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PROVÉRBIOS 9 – Este livro de Provérbios, contendo a sabedoria divina, é mais útil e profundo do que muitos imaginam. Sua ênfase na espiritualidade vai além das paredes dos lugares de culto. Por exemplo, “há um nítido paralelo entre Êxodo 20:1-17 e as advertências em Provérbios 1 a 9. A idolatria nunca é mencionada, embora o tom monoteísta da passagem proíba qualquer veneração de outros deuses… A blasfêmia e o sábado não são discutidos. Os últimos seis mandamentos, porém, são citados. Os filhos devem respeitar seus pais e os ensinamentos deles (1:8-9), devem desviar-se da violência e da matança (1:10-19). O adultério é repetidamente condenado (2:16-19; 5:1-23; 6:23-7:27). O roubo é desprezado (6:30-31) e a inveja é condenada como o caminho para a violência e para a rejeição divina (3:31-32). É como se o temor do Senhor resumisse os primeiros quatro mandamentos e inspirasse a manutenção dos seis últimos”, comenta Paul House.
Assim, quanto mais próximos de Deus estivermos, mais sábios seremos; o contrário também é verdade, quanto mais longe dEle, mais tolamente viveremos. Desta forma, Provérbios 9 revela a existência de apenas esses dois caminhos:
1. O convite da sabedoria (Provérbios 9:1-12).
2. A sedução da loucura (Provérbios 9:13-18).
São dois estilos de vida. Tanto a sabedoria quanto a tolice/loucura são representadas como personificação. “A sabedoria personificada (que se revela Cristo) faz um convite (Mt 11:28-29; conf. Lc 14:15-24)… A insensatez é também personificada como uma mulher louca, e aqueles que a preferem ao Senhor cortejam a morte e o inferno”, destaca Merrill Unger.
Em Provérbios 9 temos lições valiosas e profundas sobre sabedoria, discernimento e escolhas que moldam nosso caráter e determinam nosso destino eterno. Considere mais atentamente:
• Personificada por uma mulher que edifica sua casa e convida os tolos a entrarem oferecendo conhecimento, entendimento e discernimento, a sabedoria aponta para o Céu, oferece suas iguarias como símbolos do sustento espiritual e nutrientes que contém a verdade, a compreensão e o amor.
• Personificada por outra mulher, a loucura é barulhenta e ignorante, imitando a mulher sábia, também convida as pessoas; ela oferece prazeres, porém são efêmeros e ilusórios. Há imoralidade, desvio de caráter, que se transformam em sofrimento e leva ao inferno.
A qual mulher daremos atenção? Deus nos chama a viver sabiamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 8 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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513 palavras
5 Simples. Do heb. petha’im, termo que abrange aqueles que ainda não entregaram o coração à sabedoria, mas não foram comprometidos pelo mal. Encontram-se no vale da decisão, prontos para serem influenciados pelo bem ou pelo mal. Inclui também quem é facilmente tentado. Os “néscios”, em contrapartida, são os que resistiram ativamente ao chamado da sabedoria e, por isso, são mais difíceis de ser conquistados para esse estilo de vida (ver Pv 1:7). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1092.
8 Nenhuma coisa torta. As palavras da verdadeira sabedoria não contém nada de pervertido. … “O temor do SENHOR é o princípio do saber” (Pv 1:7). Aqueles que rejeitam a crença num Deus pessoal e num padrão absoluto de comportamento não são sábios (Sl 14:1; 1Tm 6:20, 21; 2Pe 3:3-5). CBASD, vol. 3, p. 1092.
13 A soberba. Quando a verdadeira relação entre o Deus santo, elevado e eterno e o pecaminoso coração mortal é percebida, não há espaço para a soberba. CBASD, vol. 3, p. 1092, 1093.
15 Reinam os reis. Os primeiros intérpretes consideraram que estas palavras se aplicavam a Cristo. … É verdade que muitos dos atributos que o orador em Provérbios 8 atribui a si também descrevem a obra e natureza de Cristo. … A declaração “Por meu intermédio, reinam os reis” é verdadeira tanto em relação a Cristo quanto à sabedoria. CBASD, vol. 3, p. 1093.
17 Os que me procuram. O sentido é de procurar com tanta diligência, a ponto de se levantar cedo para iniciar a busca. Por causa das distrações dos assuntos mundanos e do engano do coração humano, é necessário perseverar na diligência para manter um relacionamento salvífico com a sabedoria e com Deus. CBASD, vol. 3, p. 1093.
18 Justiça. Um prêmio inestimável, celestial. O poder do Salvador é prometido a todos os que buscam a bondade. Esse poder torna possível a um ser humano pecaminoso seguir os bons conselhos da sabedoria. A justiça é uma recompensa interior, evidenciada mediante o comportamento externo (1Co 1:30). CBASD, vol. 3, p. 1093.
20 No meio das veredas. Esta passagem é igualmente clara, se aplicada a Cristo. Ele foi à nossa frente e trilhou por nós o caminho da justiça e do juízo. Nos dias anteriores à cruz, falou por intermédio dos patriarcas e profetas (1Pe 1:11). Todo o simbolismo da lei ritual mosaica apontava para a vida dAquele que purificaria o pecador. CBASD, vol. 3, p. 1093, 1094.
31 Filhos dos homens. O ser humano foi a obra-prima do Criador (PP, 44). Embora Deus ame a criação animal e se importe com ela, os bichos eram simplesmente uma parte do ambiente de Adão e Eva. Os animais podem ser sagazes, mas não são capazes de conhecer a sabedoria que é temer ao Senhor. Deus só encontrou Sua imagem refletida no ser humano. Por isso, demonstrou deleite e interesse especiais nele (ver Hb 2:7, 8). CBASD, vol. 3, p. 1095.
35 Vida. A vida eterna é a recompensa para a busca diligente por sabedoria; a morte eterna é a pena para quem não a ouve (ver 1Jo 5:11, 12). A busca bem-sucedida por sabedoria significa a entrega do eu para a habitação do Espírito Santo (ver Jo 16:13). Essa entrega torna possível que Deus opere em nós e para nós as maravilhas de Sua graça. CBASD, vol. 3, p. 1095.
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PROVÉRBIOS 8 – A sabedoria está intimamente ligada a Deus; longe dEle é impossível obtê-la. Salomão, neste capítulo, mostra que ela “é personificada como mediadora e coparticipante da criação” (Bíblia Andrews).
A sabedoria existente antes do pecado está disponível hoje, mesmo após a queda de Adão e Eva! O livro de Provérbios mantém a fórmula educativa provida por Deus no Jardim do Éden; a qual “centralizava-se na família. Adão era o ‘filho de Deus’, e era de seu Pai que os filhos do Altíssimo recebiam instrução. Tinham, no mais estrito sentido, uma escola familiar”. “No plano divino de educação, adaptado às condições do homem após a queda, Cristo ocupa o lugar de representante do Pai, como o elo conectivo entre Deus e o homem; Ele é o grande ensinador da humanidade. E Ele ordenou que os homens e mulheres fossem Seus representantes. A família [deveria ser] a escola, e os pais os professores”, explica Ellen White. Esse é o método proposto em Provérbios (ver 1:8-10; 2:1-8; 3:1-2, 11-12; 4:1-5, 10-11, 20; etc).
Em Provérbio 8, a sabedoria “fundamenta suas declarações no temor do Senhor, definindo-o como ódio ao mal (8:13). Como um pai, promete grandes benefícios a quem procura a verdade (8:1-21). Como em 3:19-20, a sabedoria alega ter sido usada por Deus na criação do mundo (8:22-31). Ela não é igual a Deus por ter sido feita por Ele (9:22-26) e vem diante do Senhor por consequência natural do Seu caráter. Uma vez criada, a sabedoria se torna uma instituição viva, com tarefas próprias do mundo de Deus (8:27-31). Ela promete mediar o favor de Deus e dar vida (8:32-9:12), além disso, ela se esforça para manter o inexperiente distante das mulheres pecaminosas (9:13-18)” (Paul House).
Desta forma, “o conhecimento de Deus, a companhia dEle no estudo e no trabalho, a Sua semelhança no caráter, deviam ser a fonte, os meios e objetivo da educação de Israel – educação comunicada por Deus aos pais, e por estes dada aos filhos”, declara White. Provérbio 8 revela que a sabedoria tem sua fonte em Deus e identifica-se com Ele; portanto, “aqueles que rejeitam a crença num Deus pessoal e num padrão absoluto de comportamento não são sábios (Sl 14:1; 1Tm 6:20-21; 2Pe 3:3-5)” (CBASD).
Enfim, sejamos sábios! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 7 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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684 palavras
1 Guarda as minhas palavras. Isto é, obedece-me. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1089.
2 A menina dos teus olhos. Figura de linguagem que expressa preciosidade extrema. CBASD, vol. 3, p. 1089.
3 Aos dedos. Desta forma, sempre à vista, servindo de lembrete constante (ver Dt 6:8; 11:18). CBASD, vol. 3, p. 1089.
4 Minha irmã. Símbolo de associação íntima. CBASD, vol. 3, p. 1089.
6 Por minhas grades. As janelas das casas orientais não eram revestidas de vidro, como das casas de hoje, mas, sim, com uma treliça de madeira, que permitia ao ocupante da casa ver do lado de fora, ao passo que a visão de quem se encontrava fora era obscurecida. CBASD, vol. 3, p. 1089.
Olhando eu. O escritor escolhe usar uma generalização concreta, em vez de proferir generalidades abstratas, acrescentando força a sua instrução. Pode ter contado um caso real ou uma parábola. CBASD, vol. 3, p. 1089.
9 Na escuridão da noite, nas trevas. Literalmente, “na pupila [do olho] da escuridão e das trevas”. A pupila da noite se refere ao período de escuridão total, entre o crepúsculo e o raiar do dia. O jovem errou ao se colocar no caminho da tentação. Talvez ele não tivesse intenção deliberada de pecar, mas sentiu prazer ao se aventurar nos limites da transgressão. O caso dele é típico de muitos transgressores morais da atualidade que permitem associações indiscretas sem a intenção de vender a alma à luxúria vil. De repente, se veem numa armadilha da qual não parecem ter poder para se libertar. Deveriam ter repugnado com clareza a primeira sugestão do mal. “Não manuseies isto, não proves aquilo, não toque aquiloutro”(Cl 2:21) é o único rumo seguro a tomar em tais situações.”Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia”(1Co 10:12). CBASD, vol. 3, p. 1089.
10 Sai ao encontro. O fato de a mulher sair tarde da noite já dá um indicativo de seu caráter. No Oriente, as mulheres de boa reputação ficavam isoladas e não costumavam deixar os recintos do lar à noite, certamente não sem companhia. CBASD, vol. 3, p. 1089.
11 Inquieta. Os v. 11 e 12 descrevem o caráter da mulher vil de modo geral, não necessariamente sua conduta naquela ocasião. Ela não era como as “boas donas de casa” às quais Paulo elogiou (Tt 2:5). CBASD, vol. 3, p. 1089.
14 Sacrifícios pacíficos. Neste tipo de sacrifício, o animal apresentado era dividido entre o sacerdote e o ofertante (ver Lv 7:11-19). A mulher afirmou ter cumprido seus votos naquele dia e estar celebrando com uma festa em casa, para a qual convidou o jovem tolo. CBASD, vol. 3, p. 1090.
15 Saí ao teu encontro. Ela tenta convencer o ingênuo de que estava procurando especialmente por ele e de que o estima muito. CBASD, vol. 3, p. 1090.
19 O meu marido não está em casa. Um forte elemento de tentação é apresentado: a ideia de segurança, de não ser descoberto. Sem a restrição imposta pelo medo de ser pego e punido, a condição da sociedade seria muito pior do que é. Poucos na atualidade são refreados pela atuação do Espírito Santo no coração (ver Gn 6:5). Nesta era degenerada, em que as pessoas são fracas e o pecado é forte, o povo de Deus deve transformar a sabedoria e o entendimento em seus companheiros íntimos, e se aproximar tanto do Salvador que até o pensamento do pecado seja logo expulso da mente (2Co 10:5). No entanto, o pecado que é evitado apenas pelo medo da condenação ainda assim polui a alma (ver com. de Mt 5:28). … Já se observou habilmente que o caráter pode ser avaliado por aquilo que uma pessoa faria caso soubesse que nunca seria descoberta. CBASD, vol. 3, p. 1090.
21 Com as suas muitas palavras. Literalmente, “instrução abundante”. Fica evidente que a adúltera usava uma linha de raciocínio planejada com cuidado. CBASD, vol. 3, p. 1090.
22 Ao matadouro. Os bois podem caminhar tranquilamente para o matadouro e ficar calmos diante da morte. CBASD, vol. 3, p. 1090.
25 Para os caminhos dela. O único proceder seguro é rejeitar instantaneamente as primeiras insinuações do mal e evitar se colocar no caminho da tentação (ver Gn 39:13; 1Co 6:18). Aquele que já se encontra preso deve procurar se libertar de imediato das cadeias que o amarram. Todos devem se proteger da familiaridade indevida (T5, 591-603). CBASD, vol. 3, p. 1090.
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PROVÉRBIOS 7 – Não brinque com o perigo; o mal leva a sério seus objetivos!
Leia sobre isso em Provérbios 7. Faça tuas anotações; depois, com oração volte a esta reflexão. O capítulo pode ser dividido da seguinte forma:
1. Conselho ao jovem aprendiz guardar os mandamentos e a sabedoria como uma joia preciosa, para proteger-se da sedução e da perversão (Provérbios 7:1-5).
2. Uma descrição de como um jovem é fisgado por uma mulher imoral. Ela usa a tática da sedução, lisonjeia-o e o convence a segui-la para casa – doce ilusão (Provérbios 7:6-23).
3. Alerta para as funestas consequências da desgraça da promiscuidade sexual. A perversão da sexualidade acarreta vergonha e destruição. O texto sagrado salienta que as pessoas que caem na armadilha da imoralidade sofrerão graves punições (Provérbios 4:24-27).
A sabedoria que deve ser valorizada é a sabedoria prática; ela auxilia a atentar para o perigo das armadilhas da vida, ensina a ser analítico nas relações e seletivo nos relacionamentos; ela ensina a resistir à sedução das palavras fingidas e a valorizar o compromisso conjugal. Além disso, a sabedoria bíblica é oriunda do Céu para promover o autocontrole, a disciplina das paixões; incentivar a escutar os preciosos conselhos dos sábios, a antecipar as consequências de ações incorretas, a cultivar a autoestima e a manter a vigilância espiritual.
Provérbios 7 contém profunda sabedoria; suas palavras são impactantes e dá para extrair muitos princípios importantes; tais como:
• É preciso abrir os olhos para a sabedoria, para não sufocar-se nas trevas da ignorância!
• Escolher com sabedoria as companhias implica deixar os imorais afundarem-se sozinhos!
• Saiba resistir às palavras envenenadas usufruindo da armadura da integridade para não ser devorado pela manipulação da imoralidade e da perversidade.
• É sábio rejeitar as armadilhas mortais com determinação visando fugir das seduções das sombras que engolem os imprudentes em meio às trevas da vida.
• Aqueles que dominam seus desejos não são escravizados por eles – essa é uma grande diferença entre os sábios e os tolos.
• Quem cultiva uma autoestima corretamente fundamentada na revelação divina não desmorona na insegurança dos fracos que experimentarão o amargor da frustração.
• A habilidade de antecipar consequências devastadoras evita afundar-se num abismo de remorso.
Provérbios 7 nos mantêm espiritualmente vigilantes para não sermos pessoas vacilantes! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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537 palavras
2 Estás enredado. Embora Salomão faça uma advertência contra ser fiador (ver Pv 11:15; 17:18), ele também insiste que devemos ajudar o amigo ou o próximo em tempos de necessidade (Pv 14:21; 17:17; 18:24; 27:10). A combinação dessas ideias sugere o seguinte conselho: seja fiador de um amigo que passa por necessidades somente na quantia que você tem condições de custear naquela época e separe o dinheiro durante toda a fiança, para que não enfrente a exigência repentina de pagar um total superior a suas condições. … Nos tempos de Salomão, nem mesmo o fiador em si era poupado. Ele, as esposas e os filhos podiam ser vendidos como escravos. CBASD, vol. 3, p. 1085.
10 Um pouco para dormir. A imagem é a de um preguiçoso rolando na cama e dizendo: “Daqui a pouquinho me levanto e vou trabalhar. CBASD, vol. 3, p. 1086.
12 Homem de Belial. Do heb. beliyya’al … Significa “sem valor”. CBASD, vol. 3, p. 1086.
Perversidade na boca. Literalmente, “desonestidade na boca”. … O caminho do ímpio é marcado por perversidade nas palavras. Além de mentir, ele defende o mal e interpreta falsamente o bem. CBASD, vol. 3, p. 1086.
13 Com os olhos. A piscadela furtiva do malfeitor parece revelar toneladas de infâmia. Os perversos têm uma linguagem secreta própria. Usam as mãos, os pés e os lábios para se expressar aos companheiros na presença de pessoas honestas. CBASD, vol. 3, p. 1086.
17 Olhos altivos. A exaltação própria impede que a pessoa confesse seus pecados e humilhe a alma diante de Deus. Enquanto essa atitude persistir, a salvação será impossível. O orgulhoso fica excluído dos portões da vida de forma tão certa quanto se Deus o odiasse (ver Jó 21:22; Sl 18:27; PP, 37). CBASD, vol. 3, p. 1087.
Língua mentirosa. Nosso Senhor é o Deus da verdade. As mentiras não podem enganá-Lo, pois Ele sabe de todas as coisas; mas elas podem ocasionar grandes males a Seus filhos. As mentiras de Satanás enganaram uma multidão de anjos e tiraram um terço dos habitantes do Céu. As mesmas mentiras transformaram um mundo feliz num temível campo de batalha, no qual a maioria dos seres humanos se depara com a derrota eterna (Ap 12:4, 7-9). Deus odeia a mentira, pois afasta dEle homens e mulheres e os levam para o cruel cativeiro de Satanás. CBASD, vol. 3, p. 1087.
19 Testemunha falsa. Este tipo de mentira é expressamente proibido no nono mandamento (Êx 20:16). O perjúrio é usado para proteger o malfeitor e oprimir o inocente. Quando a justiça é pervertida por meio dessa forma de conspiração, a comunidade cai em ruína, tanto pelos danos diretos sofridos, quanto pelo desprezo cínico à lei e à ordem. CBASD, vol. 3, p. 1087.
Semeia contendas. Indivíduo que sente prazer em provocar brigas. CBASD, vol. 3, p. 1087.
23 O mandamento é lâmpada. Aqueles que consideram a lei uma proibição arbitrária de prazeres desejáveis têm uma ideia completamente pervertida. O mandamento é lâmpada para iluminar a mente e mostrar o caminho da felicidade, paz e vida eterna (ver Sl. 19:8; 119:105). CBASD, vol. 3, p. 1087.
32 Está fora de si. O ladrão que rouba por estar com fome tem ao menos uma espécie de desculpa para o ato, mas ainda assim ele sofre por causa do erro (v. 30). O adúltero, em contrapartida, não tem como justificar sua conduta. Além disso, o prazer que ele imagina encontrar na gratificação sensual logo se transforma em remorso. CBASD, vol. 3, p. 1087.
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PROVÉRBIOS 6 – A mensagem destes capítulos introdutórios de Provérbios não é exclusiva de Salomão. Na mensagem profética de Malaquias há uma declaração contundente que deve impactar a cada um de nós. O profeta reproduz a Palavra do próprio Deus: “Eu odeio o divórcio” (Malaquias 2:16).
Provérbios, tão sagrado quanto o texto de Malaquias, trata da importância de valorizar e proteger a santidade e a sanidade do casamento, bem como das consequências devastadoras da infidelidade conjugal. Nos tempos modernos, onde as tentações estão à espreita não apenas em cada esquina, mas em cada aparelho eletrônico, é vital que internalizemos estas lições antigas para orientar nossas escolhas atuais e vivermos para honrar a Deus e fortalecer nosso lar. Ao fazê-lo, encontraremos alegria real e paz verdadeira que vem de viver conforme os princípios eternos da sabedoria celestial.
Em Provérbios 6 está implícito que a sabedoria divina é que nos dará vida satisfatória – que vale a pena ser vivida. Estar em sintonia com a vontade do perfeito Criador nos guia para tomar decisões que honram a nós mesmos, aos outros e principalmente a Deus. Neste capítulo encontramos uma porção maior advertindo-nos veementemente contra o adultério, que desgraça a vida de muita gente (Provérbios 6:20-35). Porém, ligado a este tema, observe:
• Evite compromissos financeiros arriscados; não seguir este princípio pode colocar toda a vida conjugal e familiar em perigo (Provérbios 6:1-5).
• Aprenda a dedicação das formigas; é preciso trabalhar diligentemente pensando no futuro. Para isso, é necessário persistência, compromisso e planejamento – isso será uma bênção para a vida conjugal e familiar (Provérbios 6:6-8).
• Dê um basta à preguiça; se você não acabar com ela, certamente ela irá acabar com teu lar, teu futuro – ela não poupará você, então não a poupe (Provérbios 6:9-11).
• Assimile o que Deus detesta e o que Ele odeia; então, não arruinarás teus relacionamentos familiares (Provérbios 6:16-19).
O adultério é um veneno para o relacionamento mais belo que Deus criou, porém não é o único. Além da questão financeira, da preguiça, da procrastinação, do orgulho e da discórdia (Provérbios 6:1-19), também as escolhas erradas, paixões desenfreadas, indisciplina, ciúmes e vinganças estraçalham o relacionamento que deveria ser bênção (Provérbios 6:20-35).
Por isso, o apelo é veemente para obter sabedoria (Provérbios 6:20-24). Portanto, reavivemo-nos… tenhamos caráter! – Heber Toth Armí.