em vida, Moisés marcou a história:

• Impôs as mãos sobre Josué, que estava cheio do espírito de sabedoria (v. 9);
• Ordenou ao povo a obedecer a Josué (v. 9);
• Falou face a face com Deus como ninguém antes nem depois dele falou, a não ser Cristo (v. 10);
• Foi um poderoso instrumento nas mãos de Deus para cumprir extraordinários planos divinos neste mundo (vs. 11-12).

Após morrer, Moisés foi ressuscitado logo em seguida. Devido a seus pecados Satanás creu que seu corpo era propriedade sua, não de Deus. Por isso, houve disputa espiritual, mas Cristo venceu Satanás (Judas 9). Consequentemente, Moisés, cerca de 3500 anos depois, apareceu a Cristo momentos antes de Sua morte, na companhia de Elias que fora levado ao Céu sem ver a morte (Mateus 17:1-5).

Quem serve a Deus…

1. …pode até morrer, mas ressuscitará;
2. …na terra, continuará servindo-O no Céu!
3. …deixa grande legado!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

Abaixo deixe tua impressão sobre Deuteronômio:



DEUTERONÔMIO 34 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
17 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
16 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 33 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ 
16 de abril de 2019, 0:45
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Na cultura antiga a bênção era comum. Até alguns anos atrás nos cumprimentos entre pais e filhos, avós e netos, era normal abençoar nas despedidas ou mesmo antes de dormir. Na cultura hebraica a bênção tinha um significado teológico muito importante.

A benção de um pai à beira da morte tinha valor legal, era como um documento. Antes de morrer, Moisés posiciona-se como um pai espiritual para o povo de Israel (vs. 1-5). Deste salmo de bênçãos, provisões, louvor e mandamentos, destacaremos os seguintes pontos:

Palavras destinadas à tribo de…

· Rubem: Uma súplica por sobrevivência e vitória (v. 6);

· Judá: Uma prece por sucesso, prosperidade (v. 7);

· Levi: Uma oração por bênção e capacidade espiritual (vs. 8-11);

· Benjamim: Uma declaração profética de estabilidade (v. 12);

· José: Uma palavra de proeminência a Efraim e predição de poder a Manassés – ambos filhos de José (vs. 13-17);

· Zebulom e Issacar: Palavras de incentivo à alegria pela prosperidade (vs. 18-19);

· Gade: Bênção aos que abençoarem aos gaditas (vs. 20-21);

· Dã: Profecia de habilidades para vencer (v. 22);

· Naftali: Palavras proféticas de bênçãos (v. 23);

· Aser: Uma prece por poder e proteção (vs. 24-27);

A cerimônia das bênçãos encerra com palavras gerais de Moisés sobre Israel por segurança, paz, prosperidade, felicidade, salvação, vitória e proteção (vs. 28-28).

Levando em consideração à rebeldia, ingratidão, apostasia e imoralidade histórica do povo que recebeu todo amor e cuidado de Deus, viu Seu poder e experimentou o sobrenatural, era natural ouvir de Deus maldições, não bênçãos. Entretanto, bênçãos são proferidas sobre cada uma das tribos. O que isso nos ensina?

· Que Deus faz brilhar Sua graça independente da atitude de quem a recebe;

· Que Deus ama Seus filhos apesar da rebeldia deles;

· Que Deus insiste, persiste e não desiste de lutar pela salvação dos perdidos que preferem permanecer no caminho que conduz à autodestruição;

· Que Deus se preocupa com cada um individualmente, independente de sua indiferença para com Deus;

· Que Deus cumpre o que promete ainda que Seu povo não seja tão comprometido com Ele;

· Que a vitória nunca é dos seres humanos, a menos que Deus vença para eles.

· Que o plano de salvação se desenvolve mesmo que tudo conspira contra ele!

Entregue-se a esse Deus imediatamente! É importante! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 33 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
16 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
15 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 32 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
15 de abril de 2019, 0:45
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A música cantada por Moisés foi ordenada por Deus, destinada ao povo de Deus, para que o povo cantasse e servisse de testemunha contra os negligentes aos ensinamentos contidos na música (Deuteronômio 31:19, 30).

Destacam-se neste cântico os seguintes pontos:

1. Um cântico com objetivo definido: Reafirmar o compromisso humano com Deus tendo céus e terra por testemunhas (vs. 1-3);

2. Proclamação da fidelidade impecável de Deus e corrupção irregenerável do povo (vs. 4-9);

3. Anúncio da bondade de Deus na formação de um povo neste mundo de pecado, confusão e morte (vs. 10-14);

4. Reconhecimento de que a abundância material induz ao abandono espiritual de Deus a tal ponto de cultuar aos demônios (vs. 15-18).

5. Assimilação do juízo divino sobre a corrupção física, moral, social e espiritual e, a ação da graça e bondade de Deus impondo limite ao Seu julgamento (vs. 19-27);

6. Aceitação da insensatez que caracterizou o comportamento humano diante de tanta sabedoria oferecida por Deus ao Seu povo (vs. 28-33);

7. Compreensão da misericórdia imensurável de Deus ao vindicar Seu povo no futuro para revelar Seu caráter perante todo o Universo (vs. 34-43).

Esta canção assimilada no coração era a teologia que Deus queria que o povo construísse sua história, moldasse seu caráter e regesse sua vida pessoal, familiar e coletiva. O futuro de todos dependia de uma vida desprendida da cultura pagã (vs. 44-47). E o nosso futuro?

Moisés está para dar o último suspiro. A lição aqui: Deus mostra que o fim de nossa história altera conforme vivemos a submissão a Ele (vs. 48-52).

Moisés cantou ao transpor o Mar Vermelho e compôs outra canção no final da vida. Este último cântico “tem sido considerado ‘como a chave de toda a profecia’, por se referir à origem de Israel como nação, à ingratidão e à apostasia do povo e, finalmente, ao castigo que sofreu e à restauração que, graças ao Senhor, o elevou à dignidade primitiva. O tema é o nome do Senhor, o carinho com que tratou o Seu povo, a justiça e a misericórdia com que o distinguiu. Abrange a história do povo eleito desde a criação do Universo até ao Dia do Juízo final” (G. T. Manley).

Reflita no que aprendeu! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
15 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
14 de abril de 2019, 0:55
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