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LEVÍTICO 8 – Deus lida graciosamente com o pecador. Sua graça alcança qualquer pessoa e a restaura a tal ponto de considerá-la como se nunca tivesse cometido pecado. Levítico nos desafia a conhecer o poder e o efeito da graça evidente no contexto do Santuário.
No capítulo em pauta, Moisés age em lugar de Deus chamando o povo perante a tenda da congregação, para a ordenação ministerial de Arão e seus filhos (Levítico 8:1-4). Seria a consagração ao posto mais alto do Santuário daquele Arão que construíra um bezerro levando o povo à idolatria no Sinai; e, mentiu quando questionado por Moisés, alegando que miraculosamente o bezerro surgiu ao jogar ouro no fogo (Êxodo 32:1-5, 21-24).
Arão não foi sumo sacerdote por escolha de seu irmão Moisés, foi Deus quem o escolheu. Então, diante da congregação, Moisés lavou e vestiu Arão com seus filhos e depois ungiu o tabernáculo e seus utensílios com óleo e também a cabeça de Arão (Levítico 9:5-12).
Após ungir o Sumo Sacerdote, Moisés oficiou vários sacrifícios (Levítico 9:13-29):
• Do novilho, da oferta pelo pecado, colocando sangue nas pontas e base do altar.
• Do carneiro, do holocausto (oferta queimada, aroma agradável a Deus), colocando sangue no altar e ao redor.
• Do carneiro, da consagração, colocando sangue na orelha e polegares das mãos e pés de Arão e seus filhos; os quais receberam um bolo asmo, outro de pão cozido, e uma obreia.
• Do peito do carneiro da consagração.
Depois dessa complexa cerimônia de purificação e unção das vestes de Arão e seus filhos aspergindo neles o sangue colhido do altar para consagrá-los, Moisés passou a instrui-los quanto ao quê fazer (Levítico 9:30-36):
• Cozer carne para comer com pão do cesto da consagração diante da congregação.
• Permanecer sete dias diante da porta da congregação até que Deus os consagrasse.
Esta cerimônia mostra quanta aversão tem Deus pelo pecado, e mesmo assim almeja a salvação do pecador. Sua graça pode não ser compreendida pela razão humana, mas pode ser recebida por todos.
Assim como Arão recebeu uma função especial após ter falhado terrivelmente, Pedro também tornou-se apóstolo após ter mentido e blasfemado sobre Jesus (Marcos 14:66-72; João 21:15-19). Essa graça incrível está disponível a nós ainda hoje. Portanto, reavivemo-nos nessa graça hoje mesmo! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 7 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1325 palavras
6 Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.
11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.
Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.
12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.
13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.
14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.
Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.
15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.
A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.
16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.
20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.
… será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.
23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.
26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.
Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.
29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.
30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.
35 Esta é a porção de Arão … e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.
37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.
38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes rituais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.
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LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).
Seis principais sacrifícios são descritos:
• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);
• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);
• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);
• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);
• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);
• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).
Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores.
O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.
“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.
Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!
Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).
Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 6 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1159 palavras
1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.
A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.
2 cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.
negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.
o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.
3 tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.
Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.
5 jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32). … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.
6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.
9 holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.
11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.
12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.
As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.
12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.
O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.
13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.
14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.
18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.
28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.
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LEVÍTICO 6 – Embora inúmeros cristãos atualmente não valorizem tanto o livro de Levítico, “os apóstolos consideravam Levítico um livro divinamente inspirado, relacionado (profeticamente) à doutrina cristã. Por exemplo, os sacerdotes e sacrifícios associados ao tabernáculo prenunciaram o trabalho de Cristo em relação ao Céu (Heb. 3:1; 4:14-16; caps. 9 e 10). A afinidade entre Levítico e o Novo Testamento se torna óbvia no livro de Hebreus, considerado por alguns um comentário sobre Levítico no Novo Testamento. De modo geral, os rituais e as ideias do livro influenciaram profundamente o cristianismo, e mesmo uma leitura casual do Novo Testamento evidencia tal influência”, comenta Russell Champlin.
Ou seja, os princípios de Levítico não perderam sua validade. Deveriam fazer parte de nossa sociedade hodierna. Não perderam seu valor; somos nós que desconsideramos o real valor das mensagens de Levítico.
Considere: Quando meu pecado prejudica ou destrói a propriedade do próximo, o culpado deve oferecer um cordeiro perfeito e fazer restituição de 120% (Levítico 6:1-7). “Esperava-se reparação; pois, embora o perdão venha pela graça, o pecado sempre produz consequências danosas, especialmente em forma de perda para outros seres humanos”, esclarece Eugene Merrill.
O capítulo reitera as instruções anteriores nos capítulos 2 e 4, agora da perspectiva da liderança espiritual (Levítico 6:14-30); mostrando que a lei do holocausto requeria um fogo constante, o qual apontava à necessidade contínua de sacrifícios a fim de expiar os pecados dos transgressores.
Um ponto importante são as instruções quanto aos sacrifícios da nação, de manhã e à tarde. Ellen White nos auxilia na compreensão desses sacrifícios: “As horas designadas para o sacrifício da manhã e à tardinha eram consideradas sagradas, e, por toda a nação judaica, vieram a ser observadas como um tempo reservado para a adoração […]. Neste costume têm os cristãos um exemplo para a oração da manhã e da noite. Conquanto Deus condene o mero ciclo de cerimônias, sem espírito de adoração, olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar perdão dos pecados cometidos e apresentar seus pedidos de bênçãos necessitadas” (PP, p. 353-354).
Assim como o fogo deveria arder continuamente, devemos orar incessantemente (Efésios 6:18; 1 Tessalonicenses 5:17). Nossa dependência do sacrifício de Cristo não deve sofrer interrupção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 5 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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1113 palavras
1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.
1 a voz da imprecação (ARA; NVI: “tendo sido testemunha de algo que viu ou soube”). Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. Às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.
2 quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contato com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.
3 E o souber depois. A pessoa pode ser ignorante e, portanto, seu ato pode ser desculpável; mas, embora ignorante, pode ser que ela se torne uma ameaça aos outros como portadora de infecção. Em certos casos, pode ser que ela não seja totalmente inocente e se deve ensinar uma lição para impressioná-la, bem como aos outros. … Alguns deliberadamente fecham os olhos para a luz, assegurando a si mesmos que, se não veem, estão livres da responsabilidade da culpa. No entanto, em um julgamento, é preciso dar um relato não apenas a respeito do que se sabe, mas do que se podia saber caso a pessoa se esforçasse para tanto. CBASD, vol. 1, p. 793.
4 quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.
Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi? O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.
5 confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.
11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.
Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.
15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.
nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.
16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.
17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.
17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.
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LEVÍTICO 5 – A santidade é um processo divino na humanidade contaminada pelo pecado. Rituais instituídos divinamente orientam o caminho do pecador a desfrutar a presença do Criador. O livro de Levítico, de forma geral, “está inteiramente associado com o conteúdo do livro de Êxodo, que conclui com a descrição do santuário ao qual está associada toda forma de culto externo descrita em Levítico” (Russell Champlin).
Continuando as formas de sacrifícios e ofertas dos primeiros capítulos, Levítico 5 orienta quanto aos sacrifícios por pecados ocultos, pela culpa e pecados por ignorância. Há sacrifícios especiais pela culpa resultante do engano, blasfêmia precipitada e impureza. Consistindo assim, num capítulo de conteúdo riquíssimo. A oferta da transgressão contra Deus “retrata Cristo expiando os aspectos nocivos do pecado, ou seja, a injúria cometida”, assinala Merrill Unger.
O perdão de Deus poderia ser experimentado por todo aquele que praticava os rituais sem ignorar seu significado espiritual. Desta forma, a transgressão do culpado seria perdoada por Deus (Levítico 4:26, 31, 35; 5:6, 10, 13). Contudo, a expiação de pecados por ignorância (Levítico 4:1-35) ou pecados por negligência (Levítico 5:1-13) deveria ser acompanhada pela restituição ao indivíduo prejudicado (Levítico 5:14-19).
Note que Deus preza pelo pobre, reconhece e considera sua situação. Assim, o pobre deveria oferecer duas rolinhas ou pombinhos ao sacerdote como oferta pela culpa (Levítico 5:7). Se fosse paupérrimo, o transgressor deveria levar pelo menos uma porção de farinha (Levítico 5:11).
Deus proveu perdão para pecados cometidos por ignorância, negligência e imprudência. A diferença basilar destas ofertas está na exigência adicional da restituição: Além da oferta pelo pecado, deveria acontecer a restituição.
O pecado é seriíssimo – inclusive pecados involuntários; quando apontados, devem ser devidamente tratados. Pessoas descobertas em pecados devem arrepender-se e então restaurar a quem prejudicou, a fim de reatar o relacionamento com Deus.
Note como Jesus tratou enfaticamente deste assunto: “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois, volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).
Na oração modelo, Jesus ensinou a pedir racionalmente: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Consideremos seriamente isso… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.