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364 palavras
1 Não te alegres. A primeira metade deste capítulo, v. 1 a 9, apresenta uma advertência contra qualquer sentimento de falsa segurança decorrente de um período de prosperidade temporária. Sob Jeroboão II, Israel foi forte. … a terra teve paz sob Menaém. Até Tiglate-Pileser invadir Israel, de certo modo, foi forte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1006.
As bênçãos da colheita foram consideradas as recompensas por sua idolatria (ver Jr 44:17, 18). Não admira que Oseias se refira a essas bênçãos como o aluguel da prostituta, não como evidências da graça do Senhor! CBASD, vol. 4, p. 1006.
2 Não os manterão. Embora Israel exultasse sobre as bênçãos da colheita, as pessoas seriam incapazes de apreciar a produção abundante de seus campos, porque seriam levadas em cativeiro para a Assíria, como aparentemente está implícito no v. 3. CBASD, vol. 4, p. 1006, 1007.
4 Pão de pranteadores. Este alimento era consumido nos funerais por aqueles que pranteavam os mortos. Qualquer alimento como esse era legalmente impuro, porque um cadáver cerimonialmente contaminava durante sete dias o local onde ficava e tudo e todos os que ali entravam. CBASD, vol. 4, p. 1007.
6 Eles se foram. O profeta descreve o exílio de Israel na terra do cativeiro como um evento que já havia ocorrido. CBASD, vol. 4, p. 1007.
9 – 17 Oseias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19). A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12). O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/04/
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A rejeição à mensagem de Deus, ou mesmo a rejeição ao mensageiro utilizado por Deus para enviar Sua mensagem, “é uma indicação de hostilidade com relação ao próprio Deus” (Richard O. Lawrence).
O povo que recebera bênçãos, proteção e revelações de Deus, Aquele que graciosamente fez concerto com Israel, tornou-se indiferente a Ele como uma esposa fria diante de seu marido atencioso.
“Deus os tirou da terra do Egito e os fez Seu povo, mas eles retornaram à escravidão (no Egito). Deus lhes deu Sua Lei e lhes falou como ser limpos a Sua vista (veja especialmente Levítico 11:1-23; Deuteronômio 14:3-21), mas eles serão levados a Assíria e ali serão obrigados a comer o que é imundo. Os dois juízos serão sinais da separação de Deus” (Mike Butterworth).
Por isso, “num doloroso lamento, o profeta expõe pormenorizadamente os principais aspectos da apostasia deles: ‘Baal-Peor’, ‘Gibeá’, ‘Gilgal’, ‘Bete-Aven’, ‘bezerro’, ‘perversidade’, ‘príncipes rebeldes’, ‘secaram-se as suas raízes’, ‘não dará fruto’, ‘o meu Deus os rejeitará’, andarão errantes entre as nações’”, observa Robert H. Pierson. E, depois declara:
“Há muita coisa nas denúncias de Oseias que se aplica à Igreja nestes últimos dias”.
Portanto, abramos ouvidos e coração para o que Deus quer revelar-nos. Tais advertências devem atingir a alma de todo crente nestes dias que antecedem a volta de Jesus, caso queiramos ser aprovados no dia do juízo.
Então, observe atentamente estas verdades:
• Não podemos desperdiçar nossa vida com os prazeres carnais, seguindo os mundanos; isso nos distancia de Deus (v. 1).
• Não devemos vender-nos à prostituição espiritual e à orgia religiosa, oferecidas como comidas em restaurantes à beira das avenidas – nem toda igreja serve ao Deus verdadeiro do jeito que Ele revelou em Sua Palavra (vs. 2-4).
• Não é sábio ignorar a revelação de Deus por apreciar a revelação do pastor, nem criar a própria religião para tentar se livrar do juízo descrito na Bíblia (vs. 5-7).
• Quando não há discernimento espiritual julgamos por “loucura” a mensagem de Deus e, de “loucos”, aos Seus mensageiros – tais conclusões que são verdadeiras loucuras (vs. 8-9).
• Deus relembra a história antes de aplicar Seu juízo; Sua intenção é despertar a consciência cauterizada pelo pecado visando salvação ao perdido (vs. 10-17).
Ouça aos mensageiros de Deus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/8
Oséias 8:1-3 descreve o pecado de Israel, ao norte, e a iminência da invasão estrangeira. Isto aconteceria porque eles romperam sua aliança com Deus e agiram contra os Seus ensinamentos (8:1). Portanto, Deus não iria mais protegê-los da invasão dos seus inimigos (8:3).
Houveram ainda alguns bons reis ao sul, no reino de Judá, mas ao norte não houve nenhum bom rei no reino de Israel, que andasse com Deus. Em vez disso, todos os reis de Israel apoiaram a adoração do bezerro de ouro. E também fizeram uma imagem de bezerro na capital Samaria (8:5, 6), em flagrante afronta à proibição à adoração de ídolos, escrita destacadamente por Deus em Sua Lei.
Deus proporcionara muitas instruções escritas para guiá-los, mas os ensinamentos de Deus eram estranhos para eles (8:12). Eles apreciavam suas ofertas de sacrifício porque amavam satisfazer nessas festas o seu apetite, comendo toda a carne que podiam. Deus desejava arrependimento e obediência a Seus ensinamentos, em vez de abundância de sacrifícios (8:13).
Por que Israel e Judá falharam em reconhecer a Deus como seu Criador e Sustentador? E nós, nos lembramos de Deus como nosso Criador, Salvador e Redentor todos os dias? Reconheçamos que Deus é quem nos sustenta e abençoa. Que nossas escolhas e ações se harmonizem com nossa profissão de fé.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1116
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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744 palavras
1. Emboca a trombeta. Como fiel sentinela (ver Ez 33:1-3; Am 3:6), Oseias aqui proclama, em tom de urgência, que o julgamento rapidamente virá sobre o povo de Deus. A trombeta devia dar o alarme da invasão iminente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1003.
Como a águia. Isso se refere ao rei da Assíria, Salmaneser V, que estava prestes a invadir a Síria e a Palestina (2Rs 18:9), descendo do norte em um voo rasante e assustador, como uma águia que arrebata sua presa (ver Dt 28:49). CBASD, vol. 4, p. 1003.
4. Eles estabeleceram reis. Uma referência aos ímpios usurpadores que assassinaram seus antecessores reais para abrir caminho e subir ao trono (ver com. de Os 7:7). CBASD, vol. 4, p. 1003.
5. O teu bezerro. … a referência é, provavelmente, ao bezerro de Betel, pois essa cidade parece ter sido o principal centro de adoração ao bezerro de Samaria (ver com. de Am 7:13). CBASD, vol. 4, p. 1004.
E rejeitado. Literalmente, “lançado fora”. … o pensamento de toda a passagem (v. 5-7) é bastante claro, pois mostra que a nação logo colheria os frutos da adoração ao bezerro instituída por Jeroboão I (lRs 12:28). A LXX diz: “Lançai fora o teu bezerro, ó Samaria”, exortando Samaria e todo o país a rejeitar a adoração ao bezerro, que trouxe sobre eles a ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1004.
6. Porque vem de Israel. Oseias aqui mostra a insensatez do comportamento de Israel. Este início da frase indica a origem dessa específica adoração de ídolos, a imagem do bezerro de ouro. Ela surgiu no reino do norte sob Jeroboão I (lRs 12:26-33) e continuou sob seus sucessores. CBASD, vol. 4, p. 1004.
E obra de artífice. E a maior loucura olhar para qualquer objeto que tenha sido planejado e moldado por nós como superiores a nós. A idolatria conduz os seres humanos contra o próprio princípio da razão. CBASD, vol. 4, p. 1004.
7. Semeiam ventos. Não importa o que se torna o ídolo ou o que rouba de Deus o Seu lugar de direito no coração, certamente voltará para nós em colheita de pesar e angústia. CBASD, vol. 4, p. 1004.
8. Israel foi devorado. Isso inclui não apenas os produtos do campo, mas as próprias pessoas. CBASD, vol. 4, p. 1004.
9. Jumento montês. Este animal, voluntarioso e ingovernável é aqui mencionado para retratar o comportamento e a disposição de Efraim ao se voltar para a Assíria e em participar das práticas pagãs e idolatras. CBASD, vol. 4, p. 1004.
11 Os altares que tinham o propósito de remover pecados na verdade aumentavam os seus pecados pelo seu mau uso na adoração a Baal. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Como coisa estranha. Embora as direções e as instruções de Deus fossem completas e adequadas, elas se tornaram estranhas diante das inclinações do povo escolhido. … Em vista do livre acesso que todos têm à Palavra de Deus hoje, em todas as terras e em todas as línguas, nós que vivemos em um mundo mais carente, problemático e hostil do que nos dias de Israel, descobriremos que não temos desculpa se não atentarmos às Sagradas Escrituras e à sua mensagem (ver Hb 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1005.
Apesar das leis terem sido escritas para eles, os israelitas as consideravam “coisa estranha”, escrita para os outros. É fácil ouvir um sermão e pensar em todas as pessoas que o deveriam ouvir. Ou ler a Bíblia e pensar naqueles que deveriam estar implementar o que aquela passagem ensina. Os israelitas faziam isto constantemente, aplicando as leis de Deus sempre aos outros, nunca a sim mesmos. Esta é apenas outra maneira de desviar-se da vontade de Deus e evitar implementar mudanças requeridas. Quando você pensar nas pessoas que precisam aplicar aquilo que você está ouvindo ou lendo, verifique se esta aplicação se ajusta melhor pra você. Aplique as lições primeiramente para sua própria vida, porque frequentemente nossas faltas são exatamente as primeiras que vemos nos outros. Life Application Study Bible Kingsway.
13. E a comem. Os sacrifícios de Israel a Deus não eram aceitáveis a Ele, porque não eram apresentados no verdadeiro espírito de devoção (ver com. de Is 66:3). CBASD, vol. 4, p. 1005.
Eles voltarão para o Egito. A paciência de Deus atingiu seu limite por causa da plenitude da iniquidade. … O Deus que havia libertado Israel da escravidão do Egito iria enviar seus filhos a um destino semelhante ou pior do que o do Egito. CBASD, vol. 4, p. 1005.
14. Eu enviarei fogo. Esta previsão foi cumprida quando Senaqueribe tomou as cidades fortificadas de Judá (2Rs 18:13), e, mais tarde, quando Nabucodonosor tomou e incendiou Jerusalém (ver 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19, SI 74:3-8; Jr 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1005.
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A voz dos profetas se ergue do passado, escrita na Bíblia para nós. É a voz de Deus através de homens consagrados. É Deus tentando nos alertar. O povo do passado a rejeitou; e nós, a aceitaremos?
• A Lei de Deus é o reflexo de Seu imutável caráter, o qual é perfeito; assim, aqueles que desejam colocar sua vida em harmonia com a vontade de Deus jamais devem desprezar Seus mandamentos. O antigo povo de Deus transgrediu a aliança/compromisso agindo contra a Lei divina, apesar de ter uma profissão de fé aparentemente convicta (vs. 1-2).
• Ao rejeitar o que Deus considera bom, coisas ruins surgem para tirar-nos a paz. Inimigos perseguiriam a Israel. Como Israel rejeitou o que é bom? Fazendo escolhas sem consultar a Deus, confiando nas próprias riquezas, na própria ideia de religião, elaborando os próprios objetos de culto (vs. 3-5).
• O Deus verdadeiro é intolerante a deuses falsos. Ele quebraria o bezerro de Samaria deixando-o em cacos. Os que praticam a idolatria plantam ventos; portanto, certamente, colherão tempestades, resultando em falta de bênçãos e proteção de Deus (vs. 6-7).
• A religião verdadeira misturada com práticas da religião falsa se torna desprezível até aos pagãos, incrédulos e ateus. O sincretismo religioso é mais perigoso que as religiões contrárias ao cristianismo (vs. 8-10).
• Os preceitos de Deus revelados esboçam Seu plano para a felicidade humana. Contudo, por mais que Deus buscasse a Efraim, mais Efraim buscava o pecado; quanto mais Deus revelava Seu amor em orientações, mais Seu povo descambava para depravações; quanto mais Deus demostrava se importar, mais o povo desprezava a Deus buscando proteção e segurança nas forças e obras das mãos humanas (vs. 11-14).
Este capítulo revela como é adulterara a religião verdadeira. “A revelação é ignorada, e os mandamentos expressos de Deus são deixados de lado, para serem substituídos pelas noções dos homens. Hoje o povo também pode clamar: ‘Deus meu! Nós… te conhecemos!’ Mas, a menos que a ‘adoração’ esteja de acordo com a revelação bíblica, é pior do que algo sem sentido” (Richard O. Lawrence).
Para não sermos hipócritas, precisamos parar de servir a dois senhores (Mateus 6:24). Devemos viver a pura religião bíblica, sem mistura com práticas impuras.
Reavivemo-nos no estudo da Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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1069 palavras
Expandindo a lista de pecados, a acusação de prostituição e adultério é repetida. Também são acrescentadas a autoindulgência com a ingestão de vinho e a ignorância das reais questões que minavam a existência da nação (v. 9). Não é de se espantar que Efraim seja comparado a uma pomba enganada no v. 11. A falta de discernimento fazia o povo procurar as soluções erradas. As pessoas dependiam do Egito e da Assíria, em vez de contar com o Senhor e esperar nele. Bíblia de Estudo Andrews.
1. Quando me disponho … a sarar a Israel. …a doença moral e espiritual de Israel tinha sido tão obstinada e crítica que prevaleceu contra o remédio que Deus poderia ter aplicado contra ela. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 998.
2. Não dizem. Haviam esquecido que todas as suas ações estavam sob o contínuo escrutínio do Senhor (ver Sl 33:13-15; 90:8; Jr 16:17; Hb 4:13). CBASD, vol. 4, p. 998.
3. Eles alegram o rei com suas impiedades (NVI). Alguns preferem outra interpretação deste versículo, com base na seguinte tradução alternativa: “Na sua maldade fazem o rei alegre.” Ou seja, a maldade das pessoas era seu plano maligno para matar a família real. Com isto em mente, o rei se alegra com vinho, e assim se tornava uma vítima fácil e confiante.A frequência com que reis de Israel foram assassinados durante os últimos anos da história do país empresta certo apoio a essa interpretação (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 4, p. 999.
4. Semelhantes ao forno aceso. Neste quadro, o forno pode representar o coração (ver v. 6); o fogo, os desejos impuros, apetites, paixões; e a massa, os maus propósitos ou planos concebidos pelos conspiradores maus. CBASD, vol. 4, p. 999.
Até que seja levedada. Isto, aparentemente, representa o período decorrido entre o início e a realização dos maus desígnios. Depois de acender o forno, o padeiro deixa que o fogo continue a queimar até que a massa sovada esteja totalmente levedada. Assim foi com Israel: um tempo lhe foi dado para o fermento da maldade fazer efeito. CBASD, vol. 4, p. 999.
5. No dia da festa do nosso rei. Esse “dia” pode significar um dia em que a celebração foi realizada para homenagear o rei. Seja como for, foi um dia de excesso, quando a embriaguez despertou o mal nos homens pela remoção do poder do domínio próprio. Há neste versículo um alerta implícito contra o uso de bebidas alcoólicas por causa de seu efeito nocivo sobre a natureza humana (ver Pv 23:29-32; 31:4, 5; Hc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 999.
6. Prepararam o coração. Isto mostra por que as pessoas praticam tão abertamente sua maldade. Seu coração, como um forno, se aquece cada vez mais pelo fogo das más inclinações e dos desejos que se acumulam. Dorme. O tempo de espera é o período em que não há nenhuma demonstração aberta e ativa do mal. Mas, embora o fogo da iniquidade, às vezes, pareça estar depositado no coração humano de modo passivo, ainda é o fogo da iniquidade, pronto para irromper com o calor intensificado do pecado premeditado. CBASD, vol. 4, p. 999.
7. São quentes como um forno. Isto, evidentemente, indica o temperamento intenso da paixão e o feroz poder da destruição. … Os reis de Israel tinham influenciado o povo para o mal. Eles tinham aquecido e inflamado seus súditos com os fogos de pecado, até que todos, reis e súditos, foram apanhados nas chamas de uma destruição comum. CBASD, vol. 4, p. 999.
Todos os seus reis. Durante o período final da história de Israel, quatro dos cinco reis foram condenados à morte em 20 anos. … Dos 20 reis de Israel só Jeroboão 1, Baasa, Onri, Acazias, Jeú, Joacaz, Joás, Jeroboão II e Menaém morreram por causas naturais. CBASD, vol. 4, p. 1000.
8 Um pão. Do heb. ‘ugah, uma camada fina de massa em forma de pão circular, que era rapidamente assado sobre pedras quentes ou cinzas (ver lRs 19:6). … O ‘ugah precisava ser virado rapidamente para que o calor penetrasse nele por igual. Se não fosse assim, o pão ficaria queimado de um lado e cru, do outro. Esta é uma metáfora da inconsistência e inconstância espiritual do povo. Os israelitas eram declaradamente adoradores do Senhor, mas estavam engajados nas práticas idólatras dos pagãos. … praticando uma religião sincrética, por assim dizer. CBASD, vol. 4, p. 1000.
9. Estrangeiros lhe comem a força. Nações estrangeiras idolatras devoraram a força de Efraim. A Síria reduziu as forças armadas de Jeoacaz a um número desprezível (2Rs 13:3-7). Menaém teve de pagar tributo à Assíria (2Rs 15:17-20). No reinado de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria, invadiu o território israelita e levou o povo em cativeiro para a Assíria (2Rs 15:29; lCr 5:26). Tudo isso aconteceu antes que o reino terminasse, com a queda de Samaria (2Rs 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1000.
As cãs já se espalham (ARA; NVI: “Seu cabelo vai ficando grisalho”). Uma representação simbólica do declínio da força de Israel e da decadência de sua importância nacional. CBASD, vol. 4, p. 1000.
11. E uma pomba enganada. Nos tempos antigos, parece ter sido uma opinião generalizada que a pomba era uma ave simples e facilmente enganada. A estupidez dessa ave é o tema de um provérbio árabe, um provérbio cuja antiguidade é desconhecida. A simplicidade absoluta da pomba em voar direto para a rede do passarinheiro, sem suspeitar ou perceber o perigo (ver Pv 7:23), é efetivamente utilizada como uma ilustração da insensatez de Efraim. Ao pedir ajuda ao Egito e à Assíria, Israel não sabia que estava se colocando em uma posição de aguçar o apetite territorial desses poderes imperiais que buscavam controlar a Palestina. Assim, Israel perdeu sua soberania e independência nacional (p. 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1000.
12. E … os farei descer. O profeta continua a utilizar a metáfora das aves e do passarinheiro. Não importa quão alto ou rápido voem, as pessoas não podem escapar de Deus. Elas serão humilhadas na terra. CBASD, vol. 4, p. 1001.
13. Falam mentiras contra Mim. … a gravidade está em mentir a respeito do Senhor. … o profeta quer dizer que essas mentiras consistem em uma aproximação hipócrita de Deus, com os lábios, enquanto o coração está longe dEle (ver Is 29:13). CBASD, vol. 4, p. 1001.
14. Para o vinho se ajuntam. O quadro é de um grupo de ociosos que se reúnem com o objetivo principal de comer e beber. CBASD, vol. 4, p. 1001.
16. Como um arco enganoso. O declínio espiritual gradual de Israel, que o levou a perder o seu elevado destino, de fato se assemelha a um arco cujo cordão, perdendo sua elasticidade, é incapaz de disparar a flecha contra o objeto a que ela foi destinada (veja SI 78:55-57). CBASD, vol. 4, p. 1002.
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Não compensa viver sem Deus! Quem teve grandes experiências com Ele, mas por alguma razão lógica (ou ilógica) se afastou, sabe que deve retornar.
É perigoso afastar-se de Deus ou manter relacionamento errado com Ele. Porém, quando afastamo-nos, Deus nos quer de volta!
Hernandes Dias Lopes tem uma maneira interessante de expor o capítulo em análise. Observe atentamente cada um dos seguintes pontos:
Introdução: O povo de Israel
1. Possuía um relacionamento errado com Deus (v. 1a);
2. Tinha relacionamento errado com os homens (v. 1b);
3. Havia perdido o temor e o pudor (vs. 2-4a).
Um forno aceso
1. Uma paixão ardente pela sensualidade (v. 4);
2. Um descontrole total pela bebedeira (v. 5);
3. Uma maquinação constante para o mal (v. 6);
4. Uma conspiração contínua para matar (v. 7);
5. Uma apostasia generalizada (v. 7b).
Um pão que não foi virado: Um povo…
1. …que é influenciado em vez de influenciar (v. 8);
2. …ignorante, que trabalha, mas não desfruta os frutos do seu labor (v. 9a);
3. …que envelhece, mas não amadurece (v. 9b);
4. …que se volta, mas para a direção errada (v. 10).
Uma pomba enganada: Um povo que…
1. …corre para um refúgio errado em vez de buscar a Deus (v. 11);
2. …recebe castigo em vez de bênção (v. 12);
3. …recebe destruição em vez de redenção (v. 13);
4. …corre atrás de coisas, mas não anseia por Deus (v. 14);
5. …responde ao cuidado divino com ingratidão, e não com obediência (v. 15).
Um arco enganoso: Porque…
1. …o povo não se voltou para Deus, tornou-se vulnerável nas mãos de seus inimigos (v. 16a);
2. …os príncipes não se arrependeram de seus pecados, foram mortos em seus pecados (v. 16b).
Simplificadamente, o capítulo revela que os erros que cometemos (vs. 1-7) resultam em nossa vergonha (vs. 8-16). Além disso, o relacionamento incorreto com Deus (v. 1) dá origem a…
• …péssimos relacionamentos interpessoais (vs. 2-4);
• …desequilíbrios comportamentais no aspecto pessoal, social e religioso (vs. 4-7);
• …instabilidade, medo e angústia que promovem apego a qualquer coisa (vs. 8-11);
• …religiosidades espúrias, deturpadas e vãs (vs. 12-15);
• …desejos pelo pecado, em vez do arrependimento do pecado (v. 16).
Coloquemos nossa vida em harmonia com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
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