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PROVÉRBIOS 12 – Os contrastes não apenas ajudam-nos entender, como levam-nos a fazer uma autoanálise para saber onde estamos e qual atitude precisamos tomar. Este capítulo é fundamental para levar-nos a refletir através dos contrastes:
• Justiça versus engano (Provérbios 12:1, 20-22, 28).
• Honra versus vergonha (Provérbios 12:4, 7-8).
• Palavras edificadoras versus língua enganadora (Provérbios 12:5-6, 13-14, 17, 19-20, 22).
• Sabedoria versus insensatez (Provérbios 12:1, 16, 23).
• Trabalho diligente versus preguiça (Provérbios 12:11, 24, 27).
• Cautela versus imprudência (Provérbios 12:15-16, 18, 20-21, 26-27).
• Retidão versus perversidade (Provérbios 12:2-3, 10, 12).
• Sinceridade versus fingimento (Provérbios 12:9).
• Ferida versus cura (Provérbios 12:18, 25).
• Justo/sábio versus ímpio/tolo (Provérbios 12:1-28).
Somos desafiados a encarar a nós mesmos para identificar onde estamos na escala da sabedoria. Não devemos acomodar-nos jamais, precisamos avançar sempre. Pelo poder de Deus e a graça de Cristo é imprescindível que substituamos os traços pervertidos em nosso caráter pelas virtudes graciosamente providas por Deus.
Ninguém nasce cheio de sabedoria, nem envolvido no manto da prudência, nem mesmo possuindo amor pela justiça e pela verdade. Entretanto, qualquer criança, juvenil, adolescente, jovem, adulto ou idoso pode chegar a ser prudente, honesto, sincero, dedicado, trabalhador, justo e reto – caso empenhar-se determinantemente a estudar e aplicar as riquezas de Provérbios m cada aspecto de sua vida – ainda que as inclinações do coração sejam contrárias a eles!
Não há atalho para nossas expectativas. Tudo o que é louvável requer disciplina e trabalho árduo. “Só a riqueza que vem do trabalho honesto é lícita. O enriquecimento provindo do jogo, da loteria, dos favores dos poderosos ou da exploração do trabalho alheio, é pecaminoso… Em todo lucro resultante do prejuízo alheio, o que há de pior é a transgressão da lei divina, que nos deixa moralmente empobrecidos. Num sentido geral, o jogo é tanto mais pernicioso, quando confere lucros a expensas do próximo. Pensam muitos que a loteria não seria um mal, se todos pudessem ganhar sempre. Mas, além de ser isso irrealizável, tal pensamento revela o desejo de fugir ao esforço e ao trabalho que são a ordem de Deus, neste mundo para as criaturas imperfeitas”, diz E. Percy Ellis.
É “quem trabalha a sua terra [que] terá fatura de alimento, mas quem vai atrás de fantasias não tem juízo” (Provérbios 12:11). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 11 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1333 palavras
1 Balança enganosa.O elemento enganador não é a balança em si, mas seu proprietário. Bíblia de Estudo Andrews.
As balanças falsas e medidas diminuídas de qualquer espécie são uma forma de roubo. Deus deixou várias advertências severas contra o furto (ver Lv 19:35, 36; Dt 25:13, 14). O roubo é ainda mais prejudicial aos pobres, por sua escassez de recursos. É possível que houvesse pesos e medidas padronizados no santuário, com os quais se podia testar as medidas comerciais (ver Êx 30:13; Lv 27:25). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1106.
O peso justo. Literalmente, “a pedra perfeita”. As pedras eram usadas como pesos, e muitos comerciantes tinham dois conjuntos, um para comprar, mais pesado, e outro para vender, mais leve. Quem acredita que “a bênção do Senhor enriquece”(Pv 10:22) e tem fé no poder de Deus não assume esse tipo de conduta, a despeito do prejuízo que possa ter. … A maior fraude na história foi a realizada contra Adão e Eva por parte de Satanás (Gn 3:1-6). A primeira mentira levou miséria e morte àqueles que possuíam vida eterna e felicidade, sob a alegação de que estavam comprando o caminho para uma vida mais plena. Todas as fraudes menores ao longo da história tendem para o mesmo fim, tanto para o enganador quanto para a vítima. Portanto, não surpreende que Deus odeie o engano e ame os justos acordos CBASD, vol. 3, p. 1106.
[Peso justo] São pessoas honestas, que despertam o prazer de Deus (v. 20). Bíblia de Estudo Andrews.
2 Sobrevem a desonra. A soberba se encontrava na base do primeiro pecado. Quando Lúcifer se orgulhou de sua beleza e sabedoria, o pecado se desenvolveu misteriosamente em seu coração (ver Ez 28:11-19; PP, 33-43; GC, 492-504). Ele se recusou a deixar a rebelião quando a natureza e as consequências dela lhe foram apontadas. Por isso, Lúcifer deu início a uma longa e infeliz história que terminará afinal quando ele se tornar alvo de desprezo universal (Is 14:12-20). CBASD, vol. 3, p. 1106.
Com os humildes. O humilde, com sua disposição de aprender e seu reconhecimento da necessidade de ajuda divina, recebe ricos suprimentos de graça. Rápido em discernir e seguir a liderança do Espírito Santo, ele tem acesso ao fundamento da sabedoria celestial (ver Is 57:15; Tg 4:6). CBASD, vol. 3, p. 1106.
3 A integridade. Do heb tummah, do verbo tamam, que significa “ser completo”, “estar terminado”. Tummah quer dizer “plenitude”ou “perfeição”, não no sentido de ausência de defeitos, mas de que o desenvolvimento esperado para uma dada etapa foi conquistado. Por isso, Jó foi declarado perfeito (ou “íntegro”, Jó 1:1,8), mesmo que houvesse fraquezas em sua experiência, reveladas posteriormente pelas adversidades (ver Jó 40:2-5; 42:2-6). … Noé foi considerado íntegro (Gn 6:9), contudo mais tarde mostrou ser susceptível às fraquezas da carne (Gn 9:21). Os íntegros são cristãos maduros completamente dedicados ao Senhor que, embora tenham fraquezas a vencer, prosseguem rumo ao alvo (Fp 3:12-15). CBASD, vol. 3, p. 1106, 1107.
A integridade … os guia. Quando o ser humano entrega o coração ao Salvador, quando seu único objetivo de vida é agradar a Deus, ele não precisa temer a perdição (Jo 7:17; Is 30:21). CBASD, vol. 3, p. 1107.
4 As riquezas de nada aproveitam. O rico parece ter muitas vantagens, graças a suas riquezas, e consegue mais benefícios do que o pobre. Por isso, ele abriga interiormente a ideia de que suas riquezas comprarão o favor de Deus no juízo vindouro. O terrível despertar desse tipo de pessoa para sua verdadeira condição é retratado de forma vívida pela Bíblia (ver Is 2:20, 21; 10:1-4; Jr 9:23; Mt 19:23; Tg 5:1; Ap 6:15). CBASD, vol. 3, p. 1107.
dia da ira. O dia da punição divina, também chamado de “dia do SENHOR”. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Íntegro. Ver com do v. 3, acima.
Endireita. A justiça torna o caminho plano ao remover todos os motivos de tropeço. Permanecem as tentações, mas não há resposta a elas (ver Jo 14:30; cf. DTN, 123; GC, 623). CBASD, vol. 3, p. 1107.
8 Em seu lugar. A verdade deste provérbio foi demonstrada várias vezes. Os egípcios … os israelitas (Êx 14:26-31). Mordecai … Hamã … (Et 7:10). Daniel … seus acusadores … (Dn 6:24). CBASD, vol. 3, p. 1107.
9 Ímpio. A pessoa profana, seja ela hipócrita ou não, costuma estar pronta e disposta a destruir o próximo com mentiras, insinuações e boatos. CBASD, vol. 3, p. 1107, 1108.
10 Exulta a cidade. O perverso … adquire riquezas à custa dos outros e usa seu poder crescente para oprimi-los. Portanto, não é de se espantar que toda a cidade receba sua ruína com grande alívio. CBASD, vol. 3, p. 1108.
13 O mexeriqueiro. O desejo irresistível de contar coisas que os outros não sabem parece dominar algumas pessoas (ver Ed, 235, 236; T5, 58, 59). CBASD, vol. 3, p. 1108.
14 Direção. Sempre que falta uma direção sábia e habilidosa, as pessoas que também carecem de tal sabedoria são facilmente desviadas para caminhos que levam a dificuldade e desastre. Em contrapartida, quando há muitos com o dom de liderança ou de aconselhar com sabedoria, discussões livres e francas sobre os problemas garantirão que cada fator importante seja pesado e cada armadilha, antevista (ver Pv 15:22; 20:18; 24:6). CBASD, vol. 3, p. 1108.
15 Fiador. Ver com. de Pv 6:1. CBASD, vol. 3, p. 1108.
16 Os poderosos. O significado desta passagem parece ser que a mulher graciosa guarda sua honra de forma tão eficaz quanto um homem violento protege sua riqueza. CBASD, vol. 3, p. 1108.
18 Um salário ilusório. O perverso pensa que conseguirá um retorno válido por suas maldades, mas descobre que sua recompensa é bem diferente (ver Pv 1:10-19; ver também com. do v. 17). O justo semeia justiça e ceifará colheita tão garantida quanto a eternidade. CBASD, vol. 3, p. 1109.
19 Conduz para a vida. Este versículo expressa uma verdade simples e muito conhecida. Cristo atrai para Si todos os seres humanos e o Pai entrega a todos uma medida de fé. Portanto, o indivíduo deve escolher aceitar esse poder de atração ou resistir a ele e se perder. A vida eterna é a recompensa certa para a justiça, assim como a morte eterna será a consequência do pecado (Jo 12:32; Rm 6:23; GC, 31). CBASD, vol. 3, p. 1109.
21 O mau … não ficará sem castigo. Ao longo da história do grande conflito, os ímpios têm se unido para oprimir o povo do Senhor, mas logo descobrem que o defensor dos justos é mais poderoso do que o grande enganador, com quem fizeram um pacto (ver 2Cr 20:1-25; Ne 4:7-15). CBASD, vol. 3, p. 1109.
22 Que não tem discrição. O contraste é entre a beleza de forma e aparência e o caráter desvirtuado. CBASD, vol. 3, p. 1109.
23 Ira. O perverso busca, de forma natural e inevitável, aquilo que atrairá a ira dos seres humanos e, por fim, a de Deus. CBASD, vol. 3, p. 1109.
24 Dá liberalmente. O empreendimento amoroso e refletido de usar os recursos pessoais para aliviar o sofrimento e ajudar os necessitados leva riqueza a ambos os lados. Quanto mais recursos o doador usa para ajudar, mais ele recebe. CBASD, vol. 3, p. 1109.
25 A alma generosa. Aquele que abençoa os outros abençoa a si mesmo (ver 2Co 9:6-15). CBASD, vol. 3, p. 1109.
26 Retém o trigo. Em tempos de escassez, alguns retém os alimentos até o preço aumentar o suficiente para obter lucro excessivo, à custa de seus semelhantes. É claro que essas pessoas são odiadas e amaldiçoadas pelos que sofrem em decorrência dessas atividades (ver Am 8:4-7). Além disso, os que rompem com os preços elevados artificialmente e vendem pelo preço normal são amados e abençoados. O trabalho de José no Egito foi feito em prol do povo, bem como do rei. CBASD, vol. 3, p. 1110.
28 Cairá. Os discípulos ficaram surpresos quando Cristo disse que era difícil um rico entrar no reino de Deus (Mc 10:24-26). … Em vez de sentir a necessidade do Espírito Santo e de partilhar com outros sua prosperidade, o rico costuma achar que deve proteger sua posição, aumentando cada vez mais sua propriedade e seus recursos (ver 1Tm 6:17). Muito embora desça à sepultura honrado pelso seres humanos e deixando para trás muitos bens, diante do Senhor ele é uma pobre folha murcha que caiu ao chão. CBASD, vol. 3, p. 1110.
30 Árvore da vida. Os frutos que o justo produz são palavras e ações sábias e úteis. Elas se tornam árvore da vida para os outros, proporcionando alimento para o corpo e a mente. De fato, o exemplo de uma pessoa de bem promove saúde espiritual e conduz à vida eterna. CBASD, vol. 3, p. 1110.
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PROVÉRBIOS 11 – Os princípios bíblicos devem ser profundamente estudados e sistematicamente praticados. Provérbios principalmente!
Charles Swindoll expressa que “Deus não preservou estas palavras sábias apenas com a finalidade de gerar um estímulo intelectual, mas também as preservou com o objetivo de que fossem aplicadas na prática… O livro de Deus merece nossa séria concentração, à medida que procuramos aplicar a sua sabedoria às constantes e inescapáveis pressões com que convivemos. Ao mesmo tempo, no entanto, não devemos perder a beleza de sua poesia à medida que buscamos a praticidade de sua mensagem”. Porém, infelizmente, “há muitos que se alimentam levemente da Bíblia Sagrada mordiscando aqui e ali aleatoriamente com um interesse apenas passageiro pelas palavras de uma página. Poucos são aqueles que bebem de forma profunda e consistente dos rios de água viva”.
Ao considerar com oração e atenção Provérbios 11, seu conteúdo deve impressionar-nos, elevar-nos e moldar-nos. Observe:
• Os primeiros 15 versículos apresentam uma série de contrastes entre o justo/sábio e o ímpio/tolo. Cada provérbio destaca as bênçãos e recompensas reservadas àqueles que vivem conforme a sabedoria e a justiça divina, bem como as consequências para aqueles que seguem caminhos perversos e desonestos.
• O miolo, abrangendo os versículos 16-23, contém provérbios adicionais sobre temas como generosidade, humildade, calúnia, e confiança em Deus. Cada premissa oferece uma lição prática sobre como viver justa e virtuosamente.
• A parte final envolvendo os versículos 24-31 continuam a explorar temas relacionados à generosidade, prosperidade, retidão e confiança em Deus; abordando a relação entre a justiça e a recompensa divina.
Quem estuda e assimila a mensagem destes provérbios é transformado por seus princípios. O estudioso que pratica seus ensinos, preza pela honestidade e vive em integridade, valoriza a generosidade e exercita a benevolência, ensinam a importância da humildade e agem com sabedoria, buscam a justiça e andam em retidão.
O capítulo também adverte contra a fofoca e a calúnia (pecados comuns da língua); indicando que, quem espalha boatos, enfrentará consequências (Provérbios 11:9, 11, 13).
A sabedoria está em ganhar almas, não em prejudicá-las (Provérbios 11:30); nossas palavras devem ser úteis para conduzir pessoas à sabedoria, à retidão e à fé. Devemos exercer influência compartilhando a sabedoria divina objetivando levar mais e mais pessoas ao conhecimento de Deus!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 10 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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820 palavras
1 Provérbios de Salomão. Este capítulo dá início a uma longa seção de provérbios curtos, mais ou menos independentes uns dos outros. Há uma espécie de agrupamento aparente, às vezes, mas, de modo geral, há poucos pensamentos consecutivos. Como muitos dos provérbios têm sentido independente, esta seção contrasta com os trechos unificados que compõem a primeira parte do livro. Pode-se observar alguma conexão entre esta série de provérbios e as seções anteriores, ao considerar que os provérbios demonstram dois estilos de vida bem diferenciados, apresentados nos primeiros capítulos, e formulam os princípios que governam os estilos. A forma antitética da poesia hebraica, na qual a segunda parte do versículo faz nítido contraste com a primeira ( ver p. 8, 9 [CBASD]), é muito usada nestes provérbios. O v. 1 ilustra esse tipo de paralelismo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1099.
Tristeza. O contraste pretendido não é entre a reação diferente do pai e da mãe. Ambos se alegram no filho que trilha o caminho da sabedoria, e os dois se entristecem e sentem um peso quando este segue a loucura (ver Pv 13:1; 15:20; 23:24). CBASD, vol. 3, p. 1099.
2 Tesouros da impiedade. Estes tesouros não dão lucro, pois o único lucro que realmente compensa ganhar é a vida eterna, que nenhuma quantidade de ouro é capaz de comprar (Mt 16:26). CBASD, vol. 3, p. 1099.
3 Rechaça. Os problemas que Deus permite sobrevirem aos seres humanos têm a intenção de acordá-los para sua verdadeira condição e garantir que sejam salvos (ver Ag 1:5-11; PP, 109, 325, 326). CBASD, vol. 3, p. 1100.
4 Mão remissa. A preguiça e a ineficiência costumam andar juntas e certamente geram pobreza. Não se espera que nenhum empregador fique satisfeito com o funcionário que demonstre essas características. A diligência, por sua vez, em geral combina com a eficiência. O versículo apresenta um vívido contraste entre dois tipos de trabalhadores. CBASD, vol. 3, p. 1100.
5 Dorme. Do heb. radam, palavra para sono profundo, não mera soneca. O filho preguiçoso é uma vergonha a todo tempo, mas a indolência durante a sega é absolutamente indesculpável, pois envergonha tanto o pai quanto o filho. A loucura de dormir num momento de crise é ainda mais trágica quando a espiritualidade está em questão. Ao acordar e perceber que a oportunidade da salvação passou, lábios humanos proferirão as palavras mais tristes já ditas: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos”(Jr 8:20). CBASD, vol. 3, p. 1100.
7 Memória do justo. Não que os ímpios sejam esquecidos; em vez disso, são lembrados com medo ou repulsa, ao passo que a lembrança das pessoas de bem evoca prazer (ver Sl 72:17). Por isso a memória dos perversos é adequadamente comparada à podridão grotesca. CBASD, vol. 3, p. 1100.
9 Será conhecido. Aquele que se inclina para caminhos tortuosos, seja seja em relação a Deus ou aos seres humanos, com certeza será exposto. CBASD, vol. 3, p. 1100.
11 Manancial de vida. Ou, “fonte da vida”. Palavras de sabedoria, conselho e edificação fluem dos lábios dos bons. Como um manancial refrescante, elas levam nova vida e crescimento quando os outros as aceitam e lhes dão ouvidos. É uma honra para os justos serem descritos dessa forma, pois o próprio Deus disse ser “o manancial da vida”(Sl 36:9; Jr 2:13; cf Jo 4:14; 7:38). CBASD, vol. 3, p. 1101.
19 Muito falar. A língua é um órgão difícil de controlar e tem um potencial tremendo tanto para o bem quanto para o mal (Tg 3:1-10). A língua que recebe permissão para muito falar corre o risco de conduzir seu dono a várias formas de pecado. O exagero que costuma acompanhar a prolixidade é uma falsificação da verdade. O escândalo e a difamação não estão distantes daquele que fala demais e procura impressionar. O ‘sábio filtra com cuidado tudo o que diz e lembra que um dia prestará conta de suas palavras (ver Ec 5:1-3; Mt 12:36; Tg 3:2; T4, 331). CBASD, vol. 3, p. 1102.
24 O perversos … os justos. O perverso sacia plenamente seu desejo. Ele quer seguir o próprio rumo e, mesmo assim, ser feliz. Quer semear o mal e colher o bem. Isso nunca vai acontecer. Faz parte da natureza do pecado proporcionar miséria e morte, por mais que a chegada do castigo se atrase (ver Tg 1:15). A pessoa de bem deseja ser regenerada, para que possa ir bem e ser boa. É seu propósito andar pelo caminho da vida e da felicidade. Quanto mais ela assim deseja, mais fácil é para Deus atender seus desejos. A felicidade é uma consequência tão inevitável da justiça quanto o sofrimento o é do pecado (ver Gl 6:7). CBASD, vol. 3, p. 1103.
30 Os perversos concentram o coração num estilo de vida mundano. Seu ideal de vida eterno é uma existência na qual podem viver de forma tão sensual e gananciosa quanto na vida presente. CBASD, vol. 3, p. 1104.
32 Somente o mal. O perverso fala o mal de forma tão inconsciente quanto o justo profere boas palavras; em ambos os casos, as palavras dos lábios brotam do coração (ver Mt 12:34-37). … O ímpio se deleita em causar sofrimento e não se importa com os danos que causa. CBASD, vol. 3, p. 1104, 1105.
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PROVÉRBIOS 10 – O remanescente fiel que será salvo possui caráter moldado não pelos desejos carnais ou as influências da sociedade imoral, mas pelos princípios do Céu revelados na Palavra de Deus.
Pensando nisto, o livro de Provérbios “é uma biblioteca de instrução moral e espiritual para jovens com o intuito de garantir uma vida piedosa e feliz e a recompensa na vida futura”, diz Merrill Unger. “Os provérbios proveem a sabedoria, ensinando que ela é igualmente dependente da revelação da verdade divina ao obediente e fiel remanescente… São tratadas as circunstâncias de vida normal com a intenção de ajudar o povo de Deus a passar da imaturidade à maturidade”, atesta Paul House.
Após uma introdução de 9 capítulos apelando para desprezar a loucura, banir a insensatez, fugir da imoralidade e prezar pela sabedoria, buscar a verdade e desfrutar da verdadeira felicidade, a partir do capítulo 10 temos a sabedoria em pequenas cápsulas que devem ser assimiladas e digeridas lentamente por cada um que almeja ser transformado em sua maneira de ver e de viver a vida!
A partir de Provérbios 10, fica bem mais claro que “o contraste na vida e na conduta se faz em matéria de trabalho, diligência, ambição, discurso, verdade, estabilidade, honestidade, integridade, fidelidade, orientação, afabilidade, bondade etc.” (Unger). A espiritualidade que não atinge as práticas do dia a dia é rasa, superficial, podendo ser considerada falsa.
A piedade bíblica não deve estar confinada a momentos de culto e adoração; nem limitada aos lugares sagrados, ou dias santos. O estilo de vida de quem serve a Deus deve ser nítido em contraste com a conduta dos descrentes.
Como a luz é perceptível onde há trevas, assim é o cristão em meio aos descrentes. A diferença é gritante; pois, o crente…
• …escolhe suas palavras com cuidado; sua forma sábia de comunicar constrói relacionamentos e evita conflitos desnecessários (Provérbios 10:11-14, 18-19).
• …cultiva sólida ética de trabalho; ele é diligente e persistente em suas atividades e o sucesso é evidente (Provérbios 10:3-7, 15-22).
• …busca aplicar a sabedoria em todas as decisões, as quais beneficiam a si mesmo, e principalmente àqueles ao seu redor (Provérbios 10:8-9, 17, 23, 32).
• …teme ao Senhor, e por isso é abençoado (Provérbios 10:24, 27-31).
Aprendamos a sabedoria… e, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 9 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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573 palavras
1 Edificou a sua casa. As interpretações que consideram a uma representação da encarnação de Cristo ou da igreja, o corpo simbólico de Cristo, ou das escolas dos profetas, onde habitava a sabedoria, representam representações alegóricas desautorizadas. É suficiente considerar a “casa”uma imagem poética que personifica a sabedoria e a representa habitando num lugar a cujas portas se dirigem [seres humanos] ávidos pela verdade (ver Pv 8:34). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1096.
Sete colunas. Com frequência sete denota completude. Consequentemente, pode-se afirmar que a casa da sabedoria foi construída de forma plena e perfeita, com um alicerce firme, já que as colunas são de pedra lavrada. CBASD, vol. 3, p. 1096.
2 A sua mesa. A sabedoria é tratada como que preparando uma grande festa. Em lugares de clima quente, e sem refrigeração, os animais precisam ser abatidos logo antes da festividade, pois a carne se deteriora rápido. CBASD, vol. 3, p. 1097.
3 Suas criadas. Por figura poética, como a “sabedoria” é feminina, suas criadas também são representadas no feminino. CBASD, vol. 3, p. 1097.
4 É simples. Somente aqueles que reconhecem sua falta de entendimento aceitam o convite. Os outros recusam por confiança vã na própria superioridade. CBASD, vol. 3, p. 1097.
7 Afronta. Quando se sabe que alguém trata a religião com escárnio, qualquer tentativa de corrigir esta pessoa será rebatida com um discurso tão abusivo que só pode resultar em dano para todos os envolvidos. … Esses indivíduos costumam ser alcançados mais facilmente por meio do apelo indireto da vida humilde e consistente do verdadeiro cristão. CBASD, vol. 3, p. 1097.
9 Dá instrução. O sábio reconhece o valor de saber como os outros o consideram e fica feliz ao receber conselhos, mesmo quando estes assumem a forma de repreensão (Sl 141:5). CBASD, vol. 3, p. 1097.
10 Santo. Do heb. qedoshim, plural que alguns consideram um “plural de majestade”e, por isso, aplicam a expressão a Deus. CBASD, vol. 3, p. 1097.
11 Os teus dias. Uma vida longa é oferecida como recompensa pela sabedoria e pelo temor do Senhor (ver Pv 3:2, 16; 4:10; 10:27). CBASD, vol. 3, p. 1097.
12 Para ti mesmo. Embora os resultados da insensatez e da oposição a Deus afetem muitos sofredores inocentes e as bênçãos de uma vida honesta se estendam a muitos outros, ainda é verdade que a sabedoria e a loucura afetam primeiramente aquele que as pratica. CBASD, vol. 3, p. 1097.
13 Mulher apaixonada. Em contraste com o chamado da boa mulher, que representa a sabedoria, Salomão apresenta o convite barulhento e apaixonado da loucura. Todos os seres humanos fazem uma escolha entre as duas. CBASD, vol. 3, p. 1098.
Ignorante. A palavra é claramente usada num sentido negativo, denotando ausência de fibra moral (ver com. de 8:5). Essa mulher não sabe nada do que deveria. CBASD, vol. 3, p. 1098.
14 Alturas. A sabedoria enviou suas criadas pela cidade para convidar dos lugares mais altos (v. 3). A loucura senta-se à porta em esplendor arrogante e exibido, convidando gente tão tola quanto ela. CBASD, vol. 3, p. 1098.
17 Águas roubadas. A festa oferecida pela loucura consiste apenas de águas roubadas e de pão comido às ocultas, em contraste com o alimento satisfatório preparado pela sabedoria (ver com de Pv 5:15). CBASD, vol. 3, p. 1098.
18 Os mortos. Do heb. refa’im (ver com. de Jó 26:5). Diferentemente da casa da sabedoria, bem construída e com colunas de pedra, cheia de luz e ar, o estabelecimento mantido pela loucura é uma habitação sombria e oculta, assombrada pela memória daqueles que morreram absorvidos por suas tentações. CBASD, vol. 3, p. 1098.
Inferno. Do heb. she’ol, a habitação figurada dos mortos (ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 3, p. 1098.