Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 24 – Aqui encontramos um chamado à reflexão sobre nossa relação com Deus e nosso compromisso com Sua vontade. Permita que Deus fale profundamente ao teu coração; para isso, dedique-se à oração por compreensão.

“O contexto sugere que a visão ocorreu pouco depois de Jeoaquim ter sido levado cativo (597 a.C.)”, indica o Comentário Bíblico Adventista. O texto profético informa que Jeremias viu dois cestos de figos postos diante do Templo. Assim, Deus usou o símbolo dos figos bons e maus numa profecia visando comunicar uma mensagem visualmente poderosa e acessível ao povo. Os figos representavam os judeus da época de Jeremias:

• Os figos bons simbolizavam aqueles que foram exilados para a Babilônia, enquanto os figos ruins representaram aqueles que permaneceram na terra de Judá. Desta forma, os símbolos serviram para ilustrar a distinção entre os fiéis que Deus preservariam e os ímpios que sofreriam o julgamento divino.
• O cativeiro babilônico foi representado pelos figos bons, pois mesmo no exílio, o povo poderia ser restaurado e renovado espiritualmente. Por outro lado, os figos ruins representam aqueles que permaneceram na terra e enfrentaram a devastação e a destruição.

“Os que fossem levados cativos estavam destinados a se sair melhor do que os que permanecessem na terra. Eles pareciam dispostos a aceitar a liderança de Deus, mesmo que isso significasse um cativeiro pessoal” (CBASD).

O símbolo profético desta visão de Jeremias ensina-nos atualmente sobre a justiça de Deus e Sua fidelidade em distinguir os justos e os ímpios. Desta forma, somos incentivados a considerar nossas escolhas e ações, reconhecendo que elas têm resultados tanto a curto quanto a longo prazo (Apocalipse 22:11-15).

Aprofundando, é possível perceber que Deus não tolera o pecado, por isso o exílio; mas, também demonstra Sua misericórdia ao disciplinar Seu povo objetivando levar pessoas ao arrependimento e à redenção. Para isso, carecemos de discernimento espiritual para conhecer as intenções divinas e os propósitos sublimes em nossa vida!

Num mundo marcado por buscas incessantes de conforto e prazer, a ideia de submeter-se à disciplina pode parecer contraintuitiva e inclusive objetável. Contudo, quando rendemo-nos à vontade de Deus, arrependidos de nossos pecados, encontramos reavivamento espiritual, renovação e crescimento, e a promessa da preservação divina mesmo em meio às dificuldades (Jeremias 24:4-7; Apocalipse 3:19-21).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
20 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 23 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 23 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
20 de fevereiro de 2024, 0:50
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255 palavras

5 . Rei que é, reinará. Ou, “Ele reinará como Rei”, referindo-se ao Renovo, Cristo, que governará o reino dos redimidos com “o juízo e a justiça” (ver Is 9:6, 7; Dn 7:13, 14; Ap 11:15). CBASD, vol. 4, p. 477.

14 Coisa horrenda. A ousada hipocrisia dos falsos profetas, que os levava a profetizar em nome do Senhor enquanto transgrediam Suas mandamentos era mais horrenda a Jeremias do que a aberta adoração a Baal. Devido à natureza do pecado da falsidade, havia mais esperança para o apóstata declarado do que para os hipócritas (ver T5, 144). CBASD, vol. 4, p. 478.

16 E vos enchem de vãs esperanças. Isso revela a diferença entre os verdadeiros e os falsos profetas. Os primeiros reprovavam o povo pelos pecados, pronunciando o juízo de Deus sobre eles caso não se arrependessem. Os últimos abrandavam e acalmavam o povo com enganosas garantias de paz, que não saíam “da boca do Senhor” (ver com. de Jr 14:13). CBASD, vol. 4, p. 478.

20 Nos últimos dias. O povo de Deus compreenderia, depois do cativeiro babilônico, que o desastre ocorrera como castigo e disciplina para eles (ver Ez 14:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 478.

30 Furtam as Minhas palavras. Os falsos profetas revestiam suas mensagens emprestadas com a linguagem dos verdadeiros profetas para garantir o grande engano. CBASD, vol. 4, p. 479.

33 Qual é a sentença pesada … ? Evidentemente, os falsos profetas arrogantemente perguntavam qual era a mensagem divina que Jeremias tinha para eles. A repetição da questão transmite uma sensação de ironia. A LXX e a Vulgata traduzem: “Vós sois o peso”, isto é, a mensagem é sobre vocês e para vocês. CBASD, vol. 4, p. 479.



JEREMIAS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 23 – Antes de abordar a questão dos falsos pastores e profetas, o profeta Jeremias profetizou a restauração do povo de Deus disperso. O capítulo apresenta a salvação, julgamento e o reinado do Messias, nisso consiste a esperança do verdadeiro crente.

Embora seja importante o vislumbre messiânico nesta profecia (Jeremias 23:1-8), sua relevância destaca-se pela existência de falsos profetas que intentam ruir a espiritualidade do povo de Deus. Jeremias lamenta a existência desses falsos pregadores, mas Deus revela-lhe o resultado vergonhoso que terão (Jeremias 23:9-40).

Em Jeremias 23, pelo menos cinco características destacam-se nos falsos pregadores:

• Destroem e dispersam as pessoas do povo de Deus (Jeremias 23:1), pois em vez de serem coerentes com suas funções espirituais/eclesiásticas de guiar o povo para a justiça e retidão, eles praticam ações más e promovem a impiedade entre o povo (Jeremias 23:9-14).
• Enganam e iludem seus ouvintes propagando suas próprias visões e suas previsões vazias; são pregações apresentadas com convicção e ousadia, porém originam-se da própria mente deles – não vêm do trono de Deus, mas dos caldeirões do inferno. Portanto, suas palavras não têm poder para edificar ou transformar a vida de ninguém, apenas de transtornar (Jeremias 23:1, 16).
• Agem conforme a própria vontade, desta forma desobedecem a Deus e desprezam Seus preciosos mandamentos (Jeremias 23:17-18). Por isso, quando prometem paz, seus seguidores e apoiadores encontrarão a ruína – suas esperanças falsas enganam o povo.
• Embora aparentam ser dedicados religiosos, eles não foram enviados por Deus – consequentemente, não possuem qualquer autoridade divina de falar em Seu nome (Jeremias 23:21); seus sonhos e profecias são contra a Palavra de Deus e serão sentenciados por essa Palavra (Jeremias 23:25-29, 33-36).
• Em vez de cuidar do povo, eles cuidam de si mesmos; a motivação deles é egoísta; são movidos por ganância, status e prestígios – por isso, exploram o povo, ignoram a verdade e desprezam a Deus (Jeremias 23:22-24, 30-32). Isso explica por que Deus os condena (Jeremias 23:37-40).

Nosso foco precisa ser a pessoa e obra do Messias, Ele é nossa única esperança; contudo, precisamos ficar bem atentos para não envolver-nos num emaranhado de opiniões humanas que nos enredam em conceitos errados e desviam-nos da verdade e do Salvador!

A Bíblia alerta-nos que precisamos tomar cuidado para não sermos enganados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
19 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 22 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 22 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de fevereiro de 2024, 0:50
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708 palavras

1 Assim diz o SENHOR. A data exata desta mensagem não é certa. Parece claro que ocorreu no reinado de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 472.

Justiça. Partindo das palavras do versículo anterior …, parece que Jeremias transmitiu a mensagem ao rei, diante de seus súditos, enquanto ele estava assentado à porta (ver com. de Jr 21:12), provavelmente conduzindo os negócios públicos. CBASD, vol. 4, p. 472.

Nem derrameis sangue inocente. Um exemplo desta extrema crueldade foi o assassinato de Urias por Jeoaquim (ver Jr 26:20-23). CBASD, vol. 4, p. 472.

Se, deveras, cumprirdes. Novamente o profeta retrata de modo ilustrativo a gloria e a prosperidade que sobreviriam a Jerusalém se o povo cumprisse o propósito divino (ver com. de Jr 17:25). CBASD, vol. 4, p. 472.

Tu es para Mim, Gileade. A “casa do rei” é comparada a Gileade e “a cabeça do Líbano”, por causa das matas que estavam no topo das duas cadeias de montanhas. CBASD, vol. 4, p. 472.

Teus cedros escolhidos. Nabucodonosor queimou as belas estruturas de madeira de cedro quando tomou Jerusalém (Jr 52:12, 13; cf. 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19).

10 O morto. Uma referencia a Josias, rei justo de Judá, para quem Jeremias compôs uma lamentação solene (ver 2Cr 35:25). Josias era muito respeitado e amado por seu povo, e sua morte precoce foi profundamente lamentada. CBASD, vol. 4, p. 473.

Aquele que sai. Uma referência ao filho e sucessor de Josias, Jeoacaz, a quem o faraó Neco tirou do trono e levou para o Egito (2Rs 23:31-34; 2Cr 36:2-4). CBASD, vol. 4, p. 473.

11 Salum. Conhecido como Jeoacaz (ver com. de 2Rs 23:30; 1Co 3:15; 2Cr 36:1). CBASD, vol. 4, p. 473.

13 Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça. Referência ao próprio Jeoaquim (ver com. do v. 1). Jeoaquim demonstrou desprezo pela condição econômica de seus súditos, que já estavam experimentando as privações da invasão estrangeira e os encargos de pesado imposto (ver 2Rs 23:35). CBASD, vol. 4, p. 473.

Sem paga. Jeoaquim impôs trabalho forçado sobre alguns de seus súditos. Em vez de libertadas, as pessoas foram praticamente escravizadas, recebendo alimento sem salário. CBASD, vol. 4, p. 473.

14 Vermelhão. Possivelmente o mesmo pigmento vermelho que era usado nas construções assírias e egípcias (ver Ez 23:14). Talvez fosse cinabre, barro vermelho ou óxido de ferro. CBASD, vol. 4, p. 473.

15 Só porque rivalizas … ? Jeremias repreende Jeoaquim por procurar superar  grandiosidade orgulhosamente exibida pelos outros. CBASD, vol. 4, p. 473.

Acaso, teu pai … ? Uma referência a Josias, pai de Jeoaquim, que desfrutou uma vida normal e equilibrada entre juízo e “justiça” [literalmente, “integridade”]. ele tinha uma grandeza interior que em muito ultrapassou a lória externa dos palácios de Jeoaquim. CBASD, vol. 4, p. 473.

18 Não o lamentarão. Não haveria luto pelo ímpio filho [Jeoaquim] como houve pelo piedoso pai [Josias]. CBASD, vol. 4, p. 473.

20 Sobe ao Líbano. As montanhas do Líbano e Basã dominavam a rota dos babilônios, portanto, este é um local apropriado para lamentar as calamidades de Judá. CBASD, vol. 4, p. 473, 474.

Abarim. Nome próprio daquela parte da cadeia montanhosa ao sul de Gileade e Basã (ver Nm 27:12; 33:47; Dt 32:49).

Todos os teus amantes. As nações, como os assírios e os egípcios, com quem Judá entrou em aliança (2Rs 16:7-9; cf. Ez 23:5, 9; ver com. de Jr 4:30). CBASD, vol. 4, p. 474.

22 O vento. Uma referência ao vento abrasador [do deserto ao] leste como que tipificando a calamidade que varreria a terra deJudá (ver com. de Jr 4:11; 18:17). CBASD, vol. 4, p. 474.

Apascentará todos os teus pastores. Um característico jogo de palavras hebraico. Esta profecia indicava que a invasão babilônica destruiria os príncipes e líderes de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.

26 Lançar-te-ei a ti e a tua mãe … para outra terra. Mãe [Neústa] e filho [Joaquim] foram levados cativos para Babilônia por Nabucodonosor (Jr 29:1, 2; cf. 2Rs 24:10-15). … Joaquim nunca retornou à terra de Judá. CBASD, vol. 4, p. 474.

28 Filhos. Isto parece indicar que, embora Joaquim tivesse apenas 18 anos nessa época (597 a.C.), ele já tinha um ou mais filhos. CBASD, vol. 4, p. 474.

29 Ó terra, terra, terra! Ver com. de Jr 4:20. A repetição tripla da palavra enfatiza a convicção do desígnio de Deus a respeito de Judá (cf. Lc 22:31; Jo 8:51; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 474.

30 Registrai este como se não tivera filhos. Isto significa que nenhum dos “filhos” … ou de seus descendentes se assentaria em seu trono. … Mesmo quando Zorobabel se tornou o líder dos judeus que retornaram do cativeiro [nos tempos de Esdras e Neemias] , ele não governou como rei (ver PR, 451) [Toda a Palestina estava sob domínio persa. Depois, grego e, depois, romano]. CBASD, vol. 4, p. 474.



JEREMIAS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 22 – Deus vê a maldade que os perversos praticam, e, a injustiça não ficará impune. É por isso, que este capítulo contém profecias e advertências dirigidas aos líderes do povo de Deus, especificamente ao rei e à família real, por causa de sua injustiça e falta de piedade para com o povo.

Jeremias 22 “foi um oráculo introdutório para alertar a corte davídica [vs. 1-9] e consolar Salum (Jeoacaz), que reinou somente três meses e foi deportado para o Egito (608 a.C) [vs. 11-12]. Apresenta-se um oráculo a respeito de Jeoaquim (608-597 a.C.) [vs. 13-19], ímpio idólatra e adversário de Jeremias (cf. 2Rs 23:24-24:27). Pronuncia-se a condenação de Joaquim [vs. 20-30], que foi deportado para Babilônia. (No hebraico ele é chamado Conias, aqui e em 37:1; Jeconias, em 24:1; 27:30; cf. 2Rs 24:8-16; 25:27-30.)” explica Merrill Unger.

Alguns pontos sobressaem do texto sagrado:

1. Jeremias foi enviado para confrontar o rei Joaquim, filho de Josias, e aconselhá-lo a agir com justiça e retidão. A repreensão se deve à opressão sobre o povo e o egoísmo. É claro que políticos injustos serão condenados por Deus.
2. O profeta adverte os governos a administrarem com justiça, cuidarem dos pobres e oprimidos, protegerem os direitos dos estrangeiros, órfãos e viúvas, e não se deixarem levar pela ganância, ambição e corrupção.
3. Jeremias aponta às consequências da injustiça e idolatria. Judá cairia e Jerusalém seria destruída como resultado da injustiça, opressão e idolatria praticada pelos líderes e pelo povo. Através de Seu profeta, Deus evidencia que não poupará a linhagem real da punição, mesmo sendo de Seu próprio povo.
4. Jeremias apresenta promessas de bênçãos e restauração aos condenados transgressores. Caso reis e líderes políticos se arrependerem e agirem com justiça, Deus promete abençoar e restaurar, permitindo que administradores justos governem sobre o povo.

Em Jeremias 22, os líderes são

• alertados contra a exploração dos trabalhadores e a construção de riqueza através da injustiça (Jeremias 22:13).
• desafiados a refletir sobre a responsabilidade do poder e a necessidade de agir com justiça e integridade (Jeremias 22:14-15).
• Chamados a compreender que a posição de nenhum líder o isenta da responsabilidade de agir corretamente (Jeremias 22:16-17).

Há muitas verdades impactantes neste capítulo. Deus observa tudo. Nada Lhe passa despercebido! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
18 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 21 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 21 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 21 – COMENTARIOS SELECIONADOS
18 de fevereiro de 2024, 0:50
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427 palavras

Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21.

Palavra. O cap. 21 não esta em sequencia cronológica com os demais capítulos a seguir, mas pertence a época do rei Zedequias. E muito provável que os eventos descritos aqui ocorreram no inicio do ultimo cerco de Nabucodonosor a Jerusalém, em 588 a.C. … Atemorizado por sombrias perspectivas ao ver os exércitos de Nabucodonosor se acercarem de Jerusalém, Zedequias enviou dois dignitários a Jeremias para que consultasse o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 469.

Pasur. Não é a pessoa mencionada em Jeremias 20 (ver com. de Jr 20:1). CBASD, vol. 4, p. 469.

Pelejarei Eu mesmo. Muitas vezes em sua historia, Israel enfrentou, com segurança, exércitos superiores, crendo que o Senhor estava com eles. Desta vez, contudo, o “Deus de Israel” (v. 4) declarou que Ele estava do lado dos invasores caldeus. A causa de Israel era sem esperança. CBASD, vol. 4, p. 469, 470.

12 O casa de Davi. As funções judiciais parecem ter sido assumidas, em grande parte, pelos membros da casa real. CBASD, vol. 4, p. 470.

Pela manhã. Aparentemente, uma das melhores maneira de um governante oriental manter o favor de seus súditos era levantar nas primeiras horas do dia e ir a porta da cidade (ver com. de Gn 19:1) para ouvir as queixas e solicitações dos que foram prejudicados. A aparente negligencia de Davi quanto a esse procedimento sábio abriu caminho para a rebelião de Absalão (ver 2Sm 15:2-6). … Esperar ate mais tarde, quando o calor se tornasse opressor, resultaria na perda dessa oportunidade para dispensar a justica necessaria ao povo (ver 2Sm 4:4; Ec 10:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 470. CBASD, vol. 4, p. 470.

13 Moradora do vale. Possivelmente, esta seja uma referencia a parte mais baixa da cidade de Jerusalem. CBASD, vol. 4, p. 470.

Rocha da campina. Do heb. tsur, “grande rocha”. Com um falso sentido de seguranca, os lideres de Jerusalem pensavam que suacidade era invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.

Quem descera … ? Como os jebuseus do passado, o povo de Juda confiava no que eles equivocadamente consideravam a posicao natural de Jerusalem como uma forca invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.

14 Na cidade, qual bosque … devorara todos os seus arredores. Um dos atos destrutivos dos exercitos invasores como o de Nabucodonosor era cortar “os altos cedores” e os “ciprestes escolhidos” (2Rs 19:23). O desmatamento recorrente foi uma razao parcial para a relativa escassez de arvores na atual Palestina. CBASD, vol. 4, p. 470.



JEREMIAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
18 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 21 – Deus envia a sentença de juízo, mas junto vai uma mensagem de esperança. A mensagem de juízo visa despertar os indivíduos iludidos para o arrependimento que resulta em perdão e salvação.

Infelizmente a esperança dos pecadores difere da esperança que Deus deseja que eles alimentem:

• Os mensageiros enviados pelo rei Zedequias ao profeta Jeremias tinham expectativas de que, miraculosamente, Deus livrasse Jerusalém das investidas da Babilônia. Para a decepção deles, o profeta alegou que Deus lutava em prol dos babilônios e não salvaria Jerusalém – a qual sofreria por peste, espada e fome. Zedequias e os sobreviventes seriam entregues à Babilônia (Jeremias 21:1-7).

• Observe atentamente no texto que, o Deus que declarou aos representantes do rei de Jerusalém: “Eu mesmo lutarei contra vocês com mão poderosa e braço forte, com ira, furor e grande indignação. Matarei os habitantes desta cidade, tanto homens como animais; eles morrerão de uma peste terrível” (Jeremias 21:5-6), apontou o caminho da esperança: “Ponho diante de vocês o caminho da vida e o caminho da morte. Todo aquele que ficar nesta cidade morrerá pela espada, pela fome ou pela peste. Mas todo o que sair e render-se aos babilônios, que cercam vocês, viverá; esse escapará com vida…” (Jeremias 21:8-10).

Jeremias 21 mostra-nos a soberania divina que permeia o macrocosmo da existência, onde a predestinação molda os destinos das nações e dos povos. Contudo, no microcosmo individual, reside a essência do livre-arbítrio, a capacidade inalienável de cada ser humano de fazer suas próprias escolhas e forjar seu próprio caminho.

As palavras do profeta deixam nítido que nós somos os arquitetos de nossas decisões, os mestres de nosso próprio destino, num constante embate entre a vontade divina e a nossa própria vontade. Nesse intrincado jogo de forças, somos desafiados a enfrentar as consequências de nossas escolhas, a aceitar a responsabilidade de nossas ações e a buscar incessantemente a sabedoria para discernir entre o certo e o errado!

Assim, enquanto somos guiados pelos desígnios divinos no grande sistema das coisas, somos também dotados da liberdade de moldar nossa consciência e vontade. Inclusive o rei poderia escolher fazer o certo e então evitar as consequências do erro, caso quisesse (Jeremias 21:11-14) – Qualquer juízo divino seria ilegítimo sem livre-arbítrio!

Usemos nossa liberdade para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí!