Reavivados por Sua Palavra


JOEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de junho de 2024, 0:50
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924 palavras

Contexto histórico. Joel não diz nada sobre o tempo de sua escrita. Ele não faz como muito de outros profetas (ver Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1; etc.), que mencionam os reis sob os quais profetizaram. … Embora nenhuma data possa ser comprovada de forma conclusiva, este Comentário adotou o 7º século … .  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1035.

Como as antigas palavras de Joel contém uma mensagem divina atemporal, essa incerteza não diminui a importância de seu estudo e aplicação para a vida dos intérpretes atuais. … A mensagem de Joel, assim como a do profeta Sofonias, é dominada por um único tema: o dia do Senhor, ocasião da retribuição divina. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Palavra do SENHOR. Joel garante ao leitor que sua mensagem não se originou de si mesmo. Suas palavras foram ditas pelo Senhor. Ele assegura ter a inspiração divina, assim como outros profetas (Os 1:1; Mq 1:1; etc.; cf. 2Tm 3:16; 2Pe 1:20, 21). CBASD, vol. 4, p. 1037.

Joel. O nome provavelmente significa “o Senhor é Deus”. … Nada se sabe sobre Petuel. CBASD, vol. 4, p. 1037.

Aconteceu isto … ? A calamidade era algo novo na memória das pessoas. … Por esse dispositivo eficaz Joel sublinha a importância incomum de sua mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1037.

Velhos. Ou, anciãos. Membros proeminentes da sociedade que desempenhavam uma importante função de liderança nos tempos de Joel (2:16). Eles também são mencionados em outros livros da Bíblia (2Rs 23:1; Jr 26:17). Bíblia de Estudo Andrews.

terra. O reino do sul, Judá (3:1, 20). Bíblia de Estudo Andrews.

4 São usadas quatro palavras hebraicas diferentes para se referir aos gafanhotos. No entanto, não se sabe se estas palavras denotam quatro espécies diferentes de gafanhotos, quatro etapas diferentes do desenvolvimento de um só gafanhoto (isto é, da pupa até a maturidade) ou se são sinônimos usados simplesmente para acrescentar variedade ao texto. De todo modo, a imagem é a mesma: destruição total do suprimento de comida. Bíblia de Estudo Andrews.

Cortador. Do heb. gazam, que vem de uma raiz que significa “cortar”, portanto, empregada para representar um gafanhoto cortador. CBASD, vol. 4, p. 1037.

Migrador. Do heb. ‘arbeh, usado para representar o enxame ou os gafanhotos migradores. Os gafanhotos que assolaram os egípcios são identificados como ‘arbeh (Êx 10:4-19). CBASD, vol. 4, p. 1037.

Devorador. Do heb. yelek, que se considera ser um rastejante, um estágio não alado do gafanhoto. CBASD, vol. 4, p. 1037.

5 Ébrios. De modo poético, os bebedores de vinho são chamados a lamentar seu destino. Privados de seu meio favorito de indulgência, eles são convidados a despertar de sua letargia para derramar as lágrimas de desilusão. CBASD, vol. 4, p. 1038.

6, 7 O “povo … inumerável” é uma referência ao enxame incontável de gafanhotos invasores. Por meio de uma linguagem metafórica, comparando gafanhotos a leÕes, o profeta se refere à habilidade deste inseto de devorar a vegetação e desfolhar as árvores. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Tirou-lhe a casca. Depois que os gafanhotos devoram tudo que é verde e suculento, atacam a casca das árvores. CBASD, vol. 4, p. 1038.

8 Marido da sua mocidade. Sem dúvida, se trata daquele com quem a moça estava comprometida e a quem ela amava sinceramente, mas que morreu antes de se casarem. Em vez de um vestido de noiva, ela coloca uma roupa de luto feita com pano áspero de saco. Sob a lei mosaica, um compromisso de noivado, em seus aspectos gerais, era considerado como um casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:23; Mt 1:18-20). CBASD, vol. 4, p. 1038.

pano de saco. Tecido rústico e escuro usado para expressar penitência (Jn 3:5-8) ou luto (Lm 2:10, ARC). Bíblia de Estudo Andrews.

9 Oferta de manjares. Ou, “oferta de cereais”(sobre a natureza desta oferta, ver Lev 2:1). Uma parte destas ofertas era para o sustento dos sacerdotes (Lv 2:3; 6:16; 10:12-15). CBASD, vol. 4, p. 1038.

10 E a terra, de luto. Mediante uma personificação simbólica, a terra é representada como estando de luto em sua improdutividade. CBASD, vol. 4, p. 1038.

12 A vide … a figueira … a romeira … a palmeira e a macieira. A enumeração dos efeitos da seca … em várias plantas e árvores é, sem dúvida, para enfatizar a sua gravidade. Os v. 10 a 12 também descrevem adequadamente os efeitos da quarta das sete últimas pragas (Ap. 16:8, 9; cf. GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1038.

13, 14 Este “desastre natural”da praga de gafanhotos era, na verdade, uma crise espiritual. Os sacerdotes são chamados a exercer liderança espiritual, humilhando-se diante do Senhor em autonegação e arrependimento, e também convocando o povo para ir ao templo clamar ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Assembleia solene. Do heb. ‘atsarah, do radical ‘atsar, “deter”, “restringir”, no sentido de interromper todo o trabalho com o propósito de convocar uma assembleia. CBASD, vol. 4, p. 1039.

15 O Dia do SENHOR. Uma expressão comum entre os profetas (Is 2:12; 13:6; Ez 30:3; Am 5:18; Sf 1:14; etc.; sobre o significado da expressão, ver Is 13:6). Primeiramente, Joel está se referindo aos julgamentos iminentes sobre Judá. Em princípio, suas previsões se aplicam também ao dia do julgamento final que virá sobre o mundo (ver p. 24, 25 [CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 1039.

Como Joel e outros profetas revelam (Am 5:18-20; Sf 3:8-13), será um tempo de destruição para todos que recusarem o arrependimento e um momento de salvação para quem “invocar o nome do SENHOR”(2:32). Bíblia de Estudo Andrews.

Todo-Poderoso. Do heb. Shadai (ver vol. 1 [CBASD], p. 149). CBASD, vol. 4, p. 1039.

16 Destruído o mantimento … da casa do nosso Deus, a alegria e o regozijo? Quando os hebreus da Antiguidade traziam essas e outras ofertas ao Senhor, era uma ocasião de alegria (ver Dt 12:5-7). A praga pôs fim a essa alegria. CBASD, vol. 4, p. 1039.

18 Geme o gado. Este versículo mostra o efeito da infestação de insetos e da seca sobre o reino animal. CBASD, vol. 4, p. 1039.

19 Fogo. O fogo e as chamas provavelmente simbolizam o calor abrasador do sol. CBASD, vol. 4, p. 1039.



JOEL 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de junho de 2024, 0:40
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JOEL 1 – O profeta Joel relaciona a crise nacional de Israel em sua época com a situação da terra, sugerindo que os desastres físicos podem ser sintomas de uma doença espiritual mais profunda. Desta forma, seu primeiro capítulo desafia-nos a ver além das aparências das calamidades naturais e a buscar um entendimento mais profundo do papel dessas experiências em nossa vida espiritual.

Através da exortação à oração, ao jejum e ao arrependimento, Joel lembra-nos que as crises podem ser oportunidades para aproximar-nos de Deus e a renovarmos nossa fé. Assim, mesmo em meio à devastação, podemos encontrar caminhos para a cura espiritual e a esperança pode ser renovada!

O profeta vê a calamidade como uma oportunidade para despertar a humanidade para uma revitalização da fé e do compromisso com Deus. Assim como a terra precisa ser restaurada após a passagem dos gafanhotos, o espírito do povo deve ser reavivado após um período de afastamento de Deus.

• Cada tragédia, desastre e catástrofe é um convite de Deus para refletir sobre nossa própria vida e buscar a reconciliação com Ele.
• A situação ao nosso redor é um espelho refletindo a nossa real necessidade de redenção; certamente Deus não está buscando nossa condenação, mas nosso arrependimento e transformação que nos levará à salvação.
• O sofrimento ao nosso redor deve despertar-nos para a fragilidade da vida e a urgência do arrependimento (Lucas 13:1-5).

Complementando, Joel mostra a importância dos líderes tomarem a dianteira no processo de reavivamento (Joel 1:13-20). Ele pede que proclamem um dia de oração e jejum, convocando o povo a voltar-se para Deus. A liderança espiritual precisa ser proativa em tempos de crise. Os verdadeiros líderes do povo de Deus precisam inspirar as pessoas a buscarem uma renovação sincera de seu relacionamento com Deus.

Passos no processo de reavivamento:

1. Reconhecimento sincero das falhas (pecados); necessidade profunda de examinar a própria vida e atitudes, reconhecendo a urgência de mudança.
2. Arrependimento sincero é essencial para que haja reavivamento.
3. Jejum e oração; o jejum simboliza a abstinência das distrações mundanas, a oração é o meio de comunicação e reconexão com Deus.
4. Renovação do compromisso com Deus; isso equivale à obediência e ao serviço a Deus, vivendo de acordo com Seus preceitos.

Então, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.



AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER JOEL!
7 de junho de 2024, 12:00
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OSEIAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
7 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: OSEIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

OSEIAS 14 – BLOG MUNDIAL

OSEIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



OSEIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de junho de 2024, 0:50
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762 palavras

O último capítulo relembra as principais denúncias e as enquadra no contexto do arrependimento e da renúncia aos seguintes pecados: idolatria, dependência de alianças militares (em vez de depender de Deus) e apostasia. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Volta. O cap. 14 é um clímax apropriado para a mensagem de Odeias. O profeta faz um último apelo ao seu povo para abandonar a maldade e voltar para o Senhor. Ainda não era tarde demais. Mas o dia da oportunidade estava passando rapidamente. As nuvens de guerra iam escurecendo o horizonte ao oriente. A Assíria estava no auge de seu poder, e suas ambições imperialistas logo engoliriam a nação israelita embriagada pelo vício e idolatria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1029.

2 Tende convosco. O povo podia ter esperado que o retorno ao Senhor exigisse holocaustos ou presentes materiais. Todavia, o profeta não se refere a nenhuma dessas coisas. Um simples pedido de misericórdia acompanhado de arrependimento sincero e confissão era tudo o que o Senhor exigia (ver com. [CBASD] do Sl 32:1). CBASD, vol. 4, p. 1029.

Toda iniquidade. O pecador sinceramente arrependido pode ser livremente perdoado. Uma vez perdoado, o pecado não é mais creditado na conta do pecador (ver com. [CBASD] do Sl 32:2). CBASD, vol. 4, p. 1029.

3 Assíria. O povo se empenhava no que dizia respeito a três dos seus pecados principais: esperar a ajuda da Assíria (ver Os 5:13, 7:11), confiar no cavalos e carros do Egito (ver Os 7:11; cf. Is 31:1) e permanecer na idolatria (ver Os 13:2; cf. Is 42:17). CBASD, vol. 4, p. 1030.

4 Curarei. Deus responde à oração penitente. A apostasia é aqui considerada como uma doença e somente o Médico divino podia curar as enfermidades da alma (ver Jr 8:22; Mt 9:12). CBASD, vol. 4, p. 1030.

É adequado um livro que anuncia o juízo terminar com uma nota de esperança: uma imagem que denota proteção. Bíblia de Estudo Andrews.

Amarei. Quando os pecados são perdoados e a justiça de Cristo cobre o pecador, não importa quão longe ele tenha ido, Deus o aceita como se ele nunca tivesse pecado. Seu registro passado de pecados de modo algum é mantido contra ele, e Deus o ama como a Seu próprio Filho (ver CC, 67). CBASD, vol. 4, p. 1030.

5 Como o orvalho. A imagem do orvalho está ligada à ideia de bênção (Dt 33:13; Mq 5:7). Bíblia de Estudo Andrews.

Em regiões em que há pouca chuva, o orvalho ajuda a refrescar as plantas carentes. Assim, o orvalho se torna um símbolo da fecundidade e a ausência dele, um sinal de seca e de devastação. Assim, Deus se tornaria a fonte da fecundidade espiritual de Israel. Como o orvalho cai, noite após noite, assim Deus, dia a dia, supriria graça suficiente para cada dia. CBASD, vol. 4, p. 1030.

Como o lírio. Uma figura sugerindo qualidades como beleza, pureza, perfume e rápido crescimento (ver Mt 6:28, 29). CBASD, vol. 4, p. 1030.

Suas raízes. As raízes do lírio são fracas, e, portanto, não são uma figura adequada de estabilidade prometida a Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.

Como a do Líbano. Os cedros do Líbano ou das montanhas do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 1030.

6 Como o da oliveira. Comparar com Jr 11:16. A oliveira é chamada de rainha das árvores frutíferas da Palestina. Era especialmente valiosa. Seu óleo era usado como alimento e iluminava. Seu fruto era tão abundante e útil, seu verde, tão esplêndido, e sua folhagem, tão firme e fresca, que provia uma imagem vívida da gloriosa perspectiva de Efraim. CBASD, vol. 4, p. 1030.

7 Voltarão. Por intermédio de Oseias, o Senhor procurou tornar o quadro o mais atraente possível, na esperança de que o convite não fosse recusado. O apelo constitui um clímax apropriado para o livro. CBASD, vol. 4, p. 1030.

O cereal. Literalmente, “eles vivificarão [cultivarão] os grãos”, ou “eles se fartarão com os grãos”(LXX). CBASD, vol. 4, p. 1030.

9 Quem é prudente. Oseias fecha sua profecia com o apelo para que seu povo seja atento às palavras que o Senhor falou por meio dele (para uma definição de sabedoria, ver com. [CBASD] de Pv 1:2). CBASD, vol. 4, p. 1030.

Os padrões de justiça são os caminhos de Deus. Nosso relacionamento com eles determina se somos considerados justos ou ímpios. Bíblia de Estudo Andrews.

Andarão neles. A questão foi claramente colocada diante dos israelitas. Havia dois caminhos diante deles. Eles poderiam continuar em seus maus caminhos e colher os inevitáveis ou poderiam buscar a Deus de todo o coração e obter a salvação. Os desígnios do Senhor, retos e imutáveis seriam cumpridos a despeito do que as pessoas poderiam fazer (Ml 3:6; Tg 1:17). Se elas se perdessem, a culpa seria delas, porque Deus as confrontou com cada estímulo para seguirem o caminho reto (Dt 30:15-20). CBASD, vol. 4, p. 1030, 1031.



OSEIAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de junho de 2024, 0:40
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OSEIAS 14 – O profeta Oseias escreveu um livro extraordinário. O amor infinito, altruísta e gracioso permeia seus 14 capítulos. A Bíblia do Discípulo destaca que “o tema central do livro de Oseias é o amor de Deus por Seus filhos errantes… Deus perdoa os Seus filhos e filhas não porque eles merecem, mas porque Ele os ama”.

Nossa cultura moderna banalizou o amor. Isso pode afetar nosso relacionamento com Deus. “A sexualidade tornou-se despersonalizada e despersonalizante, um produto que vende qualquer coisa desde um aparelho de TV até uma barra de sabão. Tem-se tornado uma expressão da tentativa desesperada do homem moderno para fingir intimidade em um mundo de crescente isolamento e fragmentação”, argui John Fowler. Muitos cristãos da atualidade vivem este tipo de amor com Deus: Sem compromisso sério!

• O amor de muitos por Deus não é tão profundo como deveria ser.
• O adultério espiritual é mais evidente do que uma lealdade espiritual perseverante.
• Relacionamentos relapsos são mais comuns do que se imagina, por isso Deus não é prioridade entre a irmandade evangélica.

Contudo, o Deus de amor e misericórdia convida “volte”, “voltem para o Senhor”, ensinando até mesmo como agir e o que falar (Oseias 14:1-3). Com objetivo de obter resultados no apelo, Deus promete: “Eu curarei a infidelidade deles e os amarei de todo o meu coração, pois a minha ira desviou-se deles”; e, assegura honrar e exaltar os infiéis arrependidos (Oseias 14:4-8).

O último versículo do livro de Oseias ressoa com diversos textos bíblicos que enfatizam a importância da sabedoria, do discernimento e da justiça dos caminhos de Deus (Provérbios 1:7; Salmo 25:4-5; Isaías 55:8-9; Deuteronômio 30:15-16), os quais enriquecem a compreensão da mensagem do profeta: A sabedoria e o discernimento verdadeiros são demonstrados na consideração e na compreensão dos caminhos justos do Senhor, que guiam os justos à vida e fazem os rebeldes tropeçarem.

Reflita: A fidelidade no casamento é importante (Provérbios 5-9) tanto quanto no relacionamento com Deus, como demonstra Oseias. Então…

• Mantenha-se firme em seguir fielmente os ensinamentos divinos, sabendo que isso lhe trará estabilidade e crescimento, enquanto a rebeldia traz confusão e dificuldades.
• Evite os erros e tropeços da vida alinhando suas escolhas com os ensinamentos divinos, garantindo uma trajetória mais segura e bem-sucedida.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
6 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: OSEIAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

OSEIAS 13 – BLOG MUNDIAL

OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
6 de junho de 2024, 0:50
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1339 palavras

1 Culpado. Isto, evidentemente, refere-se ao culto de Baal (para o qual, sem dúvida, a adoração do bezerro havia preparado o caminho), que havia sido introduzido em Israel por Acabe, por influência da rainha Jezabel (ver IRs 16:29-33). Graças aos esforços de Elias (IRs 18) e do rei Jeú (2Rs 9, 10) esse mal recebeu um revés, mas não foi erradicado e irrompeu novamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1025.

Morreu. A idolatria de Efraim resultou em degradação nacional e morte política. 0 reino perdeu a posição alta e exaltada, e sua honra foi lançada ao pó. Efraim se tornou espiritualmente morto, pronto para o enterro que viria em breve (ver Ef 2:1). Abandonar o Senhor e se divertir com o pecado sempre traz um resultado certo: a morte (ver Ez 33:10, 11; Rm 6.23).CBASD, vol. 4, p. 1025.

O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/.

2. Agora. A palavra marca significativamente a transição a partir da introdução do culto a Baal (ver com. do v. 1) às condições dos dias de Oseias. Era uma coisa abominável fazer e adorar uma imagem de escultura como uma representação material do verdadeiro Deus, como fez Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33), violando assim o segundo mandamento e negligenciando a instrução solene de que a adoração a Deus deve ser espiritual, não material (ver Ex 20:4-6; Jo 4:24). Mas foi duplamente hediondo introduzir outros deuses, como o fenício Baal, em violação direta ao primeiro mandamento, que requer a adoração exclusiva ao Senhor (ver Ex 20:3). E, então, nos dias de Oseias, todas as formas de idolatria continuavam “mais e mais”, até que a nação ficou infestada com essas falsas religiões. CBASD, vol. 4, p. 1025.

Beijam bezerros. Era costume dos adoradores de ídolos beijar o objeto de adoração (ver IRs 19:18). Se não fosse possível se aproximar da imagem (como a Lua), o sinal era enviado pelo adorador, beijando sua própria mão (ver com. de Jó 31:27). CBASD, vol. 4, p. 1025.

3. Como nuvem de manhã. A prosperidade de Efraim seria de curta duração (ver Sl 37:35, 36). A apostasia traria sobre ele a punição certa e rápida. Estas quatro figuras: a nuvem da manhã, o orvalho da madrugada, a palha e a fumaça muito expressivamente denotam a natureza transitória da existência nacional de Israel. A Bíblia está cheia de figuras que representam a transitoriedade da vida humana (ver Is 40:6-8; Tg 4:14, etc). CBASD, vol. 4, p. 1026.

4. Não há salvador. Oseias aqui se refere ao Senhor como o único Deus verdadeiro, ao passo que todos os outros deuses eram fraudes (ver Is 43:10-12; Is 45:20, 21). A libertação de Israel do Egito foi uma prova incontestável do poder de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1026.

6. Eles se fartaram. Nas ricas pastagens do amor e da bondade de Deus, o Seu povo se fartou. Efraim é como um animal de trabalho doméstico (ver com. de Os 10:11) que, em um pasto demasiadamente luxuriante, torna-se teimoso e incontrolável. CBASD, vol. 4, p. 1026.

Ensoberbeceu-se-lhes o coração. Literalmente, “o invólucro do seu coração”, isto é, o pericárdio, a membrana que envolve o coração. Israel havia fechado seu coração a Deus. O castigo divino é retratado como o rasgar do coração fechado, por um leão. O profeta apresenta um impressionante paralelo com o dia do juízo, quando os corações serão abertos diante de Deus (ver Hb 4:13; 10:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Esqueceram. Em vez de se lembrar de Deus com gratidão e moldar a vida de acordo com Sua graça abundante, o povo se encheu de orgulho e se esqueceu do Criador. Quanto mais os bens deste mundo são procurados e valorizados, mais Deus, o grande doador de todos os bens, é esquecido. Este foi o grave pecado de Israel para o qual o profeta tantas vezes chama a atenção da nação (ver Os 2-5; 4:7; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 1026.

7. Como leão. Uma figura que apropriadamente descreve a destruição que inevitavelmente se segue ao pecado de Israel. As bestas vorazes mencionadas aqui, o leão com sua ferocidade e o leopardo com a sua agilidade, simbolizam a breve invasão dos assírios, que traria fim ao reino do norte (ver 2Rs 17:1-6). CBASD, vol. 4, p. 1026.

8. Como ursa. Poucos animais são mais ferozes do que a ursa quando roubada de seus filhotes ou quando está faminta. A LXX, para esta frase de abertura traz: “Vou encontrá-los pelo caminho da Assíria, como uma ursa feroz.” As três feras mencionadas: o leão, o leopardo e o urso adequadamente exibem o poder de Deus e o furor de Sua ira. Se o pecador escapar do leão, o leopardo o alcança; se ele fugir do leopardo, a ursa selvagem o encontra. Parece que Oseias está se esforçando para demonstrar ao povo a realidade do que significa a visitação da ira divina. O profeta aqui emprega as mesmas figuras aterradoras do mundo animal que, muitas vezes, são utilizadas em outras passagens para simbolizar as nações que Satanás emprega para se opor e devorar o povo de Deus (ver Jr 4:7; 50:17, 44; Ez 32:2; Dn 7:4-7). CBASD, vol. 4, p. 1026.

9. A tua ruína. Israel se destruiu com as armas do orgulho, idolatria, sensualidade e anarquia. O pecado é sempre suicida (Pv 8:36; Ez 18:20; 33:10, 11; T5, 120). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Teu socorro. A crise extrema de Israel poderia ser, se o povo quisesse, a oportunidade de Deus (ver Is 49:14-16; Hb 13:5). 0 versículo é ao mesmo tempo um fim trágico e um começo confortador, uma garantia de que por um lado, se a ruína de Israel foi causada por suas decisões, por outro, ainda estava aberta para eles uma oportunidade de voltar ao Senhor. Enquanto por toda a história humana ira e ruína são o deserto do pecador, a bondade e a misericórdia são a dispensação de um Deus amoroso e justo. CBASD, vol. 4, p. 1027.

10. 0 teu rei. As perguntas, neste versículo, mostram claramente que os reis da própria escolha de Israel (ver com. de Os 8:4) não poderiam ajudar a nação. A razão pela qual os israelitas pediram um rei era para que ele pudesse julgá-los e sair diante deles para lutar suas batalhas (ISm 8:19, 20). Seu medo do que as nações hostis poderiam fazer-lhes provocou uma crise que, como julgavam, apenas um rei poderia resolver adequadamente. Na crise que estava diante deles — frente à ] ameaça da invasão assíria — o Senhor pergunta: “Onde está agora o rei que vai levá-los para defender todas as suas cidades e as suas fortalezas, e dar-lhes a vitória? Onde estão os juizes e os príncipes que os livrarão do perigo?” Naturalmente, a resposta é que auxiliares tão poderosos não podem ser encontrados. CBASD, vol. 4, p. 1027.

11. Dei-te um rei. Este rei, sem dúvida, é Saul (ver ISm 8:4-7; 9:22-10:1). … E um pensamento sóbrio afirmar que Deus pode punir as pessoas, concedendo-lhes o que desejam. CBASD, vol. 4, p. 1027.

12. Atadas juntas. Como um homem, segundo o costume, guarda o dinheiro em um saco e deposita em algum lugar secreto a fim de que possa ser preservado, do mesmo modo, Deus havia guardado cuidadosamente os pecados de Efraim (ver Dt 32:34, 35; Jó 14:17). O dia do acerto de contas de Efraim havia chegado. CBASD, vol. 4, p. 1027.

14. Meus olhos não vêem em Mim arrependimento algum. O que de fato Ele faz é chamar a morte e o sheol para fazer o trabalho deles, e, nesse momento, a compaixão vai estar ausente enquanto faz o que é para Ele uma “obra estranha” (Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 1028.

15. Aquele que ele viceja. Trata-se um jogo de palavras. O nome de Efraim, por derivação comum, é derivado de um radical que significa “ser frutífero” (ver Gn 49:22). CBASD, vol. 4, p. 1028.

Vento leste. Ventos do leste na Palestina, vindos do deserto, tendem a ser quentes e escaldantes (ver com. de Jr 18:17). Os exércitos poderosos da Assíria são representados por esta imagem. CBASD, vol. 4, p. 1028.

Serão despedaçados. Sobre os costumes bárbaros nas guerras antigas ver com. de Jz 1:6; 2Rs 8:12, cf. 2Cr 25:12. CBASD, vol. 4, p. 1028.



OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de junho de 2024, 0:40
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OSEIAS 13 – Deus sente dor. Ele não é frio e calculista, ou blindado ao sofrimento. Ele Se entristece, fica indignado e Se ira quando traído. Obviamente, Sua ira não é doentia nem dura para sempre (Miqueias 5:15; 7:18). Oseias também revela que Deus não usa Sua ira para a destruição, mas tudo o que Ele faz visa a restauração dos culpados transgressores e traidores.

Ainda que para resgatar aos condenados tenha que pagar alto preço, Ele vai até as últimas consequências por amor (João 3:16). A Bíblia é o manual divino para conduzir pecadores à salvação. Deus age e atua em nossa história com intencionalidade:

• Oseias 2:16 contém a expressão “Naquele dia…”, apontando para um tempo quando Deus trará paz e restauração completa.
• Oseias 3 termina com a expressão “nos últimos dias”, indicando um tempo escatológico, o estabelecimento do reino eterno de Deus (ver Daniel 2 e 7).
• Oseias 6:1-3 trata de cura e restauração após um período de sofrimento, que pode ser um símbolo de reavivamento e reforma espiritual que ocorrerão nos últimos dias (Apocalipse 18:1).
• Em Oseias 13:4 o profeta sublinha a exclusividade de Deus como Senhor e Salvador. Deus pretende ser reconhecido universalmente como o único verdadeiro Soberano e Redentor. Isso é evidente no sermão apocalíptico de Cristo (Mateus 24:14), quando o evangelho será oportunizado a todos visando a salvação (Apocalipse 14:6-7).
• Oseias 13:9-12 reflete a ineficácia dos líderes e poderes humanos em salvar o povo, apontando para uma intervenção divina nos últimos dias. No fim dos tempos, a salvação virá somente de Deus, não de qualquer liderança humana, ainda que seja uma nova ordem mundial (Apocalipse 13, 17-18).

De forma geral, Oseias 13 trata da indignação de Deus contra o pecado; contudo, Deus oferece esperança ao desgraçado pecador, como vimos até aqui. Além disso, dois temas merecem destaque:

• Oseias 13:14 fala da redenção final do poder da morte. A vitória sobre a morte é um tema central na escatologia cristã, apontando para a ressurreição dos mortos e a vida eterna prometida no fim dos últimos dias (I Coríntios 15:50-57).
• A grande tribulação e julgamento dos últimos dias servirão para trazer justiça sobre os rebeldes (Oseias 13:15-16), a fim de promover a paz no Universo e no coração dos salvos.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



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5 de junho de 2024, 10:05
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