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Sociedades decadentes buscam luzes, grandeza e poder. Deus, por outro lado, procura gente humilde. Pessoas degradadas pelo pecado prezam pelo berço de ouro, poder social, realeza, glória, sucesso material, fama. Deus preza pelos sinceros e simples.
Pessoas mergulhadas no pecado valorizam o que tem a ver com o ego pervertido, Deus, valoriza o que tem a ver com o ego convertido. Por isso, desafiando a lógica e a inteligência carnal que tem mania de grandeza, Deus escolhe “as coisas humildes do mundo, as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são” (I Coríntios 1:28).
Amós, cujo nome significa “aquele que carrega fardos” ou “penoso” foi boieiro e cultivava sicômoros antes do chamado de Deus. Ele “não era profeta profissional do quadro de funcionários do rei (7:14). Era apenas um ‘entre os pastores de Tecoa’, uma vila cerca de dezenove quilômetros ao sul de Jerusalém (1:1) e ‘colhedor de sicômoros’ (7:14)” (John D. W. Watts).
Apesar de sua origem nada nobre do ponto de vista humano, Amós foi chamado por Deus e fez um excelente trabalho. No início, ele revelou que a graça, misericórdia e oportunidades dadas divinas têm limites. Sobre a expressão “Por três transgressões […] e por quatro” J. Sidlow Baxter explica que “não deve ser interpretada em sentido aritmético literal de três ocorrências seguidas de uma quarta, mas de modo metafórico, indicando uma medida cheia, seguida de uma transbordante; em outras palavras, o pecado do povo tinha ido longe demais. Em termos coloquiais, eles haviam ‘passado dos limites’”.
• Antes de executar Seu juízo, Deus se comunica com o condenado. Damasco, representando a Síria (vs. 1-5), Gaza (vs. 6-8), Tiro (vs. 9-10), Edom (vs. 11-12) e Amom (vs. 13-15) recebem advertências e avisos antes de receberem a sentença de suas atitudes corruptas.
• Deus explica as razões do julgamento e apresenta o resultado dos pecados, revelando assim Sua bondade com o pecador, e também Sua intolerância com o pecado.
• Nossa sociedade está atraindo o mesmo juízo divino. Analise se as razões pela condenação de nações do passado não estão presentes ao nosso redor:
a) Arrogância;
b) Exploração;
c) Irresponsabilidade;
d) Estupidez;
e) Indiferença;
f) Indisciplina;
g) Infidelidade;
h) Atrevimentos…
Veja como o apóstolo Paulo descreveu nossa triste realidade em 2 Timóteo 3:1-5. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOEL 3 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jl/3
No Apocalipse vemos o fim da disputa entre Deus e as nações rebeldes. Estas nações circundam a Cidade Santa recém descida do céu. Eles estão prestes a atacar quando são parados por sua própria culpa. Então, depois de confessar, eles são destruídos.
Mas em Joel 3 vemos a preparação para o teste final. E o que vemos em Joel 3 que justifica os próximos incêndios?
Vemos uma menina que foi vendida como escrava para conseguir dinheiro para beber e um menino que foi vendido para fornecer dinheiro para contratar uma prostituta.
Ontem eu vi uma fotografia tirada na Tailândia. Era uma festa na piscina de velhos grisalhos e garotas tailandesas muito jovens. O artigo estava relacionado à escravidão sexual naquela nação. Eu conheço pessoalmente um jovem, Joseph, que nasceu de uma prostituta na Tailândia e foi vendido por dinheiro assim que nasceu.
E estou feliz por Joel 3, pela evidência de que Deus conhece Joseph também, que Deus sabe sobre aquela festa na piscina também, e que Deus vai puxar o plugue da tomada de tais prazeres culpados.
E como eu espero estar dentro da Cidade quando os perversos surgirem em torno dela, quero deixar de lado os prazeres culpáveis agora, o mais rápido possível.
Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1125
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1242 palavras
1. Mudarei a sorte.A descrição do retorno é em termos de como as promessas de Deus haveriam de ser cumpridas se a nação de Israel tivesse cooperado com o Senhor (ver p. 14-17; ver com. de Ez 37:1). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações, que aqui são representadas como reunidas por Deus no vale de Josafá. A previsão é um paralelo a Ezequiel 38, em que Gogue e seu exército são representados como opositores a Jerusalém, e ali são julgados (ver Zc 14:1-3). A aplicação desta profecia para o futuro deve ser feita de acordo com a revelação do NT (ver com. de Ez 38:1; ver p. 17). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.
2. Entrarei em juízo. O povo de Israel, reavivado espiritualmente, em cooperação com o plano de Deus, teria o favor e a proteção dos céus. As bênçãos prometidas na época do êxodo (Dt 28:1-14) teriam encontrado cumprimento tardio. A nação judaica teria se tornado uma maravilha de prosperidade e teria convertido multidões ao verdadeiro Deus. A medida que os números aumentassem, Israel teria ampliado suas fronteiras até abraçar o mundo (ver MDC, 290). Naturalmente, tal programa acirraria a ira das nações pagas. Sob a liderança de Satanás, essas nações se uniriam para acabar com o estado de prosperidade, e Deus interviria (ver p. 16, 17). Com o fracasso dos judeus, é preciso olhar para o cumprimento dessas previsões, em princípio, na igreja (ver com. de Ez 38:1). O conflito aqui descrito tomará a natureza de uma tentativa desesperada de Satanás, na última hora da Terra, de tentar destruir a verdadeira igreja de Deus. “Do mesmo modo que ele [Satanás] influenciou as nações pagas para destruírem Israel, no futuro próximo, ele agitará os ímpios poderes da Terra para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. T5, 524; GC, 656; T6, 18, 19, 395). Mais uma vez Deus intervirá em favor do Seu povo, e na segunda vinda de Cristo destruirá os ímpios (Ap 19:19-21), e mil anos depois os aniquilará (Ap 20:9-15). CBASD, vol. 4, p. 1048.
4. Que tendes vós comigo. Literalmente, “o que vós sois para Mim?” Deus Se identifica com Seu povo (ver Mt 10:40; 25:40,45). CBASD, vol. 4, p. 1048.
5. Levastes a Minha prata. Deus considerava a riqueza de Israel como Sua. CBASD, vol. 4, p. 1048.
6. Vendestes. Os fenícios e os filisteus eram famosos negociantes de escravos (ver Ez 27:13). CBASD, vol. 4, p. 1048.
Para os apartar. Aqui se expressa o resultado. Devido ao tráfico de escravos efetuado pelos fenícios e filisteus, em primeiro lugar para obter lucro, os judeus haviam se dispersado amplamente como povo. CBASD, vol. 4, p. 1048.
8. Sabeus. Um povo que vivia a sudoeste da Arábia e era notável pelas atividades comerciais. CBASD, vol. 4, p. 1048.
9. Entre as nações. Os v. 9 a 17 retornam ao tema do v. 2. O assunto é expandido e graficamente retratado. Como observado nos comentários sobre o v. 2, a descrição de um conflito literal é em termos de como os eventos teriam evoluído se a nação de Israel tivesse cumprido a missão dada por Deus. A aplicação para os últimos dias deve ser feita em termos de informações dadas por escritores inspirados, depois que mostraram como os eventos que poderiam ter tido um cumprimento literal em Israel, se cumpririam com respeito ao Israel espiritual (ver com. do v. 2; ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1048, 1049.
Suscitai.Os ímpios serão suscitados outra vez no final do milênio, quando Satanás “faz do fraco forte, e a todos inspira com seu próprio espírito e energia” para atacar a nova Jerusalém (ver GC, 663; ver com. de Is 24:22). Comentaristas adventistas geralmente têm visto nesta profecia uma predição não só de eventos dramáticos associados com o grande Dia do Senhor, mas também de atividades militares internacionais nos dias finais da história. A retirada gradual do Espírito de Deus nestes últimos dias deixa o caminho aberto para um aumento correspondente de atividade satânica planejada para levar as pessoas a destruírem umas às outras. Esse processo atingirá seu clímax pouco antes da vinda do Filho do Homem sobre as nuvens do céu. CBASD, vol. 4, p. 1048.
10. Relhas de arado. As forças econômicas e industriais das nações serão empregadas para fins bélicos. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).
13. Está madura a seara. Aparentemente, duas figuras são usadas para descrever o julgamento das nações: (1) a colheita da safra de grãos e (2) a reunião da colheita e a pisagem das uvas. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Lagar. Do heb. yeqavim, “prensa das uvas”. CBASD, vol. 4, p. 1049.
14. Decisão. Deve-se notar … que “a decisão” aqui mencionada se refere à de Yahweh como juiz (ver com. dos v. 2, 12), e não a dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é “o Dia do Senhor” (ver com. de Is 13:6). A LXX traz vale da “punição”, ou “vingança”. … A expressão “vale da decisão”, frequentemente tem sido utilizada para descrever multidões da Terra, cujo destino está em jogo. Embora as palavras possam ser aplicadas desta forma, deve-se lembrar que esta não é a aplicação original do texto, o que pretendia a revelação divina. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Aqui, “Decisão” … refere-se à decisão ou decreto judicial do Juiz Celestial. O vale é visto agora como lugar em que aquele decreto será executado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
“Multidões, multidões no Vale do Julgamento [Judgment. tb: Sentença, Juízo]! O dia do Senhor está próximo, quando Ele decidirá o destino das nações.” Joel 3:14 na versão Clear Word.
Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).
Joel descreveu multidões esperando no “vale da decisão” (o vale do julgamento dos versículos 2 e 12). Milhares de pessoas viveram na Terra, e cada uma delas – morta, viva, e ainda que nascerá – vai enfrentar o julgamento. Olhe a sua volta. Veja seus amigos, aqueles com quem você trabalha e vive. Eles receberam o perdão de Deus? Eles foram avisados sobre as consequências do pecado? Se entendemos a severidade do julgamento final de Deus, desejaremos levar a oferta de Deus de esperança para aqueles que conhecemos. Life Application Study Bible Kigsway.
15. O sol e a lua se escurecem. Sobre os sinais físicos que acompanharão o Dia do Senhor, ver com. de Jl 2:10; cf. PE, 41. CBASD, vol. 4, p. 1049.
17. Não passarão mais por ela. Isto é, com maus desígnios. Estrangeiros que se uniram ao Senhor eram naturalmente bem vindos (Is 56:6). O desígnio de Deus era que “toda a carne” iria perante Ele regularmente para adorar (Is 66:23). A imagem é a de Jerusalém como poderia ter sido (ver com. de Is 65:17). Quando a nova Jerusalém descer do Céu (Ap 21:2), Satanás e o vasto exército aliado a ele procurarão invadir a cidade santa, mas eles serão destruídos nessa tentativa (Ap 20:9). CBASD, vol. 4, p. 1050.
18. E há de ser. Os v. 18 a 21 descrevem as condições que se seguiriam ao juízo contra os inimigos de Jerusalém se Israel tivesse sido fiel (a descrição é paralela à de Ez 40-48; Zc 14). Em última análise, ocorreria a renovação completa da Terra (ver com. de Is 65:17; Ez 38:1; 40:1; ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1050.
20. Para sempre. A residência anterior em Canaã, embora planejada para ser permanente, foi interrompida por causa da falha do povo em cooperar com o programa divino. O povo devia construir casas, porém os estrangeiros não habitariam nelas. Era-lhes oferecida outra vez a promessa de permanência (ver com. de Is 65:21). Se a disciplina do cativeiro tivesse alcançado seu objetivo, e os exilados que retornaram continuassem a cumprir o propósito divino, sua morada haveria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 1050.
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JOEL 3 – Deus age e vai intervir na história do mundo com juízo. Suas intenções visam eliminar o mal. Cada uma de Suas ações tem como objetivo combater a rebeldia e levar pecadores ao arrependimento, para que se salvem da condenação do pecado.
Conforme esboça Warren Wiersbe, o dia do juízo está sendo profetizado desde 2:28 e vai até 3:21. Do qual temos:
1. Antes do dia do Senhor: O Espírito será derramado (2:28-32);
2. Durante o dia do Senhor: O juízo será derramado (3:1-16);
3. Depois do dia do Senhor: Bênção será derramada (3:17-21).
“Uma vez que Joel provavelmente foi o primeiro profeta a registrar seus oráculos por escrito, seu livro oferece uma compreensão valiosa da história da profecia, especialmente pelo fato de fornecer uma estrutura para tratar do fim dos tempos, seguida à risca ao longo de toda a Escritura subsequente […]. Profetas posteriores, inclusive o Senhor Jesus, apenas desenvolveram o esboço, mas, como é característico da natureza divina da Escritura verdadeira, não consideraram necessário, em nenhum momento, se desviar dessa revelação inicial” (Montague S. Mills).
Antes da renovação, o juízo. Antes do juízo, o anúncio. Essa sequência de atos também se encontra no livro de Apocalipse. Além dessa aplicação geral, é possível destacar outras preciosas lições de vida, como por exemplo:
Deus…
• …quer chamar nossa atenção para a salvação, para isso Ele está disposto a tudo. No livro de Joel Ele aproveitou as crises visando despertar a consciência dos rebeldes de sua necessidade básica da dependência dEle.
• …anseia reavivar a chama da espiritualidade nos mortos espirituais ou apáticos à prática da fé; por isso, usa Seus mensageiros para despertar os indiferentes quanto à necessidade de renovação espiritual.
• …deseja que levemos a sério a malignidade do pecado, a necessidade do julgamento e a grandiosa importância do arrependimento por meio da oração e jejum, para experimentarmos a salvação através da graça divina.
• …almeja que Seus servos busquem Seu perdão, para que, justificados sejam cheios do Espírito Santo; e, assim, se beneficiem da restauração dos redimidos.
No fim, o bem vencerá o mal. “O livro termina com um tom de certeza por um motivo específico: Porque o Senhor habitará em Sião” (William MacDonald). Quem se posicionar ao lado de Deus, experimentará a vitória também! – Heber Toth Armí.
Conte-nos como estes três capítulos impactantes de Joel falaram ao teu coração durante estes três dias…
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TEXTO BÍBLICO JOEL 2 – Primeiro leia a Bíblia
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2195 palavras
1. Tocai. Os v. 1 a 11 dão uma descrição mais detalhada do desastre causado pelos “gafanhotos” (ver com. de Jl 1:4) e do surgimento da praga (Jl 2:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1041.
Trombeta. Do heb. shofar, um instrumento feito de chifre de carneiro e usado para anúncios e convocações (ver vol. 3, p. 23,24). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Sião. Este nome se aplica tanto a Jerusalém como à montanha sobre a qual a cidade se situava (ver com. do SI 48:2). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Dia do SENHOR. Em vista do fato de o grande dia do Senhor se apressar em ritmo acelerado e de que poucos, mas preciosos momentos de provação permanecem, cabe ao povo de Deus despertar da letargia espiritual e buscar o arrependimento e a humilhação. Há muitos em Sião satisfeitos com suas conquistas espirituais. Eles se sentem “ricos” de bens, e “de nada sentem falta” (cf. Ap 3:17). Outros, que sentem necessidade, ou são muito letárgicos para efetuar uma mudança, ou então esperam que a falta seja suprida no tempo da chuva serôdia (ver TM, 507). Toda essa necessidade é despertada pelo toque da trombeta do vigia de Sião. E, enquanto o dia da graça perdura, é hora de empreender um trabalho de profundo arrependimento para purificar a alma de toda imundície e permitir que a graça opere plenamente no coração (ver com. do v. 14). CBASD, vol. 4, p. 1041.
2. Dia de escuridade. A linguagem pode ser entendida tanto em sentido figurado, representando a angústia e o desespero, ou literalmente, referindo-se à escuridão causada pela praga de gafanhotos, semelhante à que caíra sobre o Egito (Êx 10:15). … Um escurecimento real do sol é mencionado em Joel 2:31. CBASD, vol. 4, p. 1041.
5. Chamas de fogo que devoram. Este foi o barulho feito pelos gafanhotos quando desceram e consumiram toda a erva verde. CBASD, vol. 4, p. 1041.
7. Homens de guerra. Os gafanhotos são comparados a um exército bem disciplinado que supera todos os obstáculos (ver Pv 30:27). CBASD, vol. 4, p. 1042.
8. Não empurram. Literalmente, “e eles não se aglomeram”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
9. Pelas janelas. As janelas das casas antigas não tinham vidraças e, portanto, não havia impedimento para a invasão dos gafanhotos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
10. Treme a terra. Este versículo deve ser entendido em conexão com o v. 11. Ele descreve os fenômenos físicos que acompanham o Dia do Senhor. As condições aqui descritas não poderiam ter sido produzidas pelo exército de gafanhotos, a menos que a linguagem fosse altamente hiperbólica. A vivida descrição da invasão de insetos serviu apenas como uma ilustração dos julgamentos que cairiam sobre Judá no dia do Senhor (ver com. de Jl 1:4, 15). CBASD, vol. 4, p. 1042.
O sol e a lua. Comparar com Is 13:9-11; Am 8:9. Jesus mostrou como estes fenômenos físicos se manifestariam em conexão com o Dia do Senhor (Mt 24:29, 30). Joel concentrava sua atenção no grande Dia do Senhor, que poderia ter sido cumprido a respeito da nação de Israel (ver com. de Jl 1:4). Jesus mostrou como virá o grande dia do Senhor, e como o propósito de Deus está se cumprindo através da igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1042.
11. Seu exército. A interpretação da praga de “gafanhotos” depende em parte da data que se atribui ao livro de Joel (ver p. 1035). Ao se presumir que o livro tenha sido escrito no tempo de Josias (2Rs 22; 23:1-30), é possível ver na vivida descrição da praga um presságio da invasão da Babilônia, da qual Ezequias já fora advertido (2Rs 20:16-18). Joel, então, teria sido contemporâneo de Habacuque e Sofonias, que também alertaram acerca da ameaça de invasão (Hc 1:6; Sf 1). A descrição de Sofonias do Dia do Senhor e sua exortação ao arrependimento são muito semelhantes às de Joel (ver Sf 1:14, 15; 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1042.
12. Convertei-vos. Do heb. shuv, melhor, “voltar”, ou “retornar”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
De todo vosso coração. Comparar com Dt 4:29; Jr 29:11-14. Apenas o arrependimento genuíno poderia evitar os ameaçadores castigos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
13. Rasgai o vosso coração. Para um judeu, rasgar sua roupa era um sinal de grande tristeza. Isso significava que ele tinha sofrido alguma calamidade terrível (Gn 37:34; Lv 13:45, 2Cr 34:27; Jr 36:24). No entanto, como era possível a exibição de tais sinais exteriores de tristeza sem qualquer sentimento real íntimo, foi ordenado às pessoas que ao invés das roupas rasgassem o coração. CBASD, vol. 4, p. 1042.
E Se arrepende. Sobre o arrependimento de Deus, ver com. de Gn 6:6; 1Sm 15:11; ver também PP, 630. … A oração não muda a mente de Deus. Para Ele não há “variação, ou sombra de mudança” (Tg 1:17). Mas a oração muda o requerente (ver com. de Dn 10:13). Quando se cumprem as condições para que as orações sejam respondidas, Deus pode conceder ricas bênçãos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
14. Quem sabe …? É Deus quem determina se a disciplina é necessária. 0 penitente pode ter a certeza de que, se apesar de sua mudança de coração, a disciplina vem, o castigo vai ser para o bem (ver Hb 12:5-11). Em vista do grande e terrível Dia do Senhor, prestes a irromper sobre um mundo condenado, o chamado de Joel ao arrependimento não diminui sua força (ver GC, 311; T6, 408, 409). O apelo tem uma dupla aplicação: para o mundano é um apelo para abandonar a loucura e o pecado e aceitar o Senhor Jesus Cristo, o único meio de salvação (At 4:12); para o professo religioso morno (Ap 3:16) é um apelo para despertar da letargia espiritual e ter a certeza da salvação (ver com. do v. 1). CBASD, vol. 4, p. 1043.
17. Pórtico … altar. O vestíbulo na entrada do templo (ver com. de 1Rs 6:3). O altar de bronze para holocaustos ficava no pátio em frente ao átrio (ver 2Cr 8:12; ver com. de 1Rs 8:64). O local de encontro era, portanto, exatamente na entrada do templo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
18. Então, o SENHOR. As promessas eram condicionais e, como os israelitas nunca responderam ao apelo de Joel de todo o coração, aquelas promessas nunca se cumpriram para eles. No entanto, certas características das promessas seriam cumpridas, em princípio, em relação ao novo Israel (ver p. 21-23).
CBASD, vol. 4, p. 1043.
20. O exército que vem do Norte. Aqui, o norte, obviamente, é mencionado porque muitos dos inimigos de Judá entraram na Palestina pelo norte. A invasão de gafanhotos, embora provavelmente real, era também, presumivelmente, uma figura da invasão de exércitos hostis (ver com. de Jl 1:4). Alguns que defendem uma data mais antiga para Joel (ver p. 7) vêem aqui uma referência aos assírios. Aqueles que defendem uma data no tempo de Josias veem uma referência aos babilônios (ver Jr 1:14; 4:6). A devastação causada pelos babilônios poderia ter sido evitada mediante sincero arrependimento e reforma (ver p. 18). CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar oriental. O Mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar ocidental. Ou seja, o Mediterrâneo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
O seu mau cheiro. Os corpos em decomposição dos enxames de gafanhotos exalavam um cheiro repugnante. CBASD, vol. 4, p. 1043.
21. Grandes coisas. Os gafanhotos efetuaram grande destruição; Deus operaria grandes coisas no livramento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
22. Animais do campo. Os animais sofreram muito por falta de comida. Aqui, são chamados a se alegrar, porque os pastos e as árvores passaram a produzir abundante alimento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
23. Regozijai-vos. Em sua imediata aplicação, este versículo se refere à restauração das chuvas adequadas. A chuva têmpora caía no outono e promovia a germinação dos grãos, enquanto a chuva serôdia caía na primavera e ajudava a colheita a amadurecer (ver vol. 2, p. 93). Em sua aplicação para ao novo Israel as chuvas representam o trabalho do Espírito Santo (TM, 506). CBASD, vol. 4, p. 1044.
Chuva. Do heb. geshem, frequentemente denota uma chuva violenta ou um aguaceiro. CBASD, vol. 4, p. 1044.
Temporã e a serôdia (ARA; NVI: “as de outono e as de primavera”). Na sua aplicação figurativa à igreja, a chuva [temporã] representa o início da efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes, enquanto a chuva serôdia representa o derramamento final do Espírito Santo, que produz “a maturação da colheita” (GC, 611; cf. AA, 54, 55). “A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início” (GC, 611). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). A chuva serôdia dá “poder à grande voz do terceiro anjo” (PE, 86) e prepara “a igreja para a vinda do Filho do homem” (AA, 55). Prepara “os santos para estar de pé no período em que as sete últimas pragas serão derramadas” (PE, 86). Encoraja os sinceros a aceitar a verdade (PE, 271). CBASD, vol. 4, p. 1044, 1045.
24 – 27. Os v. 24 a 27 retratam os efeitos benéficos da chuva abundante sobre a terra seca e estéril. O v. 24 proporciona um notável contraste com Joel 1:10 a 12. CBASD, vol. 4, p. 1045.
[Nota: Eiras: pátios de secagem e tratamentos dos grãos; lagares: lugares de pisoteamento das uvas.]
25. Restituir-vos-eis os anos. Comparar com Jl 1:4. Assim também as recompensas futuras compensam amplamente todas as tristezas e provações da terra (ver Rm 8:18; PE, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
26. Comereis abundantemente. Um contraste marcante com as condições anteriores (Jl 1:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
27. Sabereis. As obras maravilhosas de Deus na restauração de Israel dariam evidência aos que haviam sido tentados a acreditar que Deus abandonara Seu povo, que Ele estava realmente trabalhando para o bem deles. Mesmo durante a praga, Deus demonstrara misericórdia para produzir um arrependimento e uma reforma tão necessários. CBASD, vol. 4, p. 1046.
28. Depois. A frase é indeterminada quanto ao tempo. Era plano de Deus doar ao estado restaurado de Israel as bênçãos espirituais aqui descritas (ver com. de Ez 39:29). Por causa da queda do povo e da consequente rejeição da nação judaica (ver p. 19, 20), as promessas não se cumpriram no Israel literal. Essas promessas foram transferidas para o Israel espiritual. Pedro identificou os acontecimentos no dia de Pentecostes como o cumprimento parcial da profecia de Joel (At 2:16-21). Em vez de “depois”, Pedro usou a expressão “nos últimos dias” (v. 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
Sobre toda a carne. Este pensamento se destaca pela enumeração das várias faixas etárias que participarão das bênçãos espirituais e também pelo fato de que escravo e livre receberiam o Espírito do mesmo modo. O contexto deixa claro que aqui se fala de algo mais além da recepção do Espírito que acompanha a conversão e opera a transformação da vida. Este derramamento especial do Espírito resulta na manifestação de dons sobrenaturais, como profecia. … Na igreja primitiva “a manifestação do Espírito” foi dada “a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co 12:7). Vários dons estavam em evidência, como “a palavra de sabedoria”, “a palavra de conhecimento”, “fé”, cura”, “operação de milagres”, “profecia”, “discernimento de espíritos”, “uma variedade de línguas”, “e a capacidade de interpretá-las” (1 Co 12:8-10). Os acontecimentos do Pentecostes eram apenas um cumprimento parcial da previsão de Joel, que “atingirá seu pleno cumprimento na manifestação da graça divina que acompanhará a obra final do evangelho” (CC, ix). CBASD, vol. 4, p. 1046.
30. Prodígios. Sobre os fenômenos que acompanharão a segunda vinda de Cristo, ver Lc 21:25, 26; Ap 6:12-17; 16:17-21. CBASD, vol. 4, p. 1047.
31. Em trevas. Sobre o cumprimento dessa predição antes da segunda vinda de Cristo, ver com. de Mt 24:29; ver também GC, 308. CBASD, vol. 4, p. 1047.
32. Todo aquele que invocar. Era plano de Deus que, por extensas atividades missionárias, o remanescente de Israel levasse o conhecimento do verdadeiro Deus e de Sua salvação às nações que não O conheciam. Sua queda transferiu a tarefa para o novo Israel, a igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1047.
Sobreviventes. Do heb. seridhim, da raiz saraày “fugir”, portanto, “fugitivos”, “sobreviventes”. A palavra é traduzida como “remanescente” somente aqui e em Isaías 1:9. A palavra mais comum para remanescente no AT vem da raiz sha’ary “sobrar”, “permanecer”. A última oração poderia ser traduzida como “haverá livramento para os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar” (NVI). CBASD, vol. 4, p. 1047.
A terminologia aqui aponta para “os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar.” (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54). … A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32a NVI). “Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental” (DTN, 287). Michael Hasel, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/11/.
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JOEL 2 – Faça um check-up de tua vida espiritual. Faça uma aferição da pressão de tua fé. Cheque os batimentos cardíacos de tua consagração. Avalie se o sedentarismo não está prejudicando a tua prática da verdadeira religião. Analise se estás progredindo espiritualmente ou regredindo drasticamente. Verifique se não existe nenhum tumor cancerígeno de pecado te corroendo por dentro.
Na época de Joel, “a situação era muito dramática, porque a comunidade da fé estava corrompida e em estado de confusão mental. Havia muito sincretismo religioso – mistura de rituais pagãos com o culto a Deus. Em resumo, eles precisavam de uma completa reorientação” (Zdravko Stefanovic).
Analise: nossa…
• …situação pessoal, familiar, eclesiástica tem sido semelhante ao povo de Israel no tempo de Joel?
• …comunidade de fé está corrompida, e em estado de confusão mental como o povo de Deus no passado?
• …religião está também seguindo um sincretismo religioso incluindo na adoração práticas alheias à revelação bíblica?
• …época tem necessidade de uma completa reorientação espiritual, pois nos iludimos nos sentindo melhores do que os ouvintes primários do profeta Joel?
Independente de tuas respostas a estas questões aprofunde-se no estudo do capítulo em pauta. Segundo Myer Pearman, o conteúdo deste capítulo pode-se resumir da seguinte forma:
• Invasão dos assírios simbolizada pela invasão dos gafanhotos (vs. 1-11). Os assírios eram como gafanhotos por causa de seu número e efeito destrutivo.
• Apelo ao arrependimento (vs. 12-17).
• Promessa de libertação (vs. 18-27).
• O derramamento do Espírito sobre a nação judaica (vs. 28-29). Esta profecia cumpriu-se parcialmente no dia de Pentecostes.
• Os sinais que precedem a vinda do Senhor (vs. 30-32).
Na época de Joel os gafanhotos devastaram toda vegetação. Os animais morriam porque não tinham nada para comer. Nesse cenário de seca e morte, a chuva temporã e serôdia (v. 23) reverteriam o quadro, trazendo restauração (v. 19).
Joel utilizou dessa realidade natural para tratar da realidade espiritual. As chuvas temporã e a serôdia, espiritualmente falando, referem-se à restauração que Deus sonha para o mundo devastado pelo pecado.
Aqueles que rejeitarem ao pecado e buscarem pelo refrigério da primeira e da segunda chuva espiritual serão transformados, e estarão preparados para o que Deus está preparando.
Para isso, precisamos diariamente do Espírito Santo agindo urgente e profusamente em nossa vida! Afinal, sem consagração não há restauração total! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOEL 1 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
JOEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)