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I TIMÓTEO 4 – Creio que os seminários de Teologia e os Concílios Pastorais deveriam dar maior atenção a esta carta de Paulo em suas instruções eclesiásticas e administração espiritual. Ela oferece orientações sobre liderança, organização eclesiástica, qualificação dos líderes e conduta ministerial.
A carta em apreço é sumamente importante, tanto para quem não está na liderança ministerial quanto quem está deve dar a devida atenção a esse texto inspirado.
• Paulo instrui Timóteo, o jovem pastor, sobre como conduzir a igreja, reforçando seu papel como líder espiritual e administrador (I Timóteo 3:1-7).
• A carta apresenta os requisitos para bispos/presbíteros/anciãos e diáconos/diaconisas, enfatizado caráter, integridade e testemunho (I Timóteo 3:1-13).
• Paulo enfatiza a necessidade de autoridade espiritual baseada na Palavra de Deus e não apenas na experiência ou idade (I Timóteo 4:12-16).
Por esses e outros importantes motivos, I Timóteo é fundamental para a verdadeira formação pastoral bíblica; pois, fornece princípios claros para o exercício do ministério, o ensino da Palavra, a liderança e a vida pessoal do líder espiritual – é um verdadeiro “Manual Pastoral” inspirado por Deus.
Considerando I Timóteo 4, reflita:
• O líder espiritual deve estar ciente da influência dos falsos ensinamentos que rondam o cristianismo e a necessidade de permanecer na verdade bíblica (vs. 1-5).
• Um líder espiritual deve ser um exemplo de piedade; sua conduta deve revelar integridade. Para isso, é imprescindível nutrir sua vida espiritual com a Palavra de Deus (vs. 6-8).
• Um líder eclesiástico deve ser dedicado no trabalho (vs. 9-10). O ministério exige esforço e perseverança, pois envolve guiar os fiéis na esperança da salvação.
• Timóteo foi instruído a ser modelo em palavras, conduta, amor, fé e pureza (vs. 11-12). O mesmo se espera dos pastores de hoje.
• O líder da igreja deve ser dedicado na Palavra (v. 13). A leitura, exortação e ensino das Escrituras devem ser prioridades na agenda pastoral.
• O chamado e os dons espirituais recebidos de Deus devem ser exercitados com maestria e zelo (v. 14).
• O crescimento pessoal do líder da igreja deve ser evidente a todos (v. 15).
• O líder espiritual deve ter cuidado com a doutrina (vs. 16). Ele deve permanecer firme na verdade, pois sua influência impacta a vida de muitos.
Viver esses princípios no ministério traria reavivamento espiritual na igreja! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I TIMÓTEO 3 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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724 palavras.
Este capítulo apresenta orientações para a igreja em sua seleção de anciãos. A sua reputação na comunidade também diz muito a respeito de quem ele é. O fruto de sua vida deve refletir a Cristo. Paulo também alertou a respeito daqueles que desejam o cargo apenas para conseguir posição e poder. Eles não fazem um bom trabalho para Deus. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
1 Episcopado. Lit “superintendência”. … É o pastor da igreja, sem conceito de hierarquia. Bíblia Shedd.
2 Necessário. O líder cristão deve ser um modelo na prática dos princípios que professa, se quer convencer outros da dignidade de sua mensagem. O regato não corre acima de sua fonte, e, em geral, uma congregação não costuma alcançar nível mais alto do que sua liderança. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 305.
Sóbrio. Do gr. sophron, “prudentes”, “de mente sadia”, “que tem domínio próprio”. Esses líderes são sempre necessários para evitar o fanatismo e liderar em tempos de grave emergência. CBASD, vol. 7, p. 306.
3 Não violento. Ou seja, não belicoso nem briguento. Um caráter conciliador e pacificador é uma qualidade indispensável a todo líder da igreja. CBASD, vol. 7, p. 307.
6 Para não suceder que se ensoberbeça. Ou, “seja inchado”, “seja vaidoso”. O orgulho obscurece o entendimento. CBASD, vol. 7, p. 307.
Condenação do diabo. O orgulho, a causa da queda de Lúcifer. Bíblia Shedd.
7 Bom testemunho. A reputação do bispo [líder] na comunidade deve ser de caráter mais elevado, de tal modo que mereça o pleno respeito e confiança das pessoas que não pertençam à igreja (ver com. de 2Co 6:3). CBASD, vol. 7, p. 307.
8 Diácono. Este ofício foi instalado por motivos práticos, segundo a primeira referência em At 6.1-7. As virtudes morais e espirituais exigidas elevam-se ao nível exigido do pastor, em virtude das responsabilidades envolvidas no atendimento das necessidades da igreja. Bíblia Shedd.
De uma só palavra. Ou seja, “não diga uma coisa a uma pessoa e o contrário a outra”. Cada oficial da igreja deve ser um pacificador, não um divulgador de escândalos nem um perturbador. Pode ter sido esta expressão que levou John Bunyan a chamar de “Sr. Duas Línguas”a um dos personagens de O Peregrino. CBASD, vol. 7, p. 308.
Não cobiçosos de torpe ganância. O cristão deve sempre vencer a tentação de se aproveitar de alguém, mesmo que não seja culpado de transgredir qualquer lei específica. Tampouco deve se aproveitar do privilégio de seu cargo para obter favores ou ganho pessoal indireto. O dinheiro não deve ser a meta principal de sua vida. CBASD, vol. 7, p. 308.
10. Experimentados. Ou, “testados”. Aqui, Paulo condena o que às vezes se sugere: de que a nomeação para cargos da igreja seja feita como incentivo aos que têm sido descuidados, ou fracos na fé, na esperança de que esse reconhecimento estimule o zelo e a piedade. CBASD, vol. 7, p. 308.
13 Preeminência (gr bahmos). Normalmente significa “degrau”. É aplicada aos gruas da promoção no exército. Aqui significa a influência moral e eclesiástica do ofício. Bíblia Shedd.
15 Coluna. Ver Gl 2:9. Os cristãos genuínos são testemunhas do poder da graça de Deus e da sabedoria de Seus propósitos. Quando deixam de cooperar plenamente com o plano divino no ser humano, inevitavelmente se atrasa o dia de restauração desta Terra (ver PJ, 69). CBASD, vol. 7, p. 309.
A “igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade” (v. 15, NVI), construída por Cristo, fundada sobre Ele, deve permanecer como um dos pilares para a verdade salvadora de Deus. Empresas seculares ou os governos não atuam como pilares para Deus e Sua verdade. Se a igreja de Deus falhar, onde as pessoas poderão ir a fim de encontrar a salvação? David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
16 Evidentemente. Ou, “por consentimento geral”. Muitos comentaristas acreditam que este versículo se refira a um hino bem conhecido da igreja primitiva. CBASD, vol. 7, p. 310.
Pensa-se que aqui Paulo está citando um hino da Igreja (cf Ef 5.19), que contrasta o Senhor encarnado com o Senhor exaltado. Bíblia Shedd.
O verso 16 é uma sinopse do “mistério de Deus” – o maravilhoso fato de nossa redenção ter vindo através da encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esta grande salvação é o que a igreja precisa revelar ao mundo. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/13/ (pesquisa em 05/08/2018).
Mistério da piedade. Ver com. de 1Tm 2:2. O triunfo da graça de Deus sobre as forças do mal na vida será sempre motivo de admiração e gratidão. CBASD, vol. 7, p. 310.
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I TIMÓTEO 3 – Timóteo estava em Éfeso com a missão de organizar e fortalecer a igreja local. Neste capítulo, seu mentor, o apóstolo Paulo, apresenta critérios para escolher líderes na igreja, especificamente bispos/presbíteros/anciãos e diáconos/diaconisas.
Nesse contexto, o diabo é mencionado duas vezes (I Timóteo 3:6-7), onde Paulo demonstra preocupação com o perigo espiritual envolvido na liderança eclesiástica.
Embora Paulo dê ênfase às qualificações fundamentais de um líder espiritual, tais como irrepreensibilidade, temperança, hospitalidade e capacidade de ensinar (vs. 1-3), no versículo 6 ele adverte que o candidato não poder ser “recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação em que caiu o Diabo”.
• Aqui, o apóstolo destaca um perigo central da administração eclesiástica: O orgulho espiritual.
A administração da igreja não pode ser confiada a indivíduos imaturos, inexperientes; pois o poder e a posição podem facilmente corromper aqueles que ainda não estão firmes na fé.
Paulo prossegue recomendando que o líder da igreja local tenha “boa reputação perante os de fora, para que não caia em descrédito nem na cilada do Diabo” (I Timóteo 3:7). O termo “cilada” refere-se à armadilha, algo que captura sutilmente.
• Isso sugere que a falta de integridade pode fornecer ao diabo uma oportunidade de difamar a igreja por meio de seus líderes.
• Assim, o testemunho público do líder deve ser irrepreensível, pois escândalos na liderança podem desmoralizar a comunidade de crentes e prejudicar a missão da igreja.
Na seção sobre os diáconos (vs. 8-13), Paulo menciona também as qualidades exigidas das mulheres/diaconisas, as quais devem ser “dignas, não caluniadoras, mas sóbrias e confiáveis em tudo” (v. 11). O termo caluniador/diabolos pode-se referir ao Diabo, também.
Desta forma, isso destaca o perigo da calúnia e da difamação dentro da igreja. A administração eclesiástica deve evitar que seus membros (especialmente líderes) se tornem instrumentos de discórdia, pois isso pode minar a unidade e o testemunho da igreja (I Timóteo 3:14-16).
• Nem todo comportamento deve existir na igreja ou é aprovado pelo Deus vivo. A conduta na igreja deve refletir santidade.
• A igreja, que é composta de fiéis, deve ser um pilar de sustentação da verdade – não só em teoria – mas também na prática.
Todos precisam estar cientes: Os pastores devem exercer a liderança com maturidade e responsabilidade! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I TIMÓTEO 2 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1320 palavras
1 Pois. Ou, “então”. Paulo passa a dar conselhos sobre vários assuntos específicos relacionados ao culto público, que seriam úteis a Timóteo ao desempenhar seus deveres como pastor da igreja de Éfeso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 300.
Súplicas. Aqui, se considera a oração do ponto de vista da necessidade pessoal, o que implica reconhecer que só Deus pode satisfazer essas necessidades. CBASD, vol. 7, p. 300.
Orações. Do gr. prosenchai, o termo usual para toda comunhão sagrada co Deus. CBASD, vol. 7, p. 300.
Intercessões. Do gr. enteuxeis, “orações de intercessão” (cf. com. de Rm 8:26, 27). CBASD, vol. 7, p. 300.
Ações de graças. Do gr. eucharistiai, “agradecimentos”. CBASD, vol. 7, p. 300.
Todos os homens. O interesse dos cristãos para com seus semelhantes transpõe os limites artificiais de etnia, nação e condição social. O amor cristão anseia incluir “todos os homens” dentro do plano de salvação. CBASD, vol. 7, p. 300.
2 Reis. O cristão deve reconhecer perante todas as autoridades sua obrigação de cooperar com elas. CBASD, vol. 7, p. 301.
Piedade. Professar lealdade às elevadas normas da religião cristã e não viver melhor do que os inconversos é a forma mais desprezível de falsidade e hipocrisia. CBASD, vol. 7, p. 301.
4 O qual deseja que todos os homens sejam salvos. Ver Tt 2:11; Jo 3:17; Rm 9:18, 19; 2Pe 3:9. Visto que o amor de Deus não exclui ninguém da oportunidade de ser salvo, todos aqueles que se perderem sofrerão as consequências de não terem aceitado as ofertas do amor de Deus (ver com. de Jo 3:16). CBASD, vol. 7, p. 301.
Conhecimento da verdade. Tal conhecimento nasce da experiência pessoal em relação a Deus e de Sua vontade a qual conduz à salvação … e se revela por meio da Bíblia (ver com. de Jo 17:17). Abrange mais do que um simples conhecimento intelectual. CBASD, vol. 7, p. 301.
5 Um só Mediador. O pecador pode ser reconciliado com Deus somente mediante Jesus. … Aqui, Paulo exclui a necessidade de mediadores humanos e o suposto valor que alguns têm atribuído a essa suposta mediação ou intercessão. CBASD, vol. 7, p. 301.
Cristo Jesus, homem. Uma ênfase na natureza humana de Cristo. … Aqui, Paulo condena a teoria docética [docetismo] (ver vol. 5, p. 1007), que surgiu nos tempos apostólicos e ensinava que Cristo nunca teve um corpo humano, somente Cristo parecia tê-lo. João se refere a essa heresia como anticristã (1Jo 4:3; sobre a humanidade de Cristo, ver vol. 5, p. 1013). CBASD, vol. 7, p. 301.
6 Resgate. Paulo destaca aqui a completa incapacidade humana em contribuir de alguma maneira para sua salvação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 301.
7 Pregador. Do gr. kerux, “arauto”. O kerux era um mensageiro oficial que proclamava publicamente os decretos de um rei ou de outro oficial do governo. Paulo compara o ministro divinamente designado a esse mensageiro. CBASD, vol. 7, p. 302.
Não minto. Comparar com Rm 9:1. Devido a seus conflitos com os judaizantes e com os que usavam mal a lei (1Tm 1:4-7), Paulo deseja evitar qualquer acusação de que era traidor da nação. Ele procede assim para destacar a intervenção de Deus ao enviá-lo aos gentios (ver com. de Gl. 2:8-9). CBASD, vol. 7, p. 302.
8 Quero. Paulo se refere à devida atitude e à forma que devem caracterizar toda a oração pública. É necessário manter a ordem enquanto se ora; e Paulo, como missionário experiente, instrui seu subordinado Timóteo nos detalhes necessários para evitar confusão e fanatismo (ver com. de 1Co 14:34, 35). CBASD, vol. 7, p. 302.
Mãos santas. Símbolo de um caráter isento de corrupção moral. Com isso, o apóstolo esclarece que somente tais homens devem orar em público. As mãos simbolizam ação, e um homem reto é quando é “limpo de mãos” (ver com. de Sl 24:4; cf. Tg 4:8). É hipocrisia que um homem contaminado moral e espiritualmente ore em um culto público e, se faz isso, insulta aos Deus do Céu. CBASD, vol. 7, p. 302.
Sem ira. O espírito de ódio e vingança é incompatível com o Espírito de Deus e deve ser removido para que o culto seja eficaz (ver com. de Mt 5:22; 6:14, 15; Ef 4:31). CBASD, vol. 7, p. 302.
Animosidade. Atitudes erradas em relação ao próximo ou a Deus destroem a eficácia da oração. CBASD, vol. 7, p. 302.
9 Que as mulheres. As palavras de Paulo às mulheres são ditas no contexto do culto a Diana, a deusa dos efésios (Cf. Atos 19:27-28, 35), no qual muitas mulheres, atuando como sacerdotisas-prostitutas, serviam como atração para as crenças pagãs e, assim, controlavam a espiritualidade e outros aspectos da vida dos homens . Paulo não queria que as mulheres cristãs tivessem qualquer semelhança com as mulheres que trabalhavam nos templos pagãos. Elas deveriam viver e agir como exemplos vivos do evangelho. As mulheres cristãs têm uma santa vocação como esposas, mães e trabalhadoras para Deus. Noutra parte de seus escritos, Paulo reconheceu pelo nome a Evódia e Síntique como mulheres que “trabalharam muito para espalhar o evangelho” (Filipenses 4:3, NTLH). David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/12/i-timoteo-2/ (pesquisa em 03/08/2018).
Cabeleira frisada. O tema de Paulo nos v. 9 e 10 é a modéstia feminina e o elevado respeito pela pureza moral. Qualquer estilo de cabelo demasiado chamativo é uma violação ao princípio aqui estabelecido. No entanto, o cabelo descuidado também chamaria a atenção e violaria os princípios cristãos. O bom gosto e o equilíbrio são parte de uma religião saudável. CBASD, vol. 7, p. 303.
Ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso. Ver com. de 1Pe 3:3-6. O propósito do adorno dispendioso, qualquer que seja, é chamar a atenção. É sempre uma expressão de egocentrismo e, às vezes, do desejo de chamar indevidamente a atenção do sexo oposto. CBASD, vol. 7, p. 303. … A ostentação reflete vaidade pessoal e egoísmo, em desarmonia com a súplica de Paulo em favor do respeito próprio e decoro cristão. CBASD, vol. 7, p. 303.
11 Em silêncio. Naquele tempo, as mulheres não tinham direitos privados nem públicos, por isso Paulo sentiu ser conveniente dar esse conselho para a igreja. Qualquer violação das normas da modéstia e decência pode fazer com que as pessoas falem mal da igreja que o permite. Os cristãos devem evitar até mesmo a aparência do mal (1Ts 5:22; ver com. de 1Co 14:34). CBASD, vol. 7, p. 303.
12 Exerça autoridade. Nos dias de Paulo, o costume exigia que as mulheres se mantivessem em segundo plano. Portanto, se as mulheres crentes expressassem sua opinião em público ou, de alguma outra maneira chamassem a atenção, a ordem poderia ser comprometida e a causa de Deus sofreria censura (ver com. de 1Co 11:5-16). CBASD, vol. 7, p. 303. [Nota pessoal do compilador: Para se começar a ter uma ideia da sociedade na época de Paulo, deve-se lembrar que as maiores críticas e dificuldades trazidas à igreja cristã primitiva o eram pelos judeus, em cujas sinagogas as mulheres jamais tinham a palavra. Qualquer concessão nessa área aumentaria ainda mais as enormes perseguições já ocorrentes, situação que é difícil para nós visualizarmos a partir do séc. XXI. Lembramos que a as mulheres só começaram a conquistar direito a voto no séc. XX, sinal do começo do reconhecimento de sua capacidade intelectual, reflexo do início da implantação do estado democrático de direito, onde em sua expressão plena todos tem direitos iguais. Lembramos, ainda, que a grande professora humana de Jesus foi Sua mãe, Maria, e que, especificamente na IASD, temos uma mulher como expoente máximo da profecia e aconselhamento espiritual e organizacional, Ellen G. White.)
14 Adão não foi iludido. Eva foi enganada pelo maligno (Gn 3:13; 2Co 11:3). Adão pecou conscientemente, porém seu amor por Eva o impulsionou a compartilhar com ela os resultados da transgressão (cf. Gn 3:17). CBASD, vol. 7, p. 304.
15 Missão de mãe. Deus tem confiado uma grande honra e privilégio às mulheres ao capacitá-las a dar à luz e criar seus filhos. Quando a mulher cumpre fielmente seu legado, canalizando as energias para o estabelecimento de uma vida feliz, um lar ordeiro, ela não só será considerada bendita pelo marido e pelos filhos, mas também receberá a aprovação do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 304.
Se. Quer se trate de homens quer de mulheres, a salvação depende de que prossigam com a fé inicial que os levou a Cristo. A salvação é instantânea, mas deve ser mantida mediante uma entrega diária e initerrupta ao plano e propósito de Deus para cada indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 304.
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I TIMÓTEO 2 – Esta curta carta de Paulo ao jovem pastor Timóteo é de caráter pastoral, a qual estabelece diretrizes para a liderança espiritual e a organização da igreja. Os dois primeiros capítulos possuem diferentes ênfases temáticas, contudo estão interligados pelo propósito de preservar a sã doutrina e a conduta cristã.
No capítulo 1, Paulo instrui Timóteo a combater heresias e a manter a fé genuína. Já o capítulo 2, trata da vida devocional e da ordem da igreja, abordando a importância da oração, da submissão à vontade de Deus e das diretrizes sobre a paz e respeito que se devem ter nos cultos.
• A doutrina verdadeira (capítulo 1) deve refletir-se na prática da igreja, incluindo a adoração e as relações interpessoais (capítulo 2).
• A fé deve ser preservada pela rejeição do erro (capítulo 1) e pela prática correta da adoração e conduta cristã (capítulo 2).
I Timóteo 2 nos revela que a liderança eclesiástica não deve apenas manter a sã doutrina, como também preservar a ordem e a reverência na igreja e nos cultos de adoração.
Com relação à oração, a igreja é convocada a orar por todos, inclusive líderes políticos. Não importa quem seja, independente se é corrupto ou honesto, se gostamos ou não de seu perfil/partido, se é fiel ou incrédulo, o cristão tem o dever de interceder a Deus por eles, “para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda piedade e dignidade”, e visando a salvação deles (I Timóteo 2:1-4).
O princípio de modéstia no vestuário e reverência no culto (I Timóteo 2:9-15) mostra que o estilo de vida do cristão deve acontecer no culto de adoração e fora dele, no dia a dia. “A forma como vivemos nossa vida reflete quem somos como pessoas e como cristãos”, declara Fernando Canale.
• Assim, a verdadeira adoração não se limita ao culto, mas transforma a vida diária, refletindo nossa submissão a Cristo em ações, palavras e atitudes.
Não há como divorciar nosso Senhor/mediador de nosso estilo de vida (I Timóteo 2:5-10), se somos cristãos verdadeiros. “A vida cristã faz parte da salvação. Não há espaço para a ideia de que alguém pode ser salvo enquanto leva um estilo de vida secular”, alega Canale.
Diante destas verdades impactantes, motivemo-nos e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I TIMÓTEO 1 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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818 palavras
Esta epístola foi escrita a Timóteo enquanto era pastor da igreja de Éfeso, e é composta principalmente de instruções dirigidas a ele como líder da igreja. Por isso, é classificada como epístola pastoral. … Esta epístola reflete um plano bem desenvolvido de organização e administração da igreja. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 291.
3 Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso. Timóteo acompanhou Paulo em sua primeira viagem pela Macedônia (At 16:1-12; 20:1-4). Aqui, o apóstolo se refere a uma viagem posterior, depois de sua primeira prisão em Roma (ver vol. 6, p. 89. 90). CBASD, vol. 7, p. 294.
No verso 3, Paulo lembra a Timóteo por qual razão pediu-lhe para ficar em Éfeso. Éfeso era uma importante cidade comercial. A cultura grega e o culto à deusa “Diana” com sua imoralidade formavam a cultura de Éfeso. Alguns crentes judeus insistiam em ensinar as exigências legalistas da lei que haviam aprendido na infância. Talvez alguns destes crentes judeus podiam traçar sua genealogia até Davi ou o sumo sacerdote Josué e afirmavam que isso lhes dava autoridade para ensinar. Disputas, falsas doutrinas e conversa fiada estavam causando dano à igreja. Timóteo devia ensinar a palavra e treinar outros a fazer o mesmo. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/11/i-timoteo-1/ ,(pesquisa em 03/08/2018).
Não ensinem outra doutrina. Ou seja, qualquer ensino contrário à verdade proclamada pelos apóstolos (ver com. de Gl 1:8). CBASD, vol. 7, p. 294.
4 Fábulas. Talvez Paulo aqui se refira às invenções rabínicas, como as que mais tarde foram incorporadas à Mishnah e outros escritos judaicos (ver vol. 5, p. 83-87). No entanto, ele provavelmente também esteja advertindo contra uma forma incipiente de gnosticismo (ver vol. 5, p. 168, 169; vol. 6, p. 40-45). CBASD, vol. 7, p. 294.
Genealogias. Uma possível referência à prática judaica de rastrear a linhagem familiar para comprovar que existia descendência do rei Davi ou de alguma família sacerdotal. Muitos dos ensinos e pregações dos judeus se baseavam em rebuscadas alegorias que agradavam a imaginação das pessoas, porém sem nutrir espiritualmente. CBASD, vol. 7, p. 294.
Que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé. …”que geram mera especulação, em lugar de administração das coisas de Deus, que é [alcançada] pela fé”. CBASD, vol. 7, p. 294.
7 Mestres da lei. Comparar com Lc 5:17. Aparentemente, esses mestres eram judeus. CBASD, vol. 7, p. 295.
8 Lei. Paulo aqui se refere a preceitos morais, o que se torna evidente nos v. 9 e 10, que sintetizam vários princípios do decálogo (cf. Êx 20:1-17). CBASD, vol. 7, p. 295.
9, 10 O propósito do mandamento é amar com um coração puro. Os comportamentos mencionados nos versos 9 e 10 são condenados pela lei e são também condenados pelo “glorioso evangelho” (v. 11). A mentira, o assassinato, a rebeldia, o tráfico de escravos e outras transgressões da lei são mencionadas pelo apóstolo como exemplos do que o evangelho também rejeita. David Manzano, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/11/i-timoteo-1/ (pesquisa em 03/08/2018).
10 Raptores de homens. Ou, “sequestradores”, “comerciantes de escravos”. A escravidão tem sido uma maldição sobre a humanidade desde a antiguidade. Deus agiu, por meio de Israel, para restabelecer a dignidade individual (ver com. de Êx 21:16; Dt 24:7). Paulo amplia o verdadeiro valor do indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 295.
17 Rei eterno. Ao contrastar sua nova vida em Cristo com sua vida anterior de intolerância e ódio, Paulo prorrompe em uma gloriosa doxologia de gratidão (sobre semelhantes hinos de gratidão, ver Rm 11:36; 16:27; Gl 1:5; Ef 3:21; Fp 4:20; 1Tm 6:15, 16). CBASD, vol. 7, p. 297, 298.
19 Boa consciência. Qualquer que fosse o problema que Timóteo enfrentasse, sua forma consistiria num esforço sincero para proceder de acordo com os princípios estabelecidos por Paulo e pela Palavra de Deus. Igualmente, os obreiros cristão de hoje também descobrirão que suas convicções mais profundas se apagam e se tornam ineficazes se sua conduta pessoal não confirma a mensagem que pregam. CBASD, vol. 7, p. 298.
Naufragar. Se o capitão de um navio deixar de lado a bússola e passar a confiar em seu próprio julgamento, causará um desastre. Da mesma forma, o cristão naufraga na fé quando se desvia da Palavra de Deus e confia em seu próprio julgamento, ou no de outra pessoa. CBASD, vol. 7, p. 298, 299.
20 Entreguei a Satanás. Como em 1 Coríntios 5:3 a 5, essa expressão se refere à remoção da igreja e era a última medida de disciplina que a comunidade da igreja poderia aplicar a um membro ofensor. Como o transgressor havia rejeitado um ou mais dos fundamentos da fé cristã (1Tm 1:19), por seus próprios atos ele havia se separado do espírito e do corpo da igreja. … A pessoa que renuncia a servir no reino de Deus, automaticamente se coloca a serviço do reino de Satanás. A igreja não faz essa transferência, apenas ratifica a escolha feita pelo pecador (ver com de 1Co 5:5). CBASD, vol. 7, p. 299.
Blasfemarem. Talvez Paulo se refira aos atos perversos daqueles que fazem uso indevido da lei (ver com. dos v. 3-7). A lei é uma expressão da vontade e do caráter de Deus e, por essa razão, qualquer uso ilegítimo dela desonra a Deus e deturpa Seus propósitos. Tudo que desonra a Deus é uma blasfêmia. CBASD, vol. 7, p. 299.
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I TIMÓTEO 1 – Esta carta de Paulo a Timóteo inicia com forte ênfase na sã doutrina como fundamento para a vida e a disciplina na igreja.
Logo no começo, Paulo instrui Timóteo a permanecer em Éfeso para combater falsos ensinos e preservar a pureza da fé cristã (vs. 1-4). A doutrina verdadeira sempre estará alinhada com o evangelho da glória de Deus (v. 11) e deve ser o padrão para corrigir desvios dentro da igreja.
Nesse contexto, o apóstolo reforça que a lei é boa quando usada corretamente, servindo para corrigir os ímpios, e não para debates especulativos que desviam da fé genuína (vs. 5-10). A doutrina deve produzir amor, boa consciência e fé sincera, em contraste com a arrogância dos falsos mestres que se perdem em vãs discussões.
Os pregadores da verdade suscitam inimigos reais. Os inimigos de Paulo são amostras do mal que os inimigos da graça podem causar. “Esses homens haviam se apartado da fé do evangelho e, além disso, ultrajado o Espírito da graça ao atribuírem ao poder de Satanás as maravilhosas revelações feitas a Paulo. Havendo rejeitado a verdade, ficaram cheios de ódio contra ela, e procuraram destruir seu fiel defensor”, explica Ellen White.
• Pessoas que abandonam princípios bíblicos fundamentais muitas vezes tentam justificar suas crenças atacando quem permanece fiel.
Paulo usa a própria conversão para exemplo da graça e misericórdia de Deus (vs. 12-17), demonstrando que a doutrina verdadeira leva à transformação real da vida. Porém, quando há resistência persistente à verdade, a disciplina se torna necessária. Isso se vê na menção a Himeneu e Alexandre, que naufragaram na fé e foram entregues a Satanás para aprenderem a não blasfemar (vs. 19-20).
Desta forma, a disciplina eclesiástica, não é apenas corretiva; ela visa a restauração dos que estão com a conduta, as crenças e a fé destituídas de harmonia com a vontade do dono da igreja, que é Deus.
Cuidado com quem projeta seus próprios conflitos em quem representa a verdade que rejeitam!
• O propósito da aplicação da disciplina eclesiástica é para que os desviados retornem à prática da sã doutrina e ao testemunho fiel do evangelho verdadeiro.
• A fidelidade à verdade do evangelho é o alicerce para uma igreja saudável e protegida de influências negativas.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.