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SALMO 78 – Ellen White atesta que: “Como educador, não têm rival as Escrituras Sagradas. A Bíblia é a história mais antiga e mais compreensiva que os homens possuem. Procede diretamente da Fonte da Verdade Eterna; e através dos séculos a mão divina lhe preservou a pureza. Ela ilumina o remoto passado, onde a pesquisa humana em vão procura penetrar… Ali, unicamente, se apresenta, não contaminada pelo orgulho e preconceito humano, a história de nossa espécie” (Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 52).
• Visto pela ótica cronológica, o Salmo 78 divide-se em seções que acompanham a sequência dos eventos históricos. Começa com a narrativa da libertação do Egito, seguida pelos milagres e maravilhas de Deus durante a jornada de Israel no deserto, a entrada na Terra Prometida, os períodos de desobediência e rebeldia do povo; e, finalizando, com a restauração e a fidelidade do Deus que nunca falha. Deste modo, destaca-se a história do povo de Deus como uma linha do tempo e demonstra a mão de Deus agindo em diferentes momentos.
• Outra forma de observar o Salmo 78 é pelo contraste, destacando a contraposição entre as ações de Deus e as atitudes do povo de Israel. As seções alternam entre os atos poderosos de Deus em favor de Seu povo e a desobediência e a incredulidade do povo. Assim, acentua o caráter de Deus caracterizado pela fidelidade e misericórdia, contrastado com o caráter dos religiosos caracterizado pela infidelidade e ingratidão.
• Ainda, é possível analisar de forma temática a mensagem do Salmo 78. Há vários temos centrais em seus 72 versículos, tais como a importância do ensino e da transmissão da história para as novas gerações, as terríveis consequências da desobediência, as maravilhas da graça e da fidelidade de Deus, entre outros.
Ellen White também afirma que “a Bíblia revela a verdadeira filosofia da história” (Educação, p. 173). Com isso em mente, observe a seguinte síntese:
• Precisamos ouvir as instruções e os ensinamentos divinos e transmiti-los às próximas gerações (Salmo 78:1-8).
• Devemos ver a infidelidade a Deus e suas consequências como falta de confiança nEle e em Sua disciplina (Salmo 78:9-55).
• Nossa rebeldia e infidelidade requer a intervenção sobrenatural de Deus baseada em Sua misericórdia para prover-nos restauração (Salmo 78:56-72).
Graças a Deus, temos esperança! Contudo, precisamos de prontidão para responder ao Seu plano! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 77 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 77 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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527 palavras
O Salmo 77 é o registro poético de uma alma que tenta encontrar uma razão para o aparente abandono de Deus e descobrir uma saída da escuridão. Finalmente supera sua tristeza ao relembrar as misericórdias de Deus para com Israel no passado. O salmo se divide em duas partes. O v. 11 marca a transição do pesar e do protesto para a esperança e a confiança. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 912.
2 No dia da minha angústia. Os v. 2 e 3 expressam a realidade e a intensidade da oração. Tudo o que o salmista fazia, até meditar em Deus, parecia apenas intensificar sua dor. CBASD, vol. 3, p. 912.
Recusa. A experiência do salmista deve confortar aqueles que não conseguem encontrar uma resposta imediata aos questionamentos sinceros da alma (ver Gn 37:35; Jr 31:15). CBASD, vol. 3, p. 912.
3 Passo a gemer. Quanto mais o salmista meditava sobre a administração incompreensível do governo de Deus, mais triste ele ficava e mais inclinado a se rebelar. CBASD, vol. 3, p. 912.
4. Não me deixas pregar os olhos. Literalmente, “Tu sustentas as vigílias dos meus olhos”. Na maneira de ver do salmista, Deus o mantém acordado para que medite a noite toda. CBASD, vol. 3, p. 912.
6 De noite. O salmista mostra preferência por meditar e orar na quietude da noite (ver Sl 16:7; 17:3). CBASD, vol. 3, p. 912.
8 Graça. Ou, “amor”, do heb. chesed (ver nota adicional ao Salmo 36). CBASD, vol. 3, p. 912.
9 Benigno. O salmista parece sentir que Deus esqueceu-se de um dos principais atributos de Seu caráter (Ver Êx 34:6). CBASD, vol. 3, p. 912.
10 Minha aflição. O salmista não encontra falta em Deus, mas reconhece sua própria fraqueza de espírito e sua capacidade de entender os caminhos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 912.
11 Recordo. Este verso marca a transição do pesar e do protesto, da primeira seção do poema, para a esperança e a confiança da segunda seção. CBASD, vol. 3, p. 912.
13 De santidade. Embora o ser humano não possa compreendê-lo, o caminho de Deus é sempre santo, justo e bom (ver Gn 18:25). CBASD, vol. 3, p. 913.
15 Com o Teu braço. O braço é símbolo de força (ver Êx 6:6; Sl 10:15; 98:1). CBASD, vol. 3, p. 913.
16-20 Os v. 16 a 20 são uma descrição bem compacta e, contudo, dramática do milagre da libertação no Mar Vermelho. Esses versículos fornecem valiosos adicionais à narrativa do êxodo (ver PP, 287; comparar com a narrativa em Êx 14:27-29). CBASD, vol. 3, p. 913.
16 Viram-Te as águas. É sublime o recurso de personificação utilizado pelo salmista, que representa as águas como que reconhecendo a presença do Senhor e fugindo de medo dEle, para abrir caminho a Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 913.
16 Temeram. Literalmente, “eles se contorciam em dor”, como dores de parto. CBASD, vol. 3, p. 913.
19 O Teu caminho. Embora invisível, Deus estava com Seu povo ao atravessar o leito seco do mar (ver Êx 15:13; Sl 78:52, 53). Deus está sempre com Seus filhos quando estes seguem Sua direção.. CBASD, vol. 3, p. 913.
20 De Moisés e de Arão. Deus era o verdadeiro Líder. Moisés e Arão eram Seus instrumentos (ver Nm 33:1). Assim como Deus libertou Israel no Mar Vermelho, libertará Seu povo em tempos de perigo. Esta percepção deve nos ajudar a sempre depositar a confiança nEle. O salmista termina expressando confiança no poder redentor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 913
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SALMO 77 – Ao mergulharmos profundamente no conteúdo deste Salmo sagrado, somos conduzidos a um mundo de emoções intensas e questionamentos sinceros, abrindo o coração para uma corajosa jornada de auto descoberta espiritual.
As palavras deste Salmo permitem-nos explorar a experiência do desespero e dúvida que inúmeras vezes trazem momentos de grandes aflições; ao mesmo tempo, a motivação do salmista encoraja-nos a busca pela presença divina e a encontrar esperança, mesmo quando as evidências apontam na direção contrária.
“O versículo 10 é o pivô desse Salmo, passando da descrição de uma experiência de escuridão e tristeza para a descrição de alegria e louvor. A primeira relata uma tristeza que está esmagando a alma. A segunda descreve um cântico que é resultado de uma visão que apagou a origem da tristeza. Na primeira parte, uma grande enfermidade ou debilidade obscurece o céu, e não se ouve cântico. Na segunda parte, vemos o irromper de um grande cântico, e a tristeza é esquecida. A diferença está entre um [indivíduo] que se preocupa com as dificuldades e um [indivíduo] que vê Deus entronizado lá no alto”, analisa criteriosamente Campbell Morgan.
Após isso, ele destaca: “Na primeira parte [do Salmo], o ego predomina. Na segunda, Deus é visto em Sua glória. Um aspecto muito simples desse Salmo deixa isso perfeitamente claro. Nos versículos 1 a 9, o pronome pessoal da primeira pessoa ocorre 22 vezes, e há referências a Deus por nome, título e pronome. Na segunda parte, há apenas 3 referências pessoais e 24 menções a Deus”.
Então, Morgan conclui com maestria numa aplicação impactante: “A mensagem do Salmo é que focar na tristeza deixa a pessoa quebrada e desanimada, enquanto olhar para Deus faz com que a pessoa cante mesmo no dia mais escuro. Quando nos conscientizamos de que nossos anos estão nas mãos dEle, encontramos luz por toda parte e nosso cântico se eleva”.
Considere:
• A mudança do pronome pessoal da primeira pessoa para as menções a Deus reflete uma importante mudança de perspectiva.
• Ao invés de nos concentrarmos apenas em nossos problemas e dificuldades para reclamar, devemos ser redirecionados ao poder da glória de Deus.
• Desta forma, encontramos uma fonte de esperança que transcende nossas circunstâncias e nos capacita a cantar, mesmo em dias nebulosos!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 76 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 76 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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280 palavras
O Salmo 76 é uma ode [poema lírico destinado ao canto] de ação de graças pelo livramento de Jerusalém de um grande perigo. O salmo foi usado para celebrar a derrota dos exércitos assírios sob o comando de Senaqueribe (ver PR, 361, 362; cf. GC, 23). O salmista contemplo além das cenas de vitória imediata e vê nelas o triunfo da justiça divina, provando a tolice da ira do ser humano e a sabedoria em se submeter a Deus. O salmo consiste de quatro estrofes com três versículos cada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 910.
1 Judá … Israel. O paralelismo sinonímico [como sinônimos] das duas frases deste versículo indica que “Israel”é sinônimo de “Judá”. CBASD, vol. 3, p. 910.
2 Salém. O nome mais curto e antigo de Jerusalém. O lugar de paz, onde Deus habita (ver com. de Gn 14;18; PP, 703). CBASD, vol. 3, p. 910.
5 Os de ânimo forte. Os invasores que se orgulhavam de sua força. CBASD, vol. 3, p. 910.
8 Juízo. A derrota do inimigo foi considerada como um juízo dos céus. CBASD, vol. 3, p. 910.
10 Há de louvar-Te. A impiedade do ser humano faz com que Deus realize grande feitos. A hostilidade humana para com Deus dá oportunidade para que o poder divino seja manifestado, despertando louvor a Deus (ver Êx 9:16; 18:11). CBASD, vol. 3, p. 910.
Do resíduo das iras Te cinges. Literalmente, “Te cingirás”. O paralelismo das duas frases no versículo indica que Deus coloca, como um adorno, os últimos e inúteis esforços dos débeis seres humanos para demonstrar Sua força, vestindo-Se para Sua própria glória. A experiência de Daniel é um exemplo notável disso (ver PR, 543, 544). CBASD, vol. 3, p. 910, 911.
12 Orgulho (ARA; ARC: “espírito”). Do heb. ruach, literalmente, “vento”(ver com. de Ec 12:7). CBASD, vol. 3, p. 911.
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SALMO 76 – O conteúdo deste Salmo instiga nossa mente a refletir na grandiosidade e no poder de Deus. Nele, extraímos verdades maravilhosas sobre Seu caráter e contemplamos a majestade dAquele que é conhecido em Sua fortaleza.
A compreensão da sua mensagem deve despertar em nós um temor reverente, uma confiança inabalável e um desejo ardente de obedecê-lO em cada área da vida.
Hernandes Dias Lopes sintetiza a teologia do Salmo 76 da seguinte maneira:
1. Deus é conhecido em Sua fortaleza (Salmo 76:1-3).
a) Quanto mais conhecemos a Deus, maior é Seu nome para nós.
b) Onde Deus habita, aí reina a paz.
c) Onde Deus está a vitória sobre o inimigo é certa.
2. Deus é vitorioso contra seus inimigos (Salmo 76:4-6).
a) Deus é mais glorioso que os mais altos e estáveis reinos da Terra.
b) Deus reduz os mais valentes inimigos à paralisia total.
c) Diante de Deus os exércitos mais poderosos ficam paralisados.
3. Deus é temido por causa de Seu juízo (Salmo 76:7-10).
a) A ira de Deus é irresistível.
b) O juízo de Deus é universal.
c) O juízo de Deus alcança os ímpios para condená-los e os humildes para salvá-los.
d) A ira dos homens não pode frustrar os desígnios de Deus.
4. Deus é digno de ser obedecido (Salmo 76:11-12).
a) O povo de Deus, ao fazer votos, deve cumpri-los.
b) Os povos devem trazer ofertas a Deus porque Ele é digno.
c) Diante de Deus nenhuma soberba prevalecerá.
d) Deus é o Rei acima de todos os reis da Terra.
O conhecimento de Deus que impacta a vida é aquele que advêm das Sagradas Escrituras. Apenas o Deus revelado nas páginas bíblicas merece que nos rendamos diante de Sua grandiosidade e submetamos à Sua soberania. No entanto, nosso amor por Ele deve manifestar-se em nossa obediência, compromisso e adoração constante.
Anseio que o Soberano Deus vitorioso nos guie e nos fortaleça em nossa jornada de fé. Que Sua maravilhosa presença esteja conosco em todos os momentos, trazendo alívio, paz, vitória e alegria ao nosso coração todos os dias.
No Salmo 76, a fortaleza de Deus é conhecida, Sua vitória sobre os inimigos é incontestável, Seu juízo é temido… e Sua dignidade é indescritível. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 75 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 75 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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396 palavras
O Salmo 75 é um hino que celebra a libertação das mãos do inimigo. … Como os Salmos 46 e 47, aos quais de certa forma este se assemelha, o poema é vividamente dramático, em especial, na apresentação de Deus como o justo juiz. O salmo afirma que Deus faz tudo no tempo devido e reprova a impaciência humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 908.
1 Graças Te rendemos. O emprego da primeira pessoa do plural sugere que o salmo foi escrito para adoração pública. A repetição da frase confere ênfase litúrgica. CBASD, vol. 3, p. 908.
2 Tempo determinado. Do heb. mo’ed, “determinar o tempo”, “assembleia”, “lugar de reunião”. Deus é apresentado como o orador. Ele escolhe o tempo oportuno, o momento exato, mais apropriado para seus propósitos. A impaciência humana pretende ir adiante de Deus (vr Hc 2:3). CBASD, vol. 3, p. 908.
Retamente. Quando Deus julga, a justiça é feita a todos (ver 2Sm 23:3; Sl 58:1). CBASD, vol. 3, p. 908.
3 Vacilem. Quando o país parece estar prestes a se dissolver diante do invasor, Deus intervém para sustentar-lo. Sem Deus, tudo se arruinaria. CBASD, vol. 3, p. 908.
Colunas. A terra é comparada a um forte edifício sustentado por colunas. CBASD, vol. 3, p. 908.
6 Auxílio. Literalmente, “levantar”. O êxito não advém de vantagens geográficas naturais ou de nações que habitam as regiões das quatro direções, mas da conformidade do ser humano com o plano eterno de Deus (ver CBV, 476, 477). A resposta final vem de Deus (ver v. 7). CBASD, vol. 3, p. 908.
7 Abate. Isto acontece tanto com pessoas quanto com nações (ver 1Sm 2:7, 8; Sl 147:6; Dn 2:21; 4:17). CBASD, vol. 3, p. 909.
8 Cálice. Representa-se a Deus segurando um cálice para que a humanidade o beba (ver com. de Sl 60:3; cf. Is 51:17, 22; Ap 14:9, 10). CBASD, vol. 3, p. 909.
Cheio de mistura. O vinho é misturado com especiarias, para torná-lo anda mais forte e aumentar o seu poder intoxicante (ver Pv 9:2; 23:30; Is 5:22). CBASD, vol. 3, p. 909.
Escórias. Os ímpios devem esvaziar o cálice, bebendo todo o seu conteúdo. ate quadro impressionante do juízo justo d Deus tem o propósito de provocar temor ao pecado. CBASD, vol. 3, p. 909.
9 Abaterei. O sujeito deste verso pode ser Deus. A linguagem hebraica utiliza bastante o recurso de trocar de forma repentina o pronome pessoal. O salmista talvez fale por Deus, ou pelo povo, mas com a certeza de que Deus os ajudará a derrotar o ímpio. O salmo termina com uma declaração universal do governo just ode Deus. CBASD, vol. 3, p. 909.
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SALMO 75 – A teologia expressa neste Salmo é simples, porém profunda e impactante.
Reflita a seguir nos seguintes pontos:
• Deus tem o poder de julgar: Como Juiz do Supremo Tribunal Celestial Deus possui capacidade e autoridade para exaltar e humilhar a quem quer que seja, conforme Sua Soberana vontade (Salmo 75:7). No momento adequado conforme Sua presciência, o julgamento ocorrerá perfeitamente (Salmo 75:2).
• Deus controla o tempo e os eventos históricos: Ele detém um cálice do juízo para cada situação injusta e ímpia que os indivíduos promoverem. Deus tem o controle completo sobre o curso da história e sabe quem deverá beber do cálice amargo da Sua justiça até a última gota (Salmo 75:8). Mesmo que pareça que tudo esteja desmoronando, Deus está mantendo as coisas firmes e estáveis (Salmo 75:3).
• Deus julga os ímpios e os justos: O Deus que um dia julgará no futuro, intervém no presente na história humana para quebrar as forças cruéis dos ímpios e para exaltar aos justos (Salmo 75:9-10). Nestes versículos, vemos um reconhecimento da grandeza de Deus e o compromisso de proclamar Sua soberania e justiça de geração em geração (Salmo 75:1).
Devido a estas sublimes e elevadas verdades reveladas, os arrogantes e os ímpios são advertidos nos versículos 4 e 5; neles, o salmista repreende a atitude orgulhosa e a postura insolente; chamando aos prepotentes à humildade diante da autoridade do Deus verdadeiro. Note o texto sapiencial de Provérbios 6:16-19:
“Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que Ele detesta: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.
Deus é intolerante aos arrogantes e aos soberbos, mas quer salvá-los. Eles são instruídos a não se exaltarem nem a desafiar a Deus com insolência. O Salmo exige respeito e reverência diante da majestade e soberania do Juiz Celestial.
No Apocalipse 16, descreve-se sete taças da ira de Deus as quais contêm julgamentos divinos a serem derramados sobre a Terra como juízo final. Tanto o cálice mencionado em Salmo 75:8 quanto as taças do Apocalipse representam o poder e o controle de Deus sobre a história. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.