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SALMO 51 – Muitas vezes fantasiamos os personagens bíblicos. Geralmente os colocamos em patamares muitos elevados, dos quais a Bíblia jamais os colocou.
Note no Salmo 51, que Davi, o grande e poderoso rei do povo de Deus, sucumbiu à tentação que assolava os monarcas ao seu redor. Ele deslizou pelo caminho comum, envolvendo-se nas tenebrosas teias da poligamia. O primeiro passo rumo à perdição foi tomar para si múltiplas esposas, distanciando-se da vontade divina. Esse desvio o levou a transgressões ainda mais graves…
O crime de Davi, cometido contra o nobre Urias e a desafortunada Bate-Seba foi abominável aos olhos de Deus. O Senhor, sendo justo e imparcial, não sancionou nem justificou esses pecados horrendos. Pelo contrário, enviou uma repreensão feroz e uma denúncia pesada pelo profeta Natã. Davi estava cego para sua situação monstruosa perante Deus. Contudo, seus pecados exigiram a reprovação do Soberano através do profeta.
Oh, homens de liderança na história bíblica! Quão profundamente pecaram! Seus erros não foram encobertos; foram fielmente registrados nos anais da história sagrada, incluindo as punições celestiais que se seguiram a tais transgressões. Os santos homens da Bíblia eram mortais, sujeitos a um adversário infernal que os tentava incessantemente.
Que lições profundas extraímos do Salmo 51, o qual é a expressão do coração arrependido de Davi, ecoando em nossa alma, penetrando nas profundezas de nosso ser! Seu conteúdo revela-nos a verdadeira natureza do pecado, a urgência do arrependimento genuíno e a imensidão da misericórdia divina.
No Salmo 51 somos lembrados de nossa própria fragilidade e tendências para agir maldosamente. Somos confrontados com a realidade dolorosa de que, mesmo as pessoas mais virtuosas podem falhar. Contudo, nessa escuridão, encontramos um raio de esperança; pois, como Davi, podemos nos voltar para Deus, suplicando por Sua graça e perdão.
Deus é gracioso e compassivo, pronto para perdoar-nos e restaurar-nos quando voltamo-nos arrependidos para Ele, com um coração humilde e sincero.
Para isso, humildemente considere…
• Reconhecer sinceramente teus pecados (Salmo 51:1-6).
• Buscar a purificação e a restauração (Salmo 51:7-12).
• Ter um coração contrito para cultuar (Salmo 51:13-17).
• Interceder pela restauração do povo de Deus (Salmo 51:18-19).
Arrependimento sincero e busca pelo perdão são essenciais para experimentar restauração espiritual. Desfrutemos desse reavivamento que Deus anseia nos conceder através de nossa transformação! – Heber Toth Armí
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712 palavras
O Salmo 51 é penitencial. (ver p. 703). Foi composto por Davi “depois de seu grande pecado [com Bate-Seba], na angústia do remorso e desgosto de si próprio” (Ed, 165). … Talvez nenhuma outra passagem do AT descreva com tanta clareza o genuíno pecador arrependido que confia no poder de Deus para perdoar e restaurar como este relato da experiência de Davi. O salmo deve ser estudado à luz de 2 Samuel 12:1-13 e do Salmo 32. O Salmo 51 era um dos favoritos de John Bunyan. Pouco antes de sua execução (1554), Lady Jane Grey recitou as palavras deste salmo de joelhos no cadafalso. CBASD, vol. 3, p. 849, 850.
1-7 Davi estava verdadeiramente arrependido do seu adultério com Bate-Seba e por ter assassinado seu marido. Ele sabia que sua ação tinha ferido muitas pessoas. Mas porque Davi se arrependeu desses pecados, Deus misericordiosamente o perdoou. Nenhum pecado é tão grande para ser perdoado! Você sente que nunca poderia se aproximar de Deus porque fez algo terrível? Deus pode e vai perdoá-lo de qualquer pecado. Enquanto Deus nos perdoa, porém, Ele não apaga as conseqüências naturais do nosso pecado – a vida e a família de Davi nunca foram as mesmas como resultado do que ele havia feito (ver 2 Samuel 12: 1-23). Life Application Study Bible Kingsway.
1 Compadece-Te. Com o coração quebrantado ao compreender o grande pecado que cometera contra Urias e Bate-Seba e abatido pelo peso da culpa, Davi clama a Deus por misericórdia. Neste clamor não há desculpas, nem apologia, nem tentativa de se justificar, nenhuma queixa contra a justiça da lei que o condenava. Com humildade, Davi culpa a si mesmo e a mais ninguém. CBASD, vol. 3, p. 850.
Benignidade. Quando não há nenhum senso do pecado, fala-se de justiça; quando se sente a necessidade de um Salvador, fala-se de amor. CBASD, vol. 3, p. 850.
4 Embora Davi tenha pecado com Bate-Seba, Davi disse que tinha pecado contra Deus. Quando alguém rouba, assassina ou calunia, é contra alguém – uma vítima. De acordo com os padrões do mundo, o sexo extraconjugal entre dois adultos que consentem é aceitável se ninguém se machucar. Mas as pessoas se machucam – no caso de Davi, um homem foi assassinado e um bebê morreu. Todo pecado nos faz mal e aos outros, mas, em última instância, ofende a Deus porque o pecado, em qualquer forma, é uma rebelião contra o modo de viver de Deus. Quando tentado a fazer algo errado, lembre-se de que estará pecando contra Deus. Isso pode ajudá-lo a permanecer no caminho certo. Life Application Study Bible Kingsway.
7 Ramos hissopo foram usados pelos israelitas para colocar o sangue de um cordeiro nos marcos das portas em suas casas. Isso os manteria a salvo da morte (Êxodo 12:22). Este ato demonstrou a fé dos israelitas e assegurou sua libertação da escravidão em Egito. Este verso pede purificação do pecado e prontidão para servir ao Senhor. Life Application Study Bible Kingsway.
10 Cria. Deus são só purifica o coração. Ele também cria em Seu filho arrependido um coração novo (ver Ez 26). … A oração por perdão deve sempre ser acompanhada de um pedido para renovar o coração e por uma vida santificada (ver Jr 24:7; 11:19; Rm 12:2; Ef 2:10; 4:24). CBASD, vol. 3, p. 851.
Um espírito inabalável. Ou, “um espírito constante”. Davi roga por um espírito que seja firme em sua fé, e, portanto, constante na obediência. O salmista deseja uma natureza mental e moral totalmente nova. CBASD, vol. 3, p. 851.
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11 Não me repulses. É somente na presença de Deus que se encontra a verdadeira felicidade (ver Sl 13;1; 16:11; 30:7; cf. Gn 4:14). CBASD, vol. 3, p. 851.
12 Restitui-me. Davi deseja ter a alegria que sentia antes de seu pecado. CBASD, vol. 3, p. 851.
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19 E das ofertas queimadas. Formas externas de religião têm o seu lugar. Foi Cristo quem instituiu a lei cerimonial (ver PP, 366, 367). Os diferentes serviços prescritos na lei tinham importante valor educativo. O pecado do povo estava em fazer dessas formas externas o essencial da religião. Davi reconhecia a importância e o valor das formas da adoração pública quando significavam sinais exteriores do espírito sincero do adorador. Deve-se cuidar para que os aspectos formais da adoração pública preservem o espírito de adoração humilde. Não há nada de errado em seguir certas formas de adoração, o problema está na falta de religião sincera como motivação dessas formas. CBASD, vol. 3, p. 852.
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Texto bíblico: SALMO 50 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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341 palavras
6 a Sua justiça. Esta passagem se cumprirá de forma definitiva e singular na segunda vinda de Cristo, quando “aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. … Aquela santa lei, a justiça de Deus… revela-se agora aos homens como a regra do juízo” (GC, 639). CBASD, vol. 3, p. 847.
7 Escuta, povo Meu. Deus fala diretamente a Israel. Nesta parte o salmista fala principalmente do dever do ser humano para com Deus e dos males do mero formalismo na religião (ver Is 1.11-15). CBASD, vol. 3, p. 847.
8 pelos teus sacrifícios. A discussão começa em tom negativo. Deus não culpa Israel de negligenciar as formas e cerimônias religiosas. O pecado está em reconhecer que o ato não tinha valor algum a menos que seu significado fosse reconhecido e realizado com espirito de gratidão e obediência. CBASD, vol. 3, p. 847.
12 Se Eu tivesse fome. Deus não instituiu o sistema de sacrifícios para prover sustento para Si em forma de carne de touros e sangue de cabritos. CBASD, vol. 3, p. 847.
14 cumpre os teus votos. Ver Sl 22:25; 116:14; cf. Lv 7:16. Apenas uma vida de contrição, amor, gratidão e devoção é aceitável à vista de Deus. CBASD, vol. 3, p. 847.
15 invoca-Me. Petição, assim como o louvor, faz parte da verdadeira religião. Devemos invocar a Deus com um coração sincero. O verdadeiro serviço a Deus é espiritual e nasce do coração (ver Jo 4:24). CBASD, vol. 3, p. 847.
16 De que te serves… teres nos lábios a Minha aliança. A desobediência tornou os israelitas indignos mesmo de pronunciar as palavras da aliança. CBASD, vol. 3, p. 848.
18 Se vês um ladrão. Sempre que há oportunidade de compartilhar os frutos do roubo, ele está pronto para participar. CBASD, vol. 3, p. 848.
22 Considerai, pois, nisto. Deus afirma que o único sacrifício aceitável é o coração e a mente do ser humano. Esta é uma advertência para o ímpio e uma motivação prara o crente. CBASD, vol. 3, p. 848.
23 dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. Deus revelará Sua salvação àquele que O serve com coração sincero e age segundo a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 848.
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SALMO 50 – Nada é mais repugnante do que permitir que nossas transgressões nos afastem de nossa mais alta vocação: Glorificar a Deus e proclamar seu louvor. Não há desenvolvimento espiritual quando deixamos que nossos erros nos limitem.
O Salmo 50 sustenta estas ideias e nos orienta quanto à nossa espiritualidade. Ele é atribuído à Asafe e apresenta uma abordagem poética e poderosa sobre a adoração verdadeira e o chamado à justiça. Seu conteúdo inicia com uma descrição de poder e majestade de Deus, que convoca Seus fieis a uma assembleia para um julgamento; o qual pode ser dividido da seguinte forma:
• Deus como supremo Juiz convoca o Céu e a Terra como testemunhas de Seu julgamento, cujo propósito visa estabelecer Sua autoridade sobre toda criação, deixando claro ser Ele o único Juiz soberano verdadeiro. Nesta seção, o salmista apresenta Deus como “Deus Supremo” (Salmo 50:1-6).
• Como Juiz, Deus condena a hipocrisia religiosa; Ele chama a atenção daqueles que praticam a religião apenas por conveniência, sem um verdadeiro compromisso com a justiça, retidão e moralidade. Para Deus, práticas vazias da religião, rituais e formalidades exteriores são condenáveis. O verdadeiro sacrifício que Deus requer é o de um coração puro, sincero, obediente e práticas de ações justas (Salmo 50:7-15).
• Como Soberano, o Deus que pode condenar está disposto a salvar os pecadores chamando-os ao arrependimento e à adoração genuína e sincera. Deus mesmo confronta os hipócritas e ímpios e revela as consequências de suas ações; adverte contra a maldade e a língua enganadora, a conduta perversa e o desprezo à Sua Palavra; então, chama o povo ao arrependimento e adoração verdadeira (Salmo 50:16-23).
Embora Deus seja o Soberano e justo Juiz que condenado o pecado e a hipocrisia, Ele é também misericordioso e deseja salvar-nos. Assim, a salvação é possível mediante arrependimento e entrega total a Ele!
Não há nada mais detestável do que tornarmos refém de nossos pecados, impedindo-nos de cumprir nossa mais importante e maior missão que é render glórias a Deus e testemunhar dEle.
Portanto, o maior erro que cometemos, não é meramente transgredir, mas deixar que as transgressões nos impeçam de cumprir nosso propósito supremo como seres humanos, que é exaltar a grandeza de Deus como soberano de toda a Terra.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 49 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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761 palavras
O Salmo 49 contém uma resposta para a pergunta “por que os ricos parecem ter vantagem?” O salmo ensina que a riqueza não poe adiar a morte e que na morte os ricos são colocados no mesmo nível dos pobres. … O Salmo 49 é recitado no lar dos judeus ortodoxos modernos durante a semana de luto que se segue à morte de um parente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 843.
1 Povos todos, escutai isto. O assunto em questão merece a atenção de todos. CBASD, vol. 3, p. 843.
2 tanto plebeus como os de fina estirpe. Literalmente, “filhos de homens comuns [do heb. ‘adam] e filhos de grandes homens [do heb. ‘ish]” (ver com. do Sl 4:2; 8:4). O salmo ensina ao humilde para não invejar ou temer o rico, e ao rico a não confiar na riqueza ou a não usá-lo para oprimir ao pobre. O rico é exortado e o pobre, consolado. CBASD, vol. 3, p. 843, 844.
3 sabedoria. No hebraico as palavras para “sabedoria” e “entendimento” estão no plural, chmando aten5ção para os diferentes aspectos dessas qualificações (sobre as definições de “sabedoria” e “entendimento”, ver com. de Pv 1:2 [p. 1064]). CBASD, vol. 3, p. 844.
4 parábola. Do heb mashal, “comparação”, “provérbio”, “canto” ou “poema” (ver p.1061) [sobre Pv]. CBASD, vol. 3, p. 844.
enigma. Ou, “charada”. Algo tão obscuro que precisa de solução. CBASD, vol. 3, p. 844.
harpa. sentimentos dignos de se reter são, muitas vezes, melhor acompanhados na mente quando acompanhados de música. “Poucos meios há mais eficazes para fixar Suas palavras [de Deus] na memória do que repeti-las em cânticos” (Ed, 167). CBASD, vol. 3, p. 844.
5 Por que… ? O salmista fala primeiramente da reconfortante conclusão de sua meditação, antes de seguir com o assunto. Ele conclui que não há razão para temer. CBASD, vol. 3, p. 844.
7 Ninguém o pode remir. Uma negação expressa de forma expressa de forma enfática no hebraico. Ninguém pode salvar outro da morte com sua riqueza, nem mesmo seu próprio irmão. Ninguém pode fugir de sua responsabilidade ou assumir a de outro. CBASD, vol. 3, p. 844.
8 redenção da alma deles. “Eles próprios” (ver com. do Sl 16:10). O resgate de uma pessoa da morte é o tema da reflexão do salmista. CBASD, vol. 3, p. 844.
caríssima. Ou, “custosa”. Salvar alguém da morte está além do poder da riqueza. CBASD, vol. 3, p. 844.
cessará a tentativa para sempre. Não importa quanto se pague, a riqueza é insuficiente para salvar alguém do túmulo. CBASD, vol. 3, p. 844.
9 cova. Ver com. do Sl. 16:10 [“Do heb. shachatch, “cova”, como a palavra é frequentemente traduzida (Jó 33:18, 24, 29, 30; etc). Shachatch também é traduzida por “lodo” (Jó 9:31), “sepultura” (Jó 17:14), “cova” (Jó 33:22; Sl 55:23)”].
10 O v. 10 declara uma lei natural e evidente. Nem mesmo a sabedoria salva da morte quem a possui. CBASD, vol. 3, p. 844.
11 O rico parece esquecer-se de que cedo ou tarde ninguém mais se lembrará dele. CBASD, vol. 3, p. 844.
12 o homem não permanece. Do heb. lin, “passar a noite”, não ficar permanentemente. Ele nem sequer passará a noite da vida, logo desaparecerá. O v. 12 é o refrão do salmo. Ele ocorre novamente no v. 20 com algumas mudanças. CBASD, vol. 3, p. 844.
perecem. Literalmente, “são reduzidos ao silêncio” ou “são levados ao descanso”. CBASD, vol. 3, p. 844.
13 assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem. Os descendentes são tão tolos quanto os pais. … Esses descendentes néscios também têm prazer em expressar os mesmos sentimentos tolos de seus ancestrais ricos. O mal é perpetuado.
14 sepultura. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 16:10). CBASD, vol. 3, p. 844.
15 do poder da morte. Literalmente, “da mão do she’ol” (ver com. de Pv 15:11). A morte é personificada. CBASD, vol. 3, p. 844.
Ele me tomará para Si. Ou, “Ele me receberá para Si mesmo”. Nesta frase curta, ainda mais poderosa por sua brevidade, sugere-se a doutrina de uma vida futura e a ressurreição dos mortos (ver PR, 264). Em Gênesis 5:24, outra forma do mesmo verbo descreve a transladação de Enoque (ver 2Rs 2:10). CBASD, vol. 3, p. 844, 845.
16 Não temas. O salmista deixa de encorajar a si mesmo para encorajar a outros. CBASD, vol. 3, p. 845.
glória. Isto pode se referir à suntuosidade que a riqueza proporciona. CBASD, vol. 3, p. 845.
18 ele se tenha lisonjeado. A figura é a de um homem rico que se orgulha de sua habilidade em acumular riquezas (ver Dt 29:19; Lc 12:19). CBASD, vol. 3, p. 845.
ainda que o louvem. Muitos louvam a pessoa que acumula aquilo que todos desejariam ter, contudo isso não é prova de sucesso. CBASD, vol. 3, p. 845.
19 não verá a luz. O pecador rico e seus descendentes jamais as coisas que para eles foram fonte de orgulho e satisfação própria (ver Jó 33:30). CBASD, vol. 3, p. 845.
20 como os animais. Repete-se o refrão do v. 12, com poucas alterações. CBASD, vol. 3, p. 845.
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SALMO 49 – Uma verdade óbvia é que ao morrer, nada se levará, deixaremos tudo! Viver ciente dessa verdade pode fazer-nos refletir mais em nossa existência e aproveitar sabiamente o tempo que temos.
“Esse Salmo desenvolve temas usados de maneira ampla em Eclesiastes. Entre eles estão a natureza transitória da vida (49:12; Ec 3:18-21) e as limitações do saber e da riqueza (Sl 49:10, 12; Ec 2:15-16; 5:8-17)”, comenta Duane Garrett.
A mensagem do Salmo 49 impulsiona a uma reflexão profunda! William MacDonald faz a seguinte observação: “Um dos grandes enigmas da vida é o fato de os perversos com frequência desfrutarem prosperidade material enquanto os fieis, muitas vezes, são pobres e desfavorecidos. Mas essa não é a história toda. A riqueza na qual os ímpios confiam com tanta devoção os deixará na mão na hora de maior necessidade. Não tem poder para salvá-los da morte nem para evitar que se corrompam na sepultura. Não podem desfrutá-la para sempre, levá-la consigo ou voltar para usufruir dela. Em longo prazo, é insensato confiar no dinheiro em vez de confiar no Senhor! Essa é a essência do Salmo 49… Mais cedo ou mais tarde, até os sábios morrem. Semelhantemente, o estulto rico e o inepto afluente perecem e deixam a outros as suas riquezas. Observe que o texto não diz que os sábios deixam as riquezas para outros. É mais provável que seu testamento diga: ‘Estando eu em plena posse de minhas faculdades mentais, dediquei, em vida, todos os meus bens à obra do Senhor’”.
Isso porque o fiel, dependente de Deus; diferentemente dos tolos, ele sabe o que lhe aguarda no futuro. “Salmos 49:15 é uma promessa clara de ressurreição”, afirma Garrett. Porém, o incrédulo “se juntará aos seus antepassados, que nunca verão a luz” (Salmo 49:19).
O sábio recebe recursos de Deus e usa-os na Terra para ajuntar tesouros no Céu, onde viverá eternamente; o tolo toma para si e de nada adiantará ao morrer, senão para que outros usufruam.
Além disso, ampliando Salmo 49:7-9, Ellen White salienta que “todas as riquezas que o mais rico dos homens possa ter não são de valor suficiente para cobrir o menor pecado diante de Deus; elas não serão aceitas como resgate da transgressão”.
Portanto, confiemos em Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 48 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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884 palavras
Como os salmos 46 e 47, o 48 é um cântico de livramento, e talvez tenha sido escrito para ser cantado no serviço de adoração no templo. Ele celebra o cuidado de Yahweh para com Jerusalém e o livramento de Seu povo das mãos do inimigo. Este salmo é um dos poemas mais alegres de Davi (ver PR, 203). Os exércitos de Josafá o cantaram depois de uma notável vitória (ver PR, 201-203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 841.
1 Grande é o SENHOR. Davi começa louvando a Yahweh por ter livrado Seu povo de grande perigo (v. 4-8). CBASD, vol 3 p. 841.
na cidade. Jerusalém (ver Sl 46:4; 48:8). CBASD, vol 3 p. 841.
2 Seu santo monte. O monte Sião (ver Sl 2:6; 68:16; ver com. de 48:2). CBASD, vol 3 p. 841.
sobranceiro. “Alto”. A elevação de Jerusalém acima do território circundante seja talvez o aspecto mais marcante de sua topografia. A cidade está situada em uma das maiores elevações do país. É provável que esta característica tenha amedrontado os inimigos e feito com que desistissem de atacá-la (v. 4, 5). CBASD, vol 3 p. 841.
lados do Norte. O significado exato desta expressão não está totalmente claro, embora a seguinte explicação pareça razoável. Originalmente, monte Sião se referia apenas à parte da cidade conquistada dos jebusitas (2Cr 5:2; cf 2Sm 5:7). O monte Moriá ficava ao norte do monte Sião e foi nesse local que, mais tarde, o templo e o palácio de Salomão foram construídos (2Cr 3:1; cf1Rs 8:1). Geograficamente, Sião e Moriá constituem uma única elevação. Depois da construção do templo, todo o monte se tornou conhecido como “Sião” (ver Is 8:18; Jl 3:17). Devido à presença do santuário e do palácio na parte norte da colina desde a época de Salomão, a parte norte se tornou a parte mais importante da cidade. Sendo assim, com a expressão “lados do Norte”, o salmista pode ter tentado representar de modo figurado a sede do governo civil e religioso e, especificamente, a morada de Deus, conforme indica o contexto do salmo. Essa interpretação também esclarece Isaías 14:13, em que se diz que Lúcifer anelava sentar-se “nas extremidades do Norte”. Assumir tal posição significava participar nos conselhos de Deus e nos propósitos divinos. Essa era exatamente a ambição de Lúcifer (ver PP, 37). CBASD, vol 3 p. 841.
a cidade do grande Rei. Jesus cita esta frase como come de Jerusalém (Mt 5:35). CBASD, vol 3 p. 841.
4 os reis se coligaram. Os v. 4 a 6 apresentam uma destruição repentina provocada por um exército inimigo. CBASD, vol 3 p. 841.
5 fugiram apressados. Os inimigos olharam a cidade inatingível, perceberam que não podiam conquistá-la, viram que sua própria segurança estava em risco e fugiram apressados. CBASD, vol 3 p. 842.
6 dores como de parturiente. Esta comparação, indicando dr extrema, é frequente no AT (ver Jr 4:31; Mq 4:9, 10). CBASD, vol 3 p. 842.
7 destruíste as naus de Társis. Esta segunda comparação descreve o poder de Deus revelado na confusão e dispersão dos inimigos. Társis é identificada com Tartessos, no sul da Espanha, ao norte de Cádiz, embora possa indicar outros lugares. “Naus de Társis” era uma expressão empregada para indicar navios capazes de viajar até Tartessos. … Assim como uma tempestade derrubou essas naus, Deus destruiu os inimigos. CBASD, vol 3 p. 842.
8 Como temos ouvido dizer. Nossos pais nos contaram dos maravilhosos livramentos do passado. Agora os temos visto com nossos próprios olhos. CBASD, vol 3 p. 842.
SENHOR dos Exércitos. Um título militar que identifica Deus como aquele que lidera Seu exército celeste em batalha, visando a proteção de Seu povo. Bíblia de Genebra.
Deus a estabelece para sempre. O livramento presente é promessa de vitória futura. CBASD, vol 3 p. 842.
9 misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” (ver com. de Sl 36:7). CBASD, vol 3 p. 842.
Teu templo. Ver com. do Sl 5:7. Ao adentrar à casa de Deus, os pensamentos se dirigem a Ele. CBASD, vol 3 p. 842.
11 exultam as filhas de Judá. Talvez um emprego figurado, indicando as cidades de Judá (ver Js 15:45). CBASD, vol 3 p. 842.
12 rodeai-a toda. Com o propósito de contemplar e examinar a cidade que Deus preservou do inimigo por meio de uma maravilhosa demonstração de poder. CBASD, vol 3 p. 842.
Depois que um exército inimigo assediava Jerusalém sem sucesso, era importante que o povo rodeasse a cidade, inspecionando suas defesas e louvando a Deus pelas proteções que elas tinham oferecido. Em tempos de grande alegria ou depois de Deus nos ter conduzido através de alguma grande provação, devemos inspecionar nossas defesas para garantir que os fundamentos – fé em Deus, conhecimento de sua palavra e comunhão e orações do corpo dos crentes – permaneçam fortes (Efésios 2:20-22). Então devemos louvar a Deus por Sua proteção! Life Application Study Bible Kingsway.
14 Ele será nosso guia até à morte. Deus nos guiará por toda a vida. Ele nos acompanhará até o fim. O cristão tem essa certeza, ele não precisa temer. O Pastor conduzirá Seu rebanho até a eternidade (ver Sl 23:6). … Questiona-se se “até á morte” é uma tradução adequada para ‘al-muth. … A LXX traz “para sempre” CBASD, vol 3 p. 842.
Frequentemente oramos pela orientação de Deus enquanto lutamos com as decisões. O que precisamos é tanto de orientação como de um guia – um mapa que nos forneça pontos de referência e orientações e um companheiro constante que tenha um conhecimento íntimo do caminho e garanta que interpretemos o mapa corretamente. A Bíblia será este mapa, e o Espírito Santo será o companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida, use o mapa e o seu Guia. Life Application Study Bible Kingsway.