Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de novembro de 2025, 0:30
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JOSUÉ 21 – Deus é bom, Suas promessas são maravilhosas e Sua atuação resulta em satisfação ao coração humano que confia e depende dEle.

O loteamento de Canaã estava pronto. O assentamento israelita já estava garantido. Embora os levitas não recebessem uma área geográfica, receberam 48 cidades. Não que eles fossem irrelevantes, mas porque eles eram importantes na sociedade do povo de Deus.

O clímax da revelação do livro de Josué encontra-se nos versículos finais deste capítulo. Deus jurou dar a terra aos israelitas, e cumpriu. Nenhuma de Suas boas promessas “falhou; todas se cumpriram”. Desta forma, o povo desfrutou de “descanso de todos os lados, como tinha jurado aos seus antepassados”. Tudo aconteceu conforme Deus revelou no Pentateuco.

Assim, cada parte do livro de Josué está fundamentada “na teologia proposta na Lei [Pentateuco]. Não há nenhum desvio do monoteísmo. Não há nenhuma hesitação diante da palavra escrita que Moisés deu ao povo. Não há nenhuma dúvida de que a terra que está invadindo vem de Deus, uma dádiva que não merece de forma alguma. Ainda assim, comentem-se erros. O povo é tão humano quanto seus genitores. Mas, ao contrário de seus genitores, confessa seus erros e aprende a evitar os castigos severos que são resultados de ignorar a palavra explícita de Deus. Pelo fato de o povo assim proceder, o livro de Josué descreve, na prática, o maior triunfo teológico e histórico já experimentado pela nação” – analisa Paul House.

Além disso, House afirma que “a conquista e a divisão [da terra] fazem com que a teologia de Israel esteja alicerçada na realidade histórica”; a Escritura mostra que “a guerra é real, os cananeus são reais e as cidades são reais”. Assim, a teologia israelita “não acontece em dimensões mitológicas mas nos embates cruciais da vida, em assuntos banais, nos eventos reais da história. Até mesmo os milagres acontecem em situações específicas em momentos específicos. Não acontecem no vácuo ou num mundo mítico”.

Deus atua em nossa história; não aleatoriamente, mas estrategicamente – não apenas a Terra Prometida, mas a Bíblia é prova dessa verdade. A Palavra de Deus é suficiente, perfeita e exata, nos fará bem dar-lhe mais valor e ouvidos estudando-a diligentemente (Deuteronômio 4:2; 12:32; Provérbios 30:5-6; Apocalipse 22:18).

Reavivemo-nos na Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
9 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JOSUÉ 20 – Primeiro leia a Bíblia

JOSUÉ 20 – BLOG MUNDIAL

JOSUÉ 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOSUÉ 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de novembro de 2025, 0:50
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933 palavras

Havia seis cidades levíticas destinadas a servir de refúgio – três de cada lado do Jordão. Moisés designou as três ao oriente do Jordão (Dt 4.41-43) e Josué e os outros líderes indicaram as três ao ocidente do rio. As cidades não eram destinadas a proteger o criminoso, mas serviam de refúgio àqueles que cometiam homicídio, a fim de escaparem à vingança do sangue derramado enquanto se investigava se fora predeterminado ou acidental (Nm 35.6, 11). Bíblia Shedd.

cidades de refúgio. A lei das cidades de refúgio é apresentada em sua forma completa em Números 35 e Deuteronômio 19. … Na mentalidade hebraica estava profundamente arraigado o sentimento de que o parente mais próximo era o guardião da vida de seu irmão e, por isso, devia vingar sua morte. Em vez de contrariar esse sentimento ou tentar proibi-lo, Deus pôs tal emoção sob controles provisórios e saudáveis, os quais impediam que se cometesse uma grande injustiça quando o crime não houvesse ocorrido. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 280.

por engano, … sem o querer. Se refere, de modo geral, a atos não premeditados que resultavam na morte de uma pessoa. Mesmo que buscasse proteção numa das cidades de refúgio, o homicida que agira com premeditação recebia prontamente o castigo após um exame do caso. CBASD, vol. 2, p. 280.

vingador de sangue. Nas nações civilizadas a vida civil é regulamentada por leis e o castigo é aplicado contra o criminoso pelos tribunais. Nas nações antigas era permitido que a parte ofendida se vingasse com as próprias mãos; este era o “vingador de sangue”. (Veja Gn 9.5-6; Nm 35.31; Rt 3.9-12; Mt 5.38, 39). Bíblia Shedd.

fugindo. As estradas que conduziam às cidades de refúgio deviam ser sempre mantidas em bom estado. Onde houvesse encruzilhadas, era necessário colocar placas indicando o caminho que levava à cidade. … O antigo plano referente às cidades de refúgio apresenta notáveis ilustrações da vida cristã. O pecador deve fugir sem demora ao refúgio que é Jesus Cristo (Hb 6:18). Aqueles que conhecem a direção devem colocar placas no caminho. Uma grande responsabilidade repousa sobre esses guias, e o descuido pode resultar numa placa que aponte  para a direção errada, extraviando, assim, o pecador em fuga. CBASD, vol. 2, p. 281.

à porta dela. O portão da cidade era o lugar normal para se realizar transações legais (Rt 4.1-12). Bíblia de Genebra.

perante a congregação. Provavelmente a congregação da cidade do acusado, não a da cidade de refúgio (ver Nm 35:24, 25). Se fosse considerado culpado, o homicida era entregue ao vingador de sangue; mas se fosse considerado inocente de assassinato voluntário, a congregação o devolvia à cidade de refúgio, onde deveria permanecer até a morte do sumo sacerdote. CBASD, vol. 2, p. 280, 281.

Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.

Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).

Designaram. Literalmente, “santificaram”, isto é, separaram estas cidades para uso santo. … Todas elas eram cidades dos levitas, nas quais viviam esses ministros de Deus, que desempenhavam seu serviço ao Senhor em turnos. Essas circunstâncias proporcionavam ao fugitivo a oportunidade de estudar e conversar com os levitas, que eram instruídos nas coisas de Deus. Portanto, o lugar de refúgio poderia, ao mesmo tempo, se transformar numa verdadeira fonte de bênção para o homicida, pois os sacerdotes e levitas poderiam lhe ensinar o caminho do Senhor (ver Dt 17:8-13; 21:5; 33:9, 10). Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. Para benefício de todas as tribos, ficavam a uma distância conveniente umas das outras. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.

Quedes. Este nome vem do heb. qadash, “ser santo”, que, em sua forma intensiva, quer dizer “santificar”. É dessa palavra que deriva o substantivo qodesh, que significa “santidade”. CBASD, vol. 2, p. 281.

Designaram, pois, solenemente, Quedes (ARA; NVI: “separaram Quedes”). Jogo de palavras em hebraico: “consagraram a (cidade de) consagração”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

e para o estrangeiro que habitava entre eles. Evidência de proteção igualmente garantida aos estrangeiros residentes em Israel (cf Lv 19.33, 34; Dt 10.18, 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para o estrangeiro. Deus fez provisões para que o estrangeiro compartilhasse dos benefícios espirituais de Israel. Quando os israelitas saíram do Egito, uma multidão de estrangeiros recebeu permissão para os acompanhar. Quando os gibeonitas procuraram a paz, Israel fez aliança com eles. Quando Raabe expressou sua fé, o Senhor a aceitou. Assim ocorreu ao longo dos séculos. Deus não faz acepção de pessoas. Todo aquele que se aproxima dEle não será lançado fora (Jo 6:37). Há uma porta aberta para todos os que queiram se achegar a Deus com humildade e espírito contrito. CBASD, vol. 2, p. 282.



JOSUÉ 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
9 de novembro de 2025, 0:30
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JOSUÉ 20 – Não devemos abrigar em nossa mente a ideia de que haja algum lugar em nosso planeta – tomado pelo maligno – que seja absolutamente seguro.

Os planos de cidades refúgios orientados por Deus a Moisés (Êxodo 21:12-13; Números 35:6-28; Deuteronômio 4:41-43; 19:1-13), deveriam ser executados por Josué. Pois acidentes acontecem em todos os lugares. Inclusive poderia acontecer na Terra Prometida; sim, mesmo entre o povo abençoado e protegido por Deus.

Josué 20 revela que uma pessoa pode machucar ou matar a outra sem intenção. Acidentes fatais e mortais podem acontecer entre pessoas consagradas. A vingança irracional oriunda do calor da emoção pode surgir inclusive em corações de pessoas que possuem o privilégio da presença de Deus entre elas. Por conseguinte, é possível ter homicidas involuntários entre os servos de Deus.

Além de acontecer de pessoas consagradas causarem acidentes graves, pessoas consagradas podem sofrer acidentes fatais. Ninguém neste mundo está absolutamente blindado diante das situações acidentais resultantes da degradação causada pela força do pecado. Cristãos fervorosos podem ter membros da família ceifados pela morte resultante de acidente.

Josué 20 incentiva-nos a não alimentarmos um espírito vingativo. Não devemos abrigar e nem alimentar a raiva em nosso íntimo.

Também, não devemos abrigar culpa quando o que causamos foi acidental. Como diz o próprio nome, “acidente” não é algo programado, ou premeditado; acontece sem querer, sem nenhuma intenção de que qualquer fatalidade acontecesse.

A proteção para quem causa acidente foi provida por Deus nas cidades refúgios, lugares em que, “qualquer israelita ou estrangeiro residente que matasse alguém sem intenção, poderia fugir para qualquer dessas cidades para isso designadas e escapar do vingador da vítima, antes de comparecer a julgamento perante a comunidade” (Josué 20:9). Assim, os vingadores são protegidos de não praticarem injustiças tomados pela raiva natural ou vingança irracional.

Mesmo que o homicídio fosse acidental, onde o causador da desgraça não fizesse nada por maldade ou premeditação, ele precisaria “permanecer naquela cidade [de refúgio] até comparecer a julgamento perante a comunidade e até morrer o sumo sacerdote que estiver servindo naquele período. Então, poderá voltar para a sua própria casa, a cidade de onde fugiu” (Josué 20:6).

Jesus é o nosso sumo sacerdote que livra-nos do temor da retaliação do pecado. Sua morte nos confere vida, vida eterna! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
8 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JOSUÉ 19 – Primeiro leia a Bíblia

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JOSUÉ 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOSUÉ 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de novembro de 2025, 0:50
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1943 palavras

Saiu a segunda sorte … à tribo dos filhos de Simeão. Cidades dentro das fronteiras de Judá (15.21) no Neguebe junto com a fronteira sul de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É provável que os contornos da terra não fossem adequados para uma repartição em sete porções. Já que Judá havia recebido um território muito grande, é provável que tenham feito à tribo a sugestão de repartir sua herança com uma das outras. Quando a sorte foi lançada, essa parte saiu para Simeão. Talvez, a princípio, os israelitas tenham suposto que a terra fosse grande o suficiente para dar uma grande porção a Judá. Na verdade, se o povo tivesse ocupado todo o território que Deus originalmente desejara dar-lhes, “desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates” (Gn 15:18; ver Dt 11:24), Judá poderia ter permanecido com toda a porção que lhe fora destinada. No entanto, Israel se tornara conformado e negligente. Agora era preciso ajustar os limites de acordo com sua fé. Isso tende a se repetir. As pessoas também poderiam receber mais da parte do Senhor se exercessem fé em buscar grandes coisas dEle. Estas coisas “foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co 10:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 271-272.

no meio dos filhos de Judá. O território conferido a Simeão era dentro do território que coube a Judá (Gn 49.7). Judá e Simeão agiram juntos em Jz 1.3, 17. Em algum estágio, a tribo de Simeão parece ter perdido sua identidade distinta. Bíblia de Genebra.

A herança de Simeão permite ver como foi explícita a orientação de Deus na escolha das porções das tribos. Por causa do massacre do povo de Siquém realizado por Simeão e Levi (Gn 34), Jacó profetizou, antes de morrer, que dividiria essas duas tribos de Jacó e as espalharia em Israel (Gn 49:7). Como já se viu, Levi não receberia herança própria, teria apenas cidades entre as diversas tribos. nesse momento, Simeão recebeu sua parte dentro da herança de Judá. Simeão ficou ainda mais isolado; por isso, quando houve a divisão dos reinos de Judá e Israel durante o reinado de Roboão (1Rs 12), a tribo de Simeão, embora tenha aderido ao reino das dez tribos, foi separada do território desse reino pelo território de Judá. Dessa maneira, eles foram divididos em Jacó [Israel]. As Escrituras não dizem muito a respeito da tribo de Simeão. Dela não saiu nem juiz, nem profeta, nem qualquer outra pessoa ilustre. CBASD, vol. 2, p. 272.

demasiadamente grande para eles. Naquela ocasião era grande demais. Mas se tivessem olhado com fé para o futuro, não teria sido mais do que o necessário, com a bênção de Deus. No entanto, a esse ponto, os israelitas haviam começado a perder a visão do plano que o Senhor tinha para eles e se conformaram em receber apenas o suficiente  para satisfazer as necessidades do momento. Deus permitiu o reajuste temporário; mesmo, porém, dentro desse programa adaptado, Israel tinha o privilégio de crescer e expandir seus territórios até que chegasse a precisar de todos. Quão estreita e egoísta se torna a visão das pessoas se perdem de vista o plano do Senhor! Realiza-se pouco porque se busca pouco, e isso ocorre porque há a tendência humana de calcular a força segundo os limites da carne, em vez de contar com o braço poderoso de Deus. CBASD, vol. 2, p. 273.

10 terceira vez, a sorte saiu para Zebulom. Essa tribo recebeu uma porção da Galiléia inferior, a oeste do mar da Galiléia e na vizinhança da cidade de Nazaré (no NT). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 Gate-Hefer. “Lagar de Hefer”, a cidade natal de Jonas (2Rs 14:25). CBASD, vol. 2, p. 273.

15 Belém. “Casa de pão”. Esta cidade se encontrava no norte (herança de Zebulom) e não “Belém Efrata” (Mq 5.2), onde Jesus nasceu. Bíblia Shedd.

17  quarta vez… Issacar. A sudoeste do mar da Galiléia, estendendo-se até Bete-Seã no sul e ao vale de Jezreel a oeste. O monte Tabor marcava sua fronteira norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Bete-Semes. “Casa do sol”, que não deve ser confundida com a cidade de mesmo nome de Judá (Js 15:10), nem com a localizada no território de Naftali (Js 19:38). … A existência de várias cidades com este nome revela a prevalência da adoração ao sol. CBASD, vol. 2, p. 275.

24 quinta vez… Aser. Aser recebeu a planície litorânea até Sidom, na Fenícia, ao norte, e até o monte Carmelo, no sul. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A região fértil ao longo da costa do Mediterrâneo, a oeste e ao norte de Zebulom. CBASD, vol. 2, p. 275.

26 Carmelo. “Terra de jardim” ou “terra frutífera”. Josué conquistou o rei Jocneão que dominava esta região montanhosa. (12.22). Foi aqui que Elias ganhou sua retumbante vitória no nome do Senhor sobre o deus de Jezabel (cd 1 Rs 18 e 19.12). Bíblia Shedd.

32 sexta vez… Naftali. Área que ficava, na maior parte, ao norte do mar da Galiléia, abrangendo o atual vale de Hulé e as montanhas que faziam fronteira com Aser a oeste. Sua extremidade sul ficava na margem inferior do mar da Galiléia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 Quinerete. Significa”uma lira” ou “uma harpa”. Era uma cidade fortificada na costa noroeste do mar de Quinerete (Galileia). Deu seu nome ao lago em formato de harpa, que, posteriormente, passou a se chamar de mar de Genesaré ou da Galileia. CBASD, vol. 2, p. 277.

40 sétima vez… Dã. Cotovelo de terra, espremido entre Efraim e Judá, a oeste de Benjamim. O porto de Jope marcava o canto noroeste de Dã. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Depois de Judá, era a mais numerosa de todas as tribos, nos censos realizados durante o êxodo (ver Nm 1 e 26). CBASD, vol. 2, p. 277.

42 Aijalom. Cidade provavelmente localizada no vale de Aijalom, da qual os amorreus se recusaram a abrir mão. O vale vai de Jerusalém ao Mediterrâneo, cortando as colinas da Sefelá em direção a Lida. CBASD, vol. 2, p. 277.

43 Timna. Esta cidade foi primeiramente dada a Judá (Js 15:57). Com certeza, é a mesma Timna de Juízes 14:1-5, onde Sansão encontrou sua esposa. Pelo menos durante algum tempo esteve sob o controle dos filisteus, e há dúvidas de que os danitas a tenham conquistado em algum momento. CBASD, vol. 2, p. 277-278.

Ecrom. Era a mais setentrional [mais ao norte] das cidades importantes dos filisteus. CBASD, vol. 2, p. 278.

46 Jope. Significa “beleza”. Era a principal cidade portuária de toda a Judeia. Seu nome moderno é Jaffa, e é contígua à cidade judaica também portuária de Tel-Aviv. Não se afirma com certeza que Jope fazia parte do território de Dã. A declaração [“defronte de”] parece sugerir que o limite chegava até perto da cidade, mas não a incluía. CBASD, vol. 2, p. 278.

47 Saiu, porém, pequeno o limite aos filhos de Dã (ARA; NVI: “Mas a tribo de Dã teve dificuldade para tomar posse do seu território”). Literalmente, “o território dos filhos de Dã saiu deles”. Isto é, não o conseguiram reter porque seus poderosos vizinhos amorreus os forçaram a se retirar para as montanhas, não permitindo que habitassem no vale (Jz 1:34). Essa situação os colocou em tamanha dificuldade que precisaram procurar outro território, onde não houvesse oposição tão ferrenha. CBASD, vol. 2, p. 278.

Os amorreus dessa área “confinaram a tribo de Dã à serra central” (Jz 1.34), de modo que a maior parte da tribo migrou para a região superior do vale do Jordão, onde tomou posse da cidade de Lasém (ou Laís, Jz 18.2-10, 27-29) e lhe deu o novo nome de Dã. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Desse modo, os filhos de Dã se recusaram a ocupar o território que lhes fora atribuído por Deus, que lhes teria dado a vitória completa sobre seus inimigos se estivessem dispostos a cooperar com o plano divino. Em vez disso, ocuparam o território de sua escolha. Alguns têm sugerido que essa atitude de Dã seria a causa de sua omissão na lista das tribos em Apocalipse 7. CBASD, vol. 2, p. 278.

Lesém. Esta cidade ficava próxima à nascente do Jordão, ao pé do monte Líbano [extremo norte da Palestina]. É chamada de Laís em Juízes, antes de ser tomada pelos danitas. Ela foi descoberta por cinco espias enviados pelos danitas para reconhecer a região norte. Eles informaram que e terra era muito boa e a cidade, calma e segura, sem acordos com outras cidades e bem distante de Sidom. Imediatamente 600 homens armados se puseram a caminho, tomaram a cidade e lhe mudaram o nome para Dã (ver Jz 18). CBASD, vol. 2, p. 278. [O que eles não sabiam que aquela região era o caminho por onde viriam, no futuro, os exércitos invasores dos terríveis assírios e babilônios, legando um terrível futuro aos seus descendentes.]

49 deram a Josué… uma herança. No relato da distribuição da terra prometida (o território a oeste do Jordão), Calebe é tratado em primeiro lugar (14.6-15), e Josué, por último. … De modo apropriado, o que tocou para Josué veio em último lugar; ele não era nenhum rei nem conquistador militar, mas o servo de Deus comissionado para introduzir o povo do Senhor na terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

50 o mandado do SENHOR. Esse mandamento divino não ficou registrado em qualquer outro lugar (cf 14.9, nota). ver Nm 14.30. Bíblia de Genebra.

Timnate-Sera. “Porção extra” ou “porção frutífera”. Essa cidade situava-se dentro dos limites da tribo de Efraim, da qual José fazia parte (1 Cr 7.27). Com uma pequena mudança de letras em Juízes 2.9, o nome passa a ser Timnate-Heres, “Porção do sol”; aqui Josué foi sepultado. Segundo o rabi Salomão Jarchi, o nome desta cidade foi mudado depois da morte de Josué, por haverem colocado um distintivo ou figura do Sol sobre o túmulo daquele que mandou parar o Sol. Bíblia Shedd.

Localizada no canto sudoeste de Efraim, defronte ao mar [Mediterrâneo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josué não escolheu um território grande ou proeminente, mas um pequeno local isolado nas rústicas montanhas de Efraim. Isso era coerente com o espírito altruísta e caráter nobre de Josué, que o relato bíblico deixa transparecer. Também dá testemunho de liderança de servo para os oficiais da igreja e servidores públicos de hoje. Josué, que colocou o centro de seu ministério no serviço do santuário (ver nota sobre 18.1), afastou-se para o interior, a um dia de distância do tabernáculo do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

Não lutava para conseguir para si benefícios por causa de seu cargo, algo que poderia ter feito com facilidade. Afastou a tentação à qual estão expostos constantemente os líderes, a saber, a de aumentar os próprios bens sem ter consideração pelos que se encontram em posições menos favoráveis. Embora fosse o mais velho e o homem mais importante em Israel, Josué foi o último a ser servido. Buscou o bem de sua gente acima de qualquer interesse particular. É um grande exemplo para todos aqueles que desempenham cargos públicos, seja na liderança civil ou eclesiástica. Além disso, é importante notar que não tomou a herança para si sem o consentimento do povo. O registro diz que os filhos de Israel lhe deram a terra. Eles amavam o líder. Não é de se estranhar que o povo tenha servido ao Senhor todos os dias de Josué e dos anciãos que viveram mais do que ele  (Js 24:31; Jz 2:7). O serviço abnegado gera amor, o que, por sua vez, leva à obediência. Ninguém tem direito à liderança até que tenha aprendido a servir com altruísmo. Cristo, que não agradou a Si mesmo (Rm 15:3), é o grande exemplo de serviço abnegado. CBASD, vol. 2, p. 278-279.

51 à porta da tenda da congregação. O trabalho da divisão fora realizado na presença de Deus e sob Sua direção. Foi feito em público, para que todos soubessem que a distribuição não era resultado de caprichos humanos. Tal conhecimento exerceria influência para refrear murmurações. No entanto, ainda assim alguns ficaram descontentes (Js 17:14-18). CBASD, vol. 2, p. 279.



JOSUÉ 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de novembro de 2025, 0:30
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JOSUÉ 19 – O propósito de Deus na conquista de Canaã era conquistar o mundo todo para a salvação. Os pagãos de Canaã perderam o território devido a não se renderem à graça oferecida pelo Deus verdadeiro. Contudo, os pagãos de todo o mundo teriam oportunidade de salvação com a atuação de Deus em meio a Seu povo alocado em Canaã.

• O plano de salvação não é exclusivo a uma única nação; ele é mundial. Um dia o reino de Deus vai tomar conta do mundo inteiro; portanto, toda a humanidade precisa saber disso para preparar-se, para então participar desse reino Universal.

Em Josué 19, o plano de conquista de território chegou ao fim com a herança distribuída às sete tribos restantes (Josué 18:1-2); mas não o plano de conquista dos reinos deste mundo para o reino celestial. Tudo foi realizado na presença de Deus (Josué 19:51). A profecia dada por Deus a Abraão cerca de 500 anos em Gênesis 15:13-16 chegava ao seu completo cumprimento.

• Atualmente, “de acordo com Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça” (2 Pedro 3:13).

Quando a Terra for renovava, será maravilhoso ter o próprio Deus repartindo o território para os salvos. Como se cumpriu a promessa de Deus a Abraão (Josué 19:51), certamente a promessa dada a Pedro por inspiração, também se cumprirá. Pois, “conforme a Sua grande misericórdia, Ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo. Nisso vocês exultem, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação” (1 Pedro 1:3-6).

O líder dessa conquista é Jesus, não Josué. A herança é maior e melhor. A batalha chama-se grande conflito. Precisamos receber ordens de nosso General assim como fez Josué (Josué 5:13-15); pois, com Ele, as portas do inferno não serão empecilho algum (Mateus 16:18). O reino de Deus subjugará todos os reinos deste mundo, o qual durará para sempre (Daniel 2:44).

Aguardemos por esse Reino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO 
7 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JOSUÉ 18 – Primeiro leia a Bíblia

JOSUÉ 18 – BLOG MUNDIAL

JOSUÉ 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOSUÉ 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de novembro de 2025, 0:50
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1434 palavras

Siló. Significa “lugar de descanso”. É provável que o nome tenha sido escolhido para o local porque, depois de peregrinar por mais de 40 anos, finalmente o tabernáculo do Senhor podia descansar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 266.

O nome moderno do lugar é Seilum. … Durante o tempo de Josué, Siló era uma cidade central e até ao tempo de Samuel ela era a sede do Tabernáculo judaico. … Parece que o Tabernáculo ficou ali cerca de 300 anos. O nome era significativo. Israel tinha conquistado a terra e poderia descansar da luta. Espiritualmente falando, este era o lugar para o povo encontrar-se com Jeová; nesse encontro houve descanso para suas almas. … Israel era mais do que uma nação, era uma congregação religiosa, tendo a Siló como o ponto central do culto. Bíblia Shedd.

Siló era um excelente lugar para o santuário, próximo ao centro geográfico da Palestina. Portanto, de fácil acesso a todas as tribos de Israel. Testes de campo demonstraram que a acústica e a capacidade visual em Siló tornaram o lugar ideal para uma grande assembleia ouvir e ver os procedimentos de culto. … Durante 300 anos, este foi o lugar no qual a glória do shekinah pairava sobre a arca da aliança e onde todo o Israel se reunia para adorar nas festas anuais. As escavações arqueológicas descobriram depósitos perto do terraço, com vários grandes vasos de armazenamento, contendo boa quantidade de trigo carbonizado e diversos objetos relativos ao santuário – todos queimados com fogo intenso, provavelmente quando os filisteus destruíram Siló por volta de 1050 a.C [nos tempos de Eli, 1Sm 4:1-11; PP, 514]. Bíblia de Estudo Andrews.

Siló nunca perdeu sua reputação de centro religioso de Israel. Referências posteriores na Bíblia apontam para impiedade e idolatria na cidade (Sl 78:56-60; Jr 7:12-15). Life Application Study Bible Kingsway.

Nos dias de Davi, esse papel foi transferido para Jerusalém. Bíblia de Genebra.

Até quando sereis remissos… ? Esta pergunta serve para despertar o povo de Deus em qualquer geração. Deus tem dado as promessas de vitória em nossas vidas espirituais; Ele, de Sua parte, tem feito tudo o que é necessário para a nossa vitória. Mas, como somos negligentes em possuir o que Deus nos quer dar! É necessário algum esforço espiritual da nossa parte para vencer as forças malignas em torno de nós. Bíblia Shedd.

Quantos de nós nos mostramos igualmente vagarosos para nos apropriar das bênçãos que o Salvador tem para nós! É muito bom que Deus, através dos tempos, tenha enviado pioneiros para dizer-nos em que estamos falhando e para estimular nosso zelo. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.

Por esse tempo, os cananeus estavam, na maioria dos lugares, tão enfraquecidos que não eram mais ameaça. Em vez de cumprir a ordem de Deus de destruir os cananeus remanescentes, contudo, estas sete tribos frequentemente tomavam o caminho mais fácil. Como povo nômade, eles provavelmente estavam relutantes em se estabelecer, preferindo depender economicamente do povo que deveriam eliminar. Outros teriam temido os altos custos da guerra contínua. Era mais fácil e mais rentável negociar com eles por mercadorias do que destrui-los e ter que providenciá-las por si mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.

Haviam enriquecido com os espólios dos cananeus e tinham fartura. Pareciam estar mais preocupados com a comodidade e a complacência do momento do que com a obtenção de sua herança. Como ocorrera com os construtores de Babel, estavam contentes com sua maneira de viver em comunidade. Ao que parece, não tinham a intenção de se espalhar e abandonar a boa companhia dos irmãos. Desde o começo, Deus estabeleceu o plano de que a humanidade de espalhasse sobre a face da Terra, em vez de todos se reunirem num mesmo lugar. Assim que perderam sua visão espiritual, os seres humanos mostraram a tendência de se congregar e de procurar a proteção de outras pessoas, em vez de confiar no cuidado divino. Há uma implicação clara nisso. Após a conversão verdadeira e depois de se receber o direito à vida eterna, a grande preocupação deve ser a de trabalhar para entrar na posse da herança eterna. No entanto, por vezes, as pessoas se conformam com os despojos desta vida, assim como as sete tribos, e não sentem a urgência de prosseguir com as conquistas. É relevante a admoestação do apóstolo Paulo: “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna” (1Tm 6:12). CBASD, vol. 2, p. 267.

possuir. Isso significa possuir a terra completamente, algo mais do que a conquista inicial (1.11, 15; 13:1, 21.43). Trata-se de um ato de fé obediente, porquanto estava baseado na promessa de Deus (1.11, nota), o que explica a nota de repreensão envolvida na pergunta feita por José. Bíblia de Genebra.

Deve ser feita, portanto, uma distinção entre as guerras nacionais de conquista (livro de Josué) e as guerras tribais de ocupação (Jz 1, 2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josué perguntou porque algumas tribos estavam protelando o trabalho de possuir a terra. Frequentemente adiamos trabalhos que nos parecem grandes, tediosos ou desagradáveis. Mas o seu adiamento contínuo mostra falta de disciplina, fraca mordomia de tempo e, em alguns casos, desobediência a Deus. Trabalhos que não gostamos requerem concentração, espírito de equipe, muito mais tempo, encorajamento e prestação de contas. Lembre-se disto quando estiver tentado a procrastinar. Life Application Study Bible Kingsway.

corram a terra e façam dela um gráfico. Literalmente, “escrevam-na”. Ao que parece, os homens deveriam descrever a terra, o nome e o tamanho das cidades, a aptidão dos terrenos para a agricultura, a pecuária, etc., a fim de que o valor das propriedades pudesse ser devidamente determinado. Depois de obter essa informação, a delegação deveria dividir todo o território em sete partes. CBASD, vol. 2, p. 267.

Em sete partes fareis o gráfico da terra. Os vinte e um homens iam olhar a terra e preparar uma descrição segundo certas divisões. depois, estas seriam divididas entre as sete tribos[Benjamim, Simeão, Zebulom, Issacar, Aser, Naftali, Dã, cf. Js 18:11-19:48], lançando as sortes. Judá, Rúben, Gade e as tribos de José [Efraim e Manassés] não estavam incluídas, tendo já ganho suas porções (5). Bíblia Shedd.

8,9 levantar. Literalmente, “escrever [a descrição de]”. Depois de armar o tabernáculo, Josué enviou homens para levantar o mapa (descrever por meio da escrita) do restante da terra ainda não separado em porções e dividi-lo em sete partes. Então Josué e o sumo sacerdote Eleazar ficaram à porta da tenda da congregação, repartindo a herança de Israel em porções (v. 10; 19:51). Bíblia de Estudo Andrews.

num livro. Além de fazer uma descrição escrita das principais características da terra, é provável que os homens tenham feito alguns desenhos do território em forma de mapa. A declaração sugere que um reconhecimento geográfico das cidades foi feito e registrado. É possível que se trate do primeiro exemplo de estudo topográfico de que se tem registro. Talvez os israelitas tenham aprendido a arte com os egípcios, que eram bons topógrafos. CBASD, vol. 2, p. 267-268.

11 a sorte… Benjamim… entre os filhos de Judá e os filhos de José [Efraim]. Zona tampão entre Judá e Efraim, as duas tribos dominantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importante cidade de Jerusalém ficava em seu território. Parece que, por algum tempo, essa cidade foi posse conjunta de Judá e Benjamim (ver Jz 1:8, 21; 1Cr 8:28, 32). Posteriormente, Jerusalém se tornou a cidade real da casa de Judá. CBASD, vol. 2, p. 268.

16 O vale do Filho de Hinom [ge-hinnon ao sul de Jerusalém] ficou associado à adoração de Moloque (o deus amonita), nos dias de Jeremias. Estes ritos terríveis envolviam o sacrifício de crianças. Mais tarde o vale foi usado para a queima de lixo e cadáveres de criminosos e animais. Portanto o nome [gehenna, em grego] tornou-se um sinônimo para inferno. Life Application Study Bible Kingsway.

22 Betel. Esta cidade [da tribo de Benjamim] passou para as mãos dos efraimitas quando a tribo de Benjamim foi quase totalmente exterminada (Jz 20). Na divisão do reino [Norte/Samaria x Sul/Judá] sob o governo de Roboão, embora a tribo de Benjamim estivesse unida a Judá, Betel era considerada parte do reino do norte de Israel, na fronteira sul de Jeroboão. Foi ali que o monarca colocou um dos bezerros de ouro (1Rs 12:29-33). CBASD, vol. 2, p. 268.

28 esta era a herança dos filhos de Benjamim. Comparada com a herança das outras tribos, a de Benjamim era uma das menores em área. No entanto, segundo Josefo, seu solo era o mais rico. O território ocupava uma posição extremamente estratégica, e o nome de muitas de suas cidades indica, por seu significado, que estavam situadas nas alturas, facilitando, portanto, a defesa. Sem dúvida, foi por essa força defensiva que a tribo de Benjamim conseguiu, certa vez, resistir com sucesso [até certo ponto] aos exércitos combinados de Israel. CBASD, vol. 2, p. 270.



JOSUÉ 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de novembro de 2025, 0:30
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JOSUÉ 18 – A essa altura ainda havia sete tribos que não tinham recebido herança, território. Então, Josué dividiu em sete partes o restante da terra. O capítulo encerra apresentando a herança a o limite do território de Benjamim com suas cidades.

Nenhuma tribo deveria ficar sem herança, exceto a tribo de Levi; ela serviria às outras tribos como liderança espiritual.

A fim de não consumirem seu tempo com atividades seculares, os levitas não deveriam cultivar a terra nem criar animais. Deveriam dedicar tempo às coisas espirituais, desenvolvendo a importantíssima obra de Deus (Josué 18:7).

O capítulo inicia informando que a tenda da congregação, o Santuário, foi armado em Siló, cujo significado é “lugar de descanso”. O Comentário Bíblico Adventista apresenta três razões para a conveniência deste lugar:

• Era um lugar central.
• O local estava protegido e isolado.
• Ficavam no território da tribo de Efraim, da qual Josué fazia parte. Dessa maneira, ele, líder da nação, teria fácil acesso ao santuário sempre que precisasse consultar a Deus.

“Na terra de Canaã, o povo de Deus devia ter um lugar de reunião, onde, três vezes ao ano, poderiam todos se encontrar para adorar ao Senhor… Deus não varreria da existência as nações idólatras. Ele lhes daria oportunidade de se familiarizarem com Ele por meio de Sua igreja. A experiência de Seu povo durante os quarenta anos de vagueação pelo deserto devia ser objeto de estudo dessas nações. As leis e o reino de Deus deviam se estender pelo território de toda a Terra, e Seu povo devia ser conhecido como o povo do Deus vivo. Seu culto era imponente e testificava da verdade do Deus criador. Seus sacrifícios apontavam para um Salvador vindouro que tomaria os reinos debaixo de todo o céu e os possuiria para sempre. Haviam sido dadas evidências de Seu poder para fazer isso, pois, como Líder invisível, não havia Ele subjugado os inimigos de Sua igreja e aberto caminho para ela no deserto? Seu povo nunca conheceria derrota se permanecesse à sombra do Altíssimo, pois Alguém mais poderoso do que os anjos lutaria ao lado deles em todas as batalhas”, comenta Ellen White (CBASD, v.2, p.1102).

• Toda estratégia divina era evangelística.
• Deus quer salvar pecadores!

Colaboremos com Ele: Vamos evangelizar! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.