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Texto bíblico: SALMO 73 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 73 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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365 palavras
Assim como no Salmo 37, este fala do conflito que ocorre quando se percebe que, aparentemente, os ímpios prosperam enquanto os justos são perseguidos. Mas o Salmo 73 se aproxima mais da solução dessa questão do que o Salmo 37. O Salmo 73 aponta para além dessa vida até a eternidade de glória, quando o ser humano encontrará a solução e satisfação final na presença de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 901.
1 Deus é bom. Esta é uma verdade absoluta, embora, alguma vezes, pareça o contrário. CBASD, vol. 3, p. 901.
4 Nédio. Ou melhor, “gordo”. CBASD, vol. 3, p. 902.
20 Como ao sonho. A prosperidade é como um sonho (ver Is 29:7, 8). A realidade volta ao despertar. CBASD, vol. 3, p. 903.
23-28 Nos v. 23 a 28 o salmista expressa a solução final para o problema apresentado no salmo. A solução está em Deus e em reconhecer Sua presença e direção nesta vida e na vida eterna. É quase impossível expressar a sublime beleza desta passagem, tanto em pensamento quanto em palavras. CBASD, vol. 3, p. 903.
25 Não há outro … na terra. Deus é autossuficiente. Toda felicidade do salmista está centralizada nEle. Essa relação íntima é uma das lições fundamentais do livro dos Salmos (ver Sl 42:1, 2; 63:1). CBASD, vol. 3, p. 904.
26 Herança. A fonte de alegria do salmista não era amigos, honra, riqueza ou qualquer coisa terrena, e sim, Deus. Deus era o seu tudo em tudo. Inspirado por este versículo, Charles Wesley (1707-1788), no seu leito de morte, ditou à sua esposa um de seus 6.500 hinos, no qual aparecem as palavras: “Jesus, … fortaleza da minha carne fraca e do meu coração”. CBASD, vol. 3, p. 904.
27 Os que são infiéis. A relação de Deus com Seu povo é com frequência comparada à relação matrimonial (ver Sl 45; Jr 3:8, 9, 14; 5:7; 13:27; 2Co 11:2; Ef 5:25; Tg 4:4). Quando os filhos de Deus se afastam dEle, são infiéis a seus votos conjugais. CBASD, vol. 3, p. 904.
28 Estar junto a Deus. Ver Hb 10:22. Quando nos aproximamos de Deus Ele se aproxima de nós (ver Tg 4:8). CBASD, vol. 3, p. 904.
Senhor Deus. No hebraico está ‘Adhonai Iahweh, uma combinação incomum (ver vol. 1, p. 148-151). Por trás das dúvidas do salmista, sempre houve uma medida de confiança em Deus. Dali em diante, não haveria mais dúvidas, apenas confiança serena. CBASD, vol. 3, p. 904.
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SALMO 73 – O tema deste Salmo é antigo. A complexidade da vida desperta a perplexidade nos indivíduos analíticos e pensantes. O primeiro livro da Bíblia a ser escrito foi o livro de Jó, que, assim como este Salmo, lida com a questão da justiça divina e o sofrimento dos inocentes/justos. Tanto Jó quanto Asafe filosofam sobre as dificuldades e questionam a razão por trás da dor e do sofrer.
Os Salmo 37 e 49 também abordam a aparente prosperidade dos ímpios e a exortação para que os justos não invejem nem se perturbem com isso, pois a verdadeira recompensa está nas mãos de Deus. Apesar disso, o profeta de Deus também, como muitos de nós atualmente, expressa seu questionamento a Deus sobre a prosperidade dos incrédulos e perversos e a aparente falta de punição e justiça por parte de Deus (Jeremias 12:1-2).
De forma cirúrgica, Jesus, no Sermão da Montanha, diz que Deus faz com que o sol brilhe sobre justos e injustos, e sobre maus e bons, demonstrando que nem sempre as circunstâncias aparentes refletem a verdadeira justiça divina (Mateus 5:45).
Podemos extrair preciosas lições de vida do Salmo 73. Considere estas:
• Precisamos focar na justiça de Deus; pois, através dela podemos superar a inveja e desilusão diante das circunstâncias injustas (Salmo 73:16-17).
• Importa reconhecer que o orgulho e a arrogância levam à queda; e, na verdade, a humildade é a chave para uma vida correta (Salmo 73:18-20).
• Não é sábio deixar-se abalar pela aparente prosperidade dos ímpios; pois, precisamos estar cientes de que a verdadeira recompensa virá de Deus (Salmo 73:21-22).
• Devemos buscar sempre a presença do verdadeiro Deus; pois, ela é o verdadeiro tesouro que sustenta e satisfaz o coração (Salmo 73:25-26).
• Aprendamos a não deixar-se influenciar pelos valores distorcidos deste mundo; pois, o que realmente vale a pena é encontrar segurança na verdade de Deus (Salmo 73:27-28).
José Miranda Rocha observa que “neste extraordinário cântico de fé – o Salmo 73 – Asafe prescreve três salvaguardas contra a tentação”:
• Controle a língua (Salmo 73:15-16).
• Use a memória religiosa (Salmo 73:1, 17).
• Vá ao Santuário contemplar não apenas o fim dos ímpios, mas também a recompensa dos fieis (Salmo 73:23-28).
Reavivemo-nos com Asafe dizendo: “Quanto a mim, bom é estar perto de Deus” – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 72 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 72 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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509 palavras
O salmo 72 retrata um rei ideal num mundo ideal, e ao menos em partes, prenuncia e descreve o reino e o reinado de Cristo, o Messias (ver PR, 868). … Este belo poema descritivo, que conclui o Livro Dois do Saltério, foi provavelmente composto por Davi para seu filho Salomão quando foi coroado rei, como incentivo para que fosse um rei consagrado. Isso se fonfirma no subtítulo do salmo na KJV: “Um salmo para Salomão”. A ARA, no entanto, diz: “Salmo de Salomão”. É quase uma transcrição das últimas palavras de Davi, conforme registradas em 2 Samuel 23:1-5.CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 898, 899.
1 Concede ao rei. O salmo se inicia com uma oração por um rei ideal. O reinado de Salomão teria sido um reinado justo como o descrito neste salmo se ele tivesse seguido o conselho divinamente inspirado de seu pai (ver PR, 26). CBASD, vol. 3, p. 899.
Os teus juízos. O rei ideal toma decisões em harmonia com a vontade divina (ver com. de Dt 1:17). CBASD, vol. 3, p. 898.
2 Os teus aflitos. O julgamento justo para os pobres, que com frequência são vítimas de injustiça, requer justiça imparcial (ver com. de Dt 1:17). CBASD, vol. 3, p. 899.
3 Paz. A paz reinará na terra como resultado da justiça (ver Is 32:15-17). A paz traz bênçãos materiais a um povo, ao passo que a guerra traz desolação. O Messias, o rei justo, será um rei de paz (ver Is 9:5, 6; 11:9; Zc 9:10; cf. Hb 7:2). CBASD, vol. 3, p. 899.
6 Como chuva. O governo do rei ideal, o Messias, é como a chuva suave, que faz brotar pasto fresco e verdejante. CBASD, vol. 3, p. 899.
9 Lambam o pó. Figura que descreve uma pessoa prostrada com a cabeça tocando o solo, simbolizando, na cultura oriental, completa submissão (ver Is 49:23). CBASD, vol. 3, p. 899.
10 Sabá. No sudeste da Arábia, de onde uma rainha saiu para visitar Salomão, em 1 Reis 10:10 e 15. CBASD, vol. 3, p. 899.
Presentes. Ver o cumprimento disto na época de Salomão, em 1 Reis 10:10 e 25. CBASD, vol. 3, p. 899.
14 Redime. Do heb. ga’al (ver com. de Rt 2:20), “agir como um parente”. CBASD, vol. 3, p. 899.
17 Subsista. Este versículo terá seu cumprimento final e completo no reino de Cristo sobre toda a Terra (ver PP, 755). CBASD, vol. 3, p. 900.
As nações lhe chamem bem-aventurado. Ver Mt 21:9; 29:39; Lc 19:38. Este versículo descreve a glorificação final do Messias (cf. Mt 25:31). CBASD, vol. 3, p. 900.
18 Deus de Israel. Ver com. de Sl 41:13. Os v. 18 e 19 constituem uma doxologia que marca a conclusão do Livro Dois. CBASD, vol. 3, p. 900.
19 Amém e amém. Ver com. do Sl 41:13; cf. Sl 89:52. No AT, a repetição de “amém”com a conjunção ocorre apenas nas doxologias dos salmos. CBASD, vol. 3, p. 900.
20 Orações de Savi. É provável que este versículo seja uma inscrição de identificação (um colofão), no final do Livro Dois, para indicar que há mais salmos de Davi nos Livros Um e Dois do que no Livro Três, que tem o nome de Davi em apenas um subtítulo. Porém, é também possível que o versículo se refira ao Salmo 72 apenas para dar a entender que nesse momento Davi não tinha mais nada a pedir. CBASD, vol. 3, p. 900.
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SALMO 72 – Não há consenso sobre a autoria deste Salmo; a atribuição tradicional a Davi é ampla e aceita, contudo, a autoria de Salomão também é uma possibilidade levantada por estudiosos. “Porém, muito além de Davi e Salomão, encontra-se o Filho de Davi, Aquele que é ‘maior que Salomão’ (Mt 12:42), Jesus Cristo, o Messias de Israel. O Salmo não é citado em parte alguma do Novo Testamento como sendo uma referência a Jesus, mas sem dúvida descreve os elementos que constituirão o reino prometido quando Jesus voltar”, explica Warren Wiersbe.
Hernandes Dias Lopes afirma que, “muito pouco desse Salmo é aplicável a Salomão, ou seja, quase todo ele pertence exclusivamente ao Messias. Salomão e seu reino pacífico são um tipo da pessoa e do reino de Cristo… a tela de fundo do Salmo é a aliança com Davi em 2Samuel 7, mas a visão é do último governante davídico, Jesus Cristo”.
Segundo Wiersbe, o Salmo 72 divide-se assim:
• Um Rei justo (Salmo 72:1-7).
• Um domínio universal (Salmo 72:8-11).
• Um reino compassivo (Salmo 72:12-14).
• Uma nação próspera (Salmo 72:15-17).
O reino de Cristo, conforme este Salmo, quando implantado em lugar dos reinos corruptos deste mundo, terá as seguintes características, sintetizadas por Matthew Henry:
• O governo será justo (Salmo 72:2).
• Terá um governo pacífico (Salmo 72:3, 7).
• Irá proteger pobres e necessitados (Salmo 72:2, 4).
• Ajustará contas com os opressores soberbos (Salmo 72:4).
• Abençoará profusamente aos seus súditos (Salmo 72:5-7).
• Proverá consolo aos seus súditos (Salmo 72:6-7).
• Terá abrangência universal (Salmo 72:8-11).
• Será honrado e amado pelos súditos (Salmo 72:15-17).
• Terá plena abundância (Salmo 72:16).
• Será eterno (Salmo 72:17).
O Messias reinará com equidade e retidão; Ele fará justiça aos oprimidos e defenderá aos pobres. Seu reino promoverá a paz e a estabilidade. Haverá ausência de violência e de conflitos, pois as pessoas viverão em harmonia.
O reino regido pelo Messias será caracterizado por uma grande prosperidade e fartura. Terá alimento suficiente, além de muitas riquezas e bênçãos materiais. Os vulneráveis serão protegidos e suas necessidades supridas.
O Rei messiânico combaterá a opressão e a exploração; Ele será um líder sábio, governando com maestria e discernimento aguçado. Temos motivos para não crer que tudo isso será utópico: Jesus pagou para nos prover tudo isso! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 71 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 71 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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633 palavras
O salmo 71 traz conselhos aos idosos. Davi proferiu a oração deste salmo ao perceber que a velhice trazia infelicidade, devido, em parte, à intensificação de maus traços de caráter. … “Davi sentia-se profundamente abalado; ficou aflito ao pensar nos anos futuros, quando estivesse velho. … Davi sentia a necessidade de guardar-se contra os males que acompanham a velhice”(MCP2, 749, 750). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 896.
O salmista era velho e via sua vida como um “exemplo” [NVI; ARA: “portento”], um sinal solene ou testemunho para os outros de tudo o que Deus fez por ele (7,17, 18). Lembrar da vida de bênçãos de Deus nos ajudará a ver a consistência de sua graça ao longo dos anos, confiar nele para o futuro e compartilhar com outros os benefícios de segui-lo. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Em Ti, SENHOR. Comparar com o Salmo 31:1 a 3, que é quase idêntico ao Salmo 71:1 a 3. CBASD, vol. 3, p. 897.
6 Em Ti me tenho apoiado. Assim como o filho se apoia no pai, Davi encontrava apoio constante em Deus (ver Sl 22:9, 10; Is 46:3, 4). CBASD, vol. 3, p. 897.
8 Teu louvor. O louvor se une à oração na primeira parte do salmo. CBASD, vol. 3, p. 897.
9 Velhice. Ao rever seu passado, Davi olha também para o futuro, principalmente ao tempo da velhice. Ao contemplar as vicissitudes da velhice, ele sente a necessidade de graça especial (ver T1, 422-424). CBASD, vol. 3, p. 897.
Quando me faltarem as forças. Se Deus era a “rocha”e a “fortaleza”de Davi quando ele gozava de plena força, Ele seria um apoio ainda maior ao chegar a velhice com as consequentes debilidades físicas e mentais (sobre a glória da velhice, ver Pv 16:31). CBASD, vol. 3, p. 897.
14 E Te louvarei mais e mais. O salmista passa a agradecer, confiante que sua súplica é ouvida. CBASD, vol. 3, p. 897.
Ao enfrentarmos os anos do pôr-do-sol, reconhecemos que Deus tem sido nossa ajuda constante no passado. À medida que as forças físicas diminuem, precisamos ainda mais de Deus e percebemos que ele ainda é nossa ajuda constante. Nunca devemos nos desesperar, mas continuar esperando sua ajuda, não importa quão severas sejam nossas limitações. A esperança nele nos ajuda a seguir em frente, a continuar a servi-lo. Life Application Study Bible Kingsway.
15 A minha boca relatará a Tua justiça e de contínuo os feitos da Tua salvação, ainda que eu não saiba o seu número. Ver Is 45:24, 25; Fl 3:9. A justiça e a salvação que vem de Deus são incalculáveis (ver com. do Sl 40:5; cf. Sl 139:17, 18. CBASD, vol. 3, p. 897.
18 Uma pessoa nunca é velha demais para servir a Deus, nunca é velha demais para orar. Embora a idade possa nos impedir de certas atividades físicas, ela não precisa acabar com nosso desejo de contar aos outros (especialmente às crianças) tudo o que ele viu a Deus nos muitos anos que vivemos. Life Application Study Bible Kingsway.
20 Tu, que me tens feito ver muitas angústias e males, me restaurarás ainda a vida. A esperança no futuro se baseia nas lembranças do passado. CBASD, vol. 3, p. 897.
Abismos da terra. Metáfora que indica os extremos do sofrimento e da depressão (ver Sl 88:6, 130:1). Davi expressa uma certeza positiva de que Deus o resgatará das profundidades da angústia e o colocará num lugar seguro. CBASD, vol. 3, p. 897.
22 Te louvo com a lira … cantar-Te-ei salmos na harpa. A menção da lira e da harpa indica adoração pública, na qual estes instrumentos eram usados com mais frequência. CBASD, vol. 3, p. 897.
24 Tua justiça. Ver os v. 15, 16 e 19. Caso se falasse mais da justiça de Deus, menos se exaltaria a humana (ver Is 64:6). CBASD, vol. 3, p. 897.
Estão envergonhados e confundidos. Davi está tão seguro da derrota dos ímpios que fala disso como se já tivesse acontecido. Como muitos dos salmos, o 71 termina com nota de triunfo (ver Sl 3:7, 8; 7:17; 26:12; etc.). Deus conduz Seus filhos da escuridão para a luz. CBASD, vol. 3, p. 897.
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SALMO 71 – Nossa existência é fruto da graça e assistência de Deus. Neste Salmo, temas relacionados à vida saltam aos nossos olhos; as diferentes fases carecem da providência divina.
• Deus está envolvido no processo de formação e desenvolvimento humano desde o útero. No Salmo 71, Sua ação é mencionada na fase fetal. Desta forma, é evidente que Deus está atento e cuidando de nós desde a concepção e o desenvolvimento do feto, no ventre materno: “Desde o ventre materno dependo de Ti; Tu me sustentaste desde as entranhas de minha mãe” (Salmo 71:6).
• A vida depende da providência divina. Eis a importância da dependência de Deus em todas as fases da existência. Na verdade, desde a concepção, Deus é o responsável pela nossa existência. Com a percepção de que a formação humana é um ato divino, a pessoa pode reconhecer a soberania de Deus sobre sua vida. Isso gera gratidão no coração e desejo de louvar a Deus constantemente: “Eu sempre Te louvarei” (Salmo 71:6).
• Uma mão poderosa atua na primeira fagulha de vida, na formação do embrião, da concepção até o nascimento do bebê. Toda pessoa vem à luz devido à graça de Deus, isso inclui até mesmo os ateus: “Pois Tu és minha esperança, ó Soberano Senhor, em Ti está a minha confiança desde a juventude” (Salmo 71:5).
• A fase adulta é cheia de desafios, ameaças e perigos; precisamos depender de Deus para aprender a sobreviver e a viver em meio a uma sociedade truculenta, cruel e infernal: “Desde minha juventude, ó Deus, tens me ensinado, e até hoje eu anuncia as Tuas maravilhas” (Salmo 71:17).
• A velhice é o resultado da preservação da vida em um ambiente de alta periculosidade e morte. A mesma mão que atuou no ventre materno deve atuar também durante a velhice: “Não me rejeites na minha velhice; não me abandones quando se vão as minhas forças” (Salmo 71:9, conf. v. 18).
• A morte é o fim da existência, é a interrupção da vida; porém, quem confiou sua vida toda a Deus, tem esperança de sobrevivência após a morte: “Tu, que me fizeste passar por muitas e duras tribulações, restaurarás a minha vida, e das profundezas da terra de novo me farás subir” (Salmo 71:20).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 70 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 70 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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