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548 palavras
1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019
2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.
3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.
4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021
10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.
11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.
12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024
13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024
14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024
Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024
Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024
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Enquanto a natureza de Deus é inclinada a procurar pelo pecador, a nossa natureza é inclinada a se afastar de Deus. É por isso que precisamos da educação, repreensão e correção divina desde a infância. O pior, é que a maioria nunca aprende.
Perversão religiosa, ignorância espiritual e corrupção moral não ficarão sem punição. Deus quer livrar a humanidade de Sua ira contra o pecado, por isso Seu amor é revelado intensamente intentando alertar e atrair ao pecador. Caso o homem não queira seguir os planos divinos, terá de seguir o destino estipulado pelo pecado.
• Deuses de fantoches ou religião “fake fazem as pessoas brincarem de adoração como se fosse consagração verdadeira. Assim vivia Efraim, e assim vivem muitos crentes do século 21. Entretanto, Deus, almejando salvar ao pecador, reportou à história do início de Israel (vs. 1-6) quando Jacó, no ventre materno, lutou com seu irmão (Gênesis 25:26). Depois, já adulto, lutou com Deus (Gênesis 32:24-28); e, em Betel, se humilhou, chorou e orou, e então, encontrou-se com Deus. Houve, então, reavivamento e reforma (Gênesis 28:12-22; 35:1-15). A mesma atitude deveria ter manifestado Efraim e cada um de nós caso precisamos manifestar caso queiramos ser abençoados e salvos.
• Conquistas mundanas, sucesso material, fama secular e grandeza financeira não significam bênçãos nem segurança reais; o escândalo religioso, a moralidade em decadência, espiritualidade tola e lixo místico levam a sociedade à decadência, e muitos pensam que ela está se aperfeiçoando. Apesar dos pecadores não enxergarem a triste realidade, Deus desperta Seus agentes para revelar a podridão da alma e alertar do juízo vindouro contra o mal (vs. 7-11).
• Fraudulentos, hipócritas, traiçoeiros, trapaceiros, inconsequentes e perversos como Jacó podem se converter, se humilhar e se entregar ao Salvador antes que venha a desgraça por causa da rejeição aberta ao plano divino. Esperar pelo arrependimento é especialidade de Deus ligada ao perdão e Seu poder de reverter o quatro fatídico resultante do pecado (vs. 12-14; II Pedro 2:1-3; 3:7-13).
A prosperidade material cria paz e seguranças ilusórias nos indivíduos que “vegetam” neste mundo incerto, injusto, idólatra e imoral. A teologia da prosperidade prepara a humanidade para ir à perdição com tranquilidade (I Tessalonicenses 5:3).
O evangelho da prosperidade é perversão da verdade bíblica; portanto, devemos conhecer pessoalmente a Cristo e o evangelho descrito na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
OSÉIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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638 palavras
4 Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12; Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.
como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.
5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.
7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.
8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.
Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.
9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.
Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.
O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.
10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.
12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.
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Desfrutar de bênçãos sem valorizar, respeitar e honrar ao doador através da obediência são maneiras de agir que evidenciam irreverência, ingratidão e egoísmo no coração.
Apesar de nossa atitude inconsequente, Deus nos trata como filhos desobedientes, mas alvos de Seu amor insistente, perseverante e atraente.
Neste capítulo “vemos o anseio de Deus e Seu desapontamento descritos de maneira bastante vívida. Adore a Deus enquanto lê o texto, tentando conectar-se com as emoções ali descritas” – sugere Erwing Lutzer. Depois reflita:
• Deus amou desde o início, chama de onde o pecador se encontra, ensina durante a existência, toma nos braços, cura, atrai, Se inclina – Se isso não revela amor, graça e misericórdia no Antigo Testamento, o que seria? (vs. 1-4).
• Deus ama com amor mais elevado que o mais nobre e puro amor humano. Quem ama educa, corrige e para isso disciplina, castiga e conversa – Sem a revelação sobrenatural através dos profetas quem alcançaria tais informações sobre as emoções do Soberano do Universo? (vs. 5-9).
• Deus amará a tal ponto de esperar a reconciliação com o rebelde e irreverente. O fogo da paixão de Deus almeja derreter o gelado coração do pecador impenitente. Sua ação movida de compaixão almeja realizar a transformação que gera restauração total da degradação causada pelo pecado – Se isso não for salvação pela graça, o que seria? (vs. 10-12).
O amor de um casal apaixonado, ou de pais e mães dedicados, pode ilustrar, mas jamais se iguala ao amor de Deus por Seus filhos, ainda que indisciplinados.
Embora não correspondido, o amor de Deus não perde o valor nem passa a agir motivado pela vingança. Pelo contrário, oferece esperança ao que O traiu e está vivendo na desgraça.
O pecado pode até nos afastar de Deus, mas Deus não se afasta do pecador (Isaías 59:1-17). O Deus do impossível oferece amor incondicional, infinito e sobrenatural aos praticantes do mal.
Os que desistiram de Deus, O substituíram pela miséria do pecado, O ignoraram devido a preferirem os próprios caprichos, devem saber que o amor de Deus não desistiu de intentar alcançá-los. Portanto, em Oseias temos o mesmo amor revelado por Jesus nas parábolas de Lucas 15, que chega ao auge da revelação do amor divino na parábola do filho pródigo.
Reavivemo-nos e voltemo-nos para Deus urgentemente! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
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497 palavras
3. Não temos rei. Como resultado da rejeição ao Senhor e dos castigos contra si, Israel seria levado a ver e sentir que os reis nomeados por sua própria vontade (ver com. de Os 8:4) seriam incapazes de protegê-lo ou de ajudá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1011.
4. brota o juízo. Literalmente, “o julgamento [ou justiça] brota”, ou “o juízo floresce”. … o contexto parece indicar que “julgamento” aqui se refere à “justiça” oficial na terra como perversão e paródia da verdadeira justiça (ver Am 5:7; 6:12). Este juízo pervertido é como a erva amarga que surge pronta e abundantemente. CBASD, vol. 4, p. 1012.
4-8 Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado. Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 a.C.), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam. Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
7. O rei de Samaria será como lasca de madeira.Do heb. qetsef, “um ramo quebrado” (ver Mt 15:13). A LXX diz “um galho”. A figura enfatiza a levez, instabilidade e impotência do rei em quem o povo confiava. CBASD, vol. 4, p. 1013.
9-10 Gibeá … castigarei. Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.
11 Efraim era uma bezerra domada, que gostava de trilhar. Efraim é aqui comparado a uma novilha treinada para pisar o milho. … eram deixados livre para arrebatar, de vez em quando, um punhado de milho. Assim foi a história de Israel. Os israelitas foram postos na terra prometida, em circunstâncias fáceis e confortáveis, como uma novilha que debulha, e lhe foi permitido comer à vontade. Tragicamente, esses confortos materiais que deveriam tê-los atraído para perto do Criador, tornaram-nos autossuficientes e rebeldes (ver com. de Dt 32:15). CBASD, vol. 4, p. 1014.
12 arai o campo de pousio (ARA). NVI: “campo não arado”.
14 Salmã. … referência a Salum que matou [o rei] Zacarias, filho de Jeroboão II, e reinou sobre Israel apenas um mês. Por sua vez, foi assassinado por seu sucessor (ver 2Rs 15:8-15). CBASD, vol. 4, p. 1015.
Bete-Arbel. Do heb. beth ‘arebe’l, “a casa de Arebel”. … a LXX traz: “a casa de Jeroboão”, que seria uma referência ao assassinato de Zacarias por Salum, que pôs fim aos descendentes de Jeroboão II. CBASD, vol. 4, p. 1015.
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Mesmo que tenhamos dificuldades de aprender com a História, Deus a usa para tentar ensinar-nos o destino que teremos, dependendo do que decidimos e fazemos no presente.
“Israel tornou-se contumaz no erro. Seus ouvidos tornaram-se moucos, seu coração insensível, e sua consciência cauterizada. Eles amaram mais as trevas do que a luz. Eles caminharam deliberadamente rumo ao abismo, fazendo escolhas erradas, semeando a malícia e aprofundando-se mais e mais na corrupção política, moral e espiritual. De degrau em degrau, a nação foi caindo até capitular por completo nas mãos da Assíria e perder a sua soberania nacional. Israel é um exemplo eloquente de que o pecado é o opróbrio das nações” (Hernandes Dias Lopes).
• Será que hoje aprendemos com a história de fracasso de Israel?
“As referências à história passada de Israel – Baal Peor (Os 9:10) e Gibeá (Os 9:9; 10:9) – mostram que ‘a única coisa que aprendemos com a história é que não aprendemos nada com a história’. Esses dois acontecimentos trouxeram o julgamento de Deus sobre a nação e, no entanto, as gerações posteriores fizeram vista grossa para esse fato. [E assim] os pecados dos pais são repetidos por seus filhos e netos” (Warren W. Wiersbe).
Reflita nas seguintes lições:
• Ter um passado de vigor e prosperidade não garante sucesso e salvação no futuro; desde que se deixa de viver para Deus e se passa a viver para si mesmo, por mais que o padrão seja alto, o fracasso físico, emocional e espiritual será o destino – como se vê, inclusive, nos fariseus do primeiro século d.C. (v. 1; ver Mateus 23).
• Receber bênçãos materiais para alimentar o orgulho, a vaidade e a vanglória é pior que viver na pobreza mas dependendo de Deus até para um simples bocado de pão (vs. 1-4).
• A religião moldada por corações corrompidos pelo pecado e não pautada pela revelação do Santo Deus é abominação que só agrava a situação das pessoas para o dia do juízo (vs. 5-8).
• Quando os planos de Deus são ignorados pelos pecadores para viverem os seus próprios, a inclinação para o pecado os levará ao fracasso total, à desgraça que tanto detestam. Deus avisa intentando despertar corações rebeldes (vs. 9-15; Apocalipse 6:16).
Por isso, reavivemo-nos enquanto há tempo! “Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/9
Se eu perguntasse se você prefere ser profeta ou cético, provavelmente escolheria um profeta. Parece uma escolha entre o bem e o mal, mas de alguma forma há algo bom em ser um cético? A resposta da Bíblia para isso é “sim”. Esquecemos que o sentido original significava alguém que “examinava” as coisas, que olhava para a frente, que estava atento: um vigia. Em Oséias 9:8 “O profeta, junto ao meu Deus, é a sentinela que vigia Efraim; contudo, laços o aguardam em todas as suas veredas, e a hostilidade, no templo do seu Deus.”
Agora é hora de examinar os eventos atuais com uma saudável dose de ceticismo. Este é o momento de ter nossos olhos e corações abertos para a palavra de Deus e esperar para ver como os acontecimentos se desenrolam. Nem todas as “profecias” pregadas nos púlpitos ou plataformas de mídia modernos irão corresponder à palavra de Deus. Mas, assim como os doze espias que “examinaram” a terra prometida, podemos ser como os fiéis Calebe e Josué que viram o plano de Deus e esperaram que Ele providenciasse uma oportunidade.
Karen D. Lifshay
Secretária de comunicações, Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1117
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara