Reavivados por Sua Palavra


JÓ 7 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
3 de julho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 7

Parece que não há esperança de recuperação para Jó (v. 6). Sua vida é apenas um sopro que se vai, seus olhos talvez nunca mais vejam o bem novamente (v. 7). Ele afirma que a pessoa que morre não assumirá novamente a sua vida (v. 8). Esta pessoa nunca mais retornará à sua casa (v. 9, 10). Jó se recusa a se calar e insiste em falar de sua angústia e amargura (v. 11).

Mas Jó sabe que o coração de Deus está sobre ele: “Que é o homem para que tanto o estimes, e ponhas nele o Teu cuidado…? (v. 17 ARA).

A ideia de que “a cada manhã o visites… o ponhas à prova” (v. 18 ARA) não está no texto original. O autor de Jó está dizendo aqui que Deus não deixa o homem sozinho, mesmo quando parece haver nenhuma resposta para o sofrimento. Deus está perto de Jó, apesar de ele ter que enfrentar Satanás: “Nunca desviarás de mim o Teu olhar misericordioso? Jamais me abandonarás, nem por um instante?” (v. 19, KJA, cf. tb NVI).

Querido Deus,
sabemos que tudo o que sofremos acontece como consequência das ações de Satanás. Nós oramos que, aconteça o que acontecer, permaneçamos sempre conTigo e sintamos Sua presença sempre conosco. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/7
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Pr Jobson Santos



JÓ 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de julho de 2026, 0:50
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1127 palavras

1-3 Para Jó, a morte seria como o repouso depois de um serviço pesado, pois sua vida seria como a do jornaleiro [NC: trabalhador diarista — uma pessoa contratada e paga por dia de serviço (jornada)], cujo salário mal pagava a comida e cujo descanso mal o preparava para o dia seguinte. Bíblia Shedd.

1 penosa a vida. No hebraico, essa terminologia muitas vezes se refere ao serviço militar (Bíblia de Genebra).

Literalmente, “guerra”, “serviço militar”. A NTLH diz: “A vida neste mundo é dura como o serviço militar.” […] Jó afirma que é tão natural e apropriado para alguém, em suas circunstâncias, desejar ser libertado pela morte como o é para um soldado desejar que seu tempo de serviço [em guerra] termine (ver Jó 14:14; Is 40:2) (CBASD, vol. 3, p. 577).

me deram por herança meses de desengano. Isso não implica necessariamente que sua doença já estava em progresso havia meses. Ele poderia prever os dias que tinha na frente (CBASD, vol. 3, p. 577).

tal como a nuvem. Jó compara a morte ao desaparecimento de uma nuvem no céu à medida que sua umidade se dissipa no ar que a cerca (CBASD, vol. 3, p. 578).

sepultura. Do heb. sheol. (CBASD, vol. 3, p. 578).

jamais tornará a subir. Esta declaração não nega a ressurreição. Seu significado está restrito pela observação feita no verso seguinte. Os mortos não se levantam para voltar a seus antigos lares. Mesmo tomadas independentemente, as palavras hebraicas traduzidas como “jamais tornará a subir” não expressam um ato conclusivo, mas, simplesmente, uma ação incompleta. A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Quem desce à sepultura não volta” (CBASD, vol. 3, p. 578).

Essa é a linguagem das aparências. Jó não estava desenvolvendo uma doutrina, ele meramente afirmava o que todos observavam. Mais adiante, Jó mostra que acredita na possibilidade da ressurreição (14.12-15) (Bíblia de Genebra).

11 não reprimirei. O sofrimento de Jó é tão intenso que ele se sente justificado em expressar suas queixas livremente (ver Sl 55:2; 77:3; 142:2) (CBASD, vol. 3, p. 578).

…mas note que ele se queixa diante de Deus, não diante do homem (Bíblia de Genebra).

Jó sentiu profunda angústia e amargura e falou honestamente a Deus a respeito de seus sentimentos que mostravam sua frustração. Se expressarmos nossos sentimentos a Deus, poderemos tratar deles sem explodir em palavras e ações duras e agressivas, possivelmente machucando a nós mesmos e a outros. Na próxima vez que emoções fortes ameaçarem tomar conta de você, expresse-as de maneira própria a Deus em oração. Isto ajudará você a conseguir uma perspectiva eterna sobre a situação e dará a você maior habilidade de tratar com ela de forma mais construtiva (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

12-16 Jó sente que todos os seus movimentos estão sendo observados por Deus, e talvez também pelos seus interlocutores, de modo que qualquer alívio físico ou mental lhe é negado. Bíblia Shedd.

12 Jó parou de falar com Elifaz e se dirigiu diretamente a Deus. Apesar de Jó ter vivido uma vida inculpável, ele estava começando a duvidar do valor de viver desta maneira. Ao fazer isto, ele estava perigosamente perto da assumir que Deus não se importava com ele e que não estava sendo justo. Mais tarde Deus reprovou Jó por esta atitude (36:2). O inimigo sempre explora nossos pensamentos para nos levar a abandonar a Deus. Nosso sofrimento, como o de Jó, pode não ser resultado de nossos pecados, mas devemos ter cuidado para não pecar por causa de nossos sofrimentos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

o mar. Jó indaga: Sou eu como um mar agitado e bravio que precisa ser restringido e limitado? (CBASD, vol. 3, p. 578).

15 minha alma escolheria … antes, a morte. Jó via a morte como saída, mas Satanás não recebera permissão para ir tão longe, nem a morte serviria ao seu propósito (Bíblia de Genebra).

estrangulada. É possível que uma sensação de sufoco tenha acompanhado a aflição de Jó. De qualquer forma, ele considera o estrangulamento mais desejável do que a vida (CBASD, vol. 3, p. 578).

16 deixa-me. Estas são palavras audaciosas para qualquer mortal dirigir a Deus. Jó está nas profundezas do desespero. Ele acha que o Todo-Poderoso o discriminou e pede para ser libertado da interferência divina. Quão diferentemente ele teria se sentido se pudesse saber o que estava por trás dos bastidores e se pudesse ver seu Pai contemplando-o com terna piedade e infalível amor. Deus estava sofrendo com Seu servo, mas Jó não sabia (CBASD, vol. 3, p. 578).

sopro. Ou, “vapor”, uma figura daquilo que é transitório. Jó considera sua vida de pouco valor. Ele era incapaz de apreciar seu tremendo valor aos olhos de Deus (CBASD, vol. 3, p. 579).

17 o que é o homem […]?O salmista usa palavras semelhantes num contexto que exalta o amor e o cuidado de Deus (Sl 8:3-8). Jó, em seu sofrimento, vê o incessante cuidado de Deus de maneira distorcida, interpretando-o como uma omissão importuna. Na verdade, Jó está dizendo a Deus: “Por que incomodas o homem com Tuas provas e aflições? Olha para outro lado. Dá-me tempo para ‘engolir a minha saliva’ ” (Jó 7:19). São palavras impróprias, mas Deus não destrói a Jó por causa de sua audaciosa declaração (CBASD, vol. 3, p. 579).

20 se pequei. O original diz apenas: “Pequei” […] no sentido de […] “admito que pequei” (CBASD, vol. 3, p. 579).

Jó se referiu a Deus como um guardião [orig: watcher, tb vigilante] ou observador da humanidade. […] Sabemos que Deus acompanha [watch] tudo o que acontece conosco. Não devemos nos esquecer que Ele nos vê com compaixão, não meramente com escrutínio crítico. Seus olhos são olhos de amor (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

a mim mesmo me seja pesado. Alguns manuscritos hebraicos e a antiga tradução grega dizem: “te seja pesado.” (Bíblia de Genebra).

A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Acaso tornei-me um fardo para Ti?” A tradição judaica afirma que este era o significado original, mas que foi corrigido pelos escribas porque parecia ímpio (Bíblia de Genebra).

21 não tiras a minha iniquidade. Embora Jó salientasse a integridade (isto é, seu compromisso honesto para com a piedade e a retidão) do passado de sua vida, ele nunca negou ser um pecador (CBASD, vol. 3, p. 579).

O discurso de Jó, registrado nos cap. 6 e 7, mostra certos perigos:

(1) O perigo da ênfase demasiada na vaidade da vida. Os seres humanos devem se lembrar de seu grande valor aos olhos de Deus.

(2) O perigo da livre expressão das emoções. Quando Jó removeu suas inibições, queixou-se com amargura, fez perguntas com irreverência, acusou com rispidez e rogou com impaciência.

(3) A tendência do coração humano, quando cegado pela dor ou agitado pela paixão, de interpretar mal a atuação de Deus.

(4) A certeza de que as pessoas boas ainda podem ter dentro delas muito da velha natureza não regenerada, que não é percebida até que a ocasião a revele. Dificilmente alguém poderia prever que Jó tivesse um rompante de ira (CBASD, vol. 3, p. 579).



JÓ 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 7 – A dor emocional é pior que a física; unidas, elas tornam a vida insuportável!

Estas dores afligiram fortemente a alma de Jó. Mesmo sendo um indivíduo fiel, íntegro e consagrado a Deus, maduro espiritualmente, sua fala inspirada pelo Espírito Santo demonstrou desespero profundo e intenso (Jó 7:1-3). Frustrações, decepções, expectativas infrutíferas, faziam seu sofrimento constante, que nem mesmo à noite tinha Jó qualquer sossego; pois, quando conseguia dormir, era tomado de terríveis pesadelos; por isso, seu desprezo declarado pela vida sofrida (Jó 7:13-16).

Exausto e sobrecarregado, Jó comparou a existência a um infindável trabalho pesado, sobrevivendo acometido pela doença cruel, em que sua pele estava totalmente tomada de vermes e crostas, vertendo pus incessantemente (Jó 7:1-5). Deste modo, o sentimento de impotência traz junto o desespero quanto ao futuro – Jó deixou isso escancaradamente explícito (Jó 7:6-21).

As dores físicas e emocionais atingem o aspecto espiritual de quem sofre terríveis aflições. Jó questionou a Deus sobre a razão de ser tratado tão severamente. O sentimento de esquecido e abandonado por Deus invade o coração nos momentos de aflição.

Nestas situações é fácil concluir que Deus parece não Se importar com todo sofrimento que nos assola (Jó 7:17-21). Entretanto, continuar acreditando e confiando nEle submerso na angústia, é a maior evidência da verdadeira fé. Jó pediu que Deus se lembrasse dEle em meio à sua fragilidade e ansiou pelo perdão em meio às densas incertezas (Jó 7:7, 21).

Com Jó, os fiéis servos de Deus, podem aprender preciosas lições para situações de grandes aflições:

• Mesmo os mais consagrados filhos de Deus podem ter sentimentos de desesperança e impotência quando assolados pelas dores física e emocional.
• Fortes sofrimentos intensos levam os sofredores à exaustão física e emocional – e, isso não é falta de fé.
• Crentes consagrados do nível de Jó (Jó 1:1, 5, 8, 20-22; 2:3, 9-10) podem sentir-se abandonados por Deus e pelos outros, e assim serem esmagados pelo desespero e a tristeza.
• O desespero colocado nas mãos de Deus leva-nos a profundas reflexões sobre a vida e a morte; assim, mesmo tendo a felicidade e a esperança afetadas pelas desgraças do mal, os sofredores conseguem desabafar e atirar para fora os estilhaços de sua alma (Jó 7:11).

Quantas verdades preciosas precisamos aprender! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



JÓ 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 6 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

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JÓ 6 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
2 de julho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 6

Jó responde aos seus amigos pedindo um julgamento justo. Ele sente que as flechas de Deus estão contra ele (v. 3,4).

Jó, mesmo em terrível sofrimento, enxerga claramente a capacidade de Deus em ajudá-lo (v. 8, 9). Ele nunca pediu posses a seus amigos ou ajuda contra um inimigo, ou um opressor (vv. 22-23). Mas ele implora a seus amigos que lhe digam onde ele errou (v. 24).
Eles pensavam que suas palavras eram necessárias para disciplinar a seu mau amigo, e que as palavras de Jó eram uma resposta típica de quem sofre por sua maldade (v. 26). Para Jó, seus amigos não têm uma boa reputação (v. 27). Com um sorriso em seus rostos, eles põem para baixo um amigo e ficam satisfeitos quando ele se abate (v. 28).

Apesar de Jó estar em dificuldades financeiras, ele está determinado a manter seu estilo de vida adequado e estender a sua capacidade de discernir o certo do errado em outros aspectos da vida também (v. 30).

Querido Deus,
Dê-nos também uma vida de discernimento e de busca por justiça e atos corretos como Jó. Conhecendo suficientemente as estratégias de Satanás, sabemos que estamos seguros contigo porque tens o controle total de nossas vidas. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/6
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



JÓ 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de julho de 2026, 0:50
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693 palavras

Em sua primeira resposta aos seus amigos, Jó anseia mais por compaixão do que por críticas (Andrews Study Bible).

1-4 Jó, na sua resposta, diz que Elifaz não olhou os dois lados do problema. Este não vê que o peso da sua aflição é tão grande que qualquer impaciência revelada por Jó seria perdoável. Qualquer palavra a mais de Jó deve ser entendida à luz daquilo que estava se passando, pois suas aflições eram tão profundas, como se Jó estivesse servindo de alvo para as flechas da ira divina. Bíblia Shedd.

6,7 Não seja rápido em dar conselhos àqueles que estão sofrendo. Eles podem estar precisando mais de compaixão do que de conselhos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Embora ele [Jó] pudesse recusar um alimento intragável, passar por sua experiência recente foi como ser forçado a consumir uma comida totalmente desagradável. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

Alma. Heb nephesh, “alma”, que às vezes significa “apetite”. Bíblia Shedd.

8,9 Na sua dor, Jó queria desistir para ficar livre de seu desconforto e morrer. Mas Deus não atendeu ao pedido de Jó. Ele tinha planos maiores para Jó. Nossa tendência, como Jó, é querer desistir e fugir quando as coisas vão mal. Confiar em Deus nos bons tempos é louvável, mas confiar nEle nos tempos difíceis nos testa até os nossos limites e exercita a nossa fé. Em suas lutas, grandes ou pequenas, confie que Deus está no controle e que Ele cuidará de você (Rom 8:28) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

8-10 A perspectiva da morte é o único conforto para Jó. Ele tem esperanças de que a morte chegue logo, em contraste com o pensamento apresentado por Elifaz, em 5.6. Um fato notável através do livro de Jó é que a consciência deste não o condena; proclama sua inocência como sua defesa e escudo através do livro todo. Bíblia Shedd.

11-13 As forças de Jó estavam esgotadas, não havendo mais esperanças de restauração; a sua paciência também está no fim, e só espera pela morte. Bíblia Shedd.

14 Jó acreditava que a lealdade dos amigos deveria sobreviver às crises espirituais. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

15-21 como um riacho. Os amigos de Jó são comparados a um wadi do Oriente Médio – um rio caudaloso quando as neves das montanhas se derretem, mas seco quando vem o calor. Isto devia ser muito decepcionante a viajantes do deserto quando eles mais precisavam de água (Andrews Study Bible).

Os amigos de Jó o decepcionaram traiçoeiramente com sua pretensão de refrescar seu espírito. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

Jó […] se sentiu privado daquela simpatia humana que seria sua única inspiração na hora da aflição, aquilo que verdadeiros amigos deveriam oferecer. Bíblia Shedd.

O horror pela contemplação da miséria de Jó, e o medo de tomar partido de quem, aparentemente, estava sendo castigado por Deus, paralisaram a simpatia desses amigos. Jesus Cristo também foi tratado dessa mesma maneira Is 53.4, 5. Bíblia Shedd.

22-30 Jó os desafiou a silenciá-lo, se pudessem (6:22-30), tornando-se mais assertivo em seu desafio para que seus amigos mostrassem que ele estava errado. Eles deveriam simplesmente falar a verdade em vez de tentar persuadir ou coagir. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

26 Ao se referir às palavras de pessoas desesperadas tais quais ele mesmo como sendo “vento” (v. 26), Jó se esquivou de qualquer repreensão por linguagem irresponsável, justificando tudo que saía de seus lábios quando desabafava suas frustrações. Ele não gostaria de receber nenhuma repreensão por isso. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

27 Jó os acusou de ter uma atitude mercenária e exploradora. Eles estavam prontos a fazer o mesmo com um amigo, alguém que, em vez disso, eles deveriam apoiar. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

29, 30 Jó se referiu à sua integridade não porque ele era inocente, sem pecado, mas porque ele tinha um relacionamento correto com Deus. Ele não era culpado dos pecados dos quais seus amigos lhe acusavam […]. Outra versão deste verso poderia ser: “Minha justiça permanece.”

Justiça não é o mesmo que inocência (ausência de pecados) (Rom 3.23). Ninguém, a não ser Jesus, foi isento de pecado – livre de todos os pensamentos e ações erradas (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 6 – Já fui advertido quanto ao perigo de aprofundar-me na filosofia da vida. Alertaram-me quanto ao risco em toda filosofia; porém, quando leio o livro de Jó, vejo muita filosofia presente quase que em cada página. Ellen White afirma veementemente: “A Palavra de Deus é a verdadeira filosofia, ciência genuína”.

Jó 6 contém ao menos cinco revelações importantes relacionados à filosofia:

• A verdadeira filosofia reconhece a fragilidade da condição humana: Jó descreveu sua vida como transitória e sua dor mais pesada que a areia dos mares.
• A verdadeira filosofia percebe a tremenda necessidade de compaixão e empatia por quem sofre: Jó, em seus pensamentos profundos, expressando sua aflição em termos vívidos e poéticos, reconheceu a necessidade de compreensão, credibilidade, empatia e compaixão.
• A verdadeira filosofia destaca a importância de buscar a verdade: entre as incompreensões de seus amigos e de suas interpretações superficiais da situação, Jó mergulhou fundo na busca pela verdade e pelo entendimento como itens essenciais na lida com as dificuldades complexas da vida.
• A verdadeira filosofia admite a limitação da sabedoria humana: sendo sábio e consagrado às elevadas coisas de Deus, Jó admitiu humildemente não compreender a razão do seu sofrimento.
• A verdadeira filosofia nota a tremenda necessidade de submeter-se inteiramente a Deus e depender de Sua revelação: para Jó, Deus é poderoso e sábio; por isso confia nEle em meio à dor – mostrando-nos que a confiança em Deus em meio às incertezas é essencial ao enfrentar as adversidade da existência mesmo sem ver a mão da providência.

A vida humana não é simples, é complexa. A existência no Planeta Terra é repleta de aflições (Jó 6:1-7). A dificuldade e a dor afligem a nossa alma deixando-nos desprovidos de explicações satisfatórias. A relação entre Deus e o sofrimento humano é extremamente complexa (Jó 6:8-13). A mente fica um turbilhão, e as emoções explodem como vulcões em erupção, almejando mais do que nunca compaixão, bondade, empatia e misericórdia (Jó 6:14-30).

Só quem experimenta aflições e angústias profundas compreende isso. Nestas horas, questiona-se a Deus; contudo, é nestas circunstâncias que a confiança nELe se torna indispensável.

Nesse contexto, a filosofia coloca-nos nas pontas dos pés para olharmos um pouco mais longe no horizonte. Busquemos pela verdadeira filosofia revelada na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
1 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 5 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 5 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
1 de julho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 5

Elifaz acha que o problema de Jó é ele mesmo. O seu discurso principal é que o homem colhe o que semeia. Jó não deve pedir a ajuda dos céus (v. 1-5).

As dificuldades do homem “não nascem do chão”. Elifaz fala de anjos descendo e trazendo dificuldades e, então, retornando (v. 6, 7). Por esta razão, deve-se buscar a Deus (v. 8), que é um Deus Soberano (vv. 11-12) e faz o que Lhe agrada, mesmo em detrimento da vontade de suas criaturas, reduzindo-as a meros brinquedos. Se Ele quiser quebrar Seus brinquedos, quem poderá impedi-Lo? Este ponto de vista da soberania de Deus exposto por Elifaz não é bíblico e omite a revelação de Seu amor.

Falta a Elifaz o correto entendimento das coisas – o ponto de vista bíblico. A diferença entre o pensamento de Jó e o de Elifaz, ambos equivocados, é que o primeiro traz a ideia filosófica do auto sacrifício e o segundo tem o pensamento “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos” (Is. 22:13).

Querido Deus,
voltamo-nos para Ti para suprir todas as nossas necessidades, não porque queiramos criar o nosso próprio paraíso na terra, mas porque colocamos em Ti a nossa esperança, para hoje e para o futuro. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/5
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



Jó 5 – Comentários selecionados
1 de julho de 2026, 0:50
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1242 palavras

1-17 Elifaz continua repreendendo a Jó nos versos 1-7 e depois nos versos 8-27 procura confortá-lo. Fala que Jó deve se submeter a Deus para ser aliviado do seu sofrimento, pois ninguém mais pode ajudá-lo (Bíblia Shedd).

Chama […] atenda. Veja se alguém irá te ajudar. (Andrews Study Bible).

Em outras palavras, “se você se afastar de Deus e censurá-Lo, que ajuda poderá invocar?” (CBASD, vol. 3, p. 571).

A ideia de um mediador, alguém para arbitrar entre Deus e Jó, é tema importante no livro (ver 9.33; 16.19,20)

Santos anjos. Heb. qedoshim, “santos” (Bíblia Shedd). Seres celestes (NVI). Os santos anjos, os “filhos de Deus” do prólogo (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Seres celestiais; a mesma palavra é traduzida por “santos” quando se refere a humanos que são fiéis a Deus (15:15; Dan 7:18-27;ver Tb Dan 4:17; 8:24) (Andrews Study Bible).

Literalmente, “santos”. Provavelmente a referência seja a anjos (ver Dn 8.13; Zc 14:5), mas não se deve presumir que esteja sendo endossada a invocação de anjos. Elifaz não é autoridade em assuntos religiosos (CBASD, vol. 3, p. 571).

2 Sem mencionar diretamente, Elifaz dá a entender que Jó nutre ressentimento contra Deus, e as consequências serão desastrosas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

já vi um insensato lançar raízes. Ímpio que prospera como uma árvore que se arraiga (ver Sl 1.3) (Bíblia de Estudo NVI Vida). Elifaz admite que os ímpios podem “lançar raízes” e prosperar, mas ele não crê que tal prosperidade seja permanente (CBASD, vol. 3, p. 571).

Declarei maldita. Isto é: “Porque sei que a maldição de Deus repousava sobre ela.” (CBASD, vol. 3, p. 571).

maldita a sua habitação. O lar sem Deus é uma angústia contínua (Bíblia Shedd).

espezinhados às portas. A porta das cidades antigas era o local onde se reunia o tribunal de justiça. A expressão pode ser equivalente a “são privados de seus direitos no tribunal” (ver Pv 22:22). […] uma alusão à morte dos filhos de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

até do meio dos espinhos. Nem mesmo a cerca de espinhos construída ao redor do campo pode proteger a colheita do tolo dos bandos de saqueadores famintos (CBASD, vol. 3, p. 571).

os seus bens. Uma referência velada às grandes perdas materiais de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

Intrigante. Heb çammm “armadilha”, ou talvez çemêm, “sedentos”, interpretação esta que concorda com “faminto”, acima (Bíblia Shedd).

6,7 A aflição não é coisa que germina sem causa: é a consequência e o produto natural da maldade humana (Bíblia Shedd).

faíscas. Todos os seres humanos pecam; portanto, é tão natural que experimentem problemas como que faíscas voem para cima (CBASD, vol. 3, p. 571).

8-16 Em 5:8-16, após suas denúncias categóricas, Elifaz apresenta uma mudança de tom excepcional. Jó ainda podia ter esperança. Devia voltar-se para Deus porque Ele é poderoso além da compreensão humana. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 101.

eu buscaria a Deus. “Se eu fosse você”, Elifaz está dizendo, “pararia de reclamar e buscaria a Deus; em vez de desejar a morte, eu colocaria minha confiança nEle”. É fácil alguém supor que enfrentaria a adversidade com mais coragem do que outra pessoa. A experiência real, às vezes, revela a fraqueza dos mais confiantes. Elifaz estava correto no que disse, mas Jó, posteriormente, avaliou a adequação de sua atitude com as seguintes palavras: “Todos vós sois consoladores molestos” (Jó 16:2) (CBASD, vol. 3, p. 572).

Elifaz, apesar de ser o mais compreensivo dos três amigos, não chega a ser consolador porque não reconhece a extraordinária submissão a Deus já demonstrada por Jó (1.21 e 2.10). A facilidade com que admite os sofrimentos de Jó como fruto de seu pecado pessoal impede de atuar como verdadeiro consolador (Bíblia Shedd).

10 A chuva impede que os pobres sitiantes sejam levados à falência pelos que espreitavam por sua queda (v. 12) (Bíblia Shedd).

16 esperança para o pobre. Esperança de que a injustiça chegará ao fim (ver Sl 107:42) (Andrews Study Bible).

17-26 Jó deve aceitar a punição divina porque Deus cuidará dele e tornará todas as coisas boas no final (Andrews Study Bible).

Elifaz acreditava que a disciplina é temporária e seguida pela cura (v. 18); que o homem bom sempre será liberto. Mas, depois de acabadas as riquezas de Jó, depois da morte de seus filhos, essas palavras a respeito de segurança (v. 24) e dos filhos (v. 25) devem ter parecido bastante cruéis para ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

13 Paulo citará parte deste verso (1Cor 3.19) – a única vez que o livro de Jó será claramente citado no NT. Apesar de Deus repreender Elifaz por estar errado em seu conselho para Jó (42.7), nem tudo que ele disse estava errado. A parte que Paulo citou estava correta – as pessoas são apanhadas em suas armadilhas (“em suas maquinações”). Isto ilustra como a Escritura deve ser usada para explicar e comentar a si mesma. Nós devemos estar familiarizados com o escopo completo da Palavra de Deus para entender suas porções difíceis (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

17 feliz é o homem. A disciplina é uma bênção (Andrews Study Bible).

Elifaz estava certo – é uma bênção ser disciplinado por Deus quando fazemos o que está errado. Contudo, o conselho de Elifaz não se aplicava a Jó. Como sabemos do início do livro, o sofrimento de Jó não era o resultado de algum grande pecado. Às vezes damos excelentes conselhos somente para aprender que ele não se aplica ao momento e, portanto, não é nada útil. Todos aqueles que oferecem conselhos da Palavra de Deus deveriam tomar cuidado em primeiro entender cuidadosamente a situação da pessoa antes de dar um conselho (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Os vs. 17 a 27 provavelmente constituem a suprema passagem entre todas as declarações dos amigos de Jó; contudo está baseada na pressuposição de que Jó estava sendo punido por algum pecado (CBASD, vol. 3, p. 572).

Todo-poderoso. Heb. Shaddai, um dos dois nomes especiais para Deus em Jó, que possui 37 das suas 49 ocorrências em todo o VT. O outro, Eloah, Jó utiliza 41 vezes das 54 no VT (Andrews Study Bible).

19 seis vezes, sim, em sete(NKJV). Tão frequente quanto necessário (ver 33:24, 29) (Andrews Study Bible).

Esses números não devem ser tomados no sentido literal. Seis significa muitos, e sete significa mais. Esta é uma forma poética de dizer que Deus livrará de toda angústia (ver Am 1:3-22, como exemplo de contagem semelhante) (CBASD, vol. 3, p. 572).

22-27 Esta é uma passagem da mais inspirada consolação; só que para Jó, naquele contexto, era uma consolação amarga, porque nela subentendia-se que Jó era grande pecador (Bíblia Shedd).

23 Aliança. Uma figura poética. Os seres animados (os animais) e os inanimados (as pedras) estariam em paz com o servo de Deus (CBASD, vol. 3, p. 572).

A promessa que Oséias proclamaria, com relação aos últimos tempos (Os 2.20), aqui está sendo aplicada individualmente. O homem havia caído por se relacionar erroneamente com a natureza quando se deixou engodar pela serpente e pela atração da árvore; só dentro do plano de Deus, em plena comunhão com Ele, é que o homem pode voltar a ser cabeça da criação, em paz com Deus, consigo mesmo e com a natureza (Bíblia Shedd).

25 serão como a relva. Tão numerosos quanto as folhas da relva (Bíblia de Estudo NVI Vida)

26 a seu tempo. Elifaz afirma que Jó não iria morrer daquela doença; e que sua morte não seria derrota de quem caiu na decrepitude [decadência pela velhice]: seria a vitória de quem estaria considerado maduro e pronto para ser colhido para as habitações eternas (Bíblia Shedd).

27 aplique isso à sua vida. A orgulhosa conclusão de Elifaz (Andrews Study Bible).

O propósito de Elifaz é oferecer consolo e conselho teológico a Jó (2.11), mas, pelo contrário, fere-o com falsas acusações (Bíblia de Estudo NVI Vida).